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No meu fim está o meu começo

17,70 
Isabel, enfermeira, acompanha o declínio cognitivo da mãe enquanto é forçada a revisitar a sua própria história. A infância num bairro periférico, o trabalho precoce, a formação no hospital, o casamento falhado, a maternidade atravessada por tensões raciais e a figura ambígua de um pai ausente emergem como farrapos ainda vivos, nunca totalmente resolvidos. Cuidar torna-se um gesto ambivalente, simultaneamente técnico e afetivo, exercício de sobrevivência e de exaustão. A doença instala-se não apenas como condição clínica, mas como metáfora de uma herança coletiva feita de silêncios, violência normalizada e adaptação contínua. A memória materna que se desfaz convoca as estratégias de esquecimento que atravessaram gerações e um país, pondo em causa a ideia de progresso, de redenção e de linearidade do tempo. O fim deixa de significar apenas perda e passa a ser também um lugar de revelação.
  • AUTOR Filipa Martins
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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No meu fim está o meu começo

17,70 
Isabel, enfermeira, acompanha o declínio cognitivo da mãe enquanto é forçada a revisitar a sua própria história. A infância num bairro periférico, o trabalho precoce, a formação no hospital, o casamento falhado, a maternidade atravessada por tensões raciais e a figura ambígua de um pai ausente emergem como farrapos ainda vivos, nunca totalmente resolvidos. Cuidar torna-se um gesto ambivalente, simultaneamente técnico e afetivo, exercício de sobrevivência e de exaustão. A doença instala-se não apenas como condição clínica, mas como metáfora de uma herança coletiva feita de silêncios, violência normalizada e adaptação contínua. A memória materna que se desfaz convoca as estratégias de esquecimento que atravessaram gerações e um país, pondo em causa a ideia de progresso, de redenção e de linearidade do tempo. O fim deixa de significar apenas perda e passa a ser também um lugar de revelação.
  • AUTOR Filipa Martins
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O ladrão de pêssegos

13,90 
«Pêssegos grandes e brilhantes alinhavam-se numa linda banca de pêssegos. Chegou um homem, agarrou num belo pêssego e fugiu. O ladrão não fez mais nada: comeu o pêssego e cuspiu o caroço.» E agora? Inspirada por uma viagem a Lisboa, pelas bancas de fruta ao ar livre e pelas suas colinas inclinadas, a autora japonesa Kotone Utsunomiya surpreendeu o júri da 6.ª edição do "Prémio Internacional SERPA para Álbum Ilustrado", com uma história cheia de peripécias e um forte sentido de humor.
  • AUTOR Kotone Utsunomiya
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O ladrão de pêssegos

13,90 
«Pêssegos grandes e brilhantes alinhavam-se numa linda banca de pêssegos. Chegou um homem, agarrou num belo pêssego e fugiu. O ladrão não fez mais nada: comeu o pêssego e cuspiu o caroço.» E agora? Inspirada por uma viagem a Lisboa, pelas bancas de fruta ao ar livre e pelas suas colinas inclinadas, a autora japonesa Kotone Utsunomiya surpreendeu o júri da 6.ª edição do "Prémio Internacional SERPA para Álbum Ilustrado", com uma história cheia de peripécias e um forte sentido de humor.
  • AUTOR Kotone Utsunomiya
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O Rock no Porto nos anos 80 – Uma viagem pelo asfalto

12,00 
“O futuro foi nos anos 80. Uma década mudou para sempre o rosto de Portugal. (…) Para a juventude que atravessava os anos 1980, a diferença era evidente. (…) A explosão da participação política dava lugar a outras causas – o pacifismo, o combate ao nuclear, o emergente ambientalismo –, e, sobretudo, a uma intensa procura de expressão individual e coletiva de se ser diferente. A música tornou-se um dos seus veículos privilegiados. O chamado boom do rock português deve ser compreendido neste contexto mais amplo de transformação social e cultural. Ao contrário da canção de intervenção que marcara os anos posteriores ao 25 de Abril, o pop rock dos anos 1980 deslocava o foco. Neste processo, o Porto assumiu um papel central. Mais do que cenário foi agente ativo de criação e circulação musical.” – Paula Guerra
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O Rock no Porto nos anos 80 – Uma viagem pelo asfalto

