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Sem limites, sem vergonha

19,00 

Sem Limites, Sem Vergonha reconstitui o percurso pessoal, os estudos, as viagens, a poesia e as intervenções públicas de May Ayim, uma das figuras mais influentes do movimento negro na Alemanha.
Publicada postumamente, em 1997, esta obra reúne os seus ensaios, entrevistas e discursos mais importantes, entre 1984 e 1995, produzindo um inventário do racismo, da discriminação, da intolerância e da exclusão na Alemanha reunificada.
Os seus escritos não só fizeram avançar os direitos e a representação das comunidades afrodescendentes na Alemanha, como marcariam os estudos pós-coloniais no país, colocando May Ayim na linha da frente das lutas feministas e antiracistas globais.

  • AUTOR May Ayim
  • ANO DE EDIÇÃO 2026

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REF: 9789899225466
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Sem Limites, Sem Vergonha reconstitui o percurso pessoal, os estudos, as viagens, a poesia e as intervenções públicas de May Ayim, uma das figuras mais influentes do movimento negro na Alemanha.
Publicada postumamente, em 1997, esta obra reúne os seus ensaios, entrevistas e discursos mais importantes, entre 1984 e 1995, produzindo um inventário do racismo, da discriminação, da intolerância e da exclusão na Alemanha reunificada.
Os seus escritos não só fizeram avançar os direitos e a representação das comunidades afrodescendentes na Alemanha, como marcariam os estudos pós-coloniais no país, colocando May Ayim na linha da frente das lutas feministas e antiracistas globais.

  • AUTOR May Ayim
  • ANO DE EDIÇÃO 2026

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Sei porque canta o pássaro na gaiola

17,50 
Grandioso livro de memórias, Sei porque Canta o Pássaro na Gaiola (1969) é uma poética viagem de libertação e um glorioso bater de asas num mundo opressivo. Este relato inspirador da infância e da juventude da autora, nos anos 30 e 40, devolve-nos o olhar de uma extraordinária criança sobre a violência inexplicável do mundo dos adultos e a crueldade do racismo, na procura da dignidade em tempos adversos. Do Arkansas rural às cidades da Califórnia, Maya Angelou traça neste livro um tocante retrato da comunidade negra dos Estados Unidos, durante a segregação, e de uma consciência que, incapaz de se resignar, desperta rumo à emancipação.
  • AUTOR Maya Angelou
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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  • AUTOR Maya Angelou
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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As prisões estão obsoletas?

16,00 
«Por que motivo tendemos a pensar que os nossos direitos e liberdades estão mais assegurados pela existência de prisões do que estariam caso estas não existissem?» Com uma pergunta tabu, num ensaio límpido e provocador, a activista e académica Angela Davis trava uma das suas mais difíceis batalhas. Desenterrando as raízes do cárcere no sistema esclavagista nos EUA, descrevendo a desumanidade de prisões pelo globo e denunciando os interesses por detrás do «buraco negro onde se depositam os detritos do capitalismo contemporâneo», As Prisões Estão Obsoletas? (2003) pulveriza os alicerces racistas, machistas e classistas do sistema prisional. Obra seminal do movimento abolicionista, além de apelar a uma transformação radical da forma como a sociedade contempla a punição e a reparação dos crimes, propõe o total desmantelamento do «complexo prisional-industrial» - sistema que vincula, em perfeita simbiose, grupos económicos (farmacêuticas, hospitais, empresas tecnológicas, de segurança, armas ou alimentação), governos e meios de comunicação. Um pequeno guia de resistência a qualquer forma de opressão e violência - das cadeias ao capital - que condene ao círculo vicioso povos fragilizados e empobrecidos.
  • AUTOR Angela Davis
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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  • AUTOR Angela Davis
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Afrotopia

15,00 
África não tem de se pôr a par de ninguém. Deve deixar de correr pelos trilhos que lhe são indicados, seguindo antes pelo caminho que ela escolher para si. Afrotopia (2016) é um apelo convincente e uma reflexão importante sobre a necessidade de reinvenção e autodescoberta de um continente no século XXI: África, um mundo com outros trilhos a percorrer que não os traçados de antemão pela economia global. Felwine Sarr esboça o retrato de uma entidade continental e da sua diversidade e especificidades - dos valores e tradições das comunidades às vozes dos seus artistas e músicos, da configuração única das cidades a um rico universo mitológico -, revelando os contornos de uma africanidade contemporânea e incitando à valorização desta consciência colectiva. Afrotopia imagina o papel global de África, que o Ocidente teima em querer definir, contrapondo às seculares narrativas de conflito e subdesenvolvimento a histórica vitalidade do continente e um futuro nas mãos de quem o constrói.
  • AUTOR Felwine Sarr
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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  • AUTOR Felwine Sarr
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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