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A parede

17,50 
De férias numa casa de campo nos Alpes austríacos, uma mulher depara com uma barreira invisível que a isola do mundo e a leva a crer que é a única sobrevivente de uma catástrofe. Tendo apenas por companhia os animais e as imponentes montanhas, e à medida que se adapta a um novo modo de vida, desenvolve uma profunda ligação com a natureza, encontrando um propósito: resistir entre a ameaça da loucura e a dureza das tarefas diárias, à mercê dos elementos, e zelar pelo que resta. A Parede (1963) foi adaptada ao cinema por Julien Pölsler em 2012.
  • AUTOR Marlen Haushofer
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A parede

17,50 
De férias numa casa de campo nos Alpes austríacos, uma mulher depara com uma barreira invisível que a isola do mundo e a leva a crer que é a única sobrevivente de uma catástrofe. Tendo apenas por companhia os animais e as imponentes montanhas, e à medida que se adapta a um novo modo de vida, desenvolve uma profunda ligação com a natureza, encontrando um propósito: resistir entre a ameaça da loucura e a dureza das tarefas diárias, à mercê dos elementos, e zelar pelo que resta. A Parede (1963) foi adaptada ao cinema por Julien Pölsler em 2012.
  • AUTOR Marlen Haushofer
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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As guerrilheiras

16,00 
Livro mais destacado de Monique Wittig e que influenciaria gerações de teorizadoras do feminismo, AS GUERRILHEIRAS (1969) é a história de uma tribo de mulheres, uma sociedade lésbica, livre e sensual, com um património de lendas, risos e canções, que, perante o cerco de um exército masculino, é forçada a travar um combate violento e cruel. Romance revolucionário em forma e conteúdo, esta declaração de guerra contra a cultura patriarcal é um dos textos feministas mais lidos no século xx.
  • AUTOR Monique Wittig
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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As guerrilheiras

16,00 
Livro mais destacado de Monique Wittig e que influenciaria gerações de teorizadoras do feminismo, AS GUERRILHEIRAS (1969) é a história de uma tribo de mulheres, uma sociedade lésbica, livre e sensual, com um património de lendas, risos e canções, que, perante o cerco de um exército masculino, é forçada a travar um combate violento e cruel. Romance revolucionário em forma e conteúdo, esta declaração de guerra contra a cultura patriarcal é um dos textos feministas mais lidos no século xx.
  • AUTOR Monique Wittig
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Niels Lyhne

17,00 
Dos primeiros alvores da juventude na Dinamarca rural à desolação existencial da maturidade em Copenhaga, Niels Lyhne (1880) é a história de um ateu e poeta desiludido com crenças e falsos consolos. A vida porá à prova os seus ideais, na relação com as mulheres, nas perdas trágicas e na voragem das expectativas sociais. Um livro de rara beleza sobre uma educação sentimental e a angústia de um inconformista, posfaciado por Claudio Magris.
  • AUTOR Jens Peter Jacobsen
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Niels Lyhne

17,00 
Dos primeiros alvores da juventude na Dinamarca rural à desolação existencial da maturidade em Copenhaga, Niels Lyhne (1880) é a história de um ateu e poeta desiludido com crenças e falsos consolos. A vida porá à prova os seus ideais, na relação com as mulheres, nas perdas trágicas e na voragem das expectativas sociais. Um livro de rara beleza sobre uma educação sentimental e a angústia de um inconformista, posfaciado por Claudio Magris.
  • AUTOR Jens Peter Jacobsen
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A ditadura das árvores

16,00 
Para quase todos nós a natureza "simplesmente" está lá, algures no seu sítio, estática, presente; não reparamos nela enquanto andamos preocupados com os estudos, as profissões, os relacionamentos, o estatuto social, as frivolidades... Tal e qual como as personagens de "A ditadura das árvores", que nem mesmo com os avisos refletiram sobre a natureza, os seus problemas, os abusos que sofre… E não foi por falta de alertas fossem da própria natureza, de uma criança que afirma que as árvores e os elementos falam com ela; de um jovem pastor que lê a natureza como se fosse um livro; ou de um jovem sacerdote, de uma aldeia do interior, que tenta alertar os seus paroquianos para os muitos atentados contra a natureza e contra a humanidade. Tudo foi ignorado, tudo foi alvo de chacota e divertimento. Até ao dia em que as árvores se resolveram vingar...
  • AUTOR Laura Ramos
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A ditadura das árvores

