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A vida mentirosa dos adultos

21,00 
Dois anos antes de sair de casa, o meu pai disse à minha mãe que eu era muito feia» é a frase inicial deste romance. A revelação é feita por Giovanna, que ao olhar paterno se transformara de criança encantadora em adolescente imprevisível, que parecia tornar-se cada dia mais parecida com a desprezada tia Vittoria. A frase ouvida sem que os pais o soubessem vai levar Giovanna a procurar conhecer a tia, cujas fotografias foram apagadas dos álbuns de família e é evitada em todas as conversas. Para saber se estará realmente a tornar-se semelhante à tia, vai visitar a zona empobrecida de Nápoles, a conhecer uma versão diferente dos seus pais, provocando sem o saber a desagregação da sua família intelectual, compreensiva e perfeita na aparência. Giovanna move-se entre duas famílias e duas zonas da cidade em busca dela própria, na passagem da adolescência para a idade adulta.
  • AUTOR Elena Ferrante
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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A vida mentirosa dos adultos

21,00 
Dois anos antes de sair de casa, o meu pai disse à minha mãe que eu era muito feia» é a frase inicial deste romance. A revelação é feita por Giovanna, que ao olhar paterno se transformara de criança encantadora em adolescente imprevisível, que parecia tornar-se cada dia mais parecida com a desprezada tia Vittoria. A frase ouvida sem que os pais o soubessem vai levar Giovanna a procurar conhecer a tia, cujas fotografias foram apagadas dos álbuns de família e é evitada em todas as conversas. Para saber se estará realmente a tornar-se semelhante à tia, vai visitar a zona empobrecida de Nápoles, a conhecer uma versão diferente dos seus pais, provocando sem o saber a desagregação da sua família intelectual, compreensiva e perfeita na aparência. Giovanna move-se entre duas famílias e duas zonas da cidade em busca dela própria, na passagem da adolescência para a idade adulta.
  • AUTOR Elena Ferrante
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Como a água que corre

17,50 
Neste livro foram reunidas três novelas de Marguerite Yourcenar. Anna, Soror… é um escrito de juventude (1925) e o seu tema é uma relação incestuosa entre irmão e irmã na Nápoles do século xvi. Um Homem Obscuro foi escrito entre 1979 e 1981 e fala-nos da vida e morte de Natanael, um homem da Holanda do século xvii, que lança sobre o mundo um olhar desprevenido. O protagonista de Uma Bela Manhã (igualmente composto entre 1979 e 1981) é Lázaro, o filho de Natanael, que muito novo se junta a um bando de comediantes shakespearianos, por conhecer de cor as falas das personagens do teatro isabelino.
  • AUTOR Marguerite Yourcenar
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Como a água que corre

17,50 
Neste livro foram reunidas três novelas de Marguerite Yourcenar. Anna, Soror… é um escrito de juventude (1925) e o seu tema é uma relação incestuosa entre irmão e irmã na Nápoles do século xvi. Um Homem Obscuro foi escrito entre 1979 e 1981 e fala-nos da vida e morte de Natanael, um homem da Holanda do século xvii, que lança sobre o mundo um olhar desprevenido. O protagonista de Uma Bela Manhã (igualmente composto entre 1979 e 1981) é Lázaro, o filho de Natanael, que muito novo se junta a um bando de comediantes shakespearianos, por conhecer de cor as falas das personagens do teatro isabelino.
  • AUTOR Marguerite Yourcenar
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Do desaparecimento dos rituais

16,00 
Rituais são ações simbólicas que permitem criar uma comunidade e que, no limite, podem dispensar a comunicação verbal, como é o caso da cerimónia do chá japonesa. Sem pretensões a transmitir conteúdos significativos, permitem que uma coletividade os reconheça como sinais da sua própria identidade. No entanto, nas atuais sociedades caracterizadas pelo individualismo narcísico e o culto da autenticidade, afirma-se uma comunicação sem comunidade, com o abandono desses rituais sociais que pautavam a vida, do nascimento à morte, através de cerimónias iniciáticas de celebração e passagem. Nos nossos dias de informação instantânea através das redes sociais, a fluidez da comunicação é um imperativo e os rituais são percebidos como algo de antiquado, de prescindível, e até como um obstáculo à produção em série.
  • AUTOR Byung-Chul Han
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Do desaparecimento dos rituais

