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Uma história da leitura

24,90 
Há sempre um momento, mesmo que difuso, em que cada um de nós olha para a página de um livro e começa a entender o que está lá escrito. Esse momento fundador, que equivale à abertura de um imenso universo de possibilidades, transforma-nos naquela entidade sem a qual os livros seriam apenas objectos sem significado - um leitor. De tábuas de barro ao papel, de códigos complexos a um simples scroll down, cada leitor entra, com a sua perspectiva própria, numa cadeia com mais de seis mil anos. A leitura é uma imensa experiência que Alberto Manguel, ensaísta conceituado e bibliófilo apaixonado, apresenta aqui desde tempos antigos, em que um grão-vizir da Pérsia carregava a sua biblioteca para todo o lado em quatro camelos, até aos dias de hoje, mostrando como a leitura pode ser sedução, rebelião, obsessão, alegria, liberdade e muito mais.
  • AUTOR Alberto Manguel
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Uma história da leitura

24,90 
Há sempre um momento, mesmo que difuso, em que cada um de nós olha para a página de um livro e começa a entender o que está lá escrito. Esse momento fundador, que equivale à abertura de um imenso universo de possibilidades, transforma-nos naquela entidade sem a qual os livros seriam apenas objectos sem significado - um leitor. De tábuas de barro ao papel, de códigos complexos a um simples scroll down, cada leitor entra, com a sua perspectiva própria, numa cadeia com mais de seis mil anos. A leitura é uma imensa experiência que Alberto Manguel, ensaísta conceituado e bibliófilo apaixonado, apresenta aqui desde tempos antigos, em que um grão-vizir da Pérsia carregava a sua biblioteca para todo o lado em quatro camelos, até aos dias de hoje, mostrando como a leitura pode ser sedução, rebelião, obsessão, alegria, liberdade e muito mais.
  • AUTOR Alberto Manguel
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Desobediência civil

15,00 
Sempre que os juristas tentam justificar a desobediência civil com fundamentos morais e legais constroem a sua argumentação sobre a imagem ou do objetor de consciência ou do homem que testa a constitucionalidade de um texto legal. O problema é que a situação do participante na desobediência civil não tem qualquer analogia com nenhum deles pela simples razão de que ele não existe nunca como indivíduo isolado; só pode funcionar e sobreviver como membro de um grupo. Isto raramente é admitido e, mesmo nas raras circunstâncias em que o é, só marginalmente é mencionado; a desobediência civil praticada por um indivíduo isolado não tem probabilidade de ter muito efeito. O indivíduo será olhado como um excêntrico mais interessante de observar do que de suprimir. A desobediência civil significativa, portanto, será praticada por um certo número de pessoas que têm uma comunidade de interesses.
  • AUTOR Hannah Arendt
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Desobediência civil

15,00 
Sempre que os juristas tentam justificar a desobediência civil com fundamentos morais e legais constroem a sua argumentação sobre a imagem ou do objetor de consciência ou do homem que testa a constitucionalidade de um texto legal. O problema é que a situação do participante na desobediência civil não tem qualquer analogia com nenhum deles pela simples razão de que ele não existe nunca como indivíduo isolado; só pode funcionar e sobreviver como membro de um grupo. Isto raramente é admitido e, mesmo nas raras circunstâncias em que o é, só marginalmente é mencionado; a desobediência civil praticada por um indivíduo isolado não tem probabilidade de ter muito efeito. O indivíduo será olhado como um excêntrico mais interessante de observar do que de suprimir. A desobediência civil significativa, portanto, será praticada por um certo número de pessoas que têm uma comunidade de interesses.
  • AUTOR Hannah Arendt
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Ensaios – George Orwell

25,30 
O Orwell ensaísta que o público português conhece é essencialmente o Orwell político. Sem descurar essa dimensão incontornável do autor, a presente coletânea pretende dar a conhecer várias das suas outras facetas que frequentemente ficam esquecidas ou são menosprezada. Assim, a coletânea inclui ensaios sobre o policial, a literatura infantojuvenil e outras manifestações da cultura de massas, bem como outros sobre a natureza, o imperialismo e as questões identitárias.
  • AUTOR George Orwell
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Ensaios – George Orwell

