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O Rock no Porto nos anos 80 – Uma viagem pelo asfalto

12,00 
“O futuro foi nos anos 80. Uma década mudou para sempre o rosto de Portugal. (…) Para a juventude que atravessava os anos 1980, a diferença era evidente. (…) A explosão da participação política dava lugar a outras causas – o pacifismo, o combate ao nuclear, o emergente ambientalismo –, e, sobretudo, a uma intensa procura de expressão individual e coletiva de se ser diferente. A música tornou-se um dos seus veículos privilegiados. O chamado boom do rock português deve ser compreendido neste contexto mais amplo de transformação social e cultural. Ao contrário da canção de intervenção que marcara os anos posteriores ao 25 de Abril, o pop rock dos anos 1980 deslocava o foco. Neste processo, o Porto assumiu um papel central. Mais do que cenário foi agente ativo de criação e circulação musical.” – Paula Guerra
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O Rock no Porto nos anos 80 – Uma viagem pelo asfalto

12,00 
“O futuro foi nos anos 80. Uma década mudou para sempre o rosto de Portugal. (…) Para a juventude que atravessava os anos 1980, a diferença era evidente. (…) A explosão da participação política dava lugar a outras causas – o pacifismo, o combate ao nuclear, o emergente ambientalismo –, e, sobretudo, a uma intensa procura de expressão individual e coletiva de se ser diferente. A música tornou-se um dos seus veículos privilegiados. O chamado boom do rock português deve ser compreendido neste contexto mais amplo de transformação social e cultural. Ao contrário da canção de intervenção que marcara os anos posteriores ao 25 de Abril, o pop rock dos anos 1980 deslocava o foco. Neste processo, o Porto assumiu um papel central. Mais do que cenário foi agente ativo de criação e circulação musical.” – Paula Guerra
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Primitiva – Volume 2

25,00 
Há muito para ler e questionar. A vida na cidade dos mortos, antes que os mortos deixem de ter lugar na cidade. Progresso. Os rostos das aldeias que aos poucos deixam de o ser. Abandono. O infame Darién com a luz ao fundo. Esperança. A arte como defesa antiaérea contra a lei do mais forte. Resistência. O fotógrafo que procurava estar e sentir e retratar um povo com dignidade. Homenagem. O pó preto das minas clandestinas que aos poucos mata quem o respira. Sobrevivência. A ressurreição do capitão Sankara no Burkina Faso. Futuro. A estrada mais perigosa do mundo ou um éden alpino nos Himalaias. Perspetivas. A confiança frágil entre homem e cavalo nas estepes do Quirguistão. Simbiose. A linguagem universal do sorriso quando um viajante se desencontra. Babel. Uma romaria que, afinal, é mais sobre o caminho do que sobre o destino. Viagem interior. Cães que ajudam tartarugas a lacrimejar na praia onde nasceram. Preservação. Aprender a ouvir o que o silêncio tem para dizer com os Imuhagh de Djanet. Património. As máscaras que quase ninguém viu na ilha de Tanna. Crenças. O azul tingido pela família Nagata na aldeia japonesa de Izumo. Tradição. A fotografia como grito contra a discrimação das religiões de matriz africana. Pura arte. Colódio húmido à la minuta. Alquimia. Criar e resistir.
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Primitiva – Volume 2

25,00 
Há muito para ler e questionar. A vida na cidade dos mortos, antes que os mortos deixem de ter lugar na cidade. Progresso. Os rostos das aldeias que aos poucos deixam de o ser. Abandono. O infame Darién com a luz ao fundo. Esperança. A arte como defesa antiaérea contra a lei do mais forte. Resistência. O fotógrafo que procurava estar e sentir e retratar um povo com dignidade. Homenagem. O pó preto das minas clandestinas que aos poucos mata quem o respira. Sobrevivência. A ressurreição do capitão Sankara no Burkina Faso. Futuro. A estrada mais perigosa do mundo ou um éden alpino nos Himalaias. Perspetivas. A confiança frágil entre homem e cavalo nas estepes do Quirguistão. Simbiose. A linguagem universal do sorriso quando um viajante se desencontra. Babel. Uma romaria que, afinal, é mais sobre o caminho do que sobre o destino. Viagem interior. Cães que ajudam tartarugas a lacrimejar na praia onde nasceram. Preservação. Aprender a ouvir o que o silêncio tem para dizer com os Imuhagh de Djanet. Património. As máscaras que quase ninguém viu na ilha de Tanna. Crenças. O azul tingido pela família Nagata na aldeia japonesa de Izumo. Tradição. A fotografia como grito contra a discrimação das religiões de matriz africana. Pura arte. Colódio húmido à la minuta. Alquimia. Criar e resistir.
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Primitiva – Volume 1

