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Peregrinação em Tinker Creek

17,50 
Peregrinação em Tinker Creek - amiúde comparado a Walden - narra um ano de caminhadas solitárias de Annie Dillard nas margens de um regato na Virgínia. Ao sabor das estações, descobrimos uma vida fervilhante e sublime tantas vezes menosprezada: a natureza em todo o seu esplendor, complexidade e violência. A solidão dos caribus no Árctico, a migração de borboletas-monarcas ou a hipnótica beleza de uma gota de água vista ao microscópio dialogam com a ciência, a arte e o transcendental, entre notas esparsas de fino humor sob um céu estrelado. Livro que confirmou a autora como referência da nature writing, Peregrinação em Tinker Creek é um exercício de humildade que nos ensina a ver além da enganosa lisura do mundo que, a par das outras espécies, habitamos.
  • AUTOR Annie Dillard
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Peregrinação em Tinker Creek

17,50 
Peregrinação em Tinker Creek - amiúde comparado a Walden - narra um ano de caminhadas solitárias de Annie Dillard nas margens de um regato na Virgínia. Ao sabor das estações, descobrimos uma vida fervilhante e sublime tantas vezes menosprezada: a natureza em todo o seu esplendor, complexidade e violência. A solidão dos caribus no Árctico, a migração de borboletas-monarcas ou a hipnótica beleza de uma gota de água vista ao microscópio dialogam com a ciência, a arte e o transcendental, entre notas esparsas de fino humor sob um céu estrelado. Livro que confirmou a autora como referência da nature writing, Peregrinação em Tinker Creek é um exercício de humildade que nos ensina a ver além da enganosa lisura do mundo que, a par das outras espécies, habitamos.
  • AUTOR Annie Dillard
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Carta sobre o comércio dos livros

8,85 
Escrito a pedido de uma guilda de editores parisienses contra as tenazes apertadas do Estado em desfavor da promoção da cultura, o grande filósofo iluminista Denis Diderot deixou-nos esta bela defesa do livro, dos livreiros e da importância de uma comunidade de leitores robusta.
  • AUTOR Denis Diderot
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Carta sobre o comércio dos livros

8,85 
Escrito a pedido de uma guilda de editores parisienses contra as tenazes apertadas do Estado em desfavor da promoção da cultura, o grande filósofo iluminista Denis Diderot deixou-nos esta bela defesa do livro, dos livreiros e da importância de uma comunidade de leitores robusta.
  • AUTOR Denis Diderot
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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O governo da máquina

10,00 
Em 1925, a pedido da revista La Revue de France, Paul Valéry escreveu um artigo no qual expunha as suas reflexões sobre uma possível crise da inteligência numa sociedade cada vez mais mecanizada e orientada para a toda-poderosa ciência. O presente ensaio é o resultado dessa reflexão premonitória. Um século mais tarde, a revolução digital é já imparável e anuncia-se o império da inteligência artificial. O GOVERNO DA MÁQUINA é de uma assombrosa actualidade.
  • AUTOR Paul Valéry
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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O governo da máquina

10,00 
Em 1925, a pedido da revista La Revue de France, Paul Valéry escreveu um artigo no qual expunha as suas reflexões sobre uma possível crise da inteligência numa sociedade cada vez mais mecanizada e orientada para a toda-poderosa ciência. O presente ensaio é o resultado dessa reflexão premonitória. Um século mais tarde, a revolução digital é já imparável e anuncia-se o império da inteligência artificial. O GOVERNO DA MÁQUINA é de uma assombrosa actualidade.
  • AUTOR Paul Valéry
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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O Terceiro Reich do Sonho

18,00 
Quando Hitler chegou ao poder, em 1933, Beradt iniciou em segredo uma audaciosa pesquisa: entrevistou cidadãos alemães para coligir os seus sonhos relacionados com as mudanças políticas no país e a difusão da ideologia e do terror nazis. Esse trabalho, que durou até 1939, só veio à luz em 1966, neste livro, em que os sonhos ajudam a «interpretar a estrutura de uma realidade em vias de se transformar em pesadelo». Posfácio de Barbara Hahn
  • AUTOR Charlotte Beradt
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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O Terceiro Reich do Sonho

18,00 
Quando Hitler chegou ao poder, em 1933, Beradt iniciou em segredo uma audaciosa pesquisa: entrevistou cidadãos alemães para coligir os seus sonhos relacionados com as mudanças políticas no país e a difusão da ideologia e do terror nazis. Esse trabalho, que durou até 1939, só veio à luz em 1966, neste livro, em que os sonhos ajudam a «interpretar a estrutura de uma realidade em vias de se transformar em pesadelo». Posfácio de Barbara Hahn
  • AUTOR Charlotte Beradt
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A escravatura dos nossos tempos