16,00 
Para quase todos nós a natureza "simplesmente" está lá, algures no seu sítio, estática, presente; não reparamos nela enquanto andamos preocupados com os estudos, as profissões, os relacionamentos, o estatuto social, as frivolidades... Tal e qual como as personagens de "A ditadura das árvores", que nem mesmo com os avisos refletiram sobre a natureza, os seus problemas, os abusos que sofre… E não foi por falta de alertas fossem da própria natureza, de uma criança que afirma que as árvores e os elementos falam com ela; de um jovem pastor que lê a natureza como se fosse um livro; ou de um jovem sacerdote, de uma aldeia do interior, que tenta alertar os seus paroquianos para os muitos atentados contra a natureza e contra a humanidade. Tudo foi ignorado, tudo foi alvo de chacota e divertimento. Até ao dia em que as árvores se resolveram vingar...
  • AUTOR Laura Ramos
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Kes – Um falcão para um patife

16,00 
A inesperada amizade entre o carismático Billy Casper, um rapaz sem rumo, e um falcão, que rapidamente se tornou um clássico da literatura britânica moderna.
  • AUTOR Barry Hines
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Kes – Um falcão para um patife

16,00 
A inesperada amizade entre o carismático Billy Casper, um rapaz sem rumo, e um falcão, que rapidamente se tornou um clássico da literatura britânica moderna.
  • AUTOR Barry Hines
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Artigo 353

15,00 
Na costa da Bretanha, um homem é atirado ao mar. Martial Kermeur, ex-operário do arsenal de Brest, é preso e acusado do crime. Artigo 353 (2017) é a sua longa confissão chabroliana perante o magistrado e a explicação das circunstâncias que levam um homem pacato a fazer justiça pelas próprias mãos. Em torno de uma comunidade destruída por um promotor imobiliário e por ilusões de ascensão social, Tanguy Viel converte o leitor em juiz: num mundo dominado pela ganância e impunidade, devemos cingir-nos aos factos ou, segundo o artigo da lei francesa que dá o título a este livro, fazer o que nos dita a consciência?
  • AUTOR Tanguy Viel
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Artigo 353

15,00 
Na costa da Bretanha, um homem é atirado ao mar. Martial Kermeur, ex-operário do arsenal de Brest, é preso e acusado do crime. Artigo 353 (2017) é a sua longa confissão chabroliana perante o magistrado e a explicação das circunstâncias que levam um homem pacato a fazer justiça pelas próprias mãos. Em torno de uma comunidade destruída por um promotor imobiliário e por ilusões de ascensão social, Tanguy Viel converte o leitor em juiz: num mundo dominado pela ganância e impunidade, devemos cingir-nos aos factos ou, segundo o artigo da lei francesa que dá o título a este livro, fazer o que nos dita a consciência?
  • AUTOR Tanguy Viel
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Caruncho

15,00 
Caruncho narra o regresso de uma neta, acusada de um crime, à casa rural da família e mergulha o leitor no coração de uma Espanha vazia, marcada por resquícios do franquismo, uma terra tão agreste e estéril como o destino a que condena as mulheres que nela vivem. Contada a duas vozes, pela jovem e pela avó, esta história de rancor e vingança é indissociável da memória do lar assombrado, de espectros que clamam justiça, entre quatro paredes sobre as quais pesam traumas herdados e décadas de violência e opressão. Um aclamado romance de estreia, com ecos de Pedro Páramo, de Juan Rulfo, e de alguns contos de Silvina Ocampo, em que se entrelaçam terror, injustiça social e uma pesada herança familiar que, como o caruncho, corrói as protagonistas.
  • AUTOR Layla Martínez
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Caruncho

15,00 
Caruncho narra o regresso de uma neta, acusada de um crime, à casa rural da família e mergulha o leitor no coração de uma Espanha vazia, marcada por resquícios do franquismo, uma terra tão agreste e estéril como o destino a que condena as mulheres que nela vivem. Contada a duas vozes, pela jovem e pela avó, esta história de rancor e vingança é indissociável da memória do lar assombrado, de espectros que clamam justiça, entre quatro paredes sobre as quais pesam traumas herdados e décadas de violência e opressão. Um aclamado romance de estreia, com ecos de Pedro Páramo, de Juan Rulfo, e de alguns contos de Silvina Ocampo, em que se entrelaçam terror, injustiça social e uma pesada herança familiar que, como o caruncho, corrói as protagonistas.
  • AUTOR Layla Martínez
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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O amante

14,00 
O Amante é, em larga medida, um romance autobiográfico. A narradora vive desde a infância com a mãe e os irmãos na Indochina francesa. Tem quinze anos quando, ao atravessar um afluente do Mékong, conhece um chinês rico e experimentado nas lides do amor, por quem se apaixona. Tudo parece separá-los, a idade, a riqueza e os preconceitos, que se opõem a uma relação amorosa entre um asiático e uma europeia. A narrativa fala das incertezas de uma adolescente que tem a sua primeira experiência do amor físico, se lança na travessia dos sentidos, e procura a libertação do domínio da mãe e da asfixiante relação que esta tem com o filho mais velho. Esta paixão adolescente decorre num cenário exótico, perverso, num fundo de lentidão e meandros asiáticos. Quase tudo parece esbatido pela memória, a adolescente de rosto infantil e precoce com um chapéu de homem e sapatos de baile, ou a mãe, que luta contra a ruína familiar, ou mesmo a escandalizada comunidade branca. Nítido, só o homem jovem numa barcaça, junto da limusina e do motorista. Ele será a personagem nítida, com uma posição clara, a do amante que dá título ao livro.
  • AUTOR Marguerite Duras
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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O amante