25,00 
O artista brasileiro Andrei Polessi assina a capa do primeiro volume da Primitiva – são crianças num intervalo das aulas no mosteiro de Lamayuru, na região de Ladakh, no extremo norte da Índia. Polessi decidiu um dia “ir atrás desse mundo que nos escapa” — e desde então vive com mais dúvidas do que certezas. É ele quem nos guia neste gesto inaugural, onde cada história é também uma forma de partir. Neste número, cruzamos geografias e credos. Entramos num ringue de terra batida no Paquistão, assistimos, na Indonésia, ao ritual Ma’nene, que devolve os mortos à vida. No Iraque, seguimos o olhar íntimo de Abbas Raad, que fotografa para “restaurar a verdade” de um país que se reconstrói. Ouvimos o maior fotógrafo documental do Árctico, Ragnar Axelsson, falar sobre a importância de provocar mudanças com uma imagem. E conhecemos Kamran Ali, que, em Madagáscar, transformou uma viagem num ato de reconstrução – ajudando a erguer um hospital. A Primitiva é feita disto: de histórias e de velocidades. Subimos ao Alto Mustang com Tânia Muxima, descemos o rio Negro com António Avelar e atravessamos uma tempestade polar em Svalbard com Filipa Coutinho, fomos a um casamento na India, convidados pela Renata Monteiro e o Tiago Lopes. E ouvimos Andreas Tonnelli, intrépido viajante, explorador, ciclista, naquela que deve ter sido a última entrevista que deu em vida. Temos muitas mais histórias para partilhar.
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Primitiva – Volume 1

25,00 
O artista brasileiro Andrei Polessi assina a capa do primeiro volume da Primitiva – são crianças num intervalo das aulas no mosteiro de Lamayuru, na região de Ladakh, no extremo norte da Índia. Polessi decidiu um dia “ir atrás desse mundo que nos escapa” — e desde então vive com mais dúvidas do que certezas. É ele quem nos guia neste gesto inaugural, onde cada história é também uma forma de partir. Neste número, cruzamos geografias e credos. Entramos num ringue de terra batida no Paquistão, assistimos, na Indonésia, ao ritual Ma’nene, que devolve os mortos à vida. No Iraque, seguimos o olhar íntimo de Abbas Raad, que fotografa para “restaurar a verdade” de um país que se reconstrói. Ouvimos o maior fotógrafo documental do Árctico, Ragnar Axelsson, falar sobre a importância de provocar mudanças com uma imagem. E conhecemos Kamran Ali, que, em Madagáscar, transformou uma viagem num ato de reconstrução – ajudando a erguer um hospital. A Primitiva é feita disto: de histórias e de velocidades. Subimos ao Alto Mustang com Tânia Muxima, descemos o rio Negro com António Avelar e atravessamos uma tempestade polar em Svalbard com Filipa Coutinho, fomos a um casamento na India, convidados pela Renata Monteiro e o Tiago Lopes. E ouvimos Andreas Tonnelli, intrépido viajante, explorador, ciclista, naquela que deve ter sido a última entrevista que deu em vida. Temos muitas mais histórias para partilhar.
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Marte Instantânea – Musicalíssimo Freak #2

5,00 
Ilustrações extraídas do jornal Musicalíssimo. Contribuições de leitores publicadas entre 1980 e 82, a maioria durante o ano de 1981. Esta janela temporal assinala o segundo arco de vida do jornal. O presente destaque a estas ilustrações resulta de um olhar atento às margens e entrelinhas, uma prática que ajuda a iluminar outros momentos na História, outros projectos e ideias que, não sendo necessariamente os mais impactantes ou populares (aliás, quase nunca o são), desfazem a noção de consenso e narrativa oficial transmitida e divulgada. São ilustrações próprias do seu tempo e do contexto português, fantasias artísticas cujo valor estético intrínseco não pode ser desligado dessas circunstâncias mas que, ainda assim, ingénuo ou mais esclarecido, básico ou mais elaborado, figurativo ou abstracto, estimulam e questionam.
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Marte Instantânea – Musicalíssimo Freak #2