14,00 
Crítica feroz das formas de exploração que se seguiram à abolição da servidão e da escravatura, A Escravatura dos Nossos Tempos (1900) conserva toda a sua pertinência e actualidade. Lev Tolstói questiona a natureza das leis e das instituições governamentais, para afirmar que a opressão do povo assenta na violência exercida por aqueles que o governam. Fazendo uma análise das estruturas de poder que subjugam a maioria em benefício de uma minoria, o escritor russo rejeita as ideias socialistas que apelam à revolução por métodos violentos e incita à desobediência como meio de resistência à escravização moderna.
  • AUTOR Lev Tolstói
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A escravatura dos nossos tempos

14,00 
Crítica feroz das formas de exploração que se seguiram à abolição da servidão e da escravatura, A Escravatura dos Nossos Tempos (1900) conserva toda a sua pertinência e actualidade. Lev Tolstói questiona a natureza das leis e das instituições governamentais, para afirmar que a opressão do povo assenta na violência exercida por aqueles que o governam. Fazendo uma análise das estruturas de poder que subjugam a maioria em benefício de uma minoria, o escritor russo rejeita as ideias socialistas que apelam à revolução por métodos violentos e incita à desobediência como meio de resistência à escravização moderna.
  • AUTOR Lev Tolstói
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Tudo do amor

18,00 
Tudo do Amor, ensaio marcadamente pessoal e uma das obras mais populares de bell hooks, indaga o significado do amor na cultura ocidental, empenhando-se em desconstruir lugares-comuns e representações que mascaram relações de poder e de dominação. Contrariando o pensamento corrente, que tantas vezes julga o amor como fraqueza ou atributo do que não é racional, bell hooks defende que, mais do que um sentimento, o amor é uma acção poderosa, capaz de transformar o cinismo, o materialismo e a ganância que norteiam as sociedades contemporâneas. Tudo do Amor propõe uma outra visão do mundo sob uma nova ética amorosa, determinada a edificar uma sociedade verdadeiramente igualitária, honesta e comprometida com o bem-estar colectivo.
  • AUTOR Bell Hooks
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Tudo do amor

18,00 
Tudo do Amor, ensaio marcadamente pessoal e uma das obras mais populares de bell hooks, indaga o significado do amor na cultura ocidental, empenhando-se em desconstruir lugares-comuns e representações que mascaram relações de poder e de dominação. Contrariando o pensamento corrente, que tantas vezes julga o amor como fraqueza ou atributo do que não é racional, bell hooks defende que, mais do que um sentimento, o amor é uma acção poderosa, capaz de transformar o cinismo, o materialismo e a ganância que norteiam as sociedades contemporâneas. Tudo do Amor propõe uma outra visão do mundo sob uma nova ética amorosa, determinada a edificar uma sociedade verdadeiramente igualitária, honesta e comprometida com o bem-estar colectivo.
  • AUTOR Bell Hooks
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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A Indústria do Holocausto

16,00 
Nesta obra iconoclasta e polémica, Norman G. Finkelstein analisa a exploração da memória do holocausto nazi como arma ideológica, ao serviço de interesses políticos e económicos, pelas elites judaicas norte-americanas. A Indústria do Holocausto (2000) traça a génese de uma imunidade que exime o Estado de Israel - um trunfo estratégico dos EUA depois da Guerra dos Seis Dias - de qualquer censura e lhe permite justificar expedientes ofensivos como legítima defesa. Este ensaio essencial sobre a instrumentalização e monopolização de uma tragédia - eclipsando outras vítimas do genocídio nazi - denuncia ainda a perturbadora questão do aproveitamento das compensações financeiras devidas aos sobreviventes.
  • AUTOR Norman G. Finkelstein
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A Indústria do Holocausto

16,00 
Nesta obra iconoclasta e polémica, Norman G. Finkelstein analisa a exploração da memória do holocausto nazi como arma ideológica, ao serviço de interesses políticos e económicos, pelas elites judaicas norte-americanas. A Indústria do Holocausto (2000) traça a génese de uma imunidade que exime o Estado de Israel - um trunfo estratégico dos EUA depois da Guerra dos Seis Dias - de qualquer censura e lhe permite justificar expedientes ofensivos como legítima defesa. Este ensaio essencial sobre a instrumentalização e monopolização de uma tragédia - eclipsando outras vítimas do genocídio nazi - denuncia ainda a perturbadora questão do aproveitamento das compensações financeiras devidas aos sobreviventes.
  • AUTOR Norman G. Finkelstein
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Morte e democracia

