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Sem limites, sem vergonha

19,00 
Sem Limites, Sem Vergonha reconstitui o percurso pessoal, os estudos, as viagens, a poesia e as intervenções públicas de May Ayim, uma das figuras mais influentes do movimento negro na Alemanha. Publicada postumamente, em 1997, esta obra reúne os seus ensaios, entrevistas e discursos mais importantes, entre 1984 e 1995, produzindo um inventário do racismo, da discriminação, da intolerância e da exclusão na Alemanha reunificada. Os seus escritos não só fizeram avançar os direitos e a representação das comunidades afrodescendentes na Alemanha, como marcariam os estudos pós-coloniais no país, colocando May Ayim na linha da frente das lutas feministas e antiracistas globais.
  • AUTOR May Ayim
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Sem limites, sem vergonha

19,00 
Sem Limites, Sem Vergonha reconstitui o percurso pessoal, os estudos, as viagens, a poesia e as intervenções públicas de May Ayim, uma das figuras mais influentes do movimento negro na Alemanha. Publicada postumamente, em 1997, esta obra reúne os seus ensaios, entrevistas e discursos mais importantes, entre 1984 e 1995, produzindo um inventário do racismo, da discriminação, da intolerância e da exclusão na Alemanha reunificada. Os seus escritos não só fizeram avançar os direitos e a representação das comunidades afrodescendentes na Alemanha, como marcariam os estudos pós-coloniais no país, colocando May Ayim na linha da frente das lutas feministas e antiracistas globais.
  • AUTOR May Ayim
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O sexo que não é um sexo

19,00 
Clássico do feminismo psicanalítico e obra de referência dos estudos de género, O Sexo que Não É um Sexo é uma reflexão profunda sobre o estatuto da mulher na história da filosofia, na teoria psicanalítica e na linguística estrutural, particularmente incisiva na diferença entre os sexos. Ao longo de onze ensaios, Luce Irigaray interroga as estruturas da linguagem e do pensamento centradas no homem, em que o feminino é sempre definido como o avesso, ou até o reverso, do masculino. Ao desconcertar a uniformidade de um discurso, a monotonia de um género e a autocracia de um sexo, Irigaray procura (re)encontrar um espaço para o imaginário feminino. Se um «falar mulher» é possível, este é um dos seus primeiros gestos.
  • AUTOR Luce Irigaray
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O sexo que não é um sexo

19,00 
Clássico do feminismo psicanalítico e obra de referência dos estudos de género, O Sexo que Não É um Sexo é uma reflexão profunda sobre o estatuto da mulher na história da filosofia, na teoria psicanalítica e na linguística estrutural, particularmente incisiva na diferença entre os sexos. Ao longo de onze ensaios, Luce Irigaray interroga as estruturas da linguagem e do pensamento centradas no homem, em que o feminino é sempre definido como o avesso, ou até o reverso, do masculino. Ao desconcertar a uniformidade de um discurso, a monotonia de um género e a autocracia de um sexo, Irigaray procura (re)encontrar um espaço para o imaginário feminino. Se um «falar mulher» é possível, este é um dos seus primeiros gestos.
  • AUTOR Luce Irigaray
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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As peças que faltam

12,00 
As peças que faltam é um texto encantatório, um catálogo daquilo que foi perdido ao longo do tempo ou que em alguns casos nunca existiu. Através de uma longa cadeia de citações breves e lacónicas, Henri Lefebvre evoca a história do que já não é e do que nunca foi: obras de arte, filmes, guiões, negativos, poemas, sinfonias, edifícios, cartas, conceitos, e vidas que não podem já ser vistas, ouvidas, lidas, habitadas ou conhecidas.
  • AUTOR Henri Lefebvre
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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As peças que faltam

12,00 
As peças que faltam é um texto encantatório, um catálogo daquilo que foi perdido ao longo do tempo ou que em alguns casos nunca existiu. Através de uma longa cadeia de citações breves e lacónicas, Henri Lefebvre evoca a história do que já não é e do que nunca foi: obras de arte, filmes, guiões, negativos, poemas, sinfonias, edifícios, cartas, conceitos, e vidas que não podem já ser vistas, ouvidas, lidas, habitadas ou conhecidas.
  • AUTOR Henri Lefebvre
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A imagem fantasma