14,00 
O Amante é, em larga medida, um romance autobiográfico. A narradora vive desde a infância com a mãe e os irmãos na Indochina francesa. Tem quinze anos quando, ao atravessar um afluente do Mékong, conhece um chinês rico e experimentado nas lides do amor, por quem se apaixona. Tudo parece separá-los, a idade, a riqueza e os preconceitos, que se opõem a uma relação amorosa entre um asiático e uma europeia. A narrativa fala das incertezas de uma adolescente que tem a sua primeira experiência do amor físico, se lança na travessia dos sentidos, e procura a libertação do domínio da mãe e da asfixiante relação que esta tem com o filho mais velho. Esta paixão adolescente decorre num cenário exótico, perverso, num fundo de lentidão e meandros asiáticos. Quase tudo parece esbatido pela memória, a adolescente de rosto infantil e precoce com um chapéu de homem e sapatos de baile, ou a mãe, que luta contra a ruína familiar, ou mesmo a escandalizada comunidade branca. Nítido, só o homem jovem numa barcaça, junto da limusina e do motorista. Ele será a personagem nítida, com uma posição clara, a do amante que dá título ao livro.
  • AUTOR Marguerite Duras
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Sonata para surdos

18,00 
Duas vozes de mulher entrecortadas por suaves mãos que experimentavam a felicidade da carne, uma só respiração igualmente soberba e bifurcada que ia ganhando corpo em reluzente coluna. Jónica? Como o modo musical grego? Não, começava a dispersar-se, e, fosse como fosse, se calhar não era com as suas grandes orelhas que escutava agora à porta do apartamento, se calhar ouvia tudo com a surdez interesseira da imaginação. E, fosse como fosse, a imensa coluna que formavam essas duas vozes lânguidas só poderia ser uma ofuscante cariátide, elevando a beleza, esse começo do terrível, uns centímetros acima da sua cabeça delirante. Depois de se debater com sombras inexistentes que pareciam prendê-lo àquela porta como ao martírio de um muro, Francisco deixou que o seu coração disparasse à larga, não se preocupando já em sossegá-lo, todo ele retesado para um combate que dispensava de bom grado as armas do género masculino. Numa palavra, abandonou-se ao espanto tingido de desespero, embora não se tratasse do espanto suscitado pelo novo, que nos acomete, por exemplo, na presença de um inesperado arco-íris; não era sequer um espanto simpático ou empático, o seu, pois sabia que um fundo selvagem o animava, com o mesmo gosto ferino com que o animal destrói a sua presa, rasgando-lhe a pele num começo de luxúria.
  • AUTOR Frederico Pedreira
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Sonata para surdos

18,00 
Duas vozes de mulher entrecortadas por suaves mãos que experimentavam a felicidade da carne, uma só respiração igualmente soberba e bifurcada que ia ganhando corpo em reluzente coluna. Jónica? Como o modo musical grego? Não, começava a dispersar-se, e, fosse como fosse, se calhar não era com as suas grandes orelhas que escutava agora à porta do apartamento, se calhar ouvia tudo com a surdez interesseira da imaginação. E, fosse como fosse, a imensa coluna que formavam essas duas vozes lânguidas só poderia ser uma ofuscante cariátide, elevando a beleza, esse começo do terrível, uns centímetros acima da sua cabeça delirante. Depois de se debater com sombras inexistentes que pareciam prendê-lo àquela porta como ao martírio de um muro, Francisco deixou que o seu coração disparasse à larga, não se preocupando já em sossegá-lo, todo ele retesado para um combate que dispensava de bom grado as armas do género masculino. Numa palavra, abandonou-se ao espanto tingido de desespero, embora não se tratasse do espanto suscitado pelo novo, que nos acomete, por exemplo, na presença de um inesperado arco-íris; não era sequer um espanto simpático ou empático, o seu, pois sabia que um fundo selvagem o animava, com o mesmo gosto ferino com que o animal destrói a sua presa, rasgando-lhe a pele num começo de luxúria.
  • AUTOR Frederico Pedreira
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Vinte e quatro horas da vida de uma mulher

