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Clube Mediterrâneo – 12 fotogramas e uma devoração

15,00 
Livro onde a tipografia se cruza com a ilustração, tendo como ponto de partida um texto inédito de João Pedro Mésseder. «Clube Mediterrâneo – Doze fotogramas e uma devoração» são pequenos poemas sobre o drama da humanidade (homens e mulheres, nossos semelhantes) que fogem da guerra, da destruição e da morte, arriscando a vida nesse ímpeto da fuga. Uma tentativa de compreender o mundo em que vivemos, o tempo que habitamos.
  • TEXTO João Pedro Mésseder
  • ILUSTRAÇÃO Ana Biscaia
  • TIPOGRAFIA E DESIGN Joana Monteiro
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Clube Mediterrâneo – 12 fotogramas e uma devoração

15,00 
Livro onde a tipografia se cruza com a ilustração, tendo como ponto de partida um texto inédito de João Pedro Mésseder. «Clube Mediterrâneo – Doze fotogramas e uma devoração» são pequenos poemas sobre o drama da humanidade (homens e mulheres, nossos semelhantes) que fogem da guerra, da destruição e da morte, arriscando a vida nesse ímpeto da fuga. Uma tentativa de compreender o mundo em que vivemos, o tempo que habitamos.
  • TEXTO João Pedro Mésseder
  • ILUSTRAÇÃO Ana Biscaia
  • TIPOGRAFIA E DESIGN Joana Monteiro
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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elemeNtário 004 – Carbono

8,00 
Em 1869, o cientista russo Dmitri Mendeléev criou uma carta para cada um dos 63 elementos químicos conhecidos. Em cada uma o seu símbolo, a sua massa atómica e as respectivas propriedades químicas e físicas. Dispondo as cartas sobre uma mesa, organizou-as em ordem crescente de massas atómicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Eis assim materializada a primeira Tabela Periódica. Na celebração destes 150 anos, a Flan de Tal e a Flanzine juntaram-se à festa (mesmo sem convite) criando uma colecção de poesia - elemeNtário -, onde cada autor é desafiado a escrever a partir de um dos actuais 118 elementos da tabela. Desta forma, vemos a nossa cozinha transformada em laboratório poético. A mesa está posta.
  • AUTOR Alex Gozblau
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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elemeNtário 004 – Carbono

8,00 
Em 1869, o cientista russo Dmitri Mendeléev criou uma carta para cada um dos 63 elementos químicos conhecidos. Em cada uma o seu símbolo, a sua massa atómica e as respectivas propriedades químicas e físicas. Dispondo as cartas sobre uma mesa, organizou-as em ordem crescente de massas atómicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Eis assim materializada a primeira Tabela Periódica. Na celebração destes 150 anos, a Flan de Tal e a Flanzine juntaram-se à festa (mesmo sem convite) criando uma colecção de poesia - elemeNtário -, onde cada autor é desafiado a escrever a partir de um dos actuais 118 elementos da tabela. Desta forma, vemos a nossa cozinha transformada em laboratório poético. A mesa está posta.
  • AUTOR Alex Gozblau
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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elemeNtário 001 – Tântalo

8,00 
Em 1869, o cientista russo Dmitri Mendeléev criou uma carta para cada um dos 63 elementos químicos conhecidos. Em cada uma o seu símbolo, a sua massa atómica e as respectivas propriedades químicas e físicas. Dispondo as cartas sobre uma mesa, organizou-as em ordem crescente de massas atómicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Eis assim materializada a primeira Tabela Periódica. Na celebração destes 150 anos, a Flan de Tal e a Flanzine juntaram-se à festa (mesmo sem convite) criando uma colecção de poesia - elemeNtário -, onde cada autor é desafiado a escrever a partir de um dos actuais 118 elementos da tabela. Desta forma, vemos a nossa cozinha transformada em laboratório poético. A mesa está posta.
  • AUTOR Alberto Lins Caldas
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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elemeNtário 001 – Tântalo