25,30 
O Orwell ensaísta que o público português conhece é essencialmente o Orwell político. Sem descurar essa dimensão incontornável do autor, a presente coletânea pretende dar a conhecer várias das suas outras facetas que frequentemente ficam esquecidas ou são menosprezada. Assim, a coletânea inclui ensaios sobre o policial, a literatura infantojuvenil e outras manifestações da cultura de massas, bem como outros sobre a natureza, o imperialismo e as questões identitárias.
  • AUTOR George Orwell
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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O meu país

19,00 
Foi ao escrever este livro que compreendi serem o nacionalismo e o patriotismo coisas diferentes: o primeiro é inseparável do desejo de poder, enquanto o segundo é meramente defensivo. O facto de a minha pátria ser Portugal não me leva a pensar que seja a melhor do mundo: reconheço tão-só que foi aqui que nasci, foi aqui que cresci, foi aqui que tive ‑lhos e netos. E agora, que me foge a curta vida, gosto mais dela porque finalmente me deu a oportunidade de pensar, falar e escrever livremente.
  • AUTOR Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O meu país

19,00 
Foi ao escrever este livro que compreendi serem o nacionalismo e o patriotismo coisas diferentes: o primeiro é inseparável do desejo de poder, enquanto o segundo é meramente defensivo. O facto de a minha pátria ser Portugal não me leva a pensar que seja a melhor do mundo: reconheço tão-só que foi aqui que nasci, foi aqui que cresci, foi aqui que tive ‑lhos e netos. E agora, que me foge a curta vida, gosto mais dela porque finalmente me deu a oportunidade de pensar, falar e escrever livremente.
  • AUTOR Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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A pandemia que abalou o mundo

16,00 
Nenhum coronavírus nos pode tirar isto. Há, pois, esperança de que o distanciamento físico venha inclusivamente a reforçar a intensidade do elo que nos liga aos outros. Só agora, que tenho de evitar muitos daqueles que me são próximos, é que sinto plenamente a sua presença, a importância que têm para mim. Aqui chegados, já estou a ouvir uma gargalhada cínica: está bem, talvez experienciemos esses momentos de proximidade espiritual, mas como é que isso nos vai ajudar a lidar com a catástrofe atual? Tiraremos daí alguma lição?
  • AUTOR Slavoj Zizek
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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A pandemia que abalou o mundo

16,00 
Nenhum coronavírus nos pode tirar isto. Há, pois, esperança de que o distanciamento físico venha inclusivamente a reforçar a intensidade do elo que nos liga aos outros. Só agora, que tenho de evitar muitos daqueles que me são próximos, é que sinto plenamente a sua presença, a importância que têm para mim. Aqui chegados, já estou a ouvir uma gargalhada cínica: está bem, talvez experienciemos esses momentos de proximidade espiritual, mas como é que isso nos vai ajudar a lidar com a catástrofe atual? Tiraremos daí alguma lição?
  • AUTOR Slavoj Zizek
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Do desaparecimento dos rituais

16,00 
Rituais são ações simbólicas que permitem criar uma comunidade e que, no limite, podem dispensar a comunicação verbal, como é o caso da cerimónia do chá japonesa. Sem pretensões a transmitir conteúdos significativos, permitem que uma coletividade os reconheça como sinais da sua própria identidade. No entanto, nas atuais sociedades caracterizadas pelo individualismo narcísico e o culto da autenticidade, afirma-se uma comunicação sem comunidade, com o abandono desses rituais sociais que pautavam a vida, do nascimento à morte, através de cerimónias iniciáticas de celebração e passagem. Nos nossos dias de informação instantânea através das redes sociais, a fluidez da comunicação é um imperativo e os rituais são percebidos como algo de antiquado, de prescindível, e até como um obstáculo à produção em série.
  • AUTOR Byung-Chul Han
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Do desaparecimento dos rituais

16,00 
Rituais são ações simbólicas que permitem criar uma comunidade e que, no limite, podem dispensar a comunicação verbal, como é o caso da cerimónia do chá japonesa. Sem pretensões a transmitir conteúdos significativos, permitem que uma coletividade os reconheça como sinais da sua própria identidade. No entanto, nas atuais sociedades caracterizadas pelo individualismo narcísico e o culto da autenticidade, afirma-se uma comunicação sem comunidade, com o abandono desses rituais sociais que pautavam a vida, do nascimento à morte, através de cerimónias iniciáticas de celebração e passagem. Nos nossos dias de informação instantânea através das redes sociais, a fluidez da comunicação é um imperativo e os rituais são percebidos como algo de antiquado, de prescindível, e até como um obstáculo à produção em série.
  • AUTOR Byung-Chul Han
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Três retratos: Salazar, Cunhal, Soares