5,00 
Ilustrações extraídas do jornal Musicalíssimo. Contribuições de leitores publicadas entre 1980 e 82, a maioria durante o ano de 1981. Esta janela temporal assinala o segundo arco de vida do jornal. O presente destaque a estas ilustrações resulta de um olhar atento às margens e entrelinhas, uma prática que ajuda a iluminar outros momentos na História, outros projectos e ideias que, não sendo necessariamente os mais impactantes ou populares (aliás, quase nunca o são), desfazem a noção de consenso e narrativa oficial transmitida e divulgada. São ilustrações próprias do seu tempo e do contexto português, fantasias artísticas cujo valor estético intrínseco não pode ser desligado dessas circunstâncias mas que, ainda assim, ingénuo ou mais esclarecido, básico ou mais elaborado, figurativo ou abstracto, estimulam e questionam.
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Marte Instantânea – Musicalíssimo Freak #1

5,00 
Ilustrações extraídas do jornal Musicalíssimo. Contribuições de leitores publicadas entre 1980 e 82, a maioria durante o ano de 1981. Esta janela temporal assinala o segundo arco de vida do jornal. O presente destaque a estas ilustrações resulta de um olhar atento às margens e entrelinhas, uma prática que ajuda a iluminar outros momentos na História, outros projectos e ideias que, não sendo necessariamente os mais impactantes ou populares (aliás, quase nunca o são), desfazem a noção de consenso e narrativa oficial transmitida e divulgada. São ilustrações próprias do seu tempo e do contexto português, fantasias artísticas cujo valor estético intrínseco não pode ser desligado dessas circunstâncias mas que, ainda assim, ingénuo ou mais esclarecido, básico ou mais elaborado, figurativo ou abstracto, estimulam e questionam.
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Marte Instantânea – Musicalíssimo Freak #1

5,00 
Ilustrações extraídas do jornal Musicalíssimo. Contribuições de leitores publicadas entre 1980 e 82, a maioria durante o ano de 1981. Esta janela temporal assinala o segundo arco de vida do jornal. O presente destaque a estas ilustrações resulta de um olhar atento às margens e entrelinhas, uma prática que ajuda a iluminar outros momentos na História, outros projectos e ideias que, não sendo necessariamente os mais impactantes ou populares (aliás, quase nunca o são), desfazem a noção de consenso e narrativa oficial transmitida e divulgada. São ilustrações próprias do seu tempo e do contexto português, fantasias artísticas cujo valor estético intrínseco não pode ser desligado dessas circunstâncias mas que, ainda assim, ingénuo ou mais esclarecido, básico ou mais elaborado, figurativo ou abstracto, estimulam e questionam.
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Blitz – Pregões e declarações – Ano 1: 1985

16,00 
Magnífico exemplo das paixões tribalistas em torno da música, a secção Pregões e Declarações no jornal Blitz revolucionou, em Portugal, a comunicação informal entre pessoas maioritariamente sem acesso aos media. Num tempo agora cronologicamente longínquo mas psicologicamente mais ainda, exerceu-se assim o direito de opinião e desabafo num espaço alargado e muito diferente das páginas de anúncios ou correspondência de leitores. Já descrita como "a primeira rede social da juventude portuguesa", aquando das comemorações dos 40 anos do Blitz, a secção manteve-se durante 16 anos entre Fevereiro de 1985 e Fevereiro de 2001. A longevidade revela que o jornal não podia abdicar dos Pregões sob pena de uma quebra nas vendas, mas também revela a continuada necessidade de um tal fórum de expressão. Formar bandas e vender instrumentos e discos; evidências da economia paralela das gravações pirata em cassete; polémicas fogosas em relação a artistas e seus respectivos fãs; defesas e ataques a personalidades da rádio (demonstra a relevância que o meio ainda tinha); drogas e alienação; comentário político e social; focos dispersos de homofobia, misoginia e racismo, mais frequentes de bairrismo e clubismo; misantropia; mas também moderação e declarações de amor; muita solidão e poesia; utopias. Grelhas com 250 caracteres para preencher e enviar por correio, nenhuma garantia de publicação. Registo em papel do espectro de características humanas mais tarde transferidas para as caixas de comentários e fóruns online. Trolls, paladinos, idealistas, haters, moderados. Escolheu-se o ano de estabelecimento dos Pregões e Declarações e dele seleccionámos exemplos que podem ajudar a formar um retrato da juventude portuguesa no ano de 1985. Incompleto, sim, e parcial, filtrado a partir da quantidade esmagadora de mensagens e da crescente vulgarização de muitas delas. Mas esclarecedor.
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Blitz – Pregões e declarações – Ano 1: 1985