8,00 
Em 1869, o cientista russo Dmitri Mendeléev criou uma carta para cada um dos 63 elementos químicos conhecidos. Em cada uma o seu símbolo, a sua massa atómica e as respectivas propriedades químicas e físicas. Dispondo as cartas sobre uma mesa, organizou-as em ordem crescente de massas atómicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Eis assim materializada a primeira Tabela Periódica. Na celebração destes 150 anos, a Flan de Tal e a Flanzine juntaram-se à festa (mesmo sem convite) criando uma colecção de poesia - elemeNtário -, onde cada autor é desafiado a escrever a partir de um dos actuais 118 elementos da tabela. Desta forma, vemos a nossa cozinha transformada em laboratório poético. A mesa está posta.
  • AUTOR Alberto Lins Caldas
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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elemeNtário 007 – Criptónio

8,00 
Em 1869, o cientista russo Dmitri Mendeléev criou uma carta para cada um dos 63 elementos químicos conhecidos. Em cada uma o seu símbolo, a sua massa atómica e as respectivas propriedades químicas e físicas. Dispondo as cartas sobre uma mesa, organizou-as em ordem crescente de massas atómicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Eis assim materializada a primeira Tabela Periódica. Na celebração destes 150 anos, a Flan de Tal e a Flanzine juntaram-se à festa (mesmo sem convite) criando uma colecção de poesia - elemeNtário -, onde cada autor é desafiado a escrever a partir de um dos actuais 118 elementos da tabela. Desta forma, vemos a nossa cozinha transformada em laboratório poético. A mesa está posta.
  • AUTOR Jorge Aguiar Oliveira
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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elemeNtário 007 – Criptónio

8,00 
Em 1869, o cientista russo Dmitri Mendeléev criou uma carta para cada um dos 63 elementos químicos conhecidos. Em cada uma o seu símbolo, a sua massa atómica e as respectivas propriedades químicas e físicas. Dispondo as cartas sobre uma mesa, organizou-as em ordem crescente de massas atómicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Eis assim materializada a primeira Tabela Periódica. Na celebração destes 150 anos, a Flan de Tal e a Flanzine juntaram-se à festa (mesmo sem convite) criando uma colecção de poesia - elemeNtário -, onde cada autor é desafiado a escrever a partir de um dos actuais 118 elementos da tabela. Desta forma, vemos a nossa cozinha transformada em laboratório poético. A mesa está posta.
  • AUTOR Jorge Aguiar Oliveira
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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elemeNtário 006 – Manganês

8,00 
Em 1869, o cientista russo Dmitri Mendeléev criou uma carta para cada um dos 63 elementos químicos conhecidos. Em cada uma o seu símbolo, a sua massa atómica e as respectivas propriedades químicas e físicas. Dispondo as cartas sobre uma mesa, organizou-as em ordem crescente de massas atómicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Eis assim materializada a primeira Tabela Periódica. Na celebração destes 150 anos, a Flan de Tal e a Flanzine juntaram-se à festa (mesmo sem convite) criando uma colecção de poesia - elemeNtário -, onde cada autor é desafiado a escrever a partir de um dos actuais 118 elementos da tabela. Desta forma, vemos a nossa cozinha transformada em laboratório poético. A mesa está posta.
  • AUTOR Beatriz Almeida Rodrigues
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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elemeNtário 006 – Manganês

8,00 
Em 1869, o cientista russo Dmitri Mendeléev criou uma carta para cada um dos 63 elementos químicos conhecidos. Em cada uma o seu símbolo, a sua massa atómica e as respectivas propriedades químicas e físicas. Dispondo as cartas sobre uma mesa, organizou-as em ordem crescente de massas atómicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Eis assim materializada a primeira Tabela Periódica. Na celebração destes 150 anos, a Flan de Tal e a Flanzine juntaram-se à festa (mesmo sem convite) criando uma colecção de poesia - elemeNtário -, onde cada autor é desafiado a escrever a partir de um dos actuais 118 elementos da tabela. Desta forma, vemos a nossa cozinha transformada em laboratório poético. A mesa está posta.
  • AUTOR Beatriz Almeida Rodrigues
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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elemeNtário 002 – Cloro

