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O passado, modos de usar

14,95 
Apoiando-se em vários exemplos da história do século XX – fascismos, Shoah, colonialismo, comunismos –, Enzo Traverso analisa as linhas por que se tecem os diferentes segmentos da memória colectiva, a escrita histórica do passado e as políticas da memória.
  • AUTOR Enzo Traverso
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O passado, modos de usar

14,95 
Apoiando-se em vários exemplos da história do século XX – fascismos, Shoah, colonialismo, comunismos –, Enzo Traverso analisa as linhas por que se tecem os diferentes segmentos da memória colectiva, a escrita histórica do passado e as políticas da memória.
  • AUTOR Enzo Traverso
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Arrancados da terra

19,45 
Entre os séculos XVI e XVIII, ser judeu em Portugal e respetivas colónias significava viver sob um regime de terror permanente. A Inquisição, ou Tribunal do Santo Ofício, constituía um autêntico Estado dentro do Estado, com poderes absolutos na repressão a crimes religiosos, dos quais professar o judaísmo era um dos mais graves. Denunciados por inimigos, ou mesmo por parentes sob a coação dos inquisidores, os judeus que recusavam a conversão sumária eram submetidos a prolongadas prisões e torturas. Insistir no danado erro da apostasia levava à fogueira. Restava lhes esconderem se ou fugirem. Milhares de judeus sefarditas abandonaram Portugal e fixaram se noutros países europeus, nomeadamente na Holanda, em cuja capital se desenvolveu uma próspera colónia israelita de origem lusitana nas primeiras décadas do século XVII. A salvo da censura e da repressão, floresceu uma brilhante geração de rabinos, intelectuais e pensadores revolucionários.
  • AUTOR Lira Neto
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Arrancados da terra

19,45 
Entre os séculos XVI e XVIII, ser judeu em Portugal e respetivas colónias significava viver sob um regime de terror permanente. A Inquisição, ou Tribunal do Santo Ofício, constituía um autêntico Estado dentro do Estado, com poderes absolutos na repressão a crimes religiosos, dos quais professar o judaísmo era um dos mais graves. Denunciados por inimigos, ou mesmo por parentes sob a coação dos inquisidores, os judeus que recusavam a conversão sumária eram submetidos a prolongadas prisões e torturas. Insistir no danado erro da apostasia levava à fogueira. Restava lhes esconderem se ou fugirem. Milhares de judeus sefarditas abandonaram Portugal e fixaram se noutros países europeus, nomeadamente na Holanda, em cuja capital se desenvolveu uma próspera colónia israelita de origem lusitana nas primeiras décadas do século XVII. A salvo da censura e da repressão, floresceu uma brilhante geração de rabinos, intelectuais e pensadores revolucionários.
  • AUTOR Lira Neto
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Os pobres

16,90 
Há muitos livros sobre a pobreza: sobre as suas causas e sobre a forma de a combater. Alguns são certamente interessantes, mas não era sobre a pobreza em abstracto que a autora desejava escrever, mas sobre os pobres tais como ela os «descobrira», aos 16 anos, num bairro da lata onde as freiras do colégio que frequentava a levaram para que as meninas ricas, grupo a que pertencia, aprendessem a ser caritativas. O livro não se limita a falar dos pobres em Portugal. Outros países são referidos, tendo no final a autora concluído existirem quatro tradições no que a este problema diz respeito: a católica (Portugal), a jacobina (França), a aristocrática (Inglaterra) e a meritocrática (EUA). Apesar de baseada numa bibliografia longa, a obra tem um tom intimista, o que torna a sua leitura fascinante.
  • AUTOR Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2016
 
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Os pobres

16,90 
Há muitos livros sobre a pobreza: sobre as suas causas e sobre a forma de a combater. Alguns são certamente interessantes, mas não era sobre a pobreza em abstracto que a autora desejava escrever, mas sobre os pobres tais como ela os «descobrira», aos 16 anos, num bairro da lata onde as freiras do colégio que frequentava a levaram para que as meninas ricas, grupo a que pertencia, aprendessem a ser caritativas. O livro não se limita a falar dos pobres em Portugal. Outros países são referidos, tendo no final a autora concluído existirem quatro tradições no que a este problema diz respeito: a católica (Portugal), a jacobina (França), a aristocrática (Inglaterra) e a meritocrática (EUA). Apesar de baseada numa bibliografia longa, a obra tem um tom intimista, o que torna a sua leitura fascinante.
  • AUTOR Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2016
 