16,00 
Rituais são ações simbólicas que permitem criar uma comunidade e que, no limite, podem dispensar a comunicação verbal, como é o caso da cerimónia do chá japonesa. Sem pretensões a transmitir conteúdos significativos, permitem que uma coletividade os reconheça como sinais da sua própria identidade. No entanto, nas atuais sociedades caracterizadas pelo individualismo narcísico e o culto da autenticidade, afirma-se uma comunicação sem comunidade, com o abandono desses rituais sociais que pautavam a vida, do nascimento à morte, através de cerimónias iniciáticas de celebração e passagem. Nos nossos dias de informação instantânea através das redes sociais, a fluidez da comunicação é um imperativo e os rituais são percebidos como algo de antiquado, de prescindível, e até como um obstáculo à produção em série.
  • AUTOR Byung-Chul Han
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Os sete pilares da sabedoria

24,00 
Descreve a Revolta Árabe contra os turcos, vista por um inglês que nela tomou parte. No que seria aparentemente uma simples crónica militar, Lawrence da Arábia teceu um painel inusitado de retratos, descrições, filosofias, emoções, aventuras e sonhos. Para levar a cabo a sua missão, serviu-se de uma extraordinária erudição, uma memória impecável, um estilo que ele próprio inventou… uma total desconfiança em si mesmo e uma fé ainda maior.
  • AUTOR T. E. Lawrence
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Os sete pilares da sabedoria

24,00 
Descreve a Revolta Árabe contra os turcos, vista por um inglês que nela tomou parte. No que seria aparentemente uma simples crónica militar, Lawrence da Arábia teceu um painel inusitado de retratos, descrições, filosofias, emoções, aventuras e sonhos. Para levar a cabo a sua missão, serviu-se de uma extraordinária erudição, uma memória impecável, um estilo que ele próprio inventou… uma total desconfiança em si mesmo e uma fé ainda maior.
  • AUTOR T. E. Lawrence
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Três retratos: Salazar, Cunhal, Soares

18,00 
Neste livro, António Barreto faz o retrato dos três portugueses que mais influenciaram o nosso século xx. Mas não os retrata como figuras independentes, antes os combina e contrasta. Salazar, que instaurou o Estado Novo, enfrentou, a partir de dada altura, como principal dirigente da oposição política e cultural à sua ditadura Álvaro Cunhal. Mário Soares, que impulsionou o regime democrático, teve de vencer as pretensões do PCP de transformar a ruptura do 25 de Abril numa nova ditadura.
  • AUTOR António Barreto
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Três retratos: Salazar, Cunhal, Soares

18,00 
Neste livro, António Barreto faz o retrato dos três portugueses que mais influenciaram o nosso século xx. Mas não os retrata como figuras independentes, antes os combina e contrasta. Salazar, que instaurou o Estado Novo, enfrentou, a partir de dada altura, como principal dirigente da oposição política e cultural à sua ditadura Álvaro Cunhal. Mário Soares, que impulsionou o regime democrático, teve de vencer as pretensões do PCP de transformar a ruptura do 25 de Abril numa nova ditadura.
  • AUTOR António Barreto
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Ensaio sobre o dia conseguido

15,00 
Quem viveu já um dia conseguido? À partida, a maioria não hesitará talvez em afirmá-lo. Será, pois, necessário continuar a perguntar. Queres dizer “conseguido” ou apenas “belo”? É de um dia “conseguido” que falas, ou de um — igualmente raro, é verdade — “despreocupado”? É para ti um dia que decorreu sem problemas já um dia conseguido? Vês alguma diferença entre um dia feliz e o conseguido?
  • AUTOR Peter Handke
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Ensaio sobre o dia conseguido

15,00 
Quem viveu já um dia conseguido? À partida, a maioria não hesitará talvez em afirmá-lo. Será, pois, necessário continuar a perguntar. Queres dizer “conseguido” ou apenas “belo”? É de um dia “conseguido” que falas, ou de um — igualmente raro, é verdade — “despreocupado”? É para ti um dia que decorreu sem problemas já um dia conseguido? Vês alguma diferença entre um dia feliz e o conseguido?
  • AUTOR Peter Handke
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O tempo, esse grande escultor