8,00 
Em 1869, o cientista russo Dmitri Mendeléev criou uma carta para cada um dos 63 elementos químicos conhecidos. Em cada uma o seu símbolo, a sua massa atómica e as respectivas propriedades químicas e físicas. Dispondo as cartas sobre uma mesa, organizou-as em ordem crescente de massas atómicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Eis assim materializada a primeira Tabela Periódica. Na celebração destes 150 anos, a Flan de Tal e a Flanzine juntaram-se à festa (mesmo sem convite) criando uma colecção de poesia - elemeNtário -, onde cada autor é desafiado a escrever a partir de um dos actuais 118 elementos da tabela. Desta forma, vemos a nossa cozinha transformada em laboratório poético. A mesa está posta.
  • AUTOR Gabriela Gomes
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
Esgotado
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elemeNtário 002 – Cloro

8,00 
Em 1869, o cientista russo Dmitri Mendeléev criou uma carta para cada um dos 63 elementos químicos conhecidos. Em cada uma o seu símbolo, a sua massa atómica e as respectivas propriedades químicas e físicas. Dispondo as cartas sobre uma mesa, organizou-as em ordem crescente de massas atómicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes. Eis assim materializada a primeira Tabela Periódica. Na celebração destes 150 anos, a Flan de Tal e a Flanzine juntaram-se à festa (mesmo sem convite) criando uma colecção de poesia - elemeNtário -, onde cada autor é desafiado a escrever a partir de um dos actuais 118 elementos da tabela. Desta forma, vemos a nossa cozinha transformada em laboratório poético. A mesa está posta.
  • AUTOR Gabriela Gomes
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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Poesia reunida – Sidónio Muralha

19,50 
Nesta edição, reunimos todos os poemas que foram publicados em livro pelo autor, em vida, direcionados ao público adulto, e uma nova seleção de textos até agora desconhecidos pelos leitores. Poesia Reunida não poderia ser realizado sem o auxílio de muitas mãos e corações, incluindo dos colaboradores da Fundação Sidónio Muralha, que fazem um belíssimo trabalho de preservação e divulgação da obra do autor, e de pesquisadores e colecionadores, como José Raimundo Noras, que muito contribuiu com esta edição. Sidónio produziu muito. Presenteou muitos amigos com seus poemas. Escreveu em guardanapos e em palitos de caipirinha, a qualquer pretexto ou mínimo desejo. Nenhuma obra é, pois, completa. Há sempre o que se escapa pelos dedos, na brincadeira do tempo e das vontades. Mas aqui reúne-se, com certeza, o que de melhor Sidónio Muralha produziu em poesia. Que esta edição possa levar o poeta, viajante e sem idade, a leitores de todos os cantos e tempos.
  • AUTOR Sidónio Muralha
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Poesia reunida – Sidónio Muralha

19,50 
Nesta edição, reunimos todos os poemas que foram publicados em livro pelo autor, em vida, direcionados ao público adulto, e uma nova seleção de textos até agora desconhecidos pelos leitores. Poesia Reunida não poderia ser realizado sem o auxílio de muitas mãos e corações, incluindo dos colaboradores da Fundação Sidónio Muralha, que fazem um belíssimo trabalho de preservação e divulgação da obra do autor, e de pesquisadores e colecionadores, como José Raimundo Noras, que muito contribuiu com esta edição. Sidónio produziu muito. Presenteou muitos amigos com seus poemas. Escreveu em guardanapos e em palitos de caipirinha, a qualquer pretexto ou mínimo desejo. Nenhuma obra é, pois, completa. Há sempre o que se escapa pelos dedos, na brincadeira do tempo e das vontades. Mas aqui reúne-se, com certeza, o que de melhor Sidónio Muralha produziu em poesia. Que esta edição possa levar o poeta, viajante e sem idade, a leitores de todos os cantos e tempos.
  • AUTOR Sidónio Muralha
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Os jeans de Joana