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Os ricos

16,90 
«Durante muito tempo, pensei que nada existia no mundo para além da tribo que, ainda criança, conhecera em Cascais. Alguns dos meus amigos tinham antepassados que provinham da aristocracia de corte, coisa que, na altura, ignorava. Muitos teriam pais mais ricos do que os meus, mas nunca reparei em tal facto. As festas que davam eram tão comedidas quanto as suas indumentárias. A ostentação era tida como uma possidoneira de quem havia adquirido dinheiro recentemente. Só tarde percebi que o meu estatuto era o de uma híbrida social: pertencia e não pertencia ao "grupo". Isto, que me podia ter feito sofrer, teve uma vantagem: a de poder olhar os ricos por dentro e por fora. Sem ressentimentos, nem ódios.»
  • AUTOR Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
 
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Os ricos

16,90 
«Durante muito tempo, pensei que nada existia no mundo para além da tribo que, ainda criança, conhecera em Cascais. Alguns dos meus amigos tinham antepassados que provinham da aristocracia de corte, coisa que, na altura, ignorava. Muitos teriam pais mais ricos do que os meus, mas nunca reparei em tal facto. As festas que davam eram tão comedidas quanto as suas indumentárias. A ostentação era tida como uma possidoneira de quem havia adquirido dinheiro recentemente. Só tarde percebi que o meu estatuto era o de uma híbrida social: pertencia e não pertencia ao "grupo". Isto, que me podia ter feito sofrer, teve uma vantagem: a de poder olhar os ricos por dentro e por fora. Sem ressentimentos, nem ódios.»
  • AUTOR Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
 
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Novas cartas portuguesas

24,90 
«Reescrevendo, pois, as conhecidas cartas seiscentistas da freira portuguesa, Novas Cartas Portuguesas afirma-se como um libelo contra a ideologia vigente no período pré-25 de Abril (denunciando a guerra colonial, o sistema judicial, a emigração, a violência, a situação das mulheres), revestindo-se de uma invulgar originalidade e actualidade, do ponto de vista literário e social. Comprova-o o facto de poder ser hoje lido à luz das mais recentes teorias feministas (ou emergentes dos Estudos Feministas, como a teoria queer), uma vez que resiste à catalogação ao desmantelar as fronteiras entre os géneros narrativo, poético e epistolar, empurrando os limites até pontos de fusão.» Ana Luísa Amaral in «Breve Introdução»
  • AUTOR Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa e Maria Teresa Horta
  • ANO DE EDIÇÃO 2010
 
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Novas cartas portuguesas

24,90 
«Reescrevendo, pois, as conhecidas cartas seiscentistas da freira portuguesa, Novas Cartas Portuguesas afirma-se como um libelo contra a ideologia vigente no período pré-25 de Abril (denunciando a guerra colonial, o sistema judicial, a emigração, a violência, a situação das mulheres), revestindo-se de uma invulgar originalidade e actualidade, do ponto de vista literário e social. Comprova-o o facto de poder ser hoje lido à luz das mais recentes teorias feministas (ou emergentes dos Estudos Feministas, como a teoria queer), uma vez que resiste à catalogação ao desmantelar as fronteiras entre os géneros narrativo, poético e epistolar, empurrando os limites até pontos de fusão.» Ana Luísa Amaral in «Breve Introdução»
  • AUTOR Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa e Maria Teresa Horta
  • ANO DE EDIÇÃO 2010
 
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História global de Portugal

24,90 
Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos.
  • AUTOR José Eduardo Franco, José Pedro Paiva e Carlos Fiolhais
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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História global de Portugal

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Portugal foi ponto de chegada e de partida de gentes, culturas, línguas, ideias, tendências de gosto, comportamentos, crenças, instituições, produtos que sempre foram variáveis e que aqui e nos ubíquos lugares onde chegaram imprimiram sinais de miscigenação plurimodal, que foram enriquecendo as cores do mundo, mas também provocando disrupções, violência, tantas vezes guerra, sofrimento e fenómenos de resistência. Portugal é o resultado de incontáveis dinâmicas de diálogo e de choque com outros lugares. E o mundo tem traços das mediações que os habitantes do espaço de Portugal espalharam. É esta fascinante história que aqui se pretende contar para melhor percebermos quem somos e o mundo em que vivemos.
  • AUTOR José Eduardo Franco, José Pedro Paiva e Carlos Fiolhais
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O infinito num junco

19,90 
A Invenção do livro na antiguidade e o nascer da sede dos livros. Este é um livro sobre a história dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que inventámos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espaço. É o relato do seu nascimento, da sua evolução e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 séculos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de árvore, de plástico e, agora, de plástico e luz.
  • AUTOR Irene Vallejo Moreu
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O infinito num junco