17,50 
No dia em que uma estátua é acabada, começa, de certo modo, a sua vida. Fechou-se a primeira fase, em que, pela mão do escultor, ela passou de bloco a forma humana; numa outra fase, ao correr dos séculos, irão alternar-se a adoração, a admiração, o amor, o desprezo ou a indiferença, em graus sucessivos de erosão e desgaste, até chegar, pouco a pouco, ao estado de mineral informe a que o seu escultor a tinha arrancado. Já não temos hoje, todos o sabemos, uma única estátua grega tal como a conheceram os seus contemporâneos.
  • AUTOR Marguerite Yourcenar
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O tempo, esse grande escultor

17,50 
No dia em que uma estátua é acabada, começa, de certo modo, a sua vida. Fechou-se a primeira fase, em que, pela mão do escultor, ela passou de bloco a forma humana; numa outra fase, ao correr dos séculos, irão alternar-se a adoração, a admiração, o amor, o desprezo ou a indiferença, em graus sucessivos de erosão e desgaste, até chegar, pouco a pouco, ao estado de mineral informe a que o seu escultor a tinha arrancado. Já não temos hoje, todos o sabemos, uma única estátua grega tal como a conheceram os seus contemporâneos.
  • AUTOR Marguerite Yourcenar
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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As flores do mal

19,50 
As Flores do Mal não contêm poemas históricos nem lendas; nada que repouse sobre uma narrativa. Não vemos nelas tiradas filosóficas. A política não aparece, as descrições são raras e sempre significativas. Mas tudo nelas é encanto, música, sensualidade poderosa e abstrata… Luxo, forma e voluptuosidade. Há nos melhores versos de Baudelaire uma combinação de carne e de espírito, uma mistura de solenidade, de calor e de amargura, de eternidade e de intimidade, uma raríssima aliança da vontade com a harmonia, que os distingue nitidamente dos versos românticos, como os distingue nitidamente dos versos parnasianos.
  • AUTOR Charles Baudelaire
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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As flores do mal

19,50 
As Flores do Mal não contêm poemas históricos nem lendas; nada que repouse sobre uma narrativa. Não vemos nelas tiradas filosóficas. A política não aparece, as descrições são raras e sempre significativas. Mas tudo nelas é encanto, música, sensualidade poderosa e abstrata… Luxo, forma e voluptuosidade. Há nos melhores versos de Baudelaire uma combinação de carne e de espírito, uma mistura de solenidade, de calor e de amargura, de eternidade e de intimidade, uma raríssima aliança da vontade com a harmonia, que os distingue nitidamente dos versos românticos, como os distingue nitidamente dos versos parnasianos.
  • AUTOR Charles Baudelaire
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Revisitar os clássicos

18,00 
Conjunto de brevíssimos e brilhantes ensaios publicados originalmente entre 1965 e 1969 na revista literária norte-americana Saturday Review, Revisitar os Clássicos (1969) reúne sessenta obras que são, para o autor, «documentos básicos da história da imaginação». Do Oriente ao Ocidente, do berço das civilizações a tempos recentes, a singular leitura de Kenneth Rexroth tanto passa em revista a Ilíada, a Odisseia ou A Epopeia de Gilgamesh, como se debruça sobre a poesia japonesa clássica, Dom Quixote ou os ensaios de Montaigne, sem esquecer os contributos de Flaubert, Rimbaud, Twain ou Tchékhov. Numa linguagem simples e descomprometida — desvelando elos imprevistos entre Fielding e Confúcio, Tristram Shandy e o budismo, peças de Shakespeare e epopeias finlandesas —, esta visita guiada aos testemunhos escritos da «nobreza e vulgaridade do coração humano» reinventa a definição de clássico e inspira-nos a sermos melhores leitores.
  • AUTOR Kenneth Rexroth
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Revisitar os clássicos

18,00 
Conjunto de brevíssimos e brilhantes ensaios publicados originalmente entre 1965 e 1969 na revista literária norte-americana Saturday Review, Revisitar os Clássicos (1969) reúne sessenta obras que são, para o autor, «documentos básicos da história da imaginação». Do Oriente ao Ocidente, do berço das civilizações a tempos recentes, a singular leitura de Kenneth Rexroth tanto passa em revista a Ilíada, a Odisseia ou A Epopeia de Gilgamesh, como se debruça sobre a poesia japonesa clássica, Dom Quixote ou os ensaios de Montaigne, sem esquecer os contributos de Flaubert, Rimbaud, Twain ou Tchékhov. Numa linguagem simples e descomprometida — desvelando elos imprevistos entre Fielding e Confúcio, Tristram Shandy e o budismo, peças de Shakespeare e epopeias finlandesas —, esta visita guiada aos testemunhos escritos da «nobreza e vulgaridade do coração humano» reinventa a definição de clássico e inspira-nos a sermos melhores leitores.
  • AUTOR Kenneth Rexroth
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Fotocópias

