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Natureza urbana

8,00 
«Eu era uma pessoa simples urbana, uma planta que insistiu em crescer entre os paralelepípedos do passeio, na rua mais concorrida da metrópole, cujo destino é conhecer a sola dos sapatos de milhares de turistas e transeuntes e respirar violentas concentrações de dióxido de carbono. Eu sabia chamar um táxi, mas não o rebanho; sabia levar uma muda de roupa à lavandaria self-service e trazê-la limpa, mas não sabia levar um cântaro à teta da vaca e trazê-lo cheio. Não sabia atear fogo, construir um abrigo, nem situar-me olhando as estrelas. Não conhecia o significado dos ventos nem descodificava as nuvens, quando antecipam temporal. Os elementos do mundo em meu redor que eu considerava naturais eram indecifráveis.»
  • AUTOR Joana Bértholo
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Natureza urbana

8,00 
«Eu era uma pessoa simples urbana, uma planta que insistiu em crescer entre os paralelepípedos do passeio, na rua mais concorrida da metrópole, cujo destino é conhecer a sola dos sapatos de milhares de turistas e transeuntes e respirar violentas concentrações de dióxido de carbono. Eu sabia chamar um táxi, mas não o rebanho; sabia levar uma muda de roupa à lavandaria self-service e trazê-la limpa, mas não sabia levar um cântaro à teta da vaca e trazê-lo cheio. Não sabia atear fogo, construir um abrigo, nem situar-me olhando as estrelas. Não conhecia o significado dos ventos nem descodificava as nuvens, quando antecipam temporal. Os elementos do mundo em meu redor que eu considerava naturais eram indecifráveis.»
  • AUTOR Joana Bértholo
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Mulheres na vida (contos e novelas)

15,00 
«Só existe um modo de exprimir uma coisa, uma só palavra para dizê-la, um só adjectivo para qualificá-la e um só verbo para animá-la» — disse Flaubert a Maupassant, e ele cumpriu-o bem melhor do que o seu mestre.
  • AUTOR Guy de Maupassant
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Mulheres na vida (contos e novelas)

15,00 
«Só existe um modo de exprimir uma coisa, uma só palavra para dizê-la, um só adjectivo para qualificá-la e um só verbo para animá-la» — disse Flaubert a Maupassant, e ele cumpriu-o bem melhor do que o seu mestre.
  • AUTOR Guy de Maupassant
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Postais – I don’t think so

12,00 
Estávamos em 2019 e das imagens de André Ruivo fizeram-se colecções de postais estendendo o próprio tema da mostra. Depois João Eduardo Ferreira, que tinha escrito o texto de apresentação desta iniciativa, pegou nas imagens e acrescentou-lhes novos enredos, fazendo dos postais, palavras endereçadas ao sabor do que a imaginação, sobre cada personagem represantado, tecia. Em 2023 foi lançado o livro onde tudo se reúne, imagens e palavras, sob o selo de A Morte do Artista que o edita.
  • AUTORES João Eduardo Ferreira e André Ruivo
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Postais – I don’t think so

12,00 
Estávamos em 2019 e das imagens de André Ruivo fizeram-se colecções de postais estendendo o próprio tema da mostra. Depois João Eduardo Ferreira, que tinha escrito o texto de apresentação desta iniciativa, pegou nas imagens e acrescentou-lhes novos enredos, fazendo dos postais, palavras endereçadas ao sabor do que a imaginação, sobre cada personagem represantado, tecia. Em 2023 foi lançado o livro onde tudo se reúne, imagens e palavras, sob o selo de A Morte do Artista que o edita.
  • AUTORES João Eduardo Ferreira e André Ruivo
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Anoitecer no paraíso

