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Vidas rebeldes, belas experiências

22,00 
Uma História inesperada do século XX e uma narrativa arrebatadora de jovens «pensadoras radicais que, incansavelmente, imaginaram outras maneiras de viver e nunca deixaram de pensar que o mundo poderia ser diferente». Através de uma extensa recolha documental e arquivística, Saidiya Hartman reconstitui as vidas da primeira geração de mulheres negras nascidas nos EUA após a emancipação, que aspirava à verdadeira liberdade. Lançando-se no desconhecido, tornaram-se pioneiras do amor livre, das identidades queer, da ajuda mútua e da maternidade livre. Uma vanguarda até aqui omissa, cuja luta pela liberdade forjou o que veio a ser o mundo moderno.
  • AUTOR Saidiya Hartman
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Vidas rebeldes, belas experiências

22,00 
Uma História inesperada do século XX e uma narrativa arrebatadora de jovens «pensadoras radicais que, incansavelmente, imaginaram outras maneiras de viver e nunca deixaram de pensar que o mundo poderia ser diferente». Através de uma extensa recolha documental e arquivística, Saidiya Hartman reconstitui as vidas da primeira geração de mulheres negras nascidas nos EUA após a emancipação, que aspirava à verdadeira liberdade. Lançando-se no desconhecido, tornaram-se pioneiras do amor livre, das identidades queer, da ajuda mútua e da maternidade livre. Uma vanguarda até aqui omissa, cuja luta pela liberdade forjou o que veio a ser o mundo moderno.
  • AUTOR Saidiya Hartman
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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O essencial da história de Vila Nova de Gaia

30,00 
Terra milenar, pisada por muitos e variados povos ancestrais, desde o Paleolítico até aos séculos do Império Romano, Vila Nova de Gaia nasceu e cresceu olhando a outra margem, ou não fosse igual a ligação de ambas ao rio, tanto na prática do comércio como da pesca e de outras atividades fluviais, entre as quais o serviço de atravessamento do rio, o rio que tanto as separa como as irmana. Atualmente constituído por 24 freguesias, o município de Vila Nova de Gaia é um dos mais populosos do país, ombreando com o Porto em dimensão humana e económica. Daí que seja importante conhecer esta terra, o seu passado mas também o seu presente, um presente partilhado em diferentes medidas pelas suas várias freguesias.
  • AUTOR João Silva
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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O essencial da história de Vila Nova de Gaia

30,00 
Terra milenar, pisada por muitos e variados povos ancestrais, desde o Paleolítico até aos séculos do Império Romano, Vila Nova de Gaia nasceu e cresceu olhando a outra margem, ou não fosse igual a ligação de ambas ao rio, tanto na prática do comércio como da pesca e de outras atividades fluviais, entre as quais o serviço de atravessamento do rio, o rio que tanto as separa como as irmana. Atualmente constituído por 24 freguesias, o município de Vila Nova de Gaia é um dos mais populosos do país, ombreando com o Porto em dimensão humana e económica. Daí que seja importante conhecer esta terra, o seu passado mas também o seu presente, um presente partilhado em diferentes medidas pelas suas várias freguesias.
  • AUTOR João Silva
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Gaza perante a História

14,50 
Gaza Perante a História é um ensaio escrito en situation, em resposta ao coro mediático que justificou a matança de milhares de palestinianos e a destruição do seu território pela necessidade de Israel se defender após o 7 de Outubro de 2023. Enzo Traverso desconstrói esta narrativa de forma contundente, indo à raiz do conflito e desafiando a imagem de Israel como «uma ilha democrática num mar de obscurantismo». Por meio de paralelismos históricos e conceitos-chave - orientalismo, anti-semitismo, razão de Estado -, o autor desmascara os axiomas ocidentais, baseados no racismo e no colonialismo, que fundamentam a política expansionista e genocida israelita apoiada pelo «mundo civilizado».
  • AUTOR Enzo Traverso
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Gaza perante a História