12,00 
“O futuro foi nos anos 80. Uma década mudou para sempre o rosto de Portugal. (…) Para a juventude que atravessava os anos 1980, a diferença era evidente. (…) A explosão da participação política dava lugar a outras causas – o pacifismo, o combate ao nuclear, o emergente ambientalismo –, e, sobretudo, a uma intensa procura de expressão individual e coletiva de se ser diferente. A música tornou-se um dos seus veículos privilegiados. O chamado boom do rock português deve ser compreendido neste contexto mais amplo de transformação social e cultural. Ao contrário da canção de intervenção que marcara os anos posteriores ao 25 de Abril, o pop rock dos anos 1980 deslocava o foco. Neste processo, o Porto assumiu um papel central. Mais do que cenário foi agente ativo de criação e circulação musical.” – Paula Guerra
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Mão Verde III – livro & disco

22,50 
Depois de dois discos-livros (muito bem acolhidos pelas famílias e comunidades escolares) e muitos concertos pelo país para verdes e maduros, a Mão Verde apresenta o seu terceiro trabalho. Capicua, Francisca Cortesão, Pedro Geraldes e António Serginho compuseram mais dez canções e dois poemas musicais que, além de evocarem a ecologia e a natureza, como nas edições anteriores, estendem-se também à reflexão sobre algumas questões sociais, como as desigualdades, a importância da democracia, a diversidade e a solidariedade humana. Numa abordagem lúdica e poética, quer do ponto de vista musical (ao brincarem aos estilos de música), quer do ponto de vista lírico (tratando temas sérios de forma divertida), este novo disco foi construído através do encontro e da experimentação e concretizado em livro com notas informativas que contextualizam letras e poemas, tudo devidamente ilustrado pelo talento de Bernardo Carvalho.
  • TEXTO | LETRAS Capicua
  • MÚSICA Pedro Geraldes, Francisca Cortesão e António Serginho
  • ILUSTRAÇÃO Bernardo P. Carvalho
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Mão Verde III – livro & disco

22,50 
Depois de dois discos-livros (muito bem acolhidos pelas famílias e comunidades escolares) e muitos concertos pelo país para verdes e maduros, a Mão Verde apresenta o seu terceiro trabalho. Capicua, Francisca Cortesão, Pedro Geraldes e António Serginho compuseram mais dez canções e dois poemas musicais que, além de evocarem a ecologia e a natureza, como nas edições anteriores, estendem-se também à reflexão sobre algumas questões sociais, como as desigualdades, a importância da democracia, a diversidade e a solidariedade humana. Numa abordagem lúdica e poética, quer do ponto de vista musical (ao brincarem aos estilos de música), quer do ponto de vista lírico (tratando temas sérios de forma divertida), este novo disco foi construído através do encontro e da experimentação e concretizado em livro com notas informativas que contextualizam letras e poemas, tudo devidamente ilustrado pelo talento de Bernardo Carvalho.
  • TEXTO | LETRAS Capicua
  • MÚSICA Pedro Geraldes, Francisca Cortesão e António Serginho
  • ILUSTRAÇÃO Bernardo P. Carvalho
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O chapéu

16,90 
Uma festa é um ótimo pretexto para mandar fazer um novo chapéu e a tia Perpétua tem um gosto extremamente particular. Será que vai ficar satisfeita com a criação da Mariama, designer de chapéus para todas as ocasiões?
  • AUTOR Maria Nogueira Nössing
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O chapéu

16,90 
Uma festa é um ótimo pretexto para mandar fazer um novo chapéu e a tia Perpétua tem um gosto extremamente particular. Será que vai ficar satisfeita com a criação da Mariama, designer de chapéus para todas as ocasiões?
  • AUTOR Maria Nogueira Nössing
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Ponciá Vicêncio

13,50 
Romance de estreia de Conceição Evaristo e uma das suas obras mais aclamadas, Ponciá Vicêncio conta a história de uma jovem afro-brasileira que parte da terra dos seus antepassados, decidida a traçar uma nova vida na cidade. Mas, pouco a pouco, desligada das raízes e longe dos seus, enredada na pobreza e no vazio da vida urbana, imagens do passado ocupam a mente de Ponciá: a misteriosa herança de Vô Vicêncio, o cheiro do barro, murmúrios, lamentos e risos, e a sua rede de sonhos, mais e mais deslaçada. Conceição Evaristo ilumina neste livro o significado profundo da memória e da identidade, a solidão e o alheamento, a amarga herança da escravatura e a força da ancestralidade. Entre os 25 Melhores Livros Brasileiros do Século XXI da Folha de S. Paulo.
  • AUTOR Conceição Evaristo
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Ponciá Vicêncio