18,70 
Do Texas ao Chile, do México a Nova Iorque, Lucia Berlin vislumbra beleza nos lugares mais sombrios e pressente escuridão quando tudo parece ser cristalino. Há um par de anos, o panorama literário mundial foi sacudido por uma colectânea de contos de uma escritora desaparecida e quase esquecida. Era Manual para mulheres de limpeza. A autora, Lucia Berlin, conquistou então o lugar que justamente lhe deveria ter pertencido antes: colocando-se entre os favoritos da crítica e dos leitores e ganhando comparações a Raymond Carver, Alice Munro, Anton Chekhov, Charles Bukowski. A singular capacidade de Berlin para representar a beleza e a dor da rotina e da vida, a sua desarmante honestidade, o seu irresistível magnetismo, a sua subtil mas inquietante melancolia, as suas personagens tão próximas da vida. Tudo isto se encontra com grande intensidade em Anoitecer no paraíso, uma colectânea que é um deleite para os todos os leitores que se apaixonaram por Lucia Berlin ou um convite aos que ainda não o fizeram. Volume indispensável da obra de Lucia Berlin, Anoitecer no paraíso foi preparado pelo filho da autora, e está recheado de pequenos tesouros da literatura, inéditos em português.
  • AUTOR Lucia Berlin
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
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Anoitecer no paraíso

18,70 
Do Texas ao Chile, do México a Nova Iorque, Lucia Berlin vislumbra beleza nos lugares mais sombrios e pressente escuridão quando tudo parece ser cristalino. Há um par de anos, o panorama literário mundial foi sacudido por uma colectânea de contos de uma escritora desaparecida e quase esquecida. Era Manual para mulheres de limpeza. A autora, Lucia Berlin, conquistou então o lugar que justamente lhe deveria ter pertencido antes: colocando-se entre os favoritos da crítica e dos leitores e ganhando comparações a Raymond Carver, Alice Munro, Anton Chekhov, Charles Bukowski. A singular capacidade de Berlin para representar a beleza e a dor da rotina e da vida, a sua desarmante honestidade, o seu irresistível magnetismo, a sua subtil mas inquietante melancolia, as suas personagens tão próximas da vida. Tudo isto se encontra com grande intensidade em Anoitecer no paraíso, uma colectânea que é um deleite para os todos os leitores que se apaixonaram por Lucia Berlin ou um convite aos que ainda não o fizeram. Volume indispensável da obra de Lucia Berlin, Anoitecer no paraíso foi preparado pelo filho da autora, e está recheado de pequenos tesouros da literatura, inéditos em português.
  • AUTOR Lucia Berlin
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
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O Garden-Party

7,00 
Está um dia quente e sem vento quando a família Sheridan se prepara para fazer uma festa no seu jardim. Mas enquanto Laura, uma das filhas, se ocupa da organização do evento, notícias sobre a morte de um vizinho ameaçam a celebração.
  • AUTOR Katherine Mansfield
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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O Garden-Party

7,00 
Está um dia quente e sem vento quando a família Sheridan se prepara para fazer uma festa no seu jardim. Mas enquanto Laura, uma das filhas, se ocupa da organização do evento, notícias sobre a morte de um vizinho ameaçam a celebração.
  • AUTOR Katherine Mansfield
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Microcontos

7,00 
Sete microcontos em formato postal, compostos e impressos em tipografia.
  • AUTOR Vários
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Microcontos

7,00 
Sete microcontos em formato postal, compostos e impressos em tipografia.
  • AUTOR Vários
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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O Chef

5,50 
“Lembro-me perfeitamente da primeira vez que o vi. Eu estava a limpar as casas de banho e ele passou no corredor. Meteu logo conversa. Acabara de ser contratado como ajudante de cozinha. Mostrou interesse em mim (que me lembre, a única pessoa a fazê-lo), perguntou-me ene coisas pessoais a que tive de responder, meio envergonhado, e garantiu-me que a nossa amizade, acabada de começar, seria para durar e que não se esqueceria de mim. E foi verdade porque, assim que pôde, levou-me para a cozinha, onde fui ser copeiro. A primeira progressão que tive na carreira, depois de mais de uma década a lavar o chão e as casas de banho.”
  • AUTOR Luís Afonso
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O Chef

5,50 
“Lembro-me perfeitamente da primeira vez que o vi. Eu estava a limpar as casas de banho e ele passou no corredor. Meteu logo conversa. Acabara de ser contratado como ajudante de cozinha. Mostrou interesse em mim (que me lembre, a única pessoa a fazê-lo), perguntou-me ene coisas pessoais a que tive de responder, meio envergonhado, e garantiu-me que a nossa amizade, acabada de começar, seria para durar e que não se esqueceria de mim. E foi verdade porque, assim que pôde, levou-me para a cozinha, onde fui ser copeiro. A primeira progressão que tive na carreira, depois de mais de uma década a lavar o chão e as casas de banho.”
  • AUTOR Luís Afonso
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O que eu não compreendo é a música

