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O tempo das criadas – A condição servil em Portugal (1940-1970)

16,90 
Inês Brasão, investigadora e doutorada em Sociologia, venceu a edição de 2011 do prémio Maria Lamas de estudos sobre a mulher, género e igualdade, com o seu trabalho sobre a condição servil em Portugal entre 1940 e 1970. A autora recupera memórias de dominação e de resistência a partir das histórias de vida de dezenas de mulheres que em tempos trabalharam como «criadas para todo o serviço».
  • AUTOR Inês Brasão
  • ANO DE EDIÇÃO 2012
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O tempo das criadas – A condição servil em Portugal (1940-1970)

16,90 
Inês Brasão, investigadora e doutorada em Sociologia, venceu a edição de 2011 do prémio Maria Lamas de estudos sobre a mulher, género e igualdade, com o seu trabalho sobre a condição servil em Portugal entre 1940 e 1970. A autora recupera memórias de dominação e de resistência a partir das histórias de vida de dezenas de mulheres que em tempos trabalharam como «criadas para todo o serviço».
  • AUTOR Inês Brasão
  • ANO DE EDIÇÃO 2012
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The Mysteries

19,99 
In a fable for grown-ups by cartoonist Bill Watterson, a long-ago kingdom is afflicted with unexplainable calamities. Hoping to end the torment, the king dispatches his knights to discover the source of the mysterious events. Years later, a single battered knight returns. For the book's illustrations, Watterson and caricaturist John Kascht worked together for several years in unusually close collaboration. Both artists abandoned their past ways of working, inventing images together that neither could anticipate—a mysterious process in its own right. (Edição em inglês - Capa dura)
  • AUTORES Bill Watterson e John Kascht
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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The Mysteries

19,99 
In a fable for grown-ups by cartoonist Bill Watterson, a long-ago kingdom is afflicted with unexplainable calamities. Hoping to end the torment, the king dispatches his knights to discover the source of the mysterious events. Years later, a single battered knight returns. For the book's illustrations, Watterson and caricaturist John Kascht worked together for several years in unusually close collaboration. Both artists abandoned their past ways of working, inventing images together that neither could anticipate—a mysterious process in its own right. (Edição em inglês - Capa dura)
  • AUTORES Bill Watterson e John Kascht
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Quem tem medo do género?

22,00 
Quem Tem Medo do Género?, obra de grande coragem e rigor analítico, confronta os ataques ao género que se tornaram centrais nos movimentos de direita contemporâneos. Demonstrando o anti intelectualismo e as incongruências da ideologia antigénero, Judith Butler examina a forma como o género se tornou um fantasma para regimes autoritários, grupos fascistas, feministas transexcludentes ou o Vaticano. Operando em conjunto com narrativas enviesadas da teoria crítica da raça e ansiedades sobre imigração, o movimento antigénero alimenta o nacionalismo agressivo, demoniza as lutas pela igualdade e procura inverter vitórias legais em matéria de liberdade sexual, justiça reprodutiva, igualdade de género, direitos das mulheres, direitos queer e direitos trans, deixando milhões de pessoas vulneráveis à discriminação e à violência. Ao imaginar novas possibilidades, mais livres e solidárias, Judith Butler oferece-nos uma obra de análise social e política esperançosa, actual e intemporal.
  • AUTOR Judith Butler
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Quem tem medo do género?

22,00 
Quem Tem Medo do Género?, obra de grande coragem e rigor analítico, confronta os ataques ao género que se tornaram centrais nos movimentos de direita contemporâneos. Demonstrando o anti intelectualismo e as incongruências da ideologia antigénero, Judith Butler examina a forma como o género se tornou um fantasma para regimes autoritários, grupos fascistas, feministas transexcludentes ou o Vaticano. Operando em conjunto com narrativas enviesadas da teoria crítica da raça e ansiedades sobre imigração, o movimento antigénero alimenta o nacionalismo agressivo, demoniza as lutas pela igualdade e procura inverter vitórias legais em matéria de liberdade sexual, justiça reprodutiva, igualdade de género, direitos das mulheres, direitos queer e direitos trans, deixando milhões de pessoas vulneráveis à discriminação e à violência. Ao imaginar novas possibilidades, mais livres e solidárias, Judith Butler oferece-nos uma obra de análise social e política esperançosa, actual e intemporal.
  • AUTOR Judith Butler
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Autodefesa – Uma filosofia da violência