13,50 
A imagem fantasma é constituído por sessenta e quatro breves ensaios nos quais Hervé Guibert, recorrendo à memória e à fantasia, reflecte acerca da fotografia e da sua experiência pessoal como artista. Esta foi em certa medida uma resposta a Roland Barthes e ao canónico A Câmara Clara, mas seguindo caminhos distintos na forma como envolve o retrato de família e o de amigos, de desejo e de morte, a Polaroid e o photomaton, a fotografia de Polícia e a de viagem, e, por fim, o fantasma de todas as fotografias que ficaram por fazer.
  • AUTOR Hervé Guibert
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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A imagem fantasma

13,50 
A imagem fantasma é constituído por sessenta e quatro breves ensaios nos quais Hervé Guibert, recorrendo à memória e à fantasia, reflecte acerca da fotografia e da sua experiência pessoal como artista. Esta foi em certa medida uma resposta a Roland Barthes e ao canónico A Câmara Clara, mas seguindo caminhos distintos na forma como envolve o retrato de família e o de amigos, de desejo e de morte, a Polaroid e o photomaton, a fotografia de Polícia e a de viagem, e, por fim, o fantasma de todas as fotografias que ficaram por fazer.
  • AUTOR Hervé Guibert
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Não sou da família – Notas sobre Pasolini

12,00 
Não sou da família é um glossário, um digest, um conjunto de entradas que ajudam a fazer o desenho da vida e da obra de Pier Paolo Pasolini (1922-1975). Juventude e Pirilampos, Callas, Gramsci e Cristo, África e Roma, Derrota e Masoquismo são, entre outros, alguns dos traços desse desenho.
  • AUTOR João Oliveira Duarte
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Não sou da família – Notas sobre Pasolini

12,00 
Não sou da família é um glossário, um digest, um conjunto de entradas que ajudam a fazer o desenho da vida e da obra de Pier Paolo Pasolini (1922-1975). Juventude e Pirilampos, Callas, Gramsci e Cristo, África e Roma, Derrota e Masoquismo são, entre outros, alguns dos traços desse desenho.
  • AUTOR João Oliveira Duarte
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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16 de Outubro de 1943 seguido de Oito Judeus

14,90 
Giacomo Debenedetti deixou uma obra curta, mas, ainda assim, uma obra que lhe granjeou um lugar de destaque na literatura do século XX. Estes dois textos, escritos respectivamente em 1944 e 1945, mostram bem a razão do reconhecimento que muitos dos seus pares na literatura lhe devotavam. Nomes como Alberto Moravia, Natalia Ginzburg ou Guido Piovene são apenas alguns desses escritores. 16 de Outubro de 1943 Ensaio narrativo em que Debenedetti reconstrói, hora a hora, a rusga nazi contra a comunidade judaica de Roma. A partir de testemunhos, telefonemas interrompidos, portas arrombadas e pequenos gestos de sobrevivência, o autor mostra como o terror se infiltra no quotidiano: vizinhos que ajudam, outros que denunciam, famílias que se dispersam em esconderijos improvisados. A narração acompanha os preparativos, a detenção em massa e a deportação que se segue, registando tanto a frieza burocrática dos algozes como a perplexidade e a coragem dos perseguidos. Sem retórica, a prosa transforma factos documentais em drama humano, iluminando o mecanismo da perseguição e a indiferença que a permitiu. O resultado é um retrato pungente de um único dia que concentra a violência de uma época. Oito Judeus Conjunto de retratos ficcionais em que Debenedetti segue oito pessoas judaicas perante as leis raciais e a caça ao homem. Cada figura — um estudante, um comerciante, uma mãe, um intelectual, entre outros — enfrenta a mesma ameaça com estratégias e fragilidades distintas: disfarces, fugas, negociações, súbitos sobressaltos de esperança. O autor fixa as minúcias do medo e da dignidade: a mala feita à pressa, a campainha que toca de madrugada, a escolha entre ficar e desaparecer. Sem moralismos, a escrita alterna entre observação clínica e compaixão, revelando como a violência colectiva se abate sobre vidas comuns. Ao justapor estes destinos, o livro compõe uma só história: a da vulnerabilidade e da resistência individuais diante da máquina persecutória.
  • AUTOR Giacomo Debenedetti
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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16 de Outubro de 1943 seguido de Oito Judeus