8,90 
Nos poemas de Os Jeans de Joana, a cultura de quem já não é criança, mas também não é adulto ainda (daí o subtítulo Poemas para Adultolescentecer) é poeticamente captada na sua riqueza paradoxal é contraditória. A procura da identidade, as paixonetas, os namoricos, as relações com os pais e com a escola, as contradições e dilemas, as emoções à flor da pele, os desafios pessoais e profissionais, os sonhos e desejos, o crescimento, as modas, as convenções, o digital, a influência das tecnologias… são aqui poeticamente lidos e escritos com a sensibilidade de um poeta a quem não escapa a dureza e a ironia da espuma das dias. Estes poemas foram escritos para andaram no bolso dos jeans de adolescentes e jovens, mas podem também ter lugar na sacola ou mochila dos pais e educadores. Os alunos do 2 e 3 Ciclos (e também do Secundário) vão, seguramente, ficar com pele da galinha ao lerem este livro, tal é a força da palavra poética! E terão toda a liberdade para dizer os poemas em voz alta, uns aos outros, ou a sussurrá-los ao ouvido ou escrevê-los onde possam ser lidos ou a reescrevê-los ao seu jeito e segundo o ritmo dos seus corações! Vivam estes poemas para adultolescentecer!
  • AUTOR João Manuel Ribeiro
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Os jeans de Joana

8,90 
Nos poemas de Os Jeans de Joana, a cultura de quem já não é criança, mas também não é adulto ainda (daí o subtítulo Poemas para Adultolescentecer) é poeticamente captada na sua riqueza paradoxal é contraditória. A procura da identidade, as paixonetas, os namoricos, as relações com os pais e com a escola, as contradições e dilemas, as emoções à flor da pele, os desafios pessoais e profissionais, os sonhos e desejos, o crescimento, as modas, as convenções, o digital, a influência das tecnologias… são aqui poeticamente lidos e escritos com a sensibilidade de um poeta a quem não escapa a dureza e a ironia da espuma das dias. Estes poemas foram escritos para andaram no bolso dos jeans de adolescentes e jovens, mas podem também ter lugar na sacola ou mochila dos pais e educadores. Os alunos do 2 e 3 Ciclos (e também do Secundário) vão, seguramente, ficar com pele da galinha ao lerem este livro, tal é a força da palavra poética! E terão toda a liberdade para dizer os poemas em voz alta, uns aos outros, ou a sussurrá-los ao ouvido ou escrevê-los onde possam ser lidos ou a reescrevê-los ao seu jeito e segundo o ritmo dos seus corações! Vivam estes poemas para adultolescentecer!
  • AUTOR João Manuel Ribeiro
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Poemas pela paz

8,90 
Não gostarias que houvesse paz no mundo, em tua casa e dentro de ti? A paz depende de ti, de mim, de todos! Se eu e tu não fizermos a paz, é provável que a(s) guerra(s) ocupe(m) o seu lugar Se queres a paz tens de a pensar e sonhar, tens de a pedir e construí-la com as tuas ações. Estes Poemas pela paz são uma proposta para pensar, sonhar, pedir e construir a paz! Para ti e para os outros. Num tempo em que a guerra na Ucrânia colocou na agenda a necessidade de paz, outros conflitos persistem, na Palestina, no Iraque, no Afeganistão, na Somália, etc. A estes conflitos geográficos juntam-se os conflitos interiores com que cada um tem de lutar e dar paz. Todos estes lugares habitam os poemas deste livro de João Manuel Ribeiro.
  • AUTOR João Manuel Ribeiro
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Poemas pela paz

8,90 
Não gostarias que houvesse paz no mundo, em tua casa e dentro de ti? A paz depende de ti, de mim, de todos! Se eu e tu não fizermos a paz, é provável que a(s) guerra(s) ocupe(m) o seu lugar Se queres a paz tens de a pensar e sonhar, tens de a pedir e construí-la com as tuas ações. Estes Poemas pela paz são uma proposta para pensar, sonhar, pedir e construir a paz! Para ti e para os outros. Num tempo em que a guerra na Ucrânia colocou na agenda a necessidade de paz, outros conflitos persistem, na Palestina, no Iraque, no Afeganistão, na Somália, etc. A estes conflitos geográficos juntam-se os conflitos interiores com que cada um tem de lutar e dar paz. Todos estes lugares habitam os poemas deste livro de João Manuel Ribeiro.
  • AUTOR João Manuel Ribeiro
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Tempestade e motor