18,00 
Será a autodefesa legítima em contextos onde imperam o racismo, o sexismo ou a homofobia? Esta é uma questão crucial quando falamos de violência política, tema central deste ensaio exaustivo e provocador. Da resistência à escravatura na colónia francesa de São Domingos à protecção armada das comunidades negra e gay nos EUA na década de 1960, passando pela prática do jiu-jitsu entre as sufragistas em Inglaterra, Autodefesa - Uma filosofia da violência (2017) traça a genealogia de grupos e movimentos políticos que recorreram a métodos violentos para se protegerem. Inspirando-se no pensamento crítico de Frantz Fanon, Judith Butler ou Michel Foucault, este livro reflecte sobre a ética do confronto em situações de opressão legitimada pela sociedade e pelo Estado. Um verdadeiro manual para «desaprender a não lutar».
  • AUTOR Elsa Dorlin
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Autodefesa – Uma filosofia da violência

18,00 
Será a autodefesa legítima em contextos onde imperam o racismo, o sexismo ou a homofobia? Esta é uma questão crucial quando falamos de violência política, tema central deste ensaio exaustivo e provocador. Da resistência à escravatura na colónia francesa de São Domingos à protecção armada das comunidades negra e gay nos EUA na década de 1960, passando pela prática do jiu-jitsu entre as sufragistas em Inglaterra, Autodefesa - Uma filosofia da violência (2017) traça a genealogia de grupos e movimentos políticos que recorreram a métodos violentos para se protegerem. Inspirando-se no pensamento crítico de Frantz Fanon, Judith Butler ou Michel Foucault, este livro reflecte sobre a ética do confronto em situações de opressão legitimada pela sociedade e pelo Estado. Um verdadeiro manual para «desaprender a não lutar».
  • AUTOR Elsa Dorlin
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Sexopatia

12,00 
O sexo como conforto e derradeiro escape social é um tema que já apareceu na obra deste artista gráfico mas pela primeira vez dedica-se exclusivamente ao tema neste livro de três andamentos. O primeiro é a materialização - qual impressora 3D - de anúncios de propostas sexuais no "Correio da Manha", que são expostos com ilustrações surrealistas e um grande humor cáustico. Segue-se um "Bazar" de objectos sexuais a lembrar as maravilhosas invenções inúteis japonesas chindogu para acabar num catálogo anatómico em que só resta a insatisfação. Afinal de contas, o cliente NUNCA está feliz por mais "Sextas-Feiras Negras" que existam no mundo...
  • AUTOR Marcos Trindade
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Sexopatia

12,00 
O sexo como conforto e derradeiro escape social é um tema que já apareceu na obra deste artista gráfico mas pela primeira vez dedica-se exclusivamente ao tema neste livro de três andamentos. O primeiro é a materialização - qual impressora 3D - de anúncios de propostas sexuais no "Correio da Manha", que são expostos com ilustrações surrealistas e um grande humor cáustico. Segue-se um "Bazar" de objectos sexuais a lembrar as maravilhosas invenções inúteis japonesas chindogu para acabar num catálogo anatómico em que só resta a insatisfação. Afinal de contas, o cliente NUNCA está feliz por mais "Sextas-Feiras Negras" que existam no mundo...
  • AUTOR Marcos Trindade
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Velhos supérfluos

16,00 
Numa sociedade em que tudo o que não é absorvido na lógica capitalista de valorização é empurrado para o estatuto de inferior e deficiente, também a velhice nunca pode ser outra coisa senão uma deficiência e algo de perturbador. Partindo da crítica do valor e da dissociação-valor de Robert Kurz e Roswitha Scholz, Andreas Urban analisa como a sociedade capitalista é estruturalmente hostil à velhice e as pessoas idosas são vistas como supérfluas por não serem produtoras de valor. Escalpelizando problemáticas como a activação dos mais velhos mediante programas e discursos de active aging e anti-aging que negam essa fase avançada da vida, ou o lar de idosos como instituição de custódia para indesejados, Velhos Supérfluos expõe o modo como o capitalismo tende a excluir todos os seres humanos que se revelarem incapazes de participar activamente na economia de mercado da sociedade do trabalho.
  • AUTOR Andreas Urban
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Velhos supérfluos