14,90 
Giacomo Debenedetti deixou uma obra curta, mas, ainda assim, uma obra que lhe granjeou um lugar de destaque na literatura do século XX. Estes dois textos, escritos respectivamente em 1944 e 1945, mostram bem a razão do reconhecimento que muitos dos seus pares na literatura lhe devotavam. Nomes como Alberto Moravia, Natalia Ginzburg ou Guido Piovene são apenas alguns desses escritores. 16 de Outubro de 1943 Ensaio narrativo em que Debenedetti reconstrói, hora a hora, a rusga nazi contra a comunidade judaica de Roma. A partir de testemunhos, telefonemas interrompidos, portas arrombadas e pequenos gestos de sobrevivência, o autor mostra como o terror se infiltra no quotidiano: vizinhos que ajudam, outros que denunciam, famílias que se dispersam em esconderijos improvisados. A narração acompanha os preparativos, a detenção em massa e a deportação que se segue, registando tanto a frieza burocrática dos algozes como a perplexidade e a coragem dos perseguidos. Sem retórica, a prosa transforma factos documentais em drama humano, iluminando o mecanismo da perseguição e a indiferença que a permitiu. O resultado é um retrato pungente de um único dia que concentra a violência de uma época. Oito Judeus Conjunto de retratos ficcionais em que Debenedetti segue oito pessoas judaicas perante as leis raciais e a caça ao homem. Cada figura — um estudante, um comerciante, uma mãe, um intelectual, entre outros — enfrenta a mesma ameaça com estratégias e fragilidades distintas: disfarces, fugas, negociações, súbitos sobressaltos de esperança. O autor fixa as minúcias do medo e da dignidade: a mala feita à pressa, a campainha que toca de madrugada, a escolha entre ficar e desaparecer. Sem moralismos, a escrita alterna entre observação clínica e compaixão, revelando como a violência colectiva se abate sobre vidas comuns. Ao justapor estes destinos, o livro compõe uma só história: a da vulnerabilidade e da resistência individuais diante da máquina persecutória.
  • AUTOR Giacomo Debenedetti
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Desejo pós-capitalista

22,00 
Esta colecção de notas e transcrições académicas, com edição e introdução de Matt Colquhoun, revela o aclamado escritor e bloguista Mark Fisher no seu elemento — a sala de aula — e descreve um projecto que a morte de Fisher deixou tão agridocemente inacabado. Começando pela mais fundamental das questões — «Queremos realmente o que dizemos que queremos?» —, Fisher explora a relação entre desejo e capitalismo e interroga-se sobre as novas formas de desejo que ainda podemos extrair do passado, do presente e do futuro. Do surgimento e fracasso da contracultura nos anos 1970 ao desenvolvimento contínuo da sua linha de pensamento aceleracionista de esquerda, este volume traça um caminho, tragicamente interrompido, para pensar na criação de um novo tipo de consciência e nas implicações culturais e políticas de o fazer. Para Fisher, este processo de tomada de consciência foi sempre, fundamentalmente, psicadélico — mas não da forma que poderíamos pensar... Mark Fisher (1968–2017) foi co-fundador da Zero Books e, mais tarde, da Repeater Books. Integrou o corpo docente do Departamento de Culturas Visuais da Goldsmiths, Universidade de Londres. O seu blogue, k-punk, definiu a escrita crítica de uma geração.
  • AUTOR Mark Fisher
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Desejo pós-capitalista