16,00 
Magnífico exemplo das paixões tribalistas em torno da música, a secção Pregões e Declarações no jornal Blitz revolucionou, em Portugal, a comunicação informal entre pessoas maioritariamente sem acesso aos media. Num tempo agora cronologicamente longínquo mas psicologicamente mais ainda, exerceu-se assim o direito de opinião e desabafo num espaço alargado e muito diferente das páginas de anúncios ou correspondência de leitores. Já descrita como "a primeira rede social da juventude portuguesa", aquando das comemorações dos 40 anos do Blitz, a secção manteve-se durante 16 anos entre Fevereiro de 1985 e Fevereiro de 2001. A longevidade revela que o jornal não podia abdicar dos Pregões sob pena de uma quebra nas vendas, mas também revela a continuada necessidade de um tal fórum de expressão. Formar bandas e vender instrumentos e discos; evidências da economia paralela das gravações pirata em cassete; polémicas fogosas em relação a artistas e seus respectivos fãs; defesas e ataques a personalidades da rádio (demonstra a relevância que o meio ainda tinha); drogas e alienação; comentário político e social; focos dispersos de homofobia, misoginia e racismo, mais frequentes de bairrismo e clubismo; misantropia; mas também moderação e declarações de amor; muita solidão e poesia; utopias. Grelhas com 250 caracteres para preencher e enviar por correio, nenhuma garantia de publicação. Registo em papel do espectro de características humanas mais tarde transferidas para as caixas de comentários e fóruns online. Trolls, paladinos, idealistas, haters, moderados. Escolheu-se o ano de estabelecimento dos Pregões e Declarações e dele seleccionámos exemplos que podem ajudar a formar um retrato da juventude portuguesa no ano de 1985. Incompleto, sim, e parcial, filtrado a partir da quantidade esmagadora de mensagens e da crescente vulgarização de muitas delas. Mas esclarecedor.
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Die Neue Sonne: Completo / 1988

18,00 
Todos os quatro números do fanzine Die Neue Sonne reunidos na íntegra. Publicados entre Março e Setembro de 1988, reproduzidos fielmente em respeito pela paginação A5 original. Veículo de divulgação de música diferente que prece-deu e acompanhou o alvor da editora Facadas Na Noite, baseada em Braga. Aventuras editoriais num Portugal subterrâneo por essa época muito activo, já integrado na Europa Comunitária e, portanto, com canais de comunicação e troca mais facilitados. Die Neue Sonne e Facadas Na Noite foram elos numa rede interna de pequenas estruturas e pessoas empenhadas na exposição de música marginal, espelho de uma rede internacional vasta e experiente à qual era possível aceder com o tempo e dedicação necessários para manter correspondência com artistas, editoras e outras estruturas de divulgação. Estética ainda herdada dos métodos punk. Preto-e-branco, fotocópias, blocos de texto recortados e colados em cima de imagens, montagem manual numa ética de autonomia tão convicta quanto inevitável.
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Die Neue Sonne: Completo / 1988

18,00 
Todos os quatro números do fanzine Die Neue Sonne reunidos na íntegra. Publicados entre Março e Setembro de 1988, reproduzidos fielmente em respeito pela paginação A5 original. Veículo de divulgação de música diferente que prece-deu e acompanhou o alvor da editora Facadas Na Noite, baseada em Braga. Aventuras editoriais num Portugal subterrâneo por essa época muito activo, já integrado na Europa Comunitária e, portanto, com canais de comunicação e troca mais facilitados. Die Neue Sonne e Facadas Na Noite foram elos numa rede interna de pequenas estruturas e pessoas empenhadas na exposição de música marginal, espelho de uma rede internacional vasta e experiente à qual era possível aceder com o tempo e dedicação necessários para manter correspondência com artistas, editoras e outras estruturas de divulgação. Estética ainda herdada dos métodos punk. Preto-e-branco, fotocópias, blocos de texto recortados e colados em cima de imagens, montagem manual numa ética de autonomia tão convicta quanto inevitável.
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Cadernos de divulgação – Teoria e Prática 1.4