20,00 
A morte traça uma fronteira-limite do pensamento. Para lá dela, nada há a experienciar ou a pensar. Fractura radical, deixa-nos à beira de um impensável abismo. Para o transpor, inventámos a transcendência e a imortalidade. E com elas surgiram as teocracias, as realezas mágicas e os regimes políticos que criaram as maiores desigualdades e injustiças. A democracia nasceu destituindo a transcendência religiosa do seu estatuto fundador da ordem política. E a imanência trará consigo, em princípio, uma possibilidade de igualdade e de justiça. Porque não deixam as democracias modernas de abrir a porta aos poderes autocráticos neofascistas? Certos resíduos da antiga transcendência parecem permanecer nas estruturas jurídico-políticas e nos mínimos gestos da cidadania democrática. Como fazer para os ultrapassar? Poder-se-á conceber um sistema democrático plenamente imanente que impeça a crença na imortalidade da alma de perverter a acção política? Que aconteceria então aos mortos, que celebramos e veneramos, que sustentam as nossas vidas? Deixariam as suas memórias de nos confortar e os seus espectros e fantasmas de nos assombrar e inquietar? Podem as nossas decisões em vida ser influenciadas pelo destino que damos aos mortos?
  • AUTOR José Gil
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Morte e democracia

20,00 
A morte traça uma fronteira-limite do pensamento. Para lá dela, nada há a experienciar ou a pensar. Fractura radical, deixa-nos à beira de um impensável abismo. Para o transpor, inventámos a transcendência e a imortalidade. E com elas surgiram as teocracias, as realezas mágicas e os regimes políticos que criaram as maiores desigualdades e injustiças. A democracia nasceu destituindo a transcendência religiosa do seu estatuto fundador da ordem política. E a imanência trará consigo, em princípio, uma possibilidade de igualdade e de justiça. Porque não deixam as democracias modernas de abrir a porta aos poderes autocráticos neofascistas? Certos resíduos da antiga transcendência parecem permanecer nas estruturas jurídico-políticas e nos mínimos gestos da cidadania democrática. Como fazer para os ultrapassar? Poder-se-á conceber um sistema democrático plenamente imanente que impeça a crença na imortalidade da alma de perverter a acção política? Que aconteceria então aos mortos, que celebramos e veneramos, que sustentam as nossas vidas? Deixariam as suas memórias de nos confortar e os seus espectros e fantasmas de nos assombrar e inquietar? Podem as nossas decisões em vida ser influenciadas pelo destino que damos aos mortos?
  • AUTOR José Gil
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Irmã Marginal | Sister Outsider

18,00 
Irmã Marginal, obra canónica dos estudos feministas, reúne —entre ensaios, discursos, cartas e entrevistas —alguns dos textos mais significativos de Audre Lorde, de 1976 a 1984. Profundamente enraizada na experiência de viver à margem de uma «norma mítica» branca, magra, masculina, jovem e heterossexual, Irmã Marginal centra-se na ressignificação da noção de diferença, não como algo a tolerar, mas a reconhecer plenamente enquanto força humana dinâmica, criativa e enriquecedora. Ao expressar esta diferença articulando ascategorias de raça, classe, idade, género e sexualidade, Lorde instiga-nos a quebrar silêncios, transformando-os em linguagem e acção. Deixa uma marca profunda no pensamento feminista e um legado hoje mais relevante que nunca, servindo-se da potência que há na raiva, do poder do erotismo e da poesia como território de resistência.
  • AUTOR Audre Lorde
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Irmã Marginal | Sister Outsider

18,00 
Irmã Marginal, obra canónica dos estudos feministas, reúne —entre ensaios, discursos, cartas e entrevistas —alguns dos textos mais significativos de Audre Lorde, de 1976 a 1984. Profundamente enraizada na experiência de viver à margem de uma «norma mítica» branca, magra, masculina, jovem e heterossexual, Irmã Marginal centra-se na ressignificação da noção de diferença, não como algo a tolerar, mas a reconhecer plenamente enquanto força humana dinâmica, criativa e enriquecedora. Ao expressar esta diferença articulando ascategorias de raça, classe, idade, género e sexualidade, Lorde instiga-nos a quebrar silêncios, transformando-os em linguagem e acção. Deixa uma marca profunda no pensamento feminista e um legado hoje mais relevante que nunca, servindo-se da potência que há na raiva, do poder do erotismo e da poesia como território de resistência.
  • AUTOR Audre Lorde
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Sobre a essência do dinheiro

14,00 
No seguimento da publicação de A Essência do Cristianismo (1841), por Ludwig Feuerbach, Moses Hess escreve Sobre a Essência do Dinheiro (1845), a primeira tentativa de transposição do conceito feuerbachiano da alienação religiosa para as esferas da vida social e económica: o que Deus é no mundo das ideias, o dinheiro é no mundo real da sociedade moderna, ambos projecções dos próprios poderes e actividades sociais dos seres humanos. Com um espírito de indignação e uma linguagem tão filosófica quanto alegórica, Hess procura mostrar o dinheiro como o ponto culminante de uma longa história da alienação humana, um Além terreno, tornado substância de todas as aspirações sociais e baseado na lógica predatória da livre concorrência, no egoísmo, na propriedade privada e na venda voluntária de si mesmo. Um texto injustamente esquecido, com intuições fulgurantes que antecipam temas do que viria a ser a crítica da economia política de Karl Marx.
  • AUTOR Moses Hess
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Sobre a essência do dinheiro

