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Haverá sempre um lento alfabeto de chuva – O incognito lounge e outros poemas

10,00 
«Esta noite são perfeitamente visíveis, quase tão discretas como uma tempestade de meteoros, estas questões sobre a felicidade que assolam o mundo.»
  • AUTOR Denis Johnson
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Haverá sempre um lento alfabeto de chuva – O incognito lounge e outros poemas

10,00 
«Esta noite são perfeitamente visíveis, quase tão discretas como uma tempestade de meteoros, estas questões sobre a felicidade que assolam o mundo.»
  • AUTOR Denis Johnson
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O grito dos pássaros loucos

18,00 
Um drama autobiográfico sobre a violência de um país, o exílio e a liberdade de escrever. 1976, Haiti. O Grito dos Pássaros Loucos (2000) narra o dia em que um mundo desaba e uma vida muda para sempre: as derradeiras horas de Ossos Velhos – alter ego de Dany Laferrière – em Port-au-Prince, antes de partir para o exílio no Canadá, e na sequência do assassínio do seu maior amigo pelas milícias do ditador Duvalier. A amargura da despedida e o doce aroma do café e do ilangue-ilangue fundem-se numa última ronda pelas ruas vibrantes da cidade – em bordéis e bares, cinemas e praças –, onde só uma pergunta ecoa: o exílio ou a morte? Obra de maturidade de Dany Laferrière e romance sobre o desenraizamento, O Grito dos Pássaros Loucos é também a história de um protagonista que, sob o signo de Antígona, reclama a liberdade de viver segundo a sua consciência e as suas paixões, sonhando com horizontes mais vastos do que «os universos estreitos e os céus baixos da ditadura».
  • AUTOR Dany Laferrière
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O grito dos pássaros loucos

18,00 
Um drama autobiográfico sobre a violência de um país, o exílio e a liberdade de escrever. 1976, Haiti. O Grito dos Pássaros Loucos (2000) narra o dia em que um mundo desaba e uma vida muda para sempre: as derradeiras horas de Ossos Velhos – alter ego de Dany Laferrière – em Port-au-Prince, antes de partir para o exílio no Canadá, e na sequência do assassínio do seu maior amigo pelas milícias do ditador Duvalier. A amargura da despedida e o doce aroma do café e do ilangue-ilangue fundem-se numa última ronda pelas ruas vibrantes da cidade – em bordéis e bares, cinemas e praças –, onde só uma pergunta ecoa: o exílio ou a morte? Obra de maturidade de Dany Laferrière e romance sobre o desenraizamento, O Grito dos Pássaros Loucos é também a história de um protagonista que, sob o signo de Antígona, reclama a liberdade de viver segundo a sua consciência e as suas paixões, sonhando com horizontes mais vastos do que «os universos estreitos e os céus baixos da ditadura».
  • AUTOR Dany Laferrière
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A promessa

14,00 
Num navio, uma mulher cai ao mar. À deriva, vê a vida inteira passar diante dos seus olhos e promete a Santa Rita, padroeira das causas impossíveis, escrever a sua história se sobreviver. Pessoas, lugares e lembranças afluem-lhe à memória, como destroços à tona da água, num oceano insondável e ameaçador, formando um poderoso dicionário de recordações. Publicada postumamente em 2011, A Promessa sofreu constantes reescritas desde os anos 60 e foi o labor dos últimos dias da autora, já atormentada pela doença.
  • AUTOR Silvina Ocampo
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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A promessa

14,00 
Num navio, uma mulher cai ao mar. À deriva, vê a vida inteira passar diante dos seus olhos e promete a Santa Rita, padroeira das causas impossíveis, escrever a sua história se sobreviver. Pessoas, lugares e lembranças afluem-lhe à memória, como destroços à tona da água, num oceano insondável e ameaçador, formando um poderoso dicionário de recordações. Publicada postumamente em 2011, A Promessa sofreu constantes reescritas desde os anos 60 e foi o labor dos últimos dias da autora, já atormentada pela doença.
  • AUTOR Silvina Ocampo
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Há mundo por vir? – Ensaio sobre os medos e os fins

16,00 
Este ensaio a duas mãos é «um sobrevoo esquemático dos muitos imaginários do fim do mundo». Conjugando saberes da filosofia moderna europeia e pesquisas sobre a metafísica ameríndia, Há Mundo por Vir? (2014) analisa actuais imaginários apocalípticos e discursos escatológicos (no cinema, na literatura, na filosofia e na ciência), interpretando-os como expressões e sintomas, não ainda do fim irreparável e absoluto, mas do fim de um certo mundo: o dos dualismos e mitologias da modernidade capitalista ocidental, que empurra o planeta para o limiar do colapso ambiental. Orientados por coordenadas que têm tanto de metafísica como de política – um mundo sem nós, nós sem mundo, antes e depois do mundo actual –, os autores abordam as ameaças existenciais das alterações climáticas, evocando imagens de A Estrada, de Cormac McCarthy, Melancolia, de Lars von Trier, e d’O Cavalo de Turim, de Béla Tarr. Em diálogo crítico com Bruno Latour, Isabelle Stengers e os aceleracionistas, lembram-nos de que há na realidade muitas maneiras de perder um mundo. Perante o desfalecimento do nosso, as experiências históricas daqueles que já perderam o seu — os povos indígenas — talvez tenham algo para nos ensinar e inspirar.
  • AUTORES Déborah Danowski e Eduardo Viveiros de Castro
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Há mundo por vir? – Ensaio sobre os medos e os fins