14,50 
Gaza Perante a História é um ensaio escrito en situation, em resposta ao coro mediático que justificou a matança de milhares de palestinianos e a destruição do seu território pela necessidade de Israel se defender após o 7 de Outubro de 2023. Enzo Traverso desconstrói esta narrativa de forma contundente, indo à raiz do conflito e desafiando a imagem de Israel como «uma ilha democrática num mar de obscurantismo». Por meio de paralelismos históricos e conceitos-chave - orientalismo, anti-semitismo, razão de Estado -, o autor desmascara os axiomas ocidentais, baseados no racismo e no colonialismo, que fundamentam a política expansionista e genocida israelita apoiada pelo «mundo civilizado».
  • AUTOR Enzo Traverso
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Cartas Portuguesas de Mariana Alcoforado

18,90 
Passados 300 anos da morte da freira portuguesa mais famosa de todos os tempos, uma nova edição anotada das cartas que lhe foram atribuídas e que se tornaram uma das histórias de amor impossível mais famosas da literatura ocidental. Publicadas originalmente em 1669, estas cinco cartas de uma freira portuguesa destinadas ao seu apaixonado, um oficial francês, tiveram grande impacto na literatura europeia da qual a França era a porta-estandarte. A investigação histórica que foi feita no decorrer de séculos e até aos nossos dias confirmou, por um lado, que a religiosa teria sido Mariana Alcoforado e, por outro, que o oficial francês seria o marquês de Chamilly, na época em Portugal com o contingente francês para apoiar as forças portuguesas que se opunham ao exército espanhol na luta pela Independência de Portugal. Mais tarde, a continuada investigação considerou mais provável que se tratasse de uma obra de ficção da autoria do editor original, mas inspirada em factos verídicos. A verdade é que a incerteza se mantém e os factos históricos coincidentes mais contribuem para adensar o mistério. Aquilo de que não se duvida é da influência cultural e literária da obra na literatura europeia. Com efeito, as Cartas foram adaptadas diversas vezes ao teatro e ao cinema e são uma referência na literatura europeia e nas belas-artes.. Esta edição que agora se publica, no tricentenário da morte de Mariana Alcoforado, é acompanhada por um Estudo Histórico que recapitula precisamente todo este percurso de investigação e o impacto cultural da obra ao longo dos tempos. (tradução e estudo histórico por José António Falcão)
  • AUTOR Mariana Alcoforado (?)
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Cartas Portuguesas de Mariana Alcoforado

18,90 
Passados 300 anos da morte da freira portuguesa mais famosa de todos os tempos, uma nova edição anotada das cartas que lhe foram atribuídas e que se tornaram uma das histórias de amor impossível mais famosas da literatura ocidental. Publicadas originalmente em 1669, estas cinco cartas de uma freira portuguesa destinadas ao seu apaixonado, um oficial francês, tiveram grande impacto na literatura europeia da qual a França era a porta-estandarte. A investigação histórica que foi feita no decorrer de séculos e até aos nossos dias confirmou, por um lado, que a religiosa teria sido Mariana Alcoforado e, por outro, que o oficial francês seria o marquês de Chamilly, na época em Portugal com o contingente francês para apoiar as forças portuguesas que se opunham ao exército espanhol na luta pela Independência de Portugal. Mais tarde, a continuada investigação considerou mais provável que se tratasse de uma obra de ficção da autoria do editor original, mas inspirada em factos verídicos. A verdade é que a incerteza se mantém e os factos históricos coincidentes mais contribuem para adensar o mistério. Aquilo de que não se duvida é da influência cultural e literária da obra na literatura europeia. Com efeito, as Cartas foram adaptadas diversas vezes ao teatro e ao cinema e são uma referência na literatura europeia e nas belas-artes.. Esta edição que agora se publica, no tricentenário da morte de Mariana Alcoforado, é acompanhada por um Estudo Histórico que recapitula precisamente todo este percurso de investigação e o impacto cultural da obra ao longo dos tempos. (tradução e estudo histórico por José António Falcão)
  • AUTOR Mariana Alcoforado (?)
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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O tempo das criadas – A condição servil em Portugal (1940-1970)