16,50 
«Tudo ficava em silêncio quando ela entrava num lugar. Compreendi isso a primeira vez que a vi. A banda tocava April Showers e as pessoas dançavam. Ela caminhava na minha direcção com um vago sorriso, e tudo ficou em silêncio. Quase podia ouvir o som dos saltos altos, como se a seguisse na rua às duas da manhã. O seu vestido era azul. Todas as outras raparigas usavam vestidos pretos, mas o dela era azul. Quando a interroguei sobre isso, respondeu simplesmente: ‘Eu sou loura; tinha de ser azul.’ Jamie era assim. Dizia-nos as coisas mais absurdas, os seus olhos castanho-esverdeados muito sérios, e nós acreditávamos. Como poderíamos não acreditar?»
  • AUTOR Ana Teresa Pereira
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O que eu não compreendo é a música

16,50 
«Tudo ficava em silêncio quando ela entrava num lugar. Compreendi isso a primeira vez que a vi. A banda tocava April Showers e as pessoas dançavam. Ela caminhava na minha direcção com um vago sorriso, e tudo ficou em silêncio. Quase podia ouvir o som dos saltos altos, como se a seguisse na rua às duas da manhã. O seu vestido era azul. Todas as outras raparigas usavam vestidos pretos, mas o dela era azul. Quando a interroguei sobre isso, respondeu simplesmente: ‘Eu sou loura; tinha de ser azul.’ Jamie era assim. Dizia-nos as coisas mais absurdas, os seus olhos castanho-esverdeados muito sérios, e nós acreditávamos. Como poderíamos não acreditar?»
  • AUTOR Ana Teresa Pereira
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Contos de Odessa

15,00 
«A Odessa de Babel é um lugar único, é uma amálgama de objetos, de sensações, de cores, de cheiros. Tudo se pode tocar, cheirar e provar. E a língua de Odessa não é exceção. As palavras são personificadas e podem ser metidas no bolso, podem ser apalpadas, podem ser seguradas entre os dentes. A fala de Odessa é uma fonte de divertimento do autor. As personagens exprimem-se principalmente em russo, mas o seu discurso está salpicado de incoerências ou de construções agramaticais, espelhando a influência do ucraniano, do iídiche, do moldavo, do francês e do inglês, entre outros idiomas. Outras vezes fazem a transferência direta do hebraico antigo na referência aos numerais (exemplo: "sessenta vacas leiteiras, menos uma", em vez de dizerem simplesmente cinquenta e nove). Muitas estruturas são também conseguidas a partir de construções em iídiche. Pode pois dizer-se que os habitantes de Odessa falam uma língua singular que não existe em mais lugar nenhum.» Do prefácio de Nailia Baldé a Contos Escolhidos
  • AUTOR Isaac Bábel
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Contos de Odessa

15,00 
«A Odessa de Babel é um lugar único, é uma amálgama de objetos, de sensações, de cores, de cheiros. Tudo se pode tocar, cheirar e provar. E a língua de Odessa não é exceção. As palavras são personificadas e podem ser metidas no bolso, podem ser apalpadas, podem ser seguradas entre os dentes. A fala de Odessa é uma fonte de divertimento do autor. As personagens exprimem-se principalmente em russo, mas o seu discurso está salpicado de incoerências ou de construções agramaticais, espelhando a influência do ucraniano, do iídiche, do moldavo, do francês e do inglês, entre outros idiomas. Outras vezes fazem a transferência direta do hebraico antigo na referência aos numerais (exemplo: "sessenta vacas leiteiras, menos uma", em vez de dizerem simplesmente cinquenta e nove). Muitas estruturas são também conseguidas a partir de construções em iídiche. Pode pois dizer-se que os habitantes de Odessa falam uma língua singular que não existe em mais lugar nenhum.» Do prefácio de Nailia Baldé a Contos Escolhidos
  • AUTOR Isaac Bábel
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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As convidadas