16,00 
Este ensaio a duas mãos é «um sobrevoo esquemático dos muitos imaginários do fim do mundo». Conjugando saberes da filosofia moderna europeia e pesquisas sobre a metafísica ameríndia, Há Mundo por Vir? (2014) analisa actuais imaginários apocalípticos e discursos escatológicos (no cinema, na literatura, na filosofia e na ciência), interpretando-os como expressões e sintomas, não ainda do fim irreparável e absoluto, mas do fim de um certo mundo: o dos dualismos e mitologias da modernidade capitalista ocidental, que empurra o planeta para o limiar do colapso ambiental. Orientados por coordenadas que têm tanto de metafísica como de política – um mundo sem nós, nós sem mundo, antes e depois do mundo actual –, os autores abordam as ameaças existenciais das alterações climáticas, evocando imagens de A Estrada, de Cormac McCarthy, Melancolia, de Lars von Trier, e d’O Cavalo de Turim, de Béla Tarr. Em diálogo crítico com Bruno Latour, Isabelle Stengers e os aceleracionistas, lembram-nos de que há na realidade muitas maneiras de perder um mundo. Perante o desfalecimento do nosso, as experiências históricas daqueles que já perderam o seu — os povos indígenas — talvez tenham algo para nos ensinar e inspirar.
  • AUTORES Déborah Danowski e Eduardo Viveiros de Castro
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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A voz do dono

18,00 
Quando é detectada uma mensagem vinda do espaço, uma comunidade de cientistas, reunida num projecto governamental no deserto do Nevada – Master’s Voice –, não se poupa a esforços para a decifrar. Porém, a primeira transmissão extraterrestre «era como a planta de uma catedral enviada a australopitecos ou uma biblioteca facultada aos neandertais», diz-nos Peter Hogarth, matemático envolvido na missão secreta e autor deste relato. Rapidamente, este enigmático código estelar suscita as mais diversas interpretações de físicos, biólogos, antropólogos e linguistas, apenas para revelar a dúbia relação entre governo e ciência, bem como as limitações do conhecimento em face do insondável. Agora em tradução directa do polaco, A Voz do Dono (1968), publicado em plena Guerra Fria, é um dos romances mais aclamados e densamente filosóficos de Stanisław Lem.
  • AUTOR Stanislaw Lem
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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A voz do dono

18,00 
Quando é detectada uma mensagem vinda do espaço, uma comunidade de cientistas, reunida num projecto governamental no deserto do Nevada – Master’s Voice –, não se poupa a esforços para a decifrar. Porém, a primeira transmissão extraterrestre «era como a planta de uma catedral enviada a australopitecos ou uma biblioteca facultada aos neandertais», diz-nos Peter Hogarth, matemático envolvido na missão secreta e autor deste relato. Rapidamente, este enigmático código estelar suscita as mais diversas interpretações de físicos, biólogos, antropólogos e linguistas, apenas para revelar a dúbia relação entre governo e ciência, bem como as limitações do conhecimento em face do insondável. Agora em tradução directa do polaco, A Voz do Dono (1968), publicado em plena Guerra Fria, é um dos romances mais aclamados e densamente filosóficos de Stanisław Lem.
  • AUTOR Stanislaw Lem
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Nem te digo nem te conto

7,50 
“Escrito para que o sol da leitura em todos os rostos brilhe, e muitos corações aqueça. Nem te digo nem te conto propõe-se dar voz a tantas vozes, que o tempo consagrou: do Perrault, de O Barba Azul, a Sophia de Mello Breyner, de A menina do mar.”
  • TEXTO Vergílio Alberto Vieira
  • ILUSTRAÇÃO Madalena Matoso
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Nem te digo nem te conto

7,50 
“Escrito para que o sol da leitura em todos os rostos brilhe, e muitos corações aqueça. Nem te digo nem te conto propõe-se dar voz a tantas vozes, que o tempo consagrou: do Perrault, de O Barba Azul, a Sophia de Mello Breyner, de A menina do mar.”
  • TEXTO Vergílio Alberto Vieira
  • ILUSTRAÇÃO Madalena Matoso
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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A mãe e outros modos de viajar