16,90 
Inês Brasão, investigadora e doutorada em Sociologia, venceu a edição de 2011 do prémio Maria Lamas de estudos sobre a mulher, género e igualdade, com o seu trabalho sobre a condição servil em Portugal entre 1940 e 1970. A autora recupera memórias de dominação e de resistência a partir das histórias de vida de dezenas de mulheres que em tempos trabalharam como «criadas para todo o serviço».
  • AUTOR Inês Brasão
  • ANO DE EDIÇÃO 2012
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O tempo das criadas – A condição servil em Portugal (1940-1970)

16,90 
Inês Brasão, investigadora e doutorada em Sociologia, venceu a edição de 2011 do prémio Maria Lamas de estudos sobre a mulher, género e igualdade, com o seu trabalho sobre a condição servil em Portugal entre 1940 e 1970. A autora recupera memórias de dominação e de resistência a partir das histórias de vida de dezenas de mulheres que em tempos trabalharam como «criadas para todo o serviço».
  • AUTOR Inês Brasão
  • ANO DE EDIÇÃO 2012
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Uma história dos bombardeamentos

23,50 
Numa altura em que bombas continuam a rasgar os céus e a matar civis, UMA HISTÓRIA DOS BOMBARDEAMENTOS (1999) denuncia os efeitos, ao longo dos séculos, de uma das tácticas militares mais destruidoras alguma vez concebidas. Nestas páginas, Sven Lindqvist puxa-nos pela mão para o labirinto do «caos da História»: um livro estilhaçado em fragmentos numerados em que o leitor terá de escolher um caminho. Em cada bifurcação, da China a Dresden, Vietname e Hiroxima, espreitam marcos científicos e tecnológicos, fantasias racistas e genocidas, e reflexões sobre o belicismo disfarçado de progresso, lembretes que não desejamos que se convertam em profecias.
  • AUTOR Sven Lindqvist
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Uma história dos bombardeamentos

23,50 
Numa altura em que bombas continuam a rasgar os céus e a matar civis, UMA HISTÓRIA DOS BOMBARDEAMENTOS (1999) denuncia os efeitos, ao longo dos séculos, de uma das tácticas militares mais destruidoras alguma vez concebidas. Nestas páginas, Sven Lindqvist puxa-nos pela mão para o labirinto do «caos da História»: um livro estilhaçado em fragmentos numerados em que o leitor terá de escolher um caminho. Em cada bifurcação, da China a Dresden, Vietname e Hiroxima, espreitam marcos científicos e tecnológicos, fantasias racistas e genocidas, e reflexões sobre o belicismo disfarçado de progresso, lembretes que não desejamos que se convertam em profecias.
  • AUTOR Sven Lindqvist
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Decolonizar o Museu

19,00 
Decolonizar o Museu propõe uma leitura crítica do chamado museu universal e reflecte sobre a forma que poderia assumir um pós-museu numa perspectiva decolonial. Produto do Iluminismo e do colonialismo, da ideia de uma Europa guardiã do património de toda a humanidade, acumuladora dos objectos e saberes dos povos dominados, o museu universal é um modelo hegemónico assente em políticas imperialistas que enformam o capitalismo racial. Escapar a este modelo no pós-museu implica reanimar o legado de resistência aprendido nos processos históricos de descolonização e que a crítica decolonial recupera traçando um horizonte radical: decolonizar verdadeiramente o museu é pôr em prática um programa de desordem absoluta, é fazer um esforço de imaginação e criar outras formas de narrar e compreender o mundo, que nutram a criatividade colectiva e tragam justiça e dignidade às populações que delas foram desapossadas.
  • AUTOR Françoise Vergès
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Decolonizar o Museu