13,50 
Romance de estreia de Conceição Evaristo e uma das suas obras mais aclamadas, Ponciá Vicêncio conta a história de uma jovem afro-brasileira que parte da terra dos seus antepassados, decidida a traçar uma nova vida na cidade. Mas, pouco a pouco, desligada das raízes e longe dos seus, enredada na pobreza e no vazio da vida urbana, imagens do passado ocupam a mente de Ponciá: a misteriosa herança de Vô Vicêncio, o cheiro do barro, murmúrios, lamentos e risos, e a sua rede de sonhos, mais e mais deslaçada. Conceição Evaristo ilumina neste livro o significado profundo da memória e da identidade, a solidão e o alheamento, a amarga herança da escravatura e a força da ancestralidade. Entre os 25 Melhores Livros Brasileiros do Século XXI da Folha de S. Paulo.
  • AUTOR Conceição Evaristo
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Morte acidental de um anarquista

15,50 
A peça morte acidental de um anarquista inspira-se numa história verídica: o suicídio do operário Giuseppe Pinelli, suspeito de atentado à bomba e interrogado pela polícia em 1969, vítima também da fraca integridade estrutural da janela do quarto andar de uma esquadra em Milão. É quando um Louco se infiltra no local que cai a máscara da versão oficial dos factos e se expõe um sistema em que a verdade é a maior das anedotas. Inquietantemente actual, sobretudo em tempos de fake news, esta é uma zombeteira farsa política sobre impunidade, manipulação e materiais de construção.
  • AUTORES Dario Fo e Franca Rame
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Morte acidental de um anarquista

15,50 
A peça morte acidental de um anarquista inspira-se numa história verídica: o suicídio do operário Giuseppe Pinelli, suspeito de atentado à bomba e interrogado pela polícia em 1969, vítima também da fraca integridade estrutural da janela do quarto andar de uma esquadra em Milão. É quando um Louco se infiltra no local que cai a máscara da versão oficial dos factos e se expõe um sistema em que a verdade é a maior das anedotas. Inquietantemente actual, sobretudo em tempos de fake news, esta é uma zombeteira farsa política sobre impunidade, manipulação e materiais de construção.
  • AUTORES Dario Fo e Franca Rame
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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A mosca

14,50 
A manhã estava linda e a mosca acordou muito, mas muito contente. Tinha tudo de que uma mosca precisa: o saco, o creme bronzeador, a toalha e a bola. Perfeito! E lá foi ela. Ao chegar, testou a água: estava bem morninha, como ela gosta. Primeiro uma patinha, depois a outra e a outra. Era a mosca mais feliz do mundo! De súbito, o céu escureceu e um som ensurdecedor sacudiu-lhe as asas. E ali, nas alturas, a mosca viu uma coisa terrível: um meteorito grande, colossal, malcheiroso... a dirigir-se para ela. Uma história insólita, inesperada e cheia de humor de casa de banho, que vai deixar toda a família a rir às gargalhadas!
  • AUTOR Gusti
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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A mosca

14,50 
A manhã estava linda e a mosca acordou muito, mas muito contente. Tinha tudo de que uma mosca precisa: o saco, o creme bronzeador, a toalha e a bola. Perfeito! E lá foi ela. Ao chegar, testou a água: estava bem morninha, como ela gosta. Primeiro uma patinha, depois a outra e a outra. Era a mosca mais feliz do mundo! De súbito, o céu escureceu e um som ensurdecedor sacudiu-lhe as asas. E ali, nas alturas, a mosca viu uma coisa terrível: um meteorito grande, colossal, malcheiroso... a dirigir-se para ela. Uma história insólita, inesperada e cheia de humor de casa de banho, que vai deixar toda a família a rir às gargalhadas!
  • AUTOR Gusti
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Quase iguais

15,00 
Este livro explora gestos, ações e situações em que seres humanos e animais se movem de forma semelhante. Uma viagem pelos primeiros passos de quatro bebés no mundo, acompanhada por uma melodia marcada pelas quatro cores das ilustrações e por uma sequência de palavras cheias de sonoridade e acordes que não vais conseguir evitar cantar.
  • AUTOR Neus Caamaño
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Quase iguais

15,00 
Este livro explora gestos, ações e situações em que seres humanos e animais se movem de forma semelhante. Uma viagem pelos primeiros passos de quatro bebés no mundo, acompanhada por uma melodia marcada pelas quatro cores das ilustrações e por uma sequência de palavras cheias de sonoridade e acordes que não vais conseguir evitar cantar.
  • AUTOR Neus Caamaño
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Vizinhos