12,00 
Numa respeitável pensão familiar na Côte d’Azur, no início do século XX, ocorre um escândalo. Madame Henriette, esposa de um dos hóspedes, foge com um jovem que ali passara apenas um dia. Todos se unem na condenação da imoralidade de Madame Henriette. Só o narrador, com a ajuda de uma idosa dama inglesa, procura compreender o que se passou. Será ela a explicar-lhe, numa longa conversa, as apaixonadas recordações que este episódio lhe suscitou.
  • AUTOR Stefan Zweig
  • ANO DE EDIÇÃO 2013
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Vinte e quatro horas da vida de uma mulher

12,00 
Numa respeitável pensão familiar na Côte d’Azur, no início do século XX, ocorre um escândalo. Madame Henriette, esposa de um dos hóspedes, foge com um jovem que ali passara apenas um dia. Todos se unem na condenação da imoralidade de Madame Henriette. Só o narrador, com a ajuda de uma idosa dama inglesa, procura compreender o que se passou. Será ela a explicar-lhe, numa longa conversa, as apaixonadas recordações que este episódio lhe suscitou.
  • AUTOR Stefan Zweig
  • ANO DE EDIÇÃO 2013
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Hiroshima, meu amor

16,60 
Um homem e uma mulher encontram-se. Ele é japonês; ela é francesa e veio a Hiroshima para trabalhar na rodagem de um filme sobre a paz. Encontramo-los agora despidos, deitados sobre a cama de um hotel. E conversam. Ela quer que estes sejam os derradeiros momentos que passam juntos, antes de regressar a casa, no dia seguinte. Ele não a quer deixar ir. São ambos casados, com filhos e uma vida familiar relativamente feliz. A breve aventura acontece no único lugar do mundo em que não se espera que estas coisas aconteçam. Conversam sobre Hiroshima, como se não fosse impossível falar de Hiroshima. Ambos carregam uma ferida aberta do passado, não apenas ele. A dela é a do primeiro grande amor, por um soldado alemão executado à sua frente após a libertação - a que se seguiu o calvário da tosquia e da humilhação das mulheres que se haviam deitado com o inimigo. Este livro nasce a partir do argumento que Marguerite Duras escreveu para o filme homónimo de Alain Resnais e reaparece, agora, numa nova edição.
  • AUTOR Marguerite Duras
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Hiroshima, meu amor

16,60 
Um homem e uma mulher encontram-se. Ele é japonês; ela é francesa e veio a Hiroshima para trabalhar na rodagem de um filme sobre a paz. Encontramo-los agora despidos, deitados sobre a cama de um hotel. E conversam. Ela quer que estes sejam os derradeiros momentos que passam juntos, antes de regressar a casa, no dia seguinte. Ele não a quer deixar ir. São ambos casados, com filhos e uma vida familiar relativamente feliz. A breve aventura acontece no único lugar do mundo em que não se espera que estas coisas aconteçam. Conversam sobre Hiroshima, como se não fosse impossível falar de Hiroshima. Ambos carregam uma ferida aberta do passado, não apenas ele. A dela é a do primeiro grande amor, por um soldado alemão executado à sua frente após a libertação - a que se seguiu o calvário da tosquia e da humilhação das mulheres que se haviam deitado com o inimigo. Este livro nasce a partir do argumento que Marguerite Duras escreveu para o filme homónimo de Alain Resnais e reaparece, agora, numa nova edição.
  • AUTOR Marguerite Duras
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Maniac

22,00 
Maniac é uma obra de ficção baseada em factos reais que tem como protagonista John von Neumann, matemático húngaro nacionalizado norte-americano que lançou as bases da computação. Von Neumann esteve ligado ao Projeto Manhattan e foi considerado um dos investigadores mais brilhantes do século XX, capaz de antecipar muitas das perguntas fundamentais do século XXI. Maniac pode ser lido como um relato dos mitos fundadores da tecnologia moderna, mas escrito com o ritmo de um thriller. Labatut é um escritor para quem "a literatura é um trabalho do espírito e não do cérebro". Por isso, em Maniac convergem a irracionalidade do misticismo e a racionalidade própria da ciência.
  • AUTOR Benjamín Labatut
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
Esgotado
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Maniac

22,00 
Maniac é uma obra de ficção baseada em factos reais que tem como protagonista John von Neumann, matemático húngaro nacionalizado norte-americano que lançou as bases da computação. Von Neumann esteve ligado ao Projeto Manhattan e foi considerado um dos investigadores mais brilhantes do século XX, capaz de antecipar muitas das perguntas fundamentais do século XXI. Maniac pode ser lido como um relato dos mitos fundadores da tecnologia moderna, mas escrito com o ritmo de um thriller. Labatut é um escritor para quem "a literatura é um trabalho do espírito e não do cérebro". Por isso, em Maniac convergem a irracionalidade do misticismo e a racionalidade própria da ciência.
  • AUTOR Benjamín Labatut
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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