19,90 
A Invenção do livro na antiguidade e o nascer da sede dos livros. Este é um livro sobre a história dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que inventámos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espaço. É o relato do seu nascimento, da sua evolução e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 séculos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de árvore, de plástico e, agora, de plástico e luz.
  • AUTOR Irene Vallejo Moreu
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Epidemias e sociedade

35,90 
Uma análise ambiciosa ao impacto das epidemias que mostra como os surtos infecciosos de grande escala moldaram a sociedade desde a Peste Negra até ao presente. Num estilo claro e acessível, Frank M. Snowden argumenta que as doenças não se limitaram a influenciar as ciências médias e a saúde pública, mas também transformaram as artes, a religião, a história intelectual e a guerra. Esta investigação comparativa e multidisciplinar da história da medicina e da história social aborda temas como a evolução das terapêuticas, a literatura sobre a peste, a pobreza, o ambiente e a histeria coletiva. Além de fornecer uma perspetiva histórica sobre doenças como a varíola, a cólera e a tuberculose, Snowden analisa ainda a repercussões de epidemias recentes como o VIH/SIDA, o Ebola ou a SARS-COVID, ao mesmo tempo que se questiona sobre se o mundo estará preparado para a nova geração de doenças infecciosas.
  • AUTOR Frank M. Snowden
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Epidemias e sociedade

35,90 
Uma análise ambiciosa ao impacto das epidemias que mostra como os surtos infecciosos de grande escala moldaram a sociedade desde a Peste Negra até ao presente. Num estilo claro e acessível, Frank M. Snowden argumenta que as doenças não se limitaram a influenciar as ciências médias e a saúde pública, mas também transformaram as artes, a religião, a história intelectual e a guerra. Esta investigação comparativa e multidisciplinar da história da medicina e da história social aborda temas como a evolução das terapêuticas, a literatura sobre a peste, a pobreza, o ambiente e a histeria coletiva. Além de fornecer uma perspetiva histórica sobre doenças como a varíola, a cólera e a tuberculose, Snowden analisa ainda a repercussões de epidemias recentes como o VIH/SIDA, o Ebola ou a SARS-COVID, ao mesmo tempo que se questiona sobre se o mundo estará preparado para a nova geração de doenças infecciosas.
  • AUTOR Frank M. Snowden
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Três retratos: Salazar, Cunhal, Soares

18,00 
Neste livro, António Barreto faz o retrato dos três portugueses que mais influenciaram o nosso século xx. Mas não os retrata como figuras independentes, antes os combina e contrasta. Salazar, que instaurou o Estado Novo, enfrentou, a partir de dada altura, como principal dirigente da oposição política e cultural à sua ditadura Álvaro Cunhal. Mário Soares, que impulsionou o regime democrático, teve de vencer as pretensões do PCP de transformar a ruptura do 25 de Abril numa nova ditadura.
  • AUTOR António Barreto
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Três retratos: Salazar, Cunhal, Soares

18,00 
Neste livro, António Barreto faz o retrato dos três portugueses que mais influenciaram o nosso século xx. Mas não os retrata como figuras independentes, antes os combina e contrasta. Salazar, que instaurou o Estado Novo, enfrentou, a partir de dada altura, como principal dirigente da oposição política e cultural à sua ditadura Álvaro Cunhal. Mário Soares, que impulsionou o regime democrático, teve de vencer as pretensões do PCP de transformar a ruptura do 25 de Abril numa nova ditadura.
  • AUTOR António Barreto
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Uma história popular do futebol

20,00 
Este livro é um convite à descoberta do que há de subversivo no futebol e um desafio ao interesse por todas e todos aqueles que dele fizeram uma arma de emancipação. UMA HISTÓRIA POPULAR DO FUTEBOL relata-nos uma outra história do desporto-rei, desde as suas origens à actualidade. Para lá das quatro linhas da cultura futebolística dominante, aqui o esférico joga-se no campo social e político. Da Inglaterra à Palestina, do Brasil ao Egipto, da França à África do Sul, o futebol fez emergir novas formas de organização e representação, dando voz aos jovens operários de bairros pobres e aos movimentos feministas e anticoloniais, bem como às subculturas da modalidade. Escapando às lógicas mercantis, este é um futebol eminentemente popular, praticado dia a dia, na rua ou em pequenos clubes, por milhões de jogadores e jogadoras nos quatro cantos do mundo.
  • AUTOR Mickaël Correia
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Uma história popular do futebol