22,00 
Esta colecção de notas e transcrições académicas, com edição e introdução de Matt Colquhoun, revela o aclamado escritor e bloguista Mark Fisher no seu elemento — a sala de aula — e descreve um projecto que a morte de Fisher deixou tão agridocemente inacabado. Começando pela mais fundamental das questões — «Queremos realmente o que dizemos que queremos?» —, Fisher explora a relação entre desejo e capitalismo e interroga-se sobre as novas formas de desejo que ainda podemos extrair do passado, do presente e do futuro. Do surgimento e fracasso da contracultura nos anos 1970 ao desenvolvimento contínuo da sua linha de pensamento aceleracionista de esquerda, este volume traça um caminho, tragicamente interrompido, para pensar na criação de um novo tipo de consciência e nas implicações culturais e políticas de o fazer. Para Fisher, este processo de tomada de consciência foi sempre, fundamentalmente, psicadélico — mas não da forma que poderíamos pensar... Mark Fisher (1968–2017) foi co-fundador da Zero Books e, mais tarde, da Repeater Books. Integrou o corpo docente do Departamento de Culturas Visuais da Goldsmiths, Universidade de Londres. O seu blogue, k-punk, definiu a escrita crítica de uma geração.
  • AUTOR Mark Fisher
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Ler na retrete

13,85 
“Há um tema ligado à leitura que merece a nossa atenção dado que implica um hábito generalizado e acerca do qual, julgo, pouco foi escrito – refiro-me a ler na retrete. Em rapaz, na busca de um lugar seguro para devorar os clássicos proibidos, refugiava-me muitas vezes na retrete. Desde esse período da juventude, não o voltei a fazer. Se preciso de paz e sossego, pego no meu livro e vou para os bosques. Não conheço melhor lugar para ler um bom livro do que as profundezas da floresta. De preferência, junto a um riacho.” (p.3)
  • AUTOR Henry Miller
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Ler na retrete

13,85 
“Há um tema ligado à leitura que merece a nossa atenção dado que implica um hábito generalizado e acerca do qual, julgo, pouco foi escrito – refiro-me a ler na retrete. Em rapaz, na busca de um lugar seguro para devorar os clássicos proibidos, refugiava-me muitas vezes na retrete. Desde esse período da juventude, não o voltei a fazer. Se preciso de paz e sossego, pego no meu livro e vou para os bosques. Não conheço melhor lugar para ler um bom livro do que as profundezas da floresta. De preferência, junto a um riacho.” (p.3)
  • AUTOR Henry Miller
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Esculpir o tempo

18,00 
Neste livro é revelado o caminho íntimo do cineasta Andrei Tarkovski, que deu origem à sua obra. Partindo da visão cinematográfica para uma visão ética e comunitária do mundo.
  • AUTOR Andrei Tarkovski
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Esculpir o tempo

18,00 
Neste livro é revelado o caminho íntimo do cineasta Andrei Tarkovski, que deu origem à sua obra. Partindo da visão cinematográfica para uma visão ética e comunitária do mundo.
  • AUTOR Andrei Tarkovski
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Rosa – História de uma cor

16,50 
Adorado e odiado, o rosa tem hoje uma conotação de género tão forte, que é difícil imaginá-lo com outro significado. Tendo sido no século XVIII uma cor marcadamente masculina, ao longo da sua história associou-se ao romantismo e à excentricidade, ao recato mas também à vulgaridade. Decisivo na feminização do cor-de-rosa foi o lançamento da boneca Barbie, em 1959, o que viria a desencadear uma nova vaga de lutas feministas. Em Rosa - História de uma Cor, Michel Pastoureau reconstitui a longa e turbulenta saga desta controversa cor na Europa, desde a Antiguidade até aos nossos dias.
  • AUTOR Michel Pastoureau
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Rosa – História de uma cor

16,50 
Adorado e odiado, o rosa tem hoje uma conotação de género tão forte, que é difícil imaginá-lo com outro significado. Tendo sido no século XVIII uma cor marcadamente masculina, ao longo da sua história associou-se ao romantismo e à excentricidade, ao recato mas também à vulgaridade. Decisivo na feminização do cor-de-rosa foi o lançamento da boneca Barbie, em 1959, o que viria a desencadear uma nova vaga de lutas feministas. Em Rosa - História de uma Cor, Michel Pastoureau reconstitui a longa e turbulenta saga desta controversa cor na Europa, desde a Antiguidade até aos nossos dias.
  • AUTOR Michel Pastoureau
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Raving