16,00 
Numa sociedade em que tudo o que não é absorvido na lógica capitalista de valorização é empurrado para o estatuto de inferior e deficiente, também a velhice nunca pode ser outra coisa senão uma deficiência e algo de perturbador. Partindo da crítica do valor e da dissociação-valor de Robert Kurz e Roswitha Scholz, Andreas Urban analisa como a sociedade capitalista é estruturalmente hostil à velhice e as pessoas idosas são vistas como supérfluas por não serem produtoras de valor. Escalpelizando problemáticas como a activação dos mais velhos mediante programas e discursos de active aging e anti-aging que negam essa fase avançada da vida, ou o lar de idosos como instituição de custódia para indesejados, Velhos Supérfluos expõe o modo como o capitalismo tende a excluir todos os seres humanos que se revelarem incapazes de participar activamente na economia de mercado da sociedade do trabalho.
  • AUTOR Andreas Urban
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Uma aberta nos tumultos raciais

20,00 
Tradução de Joana Jacinto. Caligrafia e emendas, capa (frente e verso) de Pedro O Novo. Paginação e grafismo de Paulo da Costa Domingos.
  • AUTOR Harmony Korine
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Uma aberta nos tumultos raciais

20,00 
Tradução de Joana Jacinto. Caligrafia e emendas, capa (frente e verso) de Pedro O Novo. Paginação e grafismo de Paulo da Costa Domingos.
  • AUTOR Harmony Korine
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Gente do nevoeiro – Oratório dramático em três quadros

10,00 
«Moura Encantada (cantado) Lua luinha rosa de prata lua luinha rosa de prata canta-me uma linda modinha que a tristeza ora me mata lua luinha rosa de prata»
  • AUTOR Paulo Barrosa
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Gente do nevoeiro – Oratório dramático em três quadros

10,00 
«Moura Encantada (cantado) Lua luinha rosa de prata lua luinha rosa de prata canta-me uma linda modinha que a tristeza ora me mata lua luinha rosa de prata»
  • AUTOR Paulo Barrosa
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Auto da nostalgia – Teatro

10,00 
«Bárbara Vi as ruas desertas com filas de automóveis abandonados ao acaso. As lojas vazias, as montras partidas ou escondidas atrás de taipais de madeira desconjuntados. Vi muitos vidros espalhados pelo chão, lixo acumulado em toda a parte e cães vadios em alcateias agressivas, com o focinho a roçar o asfalto em brasa, à procura de alimento. Vi um ou outro vulto assustadiço a esgueirar-se de esquina em esquina para evitar patrulhas. Das casas de asilo obrigatório desprendia-se um cheiro enjoativo a carne putrefacta. A estação dos correios esventrada ao lado das ruínas fumegantes do hospital. Tudo isso veria quem então tivesse visitado a cidade como eu fiz.»
  • AUTOR Paulo Barrosa
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Auto da nostalgia – Teatro

10,00 
«Bárbara Vi as ruas desertas com filas de automóveis abandonados ao acaso. As lojas vazias, as montras partidas ou escondidas atrás de taipais de madeira desconjuntados. Vi muitos vidros espalhados pelo chão, lixo acumulado em toda a parte e cães vadios em alcateias agressivas, com o focinho a roçar o asfalto em brasa, à procura de alimento. Vi um ou outro vulto assustadiço a esgueirar-se de esquina em esquina para evitar patrulhas. Das casas de asilo obrigatório desprendia-se um cheiro enjoativo a carne putrefacta. A estação dos correios esventrada ao lado das ruínas fumegantes do hospital. Tudo isso veria quem então tivesse visitado a cidade como eu fiz.»
  • AUTOR Paulo Barrosa
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Hiroshima, meu amor

16,60 
Um homem e uma mulher encontram-se. Ele é japonês; ela é francesa e veio a Hiroshima para trabalhar na rodagem de um filme sobre a paz. Encontramo-los agora despidos, deitados sobre a cama de um hotel. E conversam. Ela quer que estes sejam os derradeiros momentos que passam juntos, antes de regressar a casa, no dia seguinte. Ele não a quer deixar ir. São ambos casados, com filhos e uma vida familiar relativamente feliz. A breve aventura acontece no único lugar do mundo em que não se espera que estas coisas aconteçam. Conversam sobre Hiroshima, como se não fosse impossível falar de Hiroshima. Ambos carregam uma ferida aberta do passado, não apenas ele. A dela é a do primeiro grande amor, por um soldado alemão executado à sua frente após a libertação - a que se seguiu o calvário da tosquia e da humilhação das mulheres que se haviam deitado com o inimigo. Este livro nasce a partir do argumento que Marguerite Duras escreveu para o filme homónimo de Alain Resnais e reaparece, agora, numa nova edição.
  • AUTOR Marguerite Duras
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Hiroshima, meu amor