20,00 
Este livro é um convite à descoberta do que há de subversivo no futebol e um desafio ao interesse por todas e todos aqueles que dele fizeram uma arma de emancipação. UMA HISTÓRIA POPULAR DO FUTEBOL relata-nos uma outra história do desporto-rei, desde as suas origens à actualidade. Para lá das quatro linhas da cultura futebolística dominante, aqui o esférico joga-se no campo social e político. Da Inglaterra à Palestina, do Brasil ao Egipto, da França à África do Sul, o futebol fez emergir novas formas de organização e representação, dando voz aos jovens operários de bairros pobres e aos movimentos feministas e anticoloniais, bem como às subculturas da modalidade. Escapando às lógicas mercantis, este é um futebol eminentemente popular, praticado dia a dia, na rua ou em pequenos clubes, por milhões de jogadores e jogadoras nos quatro cantos do mundo.
  • AUTOR Mickaël Correia
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O Olhar do Outro

19,50 

Estrangeiros em Portugal: do Século XVIII ao Século XX

Ao lermos as obras escritas por viajantes, importa ter em conta a “Weltanschauung”, um termo inventado pelo filósofo alemão W. Dilthey para designar a visão do mundo que, consciente ou inconscientemente, está presente em cada um de nós. Desde meados do século xviii que a literatura de viagens se tornara um género apreciado, mas a maneira como os estrangeiros olharam o meu país tem de ser vista criticamente: não basta escolher as citações que se adequam às nossas teses. Na selecção dos testemunhos que a seguir apresento, escolhi não apenas os escritos com maior qualidade literária, mas ainda aqueles sobre cujos autores dispunha dos elementos biográficos que me permitissem entender o quadro mental que os levara a deixar os retratos que nos legaram. [Da Introdução] Giuseppe Marc’Antonio Baretti • Giuseppe Gorani • Charles François Dumouriez • Joseph Barthélemy François Carrère • W. Costigan • Marquês de Bombelles • William Beckford • Robert Southey • Carl Israel Ruders • Heinrich Friedrich Link • John, Charles e Roxanna Dabney • Laure Saint-Martin Permon • Lord Byron • William Morgan Kinsey • Lord Porchester (Carnarvon) • Joseph James Forrester • Edward Boid • Joseph Bullar • Sir William Robert Wilde • Felix Maria Vincenz Andreas von Lichnowsky • Dora Wordsworth Quillinan • Isabella de França • Oswald Crawfurd • Hans Christian Andersen • Mark Twain • Lady Jackson • Marie Rattazzi • Miguel de Unamuno • John Gibbons • Ralph Fox • Alfred Döblin • Antoine de Saint-Exupéry • Arthur Koestler • Mircea Eliade • Simone de Beauvoir • Roy Campbell • Mary McCarthy • Sybille Bedford • Christopher Hitchens • Jean-Paul Sartre • Gabriel García Márquez • Hans Magnus Enzensberger
  • AUTORA Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
  • ISBN 9789897830105
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O Olhar do Outro

19,50 

Estrangeiros em Portugal: do Século XVIII ao Século XX

Ao lermos as obras escritas por viajantes, importa ter em conta a “Weltanschauung”, um termo inventado pelo filósofo alemão W. Dilthey para designar a visão do mundo que, consciente ou inconscientemente, está presente em cada um de nós. Desde meados do século xviii que a literatura de viagens se tornara um género apreciado, mas a maneira como os estrangeiros olharam o meu país tem de ser vista criticamente: não basta escolher as citações que se adequam às nossas teses. Na selecção dos testemunhos que a seguir apresento, escolhi não apenas os escritos com maior qualidade literária, mas ainda aqueles sobre cujos autores dispunha dos elementos biográficos que me permitissem entender o quadro mental que os levara a deixar os retratos que nos legaram. [Da Introdução] Giuseppe Marc’Antonio Baretti • Giuseppe Gorani • Charles François Dumouriez • Joseph Barthélemy François Carrère • W. Costigan • Marquês de Bombelles • William Beckford • Robert Southey • Carl Israel Ruders • Heinrich Friedrich Link • John, Charles e Roxanna Dabney • Laure Saint-Martin Permon • Lord Byron • William Morgan Kinsey • Lord Porchester (Carnarvon) • Joseph James Forrester • Edward Boid • Joseph Bullar • Sir William Robert Wilde • Felix Maria Vincenz Andreas von Lichnowsky • Dora Wordsworth Quillinan • Isabella de França • Oswald Crawfurd • Hans Christian Andersen • Mark Twain • Lady Jackson • Marie Rattazzi • Miguel de Unamuno • John Gibbons • Ralph Fox • Alfred Döblin • Antoine de Saint-Exupéry • Arthur Koestler • Mircea Eliade • Simone de Beauvoir • Roy Campbell • Mary McCarthy • Sybille Bedford • Christopher Hitchens • Jean-Paul Sartre • Gabriel García Márquez • Hans Magnus Enzensberger
  • AUTORA Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
  • ISBN 9789897830105
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