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Os paraísos artificiais e outros textos

16,00 
No mundo das alucinações provocadas pelo haxixe, os objetos exteriores assumem aparências monstruosas, desconhecidas. Depois transformam-se, deformam-se e por fim entram naquele que os imagina, ou então é este que tem a sensação de neles entrar. Sucedem-se os equívocos e as ideias inexplicáveis, os sons têm cor, as cores tornam-se musicais. Como diz Baudelaire, «Quero provar que os descobridores de paraísos fazem o seu inferno, preparam-no, cavam-no com um sucesso cuja previsão talvez os atemorizasse.» Além de Os Paraísos Artificiais e Do Vinho e do Haxixe, de Baudelaire, este livro contém O Cachimbo de Ópio, O Haxixe e O Clube dos Comedores de Haxixe, de Théophile Gautier.
  • AUTOR Charles Baudelaire
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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Os paraísos artificiais e outros textos

16,00 
No mundo das alucinações provocadas pelo haxixe, os objetos exteriores assumem aparências monstruosas, desconhecidas. Depois transformam-se, deformam-se e por fim entram naquele que os imagina, ou então é este que tem a sensação de neles entrar. Sucedem-se os equívocos e as ideias inexplicáveis, os sons têm cor, as cores tornam-se musicais. Como diz Baudelaire, «Quero provar que os descobridores de paraísos fazem o seu inferno, preparam-no, cavam-no com um sucesso cuja previsão talvez os atemorizasse.» Além de Os Paraísos Artificiais e Do Vinho e do Haxixe, de Baudelaire, este livro contém O Cachimbo de Ópio, O Haxixe e O Clube dos Comedores de Haxixe, de Théophile Gautier.
  • AUTOR Charles Baudelaire
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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Maternidade

18,00 
Neste livro, Sheila Heti questiona o que se ganha e o que se perde no momento em que uma mulher se torna mãe, abordando a decisão mais importante da vida adulta com o candor, o humor e a originalidade que fizeram dela uma escritora aclamada por toda uma geração.
  • AUTOR Sheila Heti
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Maternidade

18,00 
Neste livro, Sheila Heti questiona o que se ganha e o que se perde no momento em que uma mulher se torna mãe, abordando a decisão mais importante da vida adulta com o candor, o humor e a originalidade que fizeram dela uma escritora aclamada por toda uma geração.
  • AUTOR Sheila Heti
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer

10,00 
É impossível saber quando cairá o crepúsculo, impossível enumerar todos os casos em que o consolo se fará necessário. A vida não é um problema que possa resolver-se dividindo a luz pela escuridão ou os dias pelas noites, mas sim uma viagem imprevisível entre lugares que não existem. Stig Dagerman
  • AUTOR Stig Dagerman
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
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A nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer

10,00 
É impossível saber quando cairá o crepúsculo, impossível enumerar todos os casos em que o consolo se fará necessário. A vida não é um problema que possa resolver-se dividindo a luz pela escuridão ou os dias pelas noites, mas sim uma viagem imprevisível entre lugares que não existem. Stig Dagerman
  • AUTOR Stig Dagerman
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
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Nadar num lago à chuva – Em que quatro russos nos dão lições magistrais sobre escrita, leitura e vida

23,00 
Nos últimos vinte anos George Saunders deu aulas sobre os maiores contistas russos aos seus alunos da Universidade de Syracuse, e neste livro partilha esses ensinamentos, reunidos ao longo dos anos, recorrendo a contos de Tchékhov, Turguénev, Tolstói e Gogol, através dos quais explica como funciona a ficção e a razão pela qual nestes tempos conturbados ela é mais relevante do que nunca.
  • AUTOR George Saunders
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Nadar num lago à chuva – Em que quatro russos nos dão lições magistrais sobre escrita, leitura e vida

23,00 
Nos últimos vinte anos George Saunders deu aulas sobre os maiores contistas russos aos seus alunos da Universidade de Syracuse, e neste livro partilha esses ensinamentos, reunidos ao longo dos anos, recorrendo a contos de Tchékhov, Turguénev, Tolstói e Gogol, através dos quais explica como funciona a ficção e a razão pela qual nestes tempos conturbados ela é mais relevante do que nunca.
  • AUTOR George Saunders
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Não-coisas – Transformações no mundo em que vivemos