18,00 
Obra de maturidade e um dos livros mais aplaudidos da autora, As Convidadas (1961) reúne, ao bom estilo ocampiano, quarenta e quatro histórias inquietantes sobre os seus temas de eleição — a infância, o amor, a loucura, o fantástico —, entre os quais O Diário de Porfiria Bernal — a assombrosa metamorfose de uma preceptora —, A Revelação — as visões à cabeceira de um moribundo — e o conto que dá nome à colectânea. Janela aberta para o sobrenatural quotidiano, que assoma aos seres sensíveis em espectros e aparições, a impiedosa escrita de Silvina Ocampo, à semelhança das personagens que cria, é tributária de uma rigorosa imaginação e de uma enganadora ingenuidade, capaz de ternura e de terror, como quem quisesse «mostrar-nos o Céu para depois nos atirar para o Inferno».
  • AUTOR Silvina Ocampo
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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As convidadas

18,00 
Obra de maturidade e um dos livros mais aplaudidos da autora, As Convidadas (1961) reúne, ao bom estilo ocampiano, quarenta e quatro histórias inquietantes sobre os seus temas de eleição — a infância, o amor, a loucura, o fantástico —, entre os quais O Diário de Porfiria Bernal — a assombrosa metamorfose de uma preceptora —, A Revelação — as visões à cabeceira de um moribundo — e o conto que dá nome à colectânea. Janela aberta para o sobrenatural quotidiano, que assoma aos seres sensíveis em espectros e aparições, a impiedosa escrita de Silvina Ocampo, à semelhança das personagens que cria, é tributária de uma rigorosa imaginação e de uma enganadora ingenuidade, capaz de ternura e de terror, como quem quisesse «mostrar-nos o Céu para depois nos atirar para o Inferno».
  • AUTOR Silvina Ocampo
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A planície em chamas

15,49 
Em 1953, dois anos antes de Pedro Páramo, com o qual obteria a consagração internacional como um dos escritores mais influentes do século XX e da literatura de língua espanhola, Juan Rulfo publica esta sua primeira obra, um volume de contos. Desde logo, a novidade da sua prosa impressiona e desperta a atenção, nomeadamente pela profundidade das personagens, onde camponeses que lutam pela subsistência, caciques brutais e revolucionários sanguinários se cruzam e coexistem num cenário árido e pobre, carregado de solidão, violência e morte.
  • AUTOR Juan Rulfo
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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A planície em chamas

15,49 
Em 1953, dois anos antes de Pedro Páramo, com o qual obteria a consagração internacional como um dos escritores mais influentes do século XX e da literatura de língua espanhola, Juan Rulfo publica esta sua primeira obra, um volume de contos. Desde logo, a novidade da sua prosa impressiona e desperta a atenção, nomeadamente pela profundidade das personagens, onde camponeses que lutam pela subsistência, caciques brutais e revolucionários sanguinários se cruzam e coexistem num cenário árido e pobre, carregado de solidão, violência e morte.
  • AUTOR Juan Rulfo
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Cartografias de lugares mal situados (10 contos da guerra)

15,50 
Os cenários de guerra são, por definição, lugares mal situados. Neles, as emoções são intensificadas, a generosidade, a compaixão, mas sobretudo a raiva, o medo, a crueldade e a bruteza. Nestes contos, Ana Margarida de Carvalho percorre alguns desses lugares, desde uma povoação de Portugal durante a Terceira Invasão Francesa, passando por uma biblioteca não nomeada, centro de operações da resistência, onde os livros servem para tudo menos para ler, até um lugar incerto onde há mulheres cercadas por snipers, as vozes são proibidas e o silêncio parece interminável.
  • AUTOR Ana Margarida de Carvalho
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Cartografias de lugares mal situados (10 contos da guerra)

15,50 
Os cenários de guerra são, por definição, lugares mal situados. Neles, as emoções são intensificadas, a generosidade, a compaixão, mas sobretudo a raiva, o medo, a crueldade e a bruteza. Nestes contos, Ana Margarida de Carvalho percorre alguns desses lugares, desde uma povoação de Portugal durante a Terceira Invasão Francesa, passando por uma biblioteca não nomeada, centro de operações da resistência, onde os livros servem para tudo menos para ler, até um lugar incerto onde há mulheres cercadas por snipers, as vozes são proibidas e o silêncio parece interminável.
  • AUTOR Ana Margarida de Carvalho
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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