17,00 
Ainda e exclusivamente em 1988, ano particularmente denso de acontecimentos no micro-universo da divulgação de música industrial em Portugal, do ponto de vista do autor desta série. A experiência absolutamente enriquecedora de integrar a grelha de programação da Rádio Universidade Tejo, no Instituto Superior Técnico, em Lisboa, ocupa boa parte das 100 páginas. Durou 6 meses, até a R.U.T. ter sido legalmente forçada a terminar as emissões, no final do ano. Mostra-se a tentativa de recurso dos responsáveis pela rádio, mas a maior percentagem de espaço é entregue a playlists, design manual, influências expostas e assumidas, sobrecarga de nomes relevantes (e outros menos) na época. Ainda a ligação, quase sempre ténue, à organização de concertos e compilações em cassete; troca de correspondência (Front Line Assembly, Johnson Engineering Co., Sprung Aus Den Wolken, Boom Factory, etc.), destaque a 400 Blows; colagem de envelopes; factos e mais factos.
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Cadernos de divulgação – Teoria e Prática 1.4

17,00 
Ainda e exclusivamente em 1988, ano particularmente denso de acontecimentos no micro-universo da divulgação de música industrial em Portugal, do ponto de vista do autor desta série. A experiência absolutamente enriquecedora de integrar a grelha de programação da Rádio Universidade Tejo, no Instituto Superior Técnico, em Lisboa, ocupa boa parte das 100 páginas. Durou 6 meses, até a R.U.T. ter sido legalmente forçada a terminar as emissões, no final do ano. Mostra-se a tentativa de recurso dos responsáveis pela rádio, mas a maior percentagem de espaço é entregue a playlists, design manual, influências expostas e assumidas, sobrecarga de nomes relevantes (e outros menos) na época. Ainda a ligação, quase sempre ténue, à organização de concertos e compilações em cassete; troca de correspondência (Front Line Assembly, Johnson Engineering Co., Sprung Aus Den Wolken, Boom Factory, etc.), destaque a 400 Blows; colagem de envelopes; factos e mais factos.
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Rock Final

17,90 
O Som da Frente foi a âncora de uma geração ou duas, a partir de 1982 quando iniciaram as emissões na Rádio Comercial. Rubricas como a Lista Rebelde ou Sinais de Fumo fixaram e documentaram música que se convencionou chamar "da frente" ou, por associação e de forma mais contagiante no tecido social das tribos da época, "de vanguarda". Mas a Lista Rebelde já existia no programa anterior apresentado por António Sérgio, Rolls Rock, também na Comercial desde Fevereiro de 1980 e também com Ana Cristina a laborar nos bastidores. "Som da frente" e "o direito à diferença" eram slogans também já em marcha. A instituição de um espaço radiofónico promotor não apenas de música diferente e eclética dentro do espectro do rock, mas de uma atitude condizente com o nascente universo de edição independente tal como hoje é conhecida. Não existe, faz-se. Não há dinheiro, faz-se de outra maneira.Este espírito revelou-se por inteiro no fanzine Rock Final. Então, como agora, não é moda e sim convicção. Rock Final foi uma publicação montada por Sérgio e Ana Cristina em Março de 1982, com colaboração de meia dúzia de amigos e família, idealizada para coincidir com o segundo aniversário do Rolls Rock e composta por textos utilizados no programa, devidamente adaptados e enquadrados por um arranjo gráfico de corte-e-cola. Para a reedição, optou-se por um facsimile em reprodução adaptada do original a preto-e-branco, que era em offset e unido com argolas de plástico preto. Em vez disso, a impressão é agora em risografia e o conjunto ganhou uma lombada. Algumas páginas foram ligeiramente reenquadradas para o novo formato. Textos sobre Zappa, Joy Division, A Certain Ratio, Cramps, Eno/Byrne, neo-românticos, rock sulista, Motorhead, John Cale, Bauhaus e vários outros nomes divulgados no ar e merecedores do entusiasmo da equipa.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Rock Final