18,00 
Neste livro, António Barreto faz o retrato dos três portugueses que mais influenciaram o nosso século xx. Mas não os retrata como figuras independentes, antes os combina e contrasta. Salazar, que instaurou o Estado Novo, enfrentou, a partir de dada altura, como principal dirigente da oposição política e cultural à sua ditadura Álvaro Cunhal. Mário Soares, que impulsionou o regime democrático, teve de vencer as pretensões do PCP de transformar a ruptura do 25 de Abril numa nova ditadura.
  • AUTOR António Barreto
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Três retratos: Salazar, Cunhal, Soares

18,00 
Neste livro, António Barreto faz o retrato dos três portugueses que mais influenciaram o nosso século xx. Mas não os retrata como figuras independentes, antes os combina e contrasta. Salazar, que instaurou o Estado Novo, enfrentou, a partir de dada altura, como principal dirigente da oposição política e cultural à sua ditadura Álvaro Cunhal. Mário Soares, que impulsionou o regime democrático, teve de vencer as pretensões do PCP de transformar a ruptura do 25 de Abril numa nova ditadura.
  • AUTOR António Barreto
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Ensaio sobre o dia conseguido

15,00 
Quem viveu já um dia conseguido? À partida, a maioria não hesitará talvez em afirmá-lo. Será, pois, necessário continuar a perguntar. Queres dizer “conseguido” ou apenas “belo”? É de um dia “conseguido” que falas, ou de um — igualmente raro, é verdade — “despreocupado”? É para ti um dia que decorreu sem problemas já um dia conseguido? Vês alguma diferença entre um dia feliz e o conseguido?
  • AUTOR Peter Handke
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Ensaio sobre o dia conseguido

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Quem viveu já um dia conseguido? À partida, a maioria não hesitará talvez em afirmá-lo. Será, pois, necessário continuar a perguntar. Queres dizer “conseguido” ou apenas “belo”? É de um dia “conseguido” que falas, ou de um — igualmente raro, é verdade — “despreocupado”? É para ti um dia que decorreu sem problemas já um dia conseguido? Vês alguma diferença entre um dia feliz e o conseguido?
  • AUTOR Peter Handke
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O tempo, esse grande escultor

17,50 
No dia em que uma estátua é acabada, começa, de certo modo, a sua vida. Fechou-se a primeira fase, em que, pela mão do escultor, ela passou de bloco a forma humana; numa outra fase, ao correr dos séculos, irão alternar-se a adoração, a admiração, o amor, o desprezo ou a indiferença, em graus sucessivos de erosão e desgaste, até chegar, pouco a pouco, ao estado de mineral informe a que o seu escultor a tinha arrancado. Já não temos hoje, todos o sabemos, uma única estátua grega tal como a conheceram os seus contemporâneos.
  • AUTOR Marguerite Yourcenar
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O tempo, esse grande escultor

17,50 
No dia em que uma estátua é acabada, começa, de certo modo, a sua vida. Fechou-se a primeira fase, em que, pela mão do escultor, ela passou de bloco a forma humana; numa outra fase, ao correr dos séculos, irão alternar-se a adoração, a admiração, o amor, o desprezo ou a indiferença, em graus sucessivos de erosão e desgaste, até chegar, pouco a pouco, ao estado de mineral informe a que o seu escultor a tinha arrancado. Já não temos hoje, todos o sabemos, uma única estátua grega tal como a conheceram os seus contemporâneos.
  • AUTOR Marguerite Yourcenar
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Revisitar os clássicos

18,00 
Conjunto de brevíssimos e brilhantes ensaios publicados originalmente entre 1965 e 1969 na revista literária norte-americana Saturday Review, Revisitar os Clássicos (1969) reúne sessenta obras que são, para o autor, «documentos básicos da história da imaginação». Do Oriente ao Ocidente, do berço das civilizações a tempos recentes, a singular leitura de Kenneth Rexroth tanto passa em revista a Ilíada, a Odisseia ou A Epopeia de Gilgamesh, como se debruça sobre a poesia japonesa clássica, Dom Quixote ou os ensaios de Montaigne, sem esquecer os contributos de Flaubert, Rimbaud, Twain ou Tchékhov. Numa linguagem simples e descomprometida — desvelando elos imprevistos entre Fielding e Confúcio, Tristram Shandy e o budismo, peças de Shakespeare e epopeias finlandesas —, esta visita guiada aos testemunhos escritos da «nobreza e vulgaridade do coração humano» reinventa a definição de clássico e inspira-nos a sermos melhores leitores.
  • AUTOR Kenneth Rexroth
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Revisitar os clássicos