16,00 
Neste seu livro, Byung-Chul Han analisa o universo digital verificando como se desvanece o nosso apego às coisas tangíveis que confe- riam ao mundo uma sensação de estabilidade. «Hoje encontramo-nos na transição da era das coisas para a era das não-coisas. Não são as coisas, mas as informações que determinam o mundo em que vivemos.» Para o filósofo germano-coreano, o mundo esvazia-se de coisas e enche-se de informação tão inquietante como vozes que não podemos atribuir a um corpo. Os meios digitais substituem a memória, sem violência, como se isso fosse natural ou até inevitável. A informação simplifica os acontecimentos e alimenta-se da surpresa, para logo se desatualizar. Como caçadores de informação, vamo-nos alheando das coisas discretas, habituais, que nos ligam ao ser. Byung-Chul Han desenvolve assim uma filosofia do smartphone e uma crítica à inteligência artificial, a partir de uma perspetiva inovadora.
  • AUTOR Byung-Chul Han
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Não-coisas – Transformações no mundo em que vivemos

16,00 
Neste seu livro, Byung-Chul Han analisa o universo digital verificando como se desvanece o nosso apego às coisas tangíveis que confe- riam ao mundo uma sensação de estabilidade. «Hoje encontramo-nos na transição da era das coisas para a era das não-coisas. Não são as coisas, mas as informações que determinam o mundo em que vivemos.» Para o filósofo germano-coreano, o mundo esvazia-se de coisas e enche-se de informação tão inquietante como vozes que não podemos atribuir a um corpo. Os meios digitais substituem a memória, sem violência, como se isso fosse natural ou até inevitável. A informação simplifica os acontecimentos e alimenta-se da surpresa, para logo se desatualizar. Como caçadores de informação, vamo-nos alheando das coisas discretas, habituais, que nos ligam ao ser. Byung-Chul Han desenvolve assim uma filosofia do smartphone e uma crítica à inteligência artificial, a partir de uma perspetiva inovadora.
  • AUTOR Byung-Chul Han
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Bilhete de Identidade – Memórias 1943-1976

18,50 
«No já longínquo dia em que entrei na sala do Grémio Literário para apresentar este livro, estava consciente de que, num país onde praticamente não se publicam memórias, onde a hipocrisia é endémica e onde o respeitinho pelos superiores é tido como um valor supremo, o que escrevera poderia causar ondas, mas não imaginei o circo que me esperava. Verifiquei que, no país onde nasci, falar de pessoas, identificando-as, é um pecado mortal.» Do Prefácio à 10.ª Edição
  • AUTOR Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Bilhete de Identidade – Memórias 1943-1976

18,50 
«No já longínquo dia em que entrei na sala do Grémio Literário para apresentar este livro, estava consciente de que, num país onde praticamente não se publicam memórias, onde a hipocrisia é endémica e onde o respeitinho pelos superiores é tido como um valor supremo, o que escrevera poderia causar ondas, mas não imaginei o circo que me esperava. Verifiquei que, no país onde nasci, falar de pessoas, identificando-as, é um pecado mortal.» Do Prefácio à 10.ª Edição
  • AUTOR Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Memória da memória

22,00 
Com a morte da sua tia, a narradora pôde examinar com todo o cuidado o seu apartamento, repleto de fotografias desbotadas, velhos postais, cartas, diários, pilhas de souvenirs, o repositório de um século de vida na Rússia. Carinhosamente reunidos, com calma e mãos cuidadosas, esses objectos contam-nos a história de como uma vulgar família judia sobreviveu às numerosas perseguições e repressões do último século. Em diálogo com escritores como Barthes, Sebald, Sontag e Mandelstam, Memória da Memória recorre aos mais diversos géneros, ensaio, ficção, memória, documentos históricos. Maria Stepánova compõe assim um vasto panorama de ideias e personalidades.
  • AUTOR Maria Stepánova
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Memória da memória

22,00 
Com a morte da sua tia, a narradora pôde examinar com todo o cuidado o seu apartamento, repleto de fotografias desbotadas, velhos postais, cartas, diários, pilhas de souvenirs, o repositório de um século de vida na Rússia. Carinhosamente reunidos, com calma e mãos cuidadosas, esses objectos contam-nos a história de como uma vulgar família judia sobreviveu às numerosas perseguições e repressões do último século. Em diálogo com escritores como Barthes, Sebald, Sontag e Mandelstam, Memória da Memória recorre aos mais diversos géneros, ensaio, ficção, memória, documentos históricos. Maria Stepánova compõe assim um vasto panorama de ideias e personalidades.
  • AUTOR Maria Stepánova
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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48 Ensaios – Virginia Woolf