14,00 
No seguimento da publicação de A Essência do Cristianismo (1841), por Ludwig Feuerbach, Moses Hess escreve Sobre a Essência do Dinheiro (1845), a primeira tentativa de transposição do conceito feuerbachiano da alienação religiosa para as esferas da vida social e económica: o que Deus é no mundo das ideias, o dinheiro é no mundo real da sociedade moderna, ambos projecções dos próprios poderes e actividades sociais dos seres humanos. Com um espírito de indignação e uma linguagem tão filosófica quanto alegórica, Hess procura mostrar o dinheiro como o ponto culminante de uma longa história da alienação humana, um Além terreno, tornado substância de todas as aspirações sociais e baseado na lógica predatória da livre concorrência, no egoísmo, na propriedade privada e na venda voluntária de si mesmo. Um texto injustamente esquecido, com intuições fulgurantes que antecipam temas do que viria a ser a crítica da economia política de Karl Marx.
  • AUTOR Moses Hess
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Ensinar uma pedra a falar

16,00 
Ensinar uma Pedra a Falar (1982) reúne catorze ensaios autobiográficos que nos levam a locais remotos do planeta: rumo ao gelo do Árctico (Uma expedição ao Pólo), à vida à beira-rio nos confins da selva equatoriana, entre tartarugas e leões-marinhos nas Galápagos (Vida nas Rochas) e eclipses solares. Oscilando entre a inefável grandiosidade do intocado, a resignação pelo destino de um veado capturado (O Veado em Providencia) e o milagre da troca de olhares com uma doninha no campo (Viver como Doninhas), Annie Dillard capta habilmente momentos tão fugazes como clarividentes, revelando os em todo o seu assombro. Habitadas por Emerson, Thoreau e Dickinson, destas páginas irrompem divagações filosóficas sobre o inexorável movimento do tempo, reflexões sobre a admiração que a natureza nos inspira e que a civilização teima em apagar, formulando uma filosofia do olhar e da liberdade.
  • AUTOR Annie Dillard
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Ensinar uma pedra a falar

16,00 
Ensinar uma Pedra a Falar (1982) reúne catorze ensaios autobiográficos que nos levam a locais remotos do planeta: rumo ao gelo do Árctico (Uma expedição ao Pólo), à vida à beira-rio nos confins da selva equatoriana, entre tartarugas e leões-marinhos nas Galápagos (Vida nas Rochas) e eclipses solares. Oscilando entre a inefável grandiosidade do intocado, a resignação pelo destino de um veado capturado (O Veado em Providencia) e o milagre da troca de olhares com uma doninha no campo (Viver como Doninhas), Annie Dillard capta habilmente momentos tão fugazes como clarividentes, revelando os em todo o seu assombro. Habitadas por Emerson, Thoreau e Dickinson, destas páginas irrompem divagações filosóficas sobre o inexorável movimento do tempo, reflexões sobre a admiração que a natureza nos inspira e que a civilização teima em apagar, formulando uma filosofia do olhar e da liberdade.
  • AUTOR Annie Dillard
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Novo iluminismo radical

10,00 
Novo Iluminismo Radical propõe um olhar crítico e uma atitude combativa face à credulidade do nosso tempo. Perante os discursos catastrofistas e solucionistas que dominam as narrativas e uniformizam as linguagens, Marina Garcés interpela-nos: «E se nos atrevêssemos a pensar, novamente, na relação entre saber e emancipação?» Ao defender a capacidade de nos auto educarmos, relança a confiança na natureza humana para afirmar a sua liberdade e construir, em conjunto, um mundo mais habitável e mais justo. Uma aposta crítica na emancipação, que precisa de ser novamente explorada.
  • AUTOR Marina Garcés
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Novo iluminismo radical

10,00 
Novo Iluminismo Radical propõe um olhar crítico e uma atitude combativa face à credulidade do nosso tempo. Perante os discursos catastrofistas e solucionistas que dominam as narrativas e uniformizam as linguagens, Marina Garcés interpela-nos: «E se nos atrevêssemos a pensar, novamente, na relação entre saber e emancipação?» Ao defender a capacidade de nos auto educarmos, relança a confiança na natureza humana para afirmar a sua liberdade e construir, em conjunto, um mundo mais habitável e mais justo. Uma aposta crítica na emancipação, que precisa de ser novamente explorada.
  • AUTOR Marina Garcés
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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