19,00 
Decolonizar o Museu propõe uma leitura crítica do chamado museu universal e reflecte sobre a forma que poderia assumir um pós-museu numa perspectiva decolonial. Produto do Iluminismo e do colonialismo, da ideia de uma Europa guardiã do património de toda a humanidade, acumuladora dos objectos e saberes dos povos dominados, o museu universal é um modelo hegemónico assente em políticas imperialistas que enformam o capitalismo racial. Escapar a este modelo no pós-museu implica reanimar o legado de resistência aprendido nos processos históricos de descolonização e que a crítica decolonial recupera traçando um horizonte radical: decolonizar verdadeiramente o museu é pôr em prática um programa de desordem absoluta, é fazer um esforço de imaginação e criar outras formas de narrar e compreender o mundo, que nutram a criatividade colectiva e tragam justiça e dignidade às populações que delas foram desapossadas.
  • AUTOR Françoise Vergès
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Bandidos

18,50 
Bandidos (1969) traça a conturbada história do banditismo social, vendo no advento das suas figuras lendárias uma reacção à destruição do modo de vida de comunidades rurais. Ao longo de vários séculos e percorrendo quatro continentes - de Robin dos Bosques a Pancho Villa, dos haiduques dos Balcãs aos cangaceiros brasileiros -, esta obra tornou-se uma referência e abriu caminho a estudos e pesquisas sobre um tema ignorado pela história oficial.
  • AUTOR Eric Hobsbawm
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Bandidos

18,50 
Bandidos (1969) traça a conturbada história do banditismo social, vendo no advento das suas figuras lendárias uma reacção à destruição do modo de vida de comunidades rurais. Ao longo de vários séculos e percorrendo quatro continentes - de Robin dos Bosques a Pancho Villa, dos haiduques dos Balcãs aos cangaceiros brasileiros -, esta obra tornou-se uma referência e abriu caminho a estudos e pesquisas sobre um tema ignorado pela história oficial.
  • AUTOR Eric Hobsbawm
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Ned Ludd e a Rainha Mab – Destruição de máquinas, romantismo e os vários comunais de 1811-1812

13,00 
Entre 1811 e 1812, nas Ilhas Britânicas, ludditas atacavam as máquinas que os tornavam supérfluos, insurgentes irlandeses conspiravam contra o domínio colonial inglês, e trabalhadores galeses cultivavam terras comunais, enquanto no Egipto e na Indonésia estas eram usurpadas aos camponeses. Nas Américas, escravos revoltosos destruíam as ferramentas que os escravizavam, povos indígenas insurgiam-se contra os seus opressores, e revolucionários sonhavam com a independência do colonialismo europeu. E Percy Shelley escrevia A Rainha Mab. Em Ned Ludd e a Rainha Mab (2011), Peter Linebaugh entrelaça histórias de revolta e resistência contra a expropriação dos comunais e a exploração do sistema capitalista em expansão, demonstrando que estas eram lutas transversais aos povos de todo o mundo.
  • AUTOR Peter Linebaugh
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Ned Ludd e a Rainha Mab – Destruição de máquinas, romantismo e os vários comunais de 1811-1812

13,00 
Entre 1811 e 1812, nas Ilhas Britânicas, ludditas atacavam as máquinas que os tornavam supérfluos, insurgentes irlandeses conspiravam contra o domínio colonial inglês, e trabalhadores galeses cultivavam terras comunais, enquanto no Egipto e na Indonésia estas eram usurpadas aos camponeses. Nas Américas, escravos revoltosos destruíam as ferramentas que os escravizavam, povos indígenas insurgiam-se contra os seus opressores, e revolucionários sonhavam com a independência do colonialismo europeu. E Percy Shelley escrevia A Rainha Mab. Em Ned Ludd e a Rainha Mab (2011), Peter Linebaugh entrelaça histórias de revolta e resistência contra a expropriação dos comunais e a exploração do sistema capitalista em expansão, demonstrando que estas eram lutas transversais aos povos de todo o mundo.
  • AUTOR Peter Linebaugh
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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As novas rotas da seda