27,00 
Reúnem-se aqui quarenta e oito ensaios da autora de As Ondas que nos falam de escritores como Jane Austen, Defoe, Henry James, Christina Rossetti, Conrad, Sterne, Thomas Hardy, Walt Whitman, Montaigne e dos russos que eram os seus favoritos, como Tolstói, Dostoievski e Turgenev. Virginia Woolf escreve ainda sobre a personagem ficcional, o romance gótico, histórias de fantasmas, o tempo passado em bibliotecas, a arte da biografia e a situação de estar doente. Assuntos como o cinema e as mulheres escritoras são também abordados, assim como o declínio da escrita ensaística, a crítica ou o modo como se deve ler um livro. Nos últimos ensaios, pairam já as sombras da II Guerra Mundial, como em Pensamentos de Paz num Ataque Aéreo (1942).
  • AUTOR Virginia Woolf
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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48 Ensaios – Virginia Woolf

27,00 
Reúnem-se aqui quarenta e oito ensaios da autora de As Ondas que nos falam de escritores como Jane Austen, Defoe, Henry James, Christina Rossetti, Conrad, Sterne, Thomas Hardy, Walt Whitman, Montaigne e dos russos que eram os seus favoritos, como Tolstói, Dostoievski e Turgenev. Virginia Woolf escreve ainda sobre a personagem ficcional, o romance gótico, histórias de fantasmas, o tempo passado em bibliotecas, a arte da biografia e a situação de estar doente. Assuntos como o cinema e as mulheres escritoras são também abordados, assim como o declínio da escrita ensaística, a crítica ou o modo como se deve ler um livro. Nos últimos ensaios, pairam já as sombras da II Guerra Mundial, como em Pensamentos de Paz num Ataque Aéreo (1942).
  • AUTOR Virginia Woolf
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Infocracia

16,00 
A digitalização avança em quase todas as áreas sociais num fluxo ininterrupto. Influencia agora também a esfera política, levando a grandes alterações nos processos democráticos. As campanhas eleitorais são travadas como guerras de informação com recursos a todas as redes e meios tecnológicos e psicológicos concebíveis. Os social bots — contas falsas automatizadas nas redes sociais —, as teorias da conspiração, as fake news, os discursos de ódio influenciam a formação de opiniões e os votos. A psicometria digital e a psicopolítica são usadas para impor comportamentos que ignoram as decisões conscientes. Este novo ensaio de Byung-Chul Han analisa a atual crise da democracia como resultado da mudança estrutural da esfera pública provocada pelo recurso aos meios digitais.
  • AUTOR Byung-Chul Han
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Infocracia

16,00 
A digitalização avança em quase todas as áreas sociais num fluxo ininterrupto. Influencia agora também a esfera política, levando a grandes alterações nos processos democráticos. As campanhas eleitorais são travadas como guerras de informação com recursos a todas as redes e meios tecnológicos e psicológicos concebíveis. Os social bots — contas falsas automatizadas nas redes sociais —, as teorias da conspiração, as fake news, os discursos de ódio influenciam a formação de opiniões e os votos. A psicometria digital e a psicopolítica são usadas para impor comportamentos que ignoram as decisões conscientes. Este novo ensaio de Byung-Chul Han analisa a atual crise da democracia como resultado da mudança estrutural da esfera pública provocada pelo recurso aos meios digitais.
  • AUTOR Byung-Chul Han
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Cidadã – Uma lírica americana

18,00 
Na incisiva prosa poética de Claudia Rankine, autora inédita em Portugal, Cidadã (2014) é um livro sobre actos quotidianos de racismo na sociedade norte-americana e pelo mundo, microagressões que vão erodindo o corpo e a mente. Convocando James Baldwin, e figuras como Serena Williams ou Zinedine Zidane, esta história colectiva da experiência da negritude na contemporaneidade, e reflexão sobre a paradoxal invisibilidade e hipervisibilidade do corpo negro, converte-se também numa elegia a afro-americanos assassinados ou tragicamente abandonados pelos poderes públicos, de Trayvon Martin às vítimas do furacão Katrina. Audacioso também na forma, conjugando texto e imagens – de artistas como Carrie Mae Weems, Nick Cave e Glenn Ligon, entre outros –, é um livro urgente em tempos de debate sobre raça e igualdade.
  • AUTOR Claudia Rankine
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Cidadã – Uma lírica americana

18,00 
Na incisiva prosa poética de Claudia Rankine, autora inédita em Portugal, Cidadã (2014) é um livro sobre actos quotidianos de racismo na sociedade norte-americana e pelo mundo, microagressões que vão erodindo o corpo e a mente. Convocando James Baldwin, e figuras como Serena Williams ou Zinedine Zidane, esta história colectiva da experiência da negritude na contemporaneidade, e reflexão sobre a paradoxal invisibilidade e hipervisibilidade do corpo negro, converte-se também numa elegia a afro-americanos assassinados ou tragicamente abandonados pelos poderes públicos, de Trayvon Martin às vítimas do furacão Katrina. Audacioso também na forma, conjugando texto e imagens – de artistas como Carrie Mae Weems, Nick Cave e Glenn Ligon, entre outros –, é um livro urgente em tempos de debate sobre raça e igualdade.
  • AUTOR Claudia Rankine
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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As prisões estão obsoletas?