17,90 
O Som da Frente foi a âncora de uma geração ou duas, a partir de 1982 quando iniciaram as emissões na Rádio Comercial. Rubricas como a Lista Rebelde ou Sinais de Fumo fixaram e documentaram música que se convencionou chamar "da frente" ou, por associação e de forma mais contagiante no tecido social das tribos da época, "de vanguarda". Mas a Lista Rebelde já existia no programa anterior apresentado por António Sérgio, Rolls Rock, também na Comercial desde Fevereiro de 1980 e também com Ana Cristina a laborar nos bastidores. "Som da frente" e "o direito à diferença" eram slogans também já em marcha. A instituição de um espaço radiofónico promotor não apenas de música diferente e eclética dentro do espectro do rock, mas de uma atitude condizente com o nascente universo de edição independente tal como hoje é conhecida. Não existe, faz-se. Não há dinheiro, faz-se de outra maneira.Este espírito revelou-se por inteiro no fanzine Rock Final. Então, como agora, não é moda e sim convicção. Rock Final foi uma publicação montada por Sérgio e Ana Cristina em Março de 1982, com colaboração de meia dúzia de amigos e família, idealizada para coincidir com o segundo aniversário do Rolls Rock e composta por textos utilizados no programa, devidamente adaptados e enquadrados por um arranjo gráfico de corte-e-cola. Para a reedição, optou-se por um facsimile em reprodução adaptada do original a preto-e-branco, que era em offset e unido com argolas de plástico preto. Em vez disso, a impressão é agora em risografia e o conjunto ganhou uma lombada. Algumas páginas foram ligeiramente reenquadradas para o novo formato. Textos sobre Zappa, Joy Division, A Certain Ratio, Cramps, Eno/Byrne, neo-românticos, rock sulista, Motorhead, John Cale, Bauhaus e vários outros nomes divulgados no ar e merecedores do entusiasmo da equipa.
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Dead Rocket Booster Generation

5,00 
  • AUTOR João Fonte Santa
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Dead Rocket Booster Generation

5,00 
  • AUTOR João Fonte Santa
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Falta #05

10,20 
No sentido de apoiar e divulgar outras publicações independentes, a Araucária Edições junta-se, para a sua distribuição, à Falta, edição de um fanzine que explora diferentes técnicas de impressão (como a serigrafia e a tipografia) para juntar várias pessoas ligadas às artes, sejam elas amadoras ou profissionais. Cada número tem um tema que funciona como ponto de partida para a criação dos artistas. Esta pode ser uma fotografia, desenho, colagem, texto, etc. O número 5 da Falta versa sobre a Fauna & Flora.
  • AUTOR Vários
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Falta #05

10,20 
No sentido de apoiar e divulgar outras publicações independentes, a Araucária Edições junta-se, para a sua distribuição, à Falta, edição de um fanzine que explora diferentes técnicas de impressão (como a serigrafia e a tipografia) para juntar várias pessoas ligadas às artes, sejam elas amadoras ou profissionais. Cada número tem um tema que funciona como ponto de partida para a criação dos artistas. Esta pode ser uma fotografia, desenho, colagem, texto, etc. O número 5 da Falta versa sobre a Fauna & Flora.
  • AUTOR Vários
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Baile de Máscaras – Jornal

2,00 
«Andamos todos a precisar de Festa, com letra maiúscula. Este ano, a tradicional festa de Carnaval, de Entrudo, não vai acontecer dentro das ruas, das cidades das aldeias. Os caretos não vão poder correr livremente detrás dos montes, nem beliscar a carne das raparigas e rapazes. Mas a Vida não termina. E o Carnaval, que é festa pagã, a apontar para as palavras gozo, espalhafato, subversão, pernas pró ar, resistência e combate, este ano, estando confinado, sai à rua (o corpo brinca e dança!) num jornal chamado Baile de Máscaras».
  • AUTORES Tina Siuda, Ana Biscaia, Marta Madureira, Paul Hardman, Pedro Proença, Xana, Pedro Pousada, Madalena Moniz, Engrácia Cardoso, Paula Delacave, Eva Evita, Mariana a miserável, Joanna Latka, Tiago Baptista, Carlos Guerreiro, Juan Fontanive, Adriana Molder, André Ruivo e Nuno Saraiva
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Baile de Máscaras – Jornal

2,00 
«Andamos todos a precisar de Festa, com letra maiúscula. Este ano, a tradicional festa de Carnaval, de Entrudo, não vai acontecer dentro das ruas, das cidades das aldeias. Os caretos não vão poder correr livremente detrás dos montes, nem beliscar a carne das raparigas e rapazes. Mas a Vida não termina. E o Carnaval, que é festa pagã, a apontar para as palavras gozo, espalhafato, subversão, pernas pró ar, resistência e combate, este ano, estando confinado, sai à rua (o corpo brinca e dança!) num jornal chamado Baile de Máscaras».
  • AUTORES Tina Siuda, Ana Biscaia, Marta Madureira, Paul Hardman, Pedro Proença, Xana, Pedro Pousada, Madalena Moniz, Engrácia Cardoso, Paula Delacave, Eva Evita, Mariana a miserável, Joanna Latka, Tiago Baptista, Carlos Guerreiro, Juan Fontanive, Adriana Molder, André Ruivo e Nuno Saraiva
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