17,00 
Em Raving, a rave é vício, necessidade, ritual, performance, catarse — uma experiência do sublime e da graça, mas também um ato de resistência. Entre a autoficção e a autoteoria, McKenzie Wark, uma das mais inovadoras teóricas dos estudos culturais e dos média, traça um retrato íntimo e coletivo da cena rave trans e queer nova-iorquina. Numa época violenta, de espetáculo e exploração constantes, de precariedade, racismo e homofobia, a rave surge como «uma prática colaborativa que torna esta vida suportável». É um espaço de novas possibilidades sonoras e temporais, em ambientes transitórios e artificiais criados pelo trabalho conjunto de quem as promove, de quem faz DJ, de designers de luz e de todas as pessoas que tornam possível ensaiar uma arte da entrega e da imersão na batida. Combinando prática e teoria, dança e dissociação, Wark imprime na página luzes, fumo, drogas, sexo, corpos fora da norma e música tecno, identificando na matéria pulsante da rave uma estética e uma política: a de dançar entre as ruínas do capital em colapso.
  • AUTOR McKenzie Wark
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Raving

17,00 
Em Raving, a rave é vício, necessidade, ritual, performance, catarse — uma experiência do sublime e da graça, mas também um ato de resistência. Entre a autoficção e a autoteoria, McKenzie Wark, uma das mais inovadoras teóricas dos estudos culturais e dos média, traça um retrato íntimo e coletivo da cena rave trans e queer nova-iorquina. Numa época violenta, de espetáculo e exploração constantes, de precariedade, racismo e homofobia, a rave surge como «uma prática colaborativa que torna esta vida suportável». É um espaço de novas possibilidades sonoras e temporais, em ambientes transitórios e artificiais criados pelo trabalho conjunto de quem as promove, de quem faz DJ, de designers de luz e de todas as pessoas que tornam possível ensaiar uma arte da entrega e da imersão na batida. Combinando prática e teoria, dança e dissociação, Wark imprime na página luzes, fumo, drogas, sexo, corpos fora da norma e música tecno, identificando na matéria pulsante da rave uma estética e uma política: a de dançar entre as ruínas do capital em colapso.
  • AUTOR McKenzie Wark
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Os diários do cancro

15,00 
Os Diários do Cancro, publicados pela primeira vez em 1980, são um relato íntimo da luta para ultrapassar o cancro da mama e uma mastectomia radical. Frente à possibilidade da morte, à imobilidade do medo e da dor física, Audre Lorde confronta o silêncio em torno do cancro, da doença e da experiência vivida pelas mulheres. Questionando as regras de conformidade em torno do corpo feminino, Lorde defende a necessidade de enfrentar a perda física, que tão prontamente as próteses ocultam e silenciam, pois os sentimentos precisam de ser verbalizados para serem reconhecidos, respeitados e utilizados. Um testemunho poderoso e inspirador que dá visibilidade e força às mulheres com cancro e propõe uma reflexão profunda sobre a vida, o luto, a luta e a incansável busca por justiça.
  • AUTOR Audre Lorde
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Os diários do cancro

15,00 
Os Diários do Cancro, publicados pela primeira vez em 1980, são um relato íntimo da luta para ultrapassar o cancro da mama e uma mastectomia radical. Frente à possibilidade da morte, à imobilidade do medo e da dor física, Audre Lorde confronta o silêncio em torno do cancro, da doença e da experiência vivida pelas mulheres. Questionando as regras de conformidade em torno do corpo feminino, Lorde defende a necessidade de enfrentar a perda física, que tão prontamente as próteses ocultam e silenciam, pois os sentimentos precisam de ser verbalizados para serem reconhecidos, respeitados e utilizados. Um testemunho poderoso e inspirador que dá visibilidade e força às mulheres com cancro e propõe uma reflexão profunda sobre a vida, o luto, a luta e a incansável busca por justiça.
  • AUTOR Audre Lorde
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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