16,00 
«Por que motivo tendemos a pensar que os nossos direitos e liberdades estão mais assegurados pela existência de prisões do que estariam caso estas não existissem?» Com uma pergunta tabu, num ensaio límpido e provocador, a activista e académica Angela Davis trava uma das suas mais difíceis batalhas. Desenterrando as raízes do cárcere no sistema esclavagista nos EUA, descrevendo a desumanidade de prisões pelo globo e denunciando os interesses por detrás do «buraco negro onde se depositam os detritos do capitalismo contemporâneo», As Prisões Estão Obsoletas? (2003) pulveriza os alicerces racistas, machistas e classistas do sistema prisional. Obra seminal do movimento abolicionista, além de apelar a uma transformação radical da forma como a sociedade contempla a punição e a reparação dos crimes, propõe o total desmantelamento do «complexo prisional-industrial» - sistema que vincula, em perfeita simbiose, grupos económicos (farmacêuticas, hospitais, empresas tecnológicas, de segurança, armas ou alimentação), governos e meios de comunicação. Um pequeno guia de resistência a qualquer forma de opressão e violência - das cadeias ao capital - que condene ao círculo vicioso povos fragilizados e empobrecidos.
  • AUTOR Angela Davis
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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As prisões estão obsoletas?

16,00 
«Por que motivo tendemos a pensar que os nossos direitos e liberdades estão mais assegurados pela existência de prisões do que estariam caso estas não existissem?» Com uma pergunta tabu, num ensaio límpido e provocador, a activista e académica Angela Davis trava uma das suas mais difíceis batalhas. Desenterrando as raízes do cárcere no sistema esclavagista nos EUA, descrevendo a desumanidade de prisões pelo globo e denunciando os interesses por detrás do «buraco negro onde se depositam os detritos do capitalismo contemporâneo», As Prisões Estão Obsoletas? (2003) pulveriza os alicerces racistas, machistas e classistas do sistema prisional. Obra seminal do movimento abolicionista, além de apelar a uma transformação radical da forma como a sociedade contempla a punição e a reparação dos crimes, propõe o total desmantelamento do «complexo prisional-industrial» - sistema que vincula, em perfeita simbiose, grupos económicos (farmacêuticas, hospitais, empresas tecnológicas, de segurança, armas ou alimentação), governos e meios de comunicação. Um pequeno guia de resistência a qualquer forma de opressão e violência - das cadeias ao capital - que condene ao círculo vicioso povos fragilizados e empobrecidos.
  • AUTOR Angela Davis
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Afrotopia

15,00 
África não tem de se pôr a par de ninguém. Deve deixar de correr pelos trilhos que lhe são indicados, seguindo antes pelo caminho que ela escolher para si. Afrotopia (2016) é um apelo convincente e uma reflexão importante sobre a necessidade de reinvenção e autodescoberta de um continente no século XXI: África, um mundo com outros trilhos a percorrer que não os traçados de antemão pela economia global. Felwine Sarr esboça o retrato de uma entidade continental e da sua diversidade e especificidades - dos valores e tradições das comunidades às vozes dos seus artistas e músicos, da configuração única das cidades a um rico universo mitológico -, revelando os contornos de uma africanidade contemporânea e incitando à valorização desta consciência colectiva. Afrotopia imagina o papel global de África, que o Ocidente teima em querer definir, contrapondo às seculares narrativas de conflito e subdesenvolvimento a histórica vitalidade do continente e um futuro nas mãos de quem o constrói.
  • AUTOR Felwine Sarr
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Afrotopia

15,00 
África não tem de se pôr a par de ninguém. Deve deixar de correr pelos trilhos que lhe são indicados, seguindo antes pelo caminho que ela escolher para si. Afrotopia (2016) é um apelo convincente e uma reflexão importante sobre a necessidade de reinvenção e autodescoberta de um continente no século XXI: África, um mundo com outros trilhos a percorrer que não os traçados de antemão pela economia global. Felwine Sarr esboça o retrato de uma entidade continental e da sua diversidade e especificidades - dos valores e tradições das comunidades às vozes dos seus artistas e músicos, da configuração única das cidades a um rico universo mitológico -, revelando os contornos de uma africanidade contemporânea e incitando à valorização desta consciência colectiva. Afrotopia imagina o papel global de África, que o Ocidente teima em querer definir, contrapondo às seculares narrativas de conflito e subdesenvolvimento a histórica vitalidade do continente e um futuro nas mãos de quem o constrói.
  • AUTOR Felwine Sarr
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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