15,00 
Eis o projecto, agora aqui começado neste Tempestade e Motor: escrever algo aproximado aos haikus, sim, próximo, apenas isso — nada mais do que isso, uma vizinhança —, vizinho por vezes bem afastado, outras vezes um pouco mais ali, ombro com ombro. Linhas de escrita, não direccionadas para a natureza como dita a tradição, mas viradas, sim, para a técnica e para a História, para o mal, para a guerra e para o gesto simples ou decisivo. Nem dezassete sílabas, nem outras leis; longe das belas regras estritas, aqui apenas um ritmo a três compassos lentos. «bisonte parado vê passar a bicicleta — não entende a roda»
  • AUTOR Gonçalo M. Tavares
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Tempestade e motor

15,00 
Eis o projecto, agora aqui começado neste Tempestade e Motor: escrever algo aproximado aos haikus, sim, próximo, apenas isso — nada mais do que isso, uma vizinhança —, vizinho por vezes bem afastado, outras vezes um pouco mais ali, ombro com ombro. Linhas de escrita, não direccionadas para a natureza como dita a tradição, mas viradas, sim, para a técnica e para a História, para o mal, para a guerra e para o gesto simples ou decisivo. Nem dezassete sílabas, nem outras leis; longe das belas regras estritas, aqui apenas um ritmo a três compassos lentos. «bisonte parado vê passar a bicicleta — não entende a roda»
  • AUTOR Gonçalo M. Tavares
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Visitações

12,00 
«Ser árvore é a linha mais precisa Sua cabeleira raiz profunda Sua sombra delida difundida E nesse lugar a humanidade será mais concisa Depois do húmus da vida Renasceremos singulares frutos caídos Depois de ressurreições floridas Habitaremos o mesmo perene sonho contínuo»
  • TEXTO Sérgio Mendes
  • FOTOGRAFIA Mario Santos
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Visitações

12,00 
«Ser árvore é a linha mais precisa Sua cabeleira raiz profunda Sua sombra delida difundida E nesse lugar a humanidade será mais concisa Depois do húmus da vida Renasceremos singulares frutos caídos Depois de ressurreições floridas Habitaremos o mesmo perene sonho contínuo»
  • TEXTO Sérgio Mendes
  • FOTOGRAFIA Mario Santos
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Obra poética – José Afonso

22,00 
«A presente edição reflete pequenos ajustamentos de atualização da obra, introduz quatro poemas não publicados nas edições anteriores, agrega os textos de canções e outros poemas, mantendo a sua ordenação cronológica, conforme foi a vontade de José Afonso para a primeira edição. […] Curiosamente, como se a ordem cronológica dos poemas desse um sentido inverso ao destino, o seu primeiro poema, Pela Quietude das Tuas Mãos Unidas, é uma profunda reflexão sobre a tristeza e o mistério da morte, e o último, Alegria da Criação (1985), é uma reflexão sobre a vida e a alegria da criação, sobre aquele sopro inicial que temporariamente nos visita e nos faz renascer através da inquietação e do desassossego.» Do Prefácio de Jorge Abegão
  • AUTOR José Afonso
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Obra poética – José Afonso

22,00 
«A presente edição reflete pequenos ajustamentos de atualização da obra, introduz quatro poemas não publicados nas edições anteriores, agrega os textos de canções e outros poemas, mantendo a sua ordenação cronológica, conforme foi a vontade de José Afonso para a primeira edição. […] Curiosamente, como se a ordem cronológica dos poemas desse um sentido inverso ao destino, o seu primeiro poema, Pela Quietude das Tuas Mãos Unidas, é uma profunda reflexão sobre a tristeza e o mistério da morte, e o último, Alegria da Criação (1985), é uma reflexão sobre a vida e a alegria da criação, sobre aquele sopro inicial que temporariamente nos visita e nos faz renascer através da inquietação e do desassossego.» Do Prefácio de Jorge Abegão
  • AUTOR José Afonso
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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