7,50 
“Modos de viajar há muitos. O mais extraordinário de todos, mas também o mais natural e simples, é o modo como fazemos as nossas primeiras viagens. Alguém se lembra delas? E que dizer das viagens feitas sem a ajuda de asas, de rodas, de quilhas?”
  • TEXTO Raul Malaquias Marques
  • ILUSTRAÇÃO Teresa Lima
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
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A mãe e outros modos de viajar

7,50 
“Modos de viajar há muitos. O mais extraordinário de todos, mas também o mais natural e simples, é o modo como fazemos as nossas primeiras viagens. Alguém se lembra delas? E que dizer das viagens feitas sem a ajuda de asas, de rodas, de quilhas?”
  • TEXTO Raul Malaquias Marques
  • ILUSTRAÇÃO Teresa Lima
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
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O que há no escuro

7,50 
“O que há no escuro? Monstros? Papões? Coisas feias, frias, más? Atreve-te a descobrir! Abre este livro e vem espreitar O Que Há no Escuro. Verás que não há motivo para medos…”
  • TEXTO Ana Saldanha
  • ILUSTRAÇÃO Yara Kono
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O que há no escuro

7,50 
“O que há no escuro? Monstros? Papões? Coisas feias, frias, más? Atreve-te a descobrir! Abre este livro e vem espreitar O Que Há no Escuro. Verás que não há motivo para medos…”
  • TEXTO Ana Saldanha
  • ILUSTRAÇÃO Yara Kono
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Fatma

7,50 
“Quanta água tem o mar? Quantos barcos o conseguem navegar? Fatma atravessou o mar à procura de um refúgio e perdeu todas as palavras que tinha dentro de si. Para as reencontrar, terá de fazer uma nova viagem…”
  • TEXTO Conceição Dinis Tomé
  • ILUSTRAÇÃO Mariana Rio
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Fatma

7,50 
“Quanta água tem o mar? Quantos barcos o conseguem navegar? Fatma atravessou o mar à procura de um refúgio e perdeu todas as palavras que tinha dentro de si. Para as reencontrar, terá de fazer uma nova viagem…”
  • TEXTO Conceição Dinis Tomé
  • ILUSTRAÇÃO Mariana Rio
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Jean Moulin – A sombra não apaga a cor

7,50 
“Jean Moulin foi um daqueles homens a que se pode chamar de herói da Segunda Guerra Mundial. Aquele que tinha sido o mais jovem Prefeito de França, pôs os seus talentos de organizador na aventura de dar resposta ativa ao exército ocupante, até que por ele foi capturado. Gostava muito de desenhar e criou mesmo uma galeria de arte.”
  • TEXTO João Paulo Cotrim
  • ILUSTRAÇÃO Tiago Albuquerque
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Jean Moulin – A sombra não apaga a cor

7,50 
“Jean Moulin foi um daqueles homens a que se pode chamar de herói da Segunda Guerra Mundial. Aquele que tinha sido o mais jovem Prefeito de França, pôs os seus talentos de organizador na aventura de dar resposta ativa ao exército ocupante, até que por ele foi capturado. Gostava muito de desenhar e criou mesmo uma galeria de arte.”
  • TEXTO João Paulo Cotrim
  • ILUSTRAÇÃO Tiago Albuquerque
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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A menina que queria escrever histórias

7,50 
“A Joana queria contar as suas histórias. Mas quando se sentava para escrever… nada acontecia. Logo ela, que desde tão pequena passava os dias a inventar personagens e peripécias. Logo ela, que esperava ansiosamente por conhecer as letras e as palavras. Como é que, depois de tudo isto, as histórias não lhe saíam do corpo?”
  • TEXTO Rosário Alçada Araújo
  • ILUSTRAÇÃO Teresa Cortez
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A menina que queria escrever histórias

7,50 
“A Joana queria contar as suas histórias. Mas quando se sentava para escrever… nada acontecia. Logo ela, que desde tão pequena passava os dias a inventar personagens e peripécias. Logo ela, que esperava ansiosamente por conhecer as letras e as palavras. Como é que, depois de tudo isto, as histórias não lhe saíam do corpo?”
  • TEXTO Rosário Alçada Araújo
  • ILUSTRAÇÃO Teresa Cortez
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Alguém

7,50 
“Dentro de um ovo muito redondo está alguém que nunca ninguém viu porque também ainda não nasceu. Quem estará lá dentro? Um escaravelho? Uma libelinha? E o que estará a fazer? E o que acontecerá quando vier cá para fora? Anda daí conhecer este alguém dentro de um ovo.”
  • TEXTO Ana Pessoa
  • ILUSTRAÇÃO Catarina Gomes
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Alguém

7,50 
“Dentro de um ovo muito redondo está alguém que nunca ninguém viu porque também ainda não nasceu. Quem estará lá dentro? Um escaravelho? Uma libelinha? E o que estará a fazer? E o que acontecerá quando vier cá para fora? Anda daí conhecer este alguém dentro de um ovo.”
  • TEXTO Ana Pessoa
  • ILUSTRAÇÃO Catarina Gomes
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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