16,00 
Nada se perde, tudo o que vemos permanece connosco. Imitando o fotógrafo com a sua câmara, John Berger segue, com palavras, «o impulso espontâneo de uma atenção visual perpétua, que capta o instante e a sua eternidade». Fotocópias (1996) — tiradas a algo que não nos pertence, a um original efémero ameaçado pela passagem do tempo, mas cuja imagem queremos conservar e recordar — captura com sensibilidade o que é fugaz, flashes ou revelações do trivial extraordinário, eternizando-os na página.
  • AUTOR John Berger
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Fotocópias

16,00 
Nada se perde, tudo o que vemos permanece connosco. Imitando o fotógrafo com a sua câmara, John Berger segue, com palavras, «o impulso espontâneo de uma atenção visual perpétua, que capta o instante e a sua eternidade». Fotocópias (1996) — tiradas a algo que não nos pertence, a um original efémero ameaçado pela passagem do tempo, mas cuja imagem queremos conservar e recordar — captura com sensibilidade o que é fugaz, flashes ou revelações do trivial extraordinário, eternizando-os na página.
  • AUTOR John Berger
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Contos completos – Graça Pina de Morais

17,00 
Somos como fogos-fátuos. Precisamos que alguém nos veja e nos venha depois dizer que existimos. Num universo de histórias inquietantes, como «Cristina», «O Círculo Vicioso» e «A Fé», todas as personagens são pela autora dissecadas a bisturi – os seus absurdos e alegrias, humilhações e vaidades –, sempre com um «ouvido especialmente apurado para as emoções mais sombrias ou inexplicáveis», nas palavras do prefaciador Fernando Pinto do Amaral. Relatos com gente de carne e osso, em geografias emocionais de relevo acidentado.
  • AUTOR Graça Pina de Morais
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Contos completos – Graça Pina de Morais

17,00 
Somos como fogos-fátuos. Precisamos que alguém nos veja e nos venha depois dizer que existimos. Num universo de histórias inquietantes, como «Cristina», «O Círculo Vicioso» e «A Fé», todas as personagens são pela autora dissecadas a bisturi – os seus absurdos e alegrias, humilhações e vaidades –, sempre com um «ouvido especialmente apurado para as emoções mais sombrias ou inexplicáveis», nas palavras do prefaciador Fernando Pinto do Amaral. Relatos com gente de carne e osso, em geografias emocionais de relevo acidentado.
  • AUTOR Graça Pina de Morais
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Porquê olhar os animais?

15,00 
Os animais são sempre os observados. O facto de poderem observar‑nos perdeu qualquer significado. O que deles sabemos é um indicador do nosso poder, e portanto um indicador do que deles nos separa. Esta recolha de ensaios, escritos entre 1971 e 2001, retrata a degradação da nossa relação com a natureza na era do consumismo moderno – e, em particular, a redução dos animais (outrora no centro da existência humana) à categoria de espectáculo, companhia ou produto de consumo. O ensaio que dá nome ao livro descreve o tortuoso percurso do animal: de divindade espiritual e musa inspiradora na arte primitiva a, hoje em dia, fonte de entretenimento, confinado a circos e jardins zoológicos, tornado «monumento vivo da sua própria desaparição».
  • AUTOR John Berger
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Porquê olhar os animais?

15,00 
Os animais são sempre os observados. O facto de poderem observar‑nos perdeu qualquer significado. O que deles sabemos é um indicador do nosso poder, e portanto um indicador do que deles nos separa. Esta recolha de ensaios, escritos entre 1971 e 2001, retrata a degradação da nossa relação com a natureza na era do consumismo moderno – e, em particular, a redução dos animais (outrora no centro da existência humana) à categoria de espectáculo, companhia ou produto de consumo. O ensaio que dá nome ao livro descreve o tortuoso percurso do animal: de divindade espiritual e musa inspiradora na arte primitiva a, hoje em dia, fonte de entretenimento, confinado a circos e jardins zoológicos, tornado «monumento vivo da sua própria desaparição».
  • AUTOR John Berger
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