16,60 
Um homem e uma mulher encontram-se. Ele é japonês; ela é francesa e veio a Hiroshima para trabalhar na rodagem de um filme sobre a paz. Encontramo-los agora despidos, deitados sobre a cama de um hotel. E conversam. Ela quer que estes sejam os derradeiros momentos que passam juntos, antes de regressar a casa, no dia seguinte. Ele não a quer deixar ir. São ambos casados, com filhos e uma vida familiar relativamente feliz. A breve aventura acontece no único lugar do mundo em que não se espera que estas coisas aconteçam. Conversam sobre Hiroshima, como se não fosse impossível falar de Hiroshima. Ambos carregam uma ferida aberta do passado, não apenas ele. A dela é a do primeiro grande amor, por um soldado alemão executado à sua frente após a libertação - a que se seguiu o calvário da tosquia e da humilhação das mulheres que se haviam deitado com o inimigo. Este livro nasce a partir do argumento que Marguerite Duras escreveu para o filme homónimo de Alain Resnais e reaparece, agora, numa nova edição.
  • AUTOR Marguerite Duras
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Aforismos [Agustina Bessa-Luís]

18,50 
«Este é um livro sobre as paixões, a sua psicologia profunda, e, às vezes, muitas vezes, a sua ontologia. É composto por sondas lançadas em direcção à profundidade dos movimentos líquidos da alma para tentativamente iluminar em grau variável realidades cuja forma não possui contornos precisos. Ao mesmo tempo, é também outra coisa. É uma reflexão sobre o modo de ser de uma escrita e uma lição sobre o particular entendimento do que é a literatura segundo a autora.» [Do Prefácio de Paulo Tunhas]
  • AUTOR Agustina Bessa-Luís
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Aforismos [Agustina Bessa-Luís]

18,50 
«Este é um livro sobre as paixões, a sua psicologia profunda, e, às vezes, muitas vezes, a sua ontologia. É composto por sondas lançadas em direcção à profundidade dos movimentos líquidos da alma para tentativamente iluminar em grau variável realidades cuja forma não possui contornos precisos. Ao mesmo tempo, é também outra coisa. É uma reflexão sobre o modo de ser de uma escrita e uma lição sobre o particular entendimento do que é a literatura segundo a autora.» [Do Prefácio de Paulo Tunhas]
  • AUTOR Agustina Bessa-Luís
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Caminhar – Uma filosofia

18,00 
Experiência física e simultaneamente mental, para Frédéric Gros, caminhar não é um desporto, mas uma fuga, uma deriva ao acaso, um exercício espiritual. Exaltada e praticada por Thoreau, Rimbaud, Nietzsche e Gandhi, revestiu-se, desde a Antiguidade até aos dias de hoje, de muitas formas: errância melancólica ou marcha de protesto, imersão na natureza ou pura evasão. Do Tibete ao México, de Jerusalém às florestas de Walden, Caminhar (2008) inspira-nos a sair de casa e mostra como, pelo mundo inteiro, esta arte aparentemente simples de «pôr um pé à frente do outro» tem muito a oferecer e a revelar sobre o ser humano.
  • AUTOR Frédéric Gros
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Caminhar – Uma filosofia

18,00 
Experiência física e simultaneamente mental, para Frédéric Gros, caminhar não é um desporto, mas uma fuga, uma deriva ao acaso, um exercício espiritual. Exaltada e praticada por Thoreau, Rimbaud, Nietzsche e Gandhi, revestiu-se, desde a Antiguidade até aos dias de hoje, de muitas formas: errância melancólica ou marcha de protesto, imersão na natureza ou pura evasão. Do Tibete ao México, de Jerusalém às florestas de Walden, Caminhar (2008) inspira-nos a sair de casa e mostra como, pelo mundo inteiro, esta arte aparentemente simples de «pôr um pé à frente do outro» tem muito a oferecer e a revelar sobre o ser humano.
  • AUTOR Frédéric Gros
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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