18,00 
Conjunto de brevíssimos e brilhantes ensaios publicados originalmente entre 1965 e 1969 na revista literária norte-americana Saturday Review, Revisitar os Clássicos (1969) reúne sessenta obras que são, para o autor, «documentos básicos da história da imaginação». Do Oriente ao Ocidente, do berço das civilizações a tempos recentes, a singular leitura de Kenneth Rexroth tanto passa em revista a Ilíada, a Odisseia ou A Epopeia de Gilgamesh, como se debruça sobre a poesia japonesa clássica, Dom Quixote ou os ensaios de Montaigne, sem esquecer os contributos de Flaubert, Rimbaud, Twain ou Tchékhov. Numa linguagem simples e descomprometida — desvelando elos imprevistos entre Fielding e Confúcio, Tristram Shandy e o budismo, peças de Shakespeare e epopeias finlandesas —, esta visita guiada aos testemunhos escritos da «nobreza e vulgaridade do coração humano» reinventa a definição de clássico e inspira-nos a sermos melhores leitores.
  • AUTOR Kenneth Rexroth
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Porquê olhar os animais?

15,00 
Os animais são sempre os observados. O facto de poderem observar‑nos perdeu qualquer significado. O que deles sabemos é um indicador do nosso poder, e portanto um indicador do que deles nos separa. Esta recolha de ensaios, escritos entre 1971 e 2001, retrata a degradação da nossa relação com a natureza na era do consumismo moderno – e, em particular, a redução dos animais (outrora no centro da existência humana) à categoria de espectáculo, companhia ou produto de consumo. O ensaio que dá nome ao livro descreve o tortuoso percurso do animal: de divindade espiritual e musa inspiradora na arte primitiva a, hoje em dia, fonte de entretenimento, confinado a circos e jardins zoológicos, tornado «monumento vivo da sua própria desaparição».
  • AUTOR John Berger
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Porquê olhar os animais?

15,00 
Os animais são sempre os observados. O facto de poderem observar‑nos perdeu qualquer significado. O que deles sabemos é um indicador do nosso poder, e portanto um indicador do que deles nos separa. Esta recolha de ensaios, escritos entre 1971 e 2001, retrata a degradação da nossa relação com a natureza na era do consumismo moderno – e, em particular, a redução dos animais (outrora no centro da existência humana) à categoria de espectáculo, companhia ou produto de consumo. O ensaio que dá nome ao livro descreve o tortuoso percurso do animal: de divindade espiritual e musa inspiradora na arte primitiva a, hoje em dia, fonte de entretenimento, confinado a circos e jardins zoológicos, tornado «monumento vivo da sua própria desaparição».
  • AUTOR John Berger
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Calibã e a bruxa

22,00 
Calibã e a Bruxa, ensaio centrado na transição do feudalismo para o capitalismo e na concomitante caça às bruxas e expansão colonial, descreve-nos uma longa história de exploração e resistência. A partir de uma vasta pesquisa iconográfica e documental, Silvia Federici revela como o despontar do capitalismo exigiu um ataque genocida às mulheres, a aniquilação das revoltas camponesas, o tráfico de escravos e a expropriação de terras e saberes comuns. Uma obra incontornável, dedicada aos corpos rebeldes dos subalternos — aqui personificados pelas figuras de Calibã e da Bruxa —, cujas vozes continuam a ressoar nos protestos contra a violência original ainda em curso.
  • AUTOR Silvia Federici
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Calibã e a bruxa

22,00 
Calibã e a Bruxa, ensaio centrado na transição do feudalismo para o capitalismo e na concomitante caça às bruxas e expansão colonial, descreve-nos uma longa história de exploração e resistência. A partir de uma vasta pesquisa iconográfica e documental, Silvia Federici revela como o despontar do capitalismo exigiu um ataque genocida às mulheres, a aniquilação das revoltas camponesas, o tráfico de escravos e a expropriação de terras e saberes comuns. Uma obra incontornável, dedicada aos corpos rebeldes dos subalternos — aqui personificados pelas figuras de Calibã e da Bruxa —, cujas vozes continuam a ressoar nos protestos contra a violência original ainda em curso.
  • AUTOR Silvia Federici
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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