17,50 
"Noutros tempos, todos os caminhos iam dar a Roma. Atualmente, vão todos dar a Pequim." Aquando da sua publicação em 2015, As Rotas da Seda tornou-se de imediato um clássico, uma reinterpretação da história do mundo, que nos levou a olhar para o passado sob uma perspetiva diferente. As Novas Rotas da Seda atualiza esta história, tendo em conta um mundo que muda com cada vez maior rapidez.Seguindo as Rotas da Seda para leste da Europa e até à China, atravessando a Rússia e o Médio Oriente, As Novas Rotas da Seda lembra-nos que vivemos num mundo profundamente interligado. Na era do Brexit e de Donald Trump, os temas como o isolamento e a fragmentação assombram o Ocidente e criam um contraste profundo com o que acontece nas Rotas da Seda, onde as relações e a cooperação mútua se intensificam cada vez mais.Com profundo conhecimento da matéria, Peter Frankopan revela-nos o seu olhar sobre esta complexa rede de ligações, avaliando as consequências globais da constante mudança do centro do poder.Este livro compele-nos a refletir sobre quem somos e onde estamos no mundo, de modo que entendamos os temas dos quais as nossas vidas dependem.
  • AUTOR Peter Frankopan
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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As novas rotas da seda

17,50 
"Noutros tempos, todos os caminhos iam dar a Roma. Atualmente, vão todos dar a Pequim." Aquando da sua publicação em 2015, As Rotas da Seda tornou-se de imediato um clássico, uma reinterpretação da história do mundo, que nos levou a olhar para o passado sob uma perspetiva diferente. As Novas Rotas da Seda atualiza esta história, tendo em conta um mundo que muda com cada vez maior rapidez.Seguindo as Rotas da Seda para leste da Europa e até à China, atravessando a Rússia e o Médio Oriente, As Novas Rotas da Seda lembra-nos que vivemos num mundo profundamente interligado. Na era do Brexit e de Donald Trump, os temas como o isolamento e a fragmentação assombram o Ocidente e criam um contraste profundo com o que acontece nas Rotas da Seda, onde as relações e a cooperação mútua se intensificam cada vez mais.Com profundo conhecimento da matéria, Peter Frankopan revela-nos o seu olhar sobre esta complexa rede de ligações, avaliando as consequências globais da constante mudança do centro do poder.Este livro compele-nos a refletir sobre quem somos e onde estamos no mundo, de modo que entendamos os temas dos quais as nossas vidas dependem.
  • AUTOR Peter Frankopan
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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A primeira cruzada – O apelo do Oriente

20,50 
Em 1096, uma expedição de escala e ambição extraordinárias partiu da Europa Ocidental rumo a Jerusalém. Três anos mais tarde, depois de uma viagem que ultrapassou sérias dificuldades, os perigos mais graves e milhares de baixas, os cavaleiros da Primeira Cruzada atacaram as fortificações e conquistaram a Cidade Santa. Contra todas as probabilidades, a expedição tinha devolvido Jerusalém às mãos dos cristãos. O reconhecido historiador Peter Frankopan traça um retrato surpreendentemente original desse confronto infame entre o cristianismo e o islamismo. Ao contrário de outros historiadores que centram os seus estudos no Ocidente, e que afirmam que esta expedição militar foi incitada pelo papa Urbano II, Frankopan dirige o seu olhar para Oriente, em particular para Constantinopla, sede do Império Bizantino Cristão. A sua revelação é surpreendente e altera radicalmente a nossa compreensão de todo o movimento das cruzadas: o imperador Aleixo I Comneno foi quem incitou a cruzada, ao pedir ao papa apoio para defender o seu reinado dos turcos. Mais tarde, a vitória do Vaticano consolidou o poder papal enquanto Constantinopla jamais recuperou, e Aleixo, tal como Bizâncio, foi relegado para as margens da história. Baseado em fontes até agora ignoradas, Frankopan explica como a tomada de Jerusalém lançou as bases para o domínio da Europa Ocidental, até aos dias de hoje, e moldou o mundo moderno.
  • AUTOR Peter Frankopan
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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A primeira cruzada – O apelo do Oriente