17,90 
As paredes são finas, e as vidas unem-se por isso, em Vizinhos, temos quatro histórias em que o quotidiano revela o que não está logo à vista: a Solidão, a Violência, a Frustração, a Necessidade de Pertença, a Raiva ao que é Diferente. Um homem faz do barulho de uma obra um campo de batalha onde o incómodo é outro, Um ex-presidiário regressa à vida em que toda a gente sabe que matou a mulher - e tenta descobrir se ainda é possível voltar a ser quem foi. Duas velhas que já foram amigas vivem separadas por um andar, por muitos anos de silêncio e por vidas tão diferentes. Num condomínio, entre os assuntos mesquinhos do dia-a-dia, nasce um problema que é um bode expiatório. Entre humor negro, ironia e humanidade, observam-se os laços e a necessidade de os atar, enquanto se mostra que a proximidade cria os problemas que a distância sabe manter ao longe.
  • TEXTO Ana Bárbara Pedrosa
  • ILUSTRAÇÃO Nuno Saraiva
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Vizinhos

17,90 
As paredes são finas, e as vidas unem-se por isso, em Vizinhos, temos quatro histórias em que o quotidiano revela o que não está logo à vista: a Solidão, a Violência, a Frustração, a Necessidade de Pertença, a Raiva ao que é Diferente. Um homem faz do barulho de uma obra um campo de batalha onde o incómodo é outro, Um ex-presidiário regressa à vida em que toda a gente sabe que matou a mulher - e tenta descobrir se ainda é possível voltar a ser quem foi. Duas velhas que já foram amigas vivem separadas por um andar, por muitos anos de silêncio e por vidas tão diferentes. Num condomínio, entre os assuntos mesquinhos do dia-a-dia, nasce um problema que é um bode expiatório. Entre humor negro, ironia e humanidade, observam-se os laços e a necessidade de os atar, enquanto se mostra que a proximidade cria os problemas que a distância sabe manter ao longe.
  • TEXTO Ana Bárbara Pedrosa
  • ILUSTRAÇÃO Nuno Saraiva
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Olá, lua

15,00 
Adormecer é uma verdadeira aventura, porque a noite está cheia de encantos. Quando a lua cuida de nós e as estrelas se acendem, tudo pode acontecer. Diz olá à lua e começa a viagem!
  • TEXTO Mar Benegas
  • ILUSTRAÇÃO Neus Caamaño
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Olá, lua

15,00 
Adormecer é uma verdadeira aventura, porque a noite está cheia de encantos. Quando a lua cuida de nós e as estrelas se acendem, tudo pode acontecer. Diz olá à lua e começa a viagem!
  • TEXTO Mar Benegas
  • ILUSTRAÇÃO Neus Caamaño
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Boleia

14,95 
Um surfista coloca a prancha no carro e prepara-se para ir para a praia. Está muito animado e longe de imaginar o que o espera. Ao longo do caminho vai dando boleia às mais variadas personagens e a situação começa a ficar fora de controlo. Será que ele vai conseguir chegar ao seu destino? Guilherme Karsten é um autor brasileiro com livros publicados em todo o mundo, e agora, finalmente, em Portugal. Algumas das suas obras foram aclamadas pela crítica e receberam distinções internacionais, como o Prémio Jabuti, na categoria de Ilustração. Livro divertido, com narrativa cumulativa, muito do agrado das crianças. É um texto simples, com sequência, algumas repetições, que conseguem memorizar e serem eles próprios a contar. Ilustrações originais, experimentais e divertidas.
  • AUTOR Guilherme Karsten
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Boleia

14,95 
Um surfista coloca a prancha no carro e prepara-se para ir para a praia. Está muito animado e longe de imaginar o que o espera. Ao longo do caminho vai dando boleia às mais variadas personagens e a situação começa a ficar fora de controlo. Será que ele vai conseguir chegar ao seu destino? Guilherme Karsten é um autor brasileiro com livros publicados em todo o mundo, e agora, finalmente, em Portugal. Algumas das suas obras foram aclamadas pela crítica e receberam distinções internacionais, como o Prémio Jabuti, na categoria de Ilustração. Livro divertido, com narrativa cumulativa, muito do agrado das crianças. É um texto simples, com sequência, algumas repetições, que conseguem memorizar e serem eles próprios a contar. Ilustrações originais, experimentais e divertidas.
  • AUTOR Guilherme Karsten
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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