20,50 
Em 1096, uma expedição de escala e ambição extraordinárias partiu da Europa Ocidental rumo a Jerusalém. Três anos mais tarde, depois de uma viagem que ultrapassou sérias dificuldades, os perigos mais graves e milhares de baixas, os cavaleiros da Primeira Cruzada atacaram as fortificações e conquistaram a Cidade Santa. Contra todas as probabilidades, a expedição tinha devolvido Jerusalém às mãos dos cristãos. O reconhecido historiador Peter Frankopan traça um retrato surpreendentemente original desse confronto infame entre o cristianismo e o islamismo. Ao contrário de outros historiadores que centram os seus estudos no Ocidente, e que afirmam que esta expedição militar foi incitada pelo papa Urbano II, Frankopan dirige o seu olhar para Oriente, em particular para Constantinopla, sede do Império Bizantino Cristão. A sua revelação é surpreendente e altera radicalmente a nossa compreensão de todo o movimento das cruzadas: o imperador Aleixo I Comneno foi quem incitou a cruzada, ao pedir ao papa apoio para defender o seu reinado dos turcos. Mais tarde, a vitória do Vaticano consolidou o poder papal enquanto Constantinopla jamais recuperou, e Aleixo, tal como Bizâncio, foi relegado para as margens da história. Baseado em fontes até agora ignoradas, Frankopan explica como a tomada de Jerusalém lançou as bases para o domínio da Europa Ocidental, até aos dias de hoje, e moldou o mundo moderno.
  • AUTOR Peter Frankopan
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Memória do fogo I – Os nascimentos

25,00 
«Memória do Fogo nasceu de um poema de Konstantinos Kavafis. Ao lê-lo, senti-me desafiado: por que razão não havia de espreitar o mundo pelo buraco da fechadura? Por que razão não havia de escrever o tempo passado, contando a história maior a partir da mais pequena?» Memória do Fogo (1982-1986) é a obra de maior fôlego de Eduardo Galeano, fruto de anos de investigação e escrita. Trilogia monumental que desafia as categorias de história e ficção — incompatíveis com a necessidade de expressar a vitalidade do mundo, segundo o autor —, é «a tentativa de resgatar a história viva das Américas em todas as suas dimensões, aromas, cores e dores», traçando a vida de um continente desde os tempos pré-colombianos até aos anos 80, e formando, para muitos, o mais belo historial deste território. O primeiro volume, que se estende das mitologias indígenas sobre a formação do continente ao início do século XVIII, e no qual se sucede um caleidoscópio de conquistados e conquistadores, deuses e crenças, encerra também um enredo mais vasto: o choque violento e estrepitoso entre o Velho e o Novo Mundo.
  • AUTOR Eduardo Galeano
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Memória do fogo I – Os nascimentos

25,00 
«Memória do Fogo nasceu de um poema de Konstantinos Kavafis. Ao lê-lo, senti-me desafiado: por que razão não havia de espreitar o mundo pelo buraco da fechadura? Por que razão não havia de escrever o tempo passado, contando a história maior a partir da mais pequena?» Memória do Fogo (1982-1986) é a obra de maior fôlego de Eduardo Galeano, fruto de anos de investigação e escrita. Trilogia monumental que desafia as categorias de história e ficção — incompatíveis com a necessidade de expressar a vitalidade do mundo, segundo o autor —, é «a tentativa de resgatar a história viva das Américas em todas as suas dimensões, aromas, cores e dores», traçando a vida de um continente desde os tempos pré-colombianos até aos anos 80, e formando, para muitos, o mais belo historial deste território. O primeiro volume, que se estende das mitologias indígenas sobre a formação do continente ao início do século XVIII, e no qual se sucede um caleidoscópio de conquistados e conquistadores, deuses e crenças, encerra também um enredo mais vasto: o choque violento e estrepitoso entre o Velho e o Novo Mundo.
  • AUTOR Eduardo Galeano
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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