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O que é isto?

12,50 
O que é isto? É um bicho? É um risco? É o quê? Ninguém sabe bem, mas cada um dá a sua opinião. Para uns parece ser um objeto, para outros, um animal. E então? Qual é o mal? Uma coisa é certa: neste livro há umas linhas muito irrequietas que querem mesmo existir, seja de que forma for. Segue-as com a mão, com os olhos ou com o nariz (porque não?) e diverte-te a descobrir para onde vão.
  • TEXTO Ana Pessoa
  • ILUSTRAÇÃO Yara Kono
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O que é isto?

12,50 
O que é isto? É um bicho? É um risco? É o quê? Ninguém sabe bem, mas cada um dá a sua opinião. Para uns parece ser um objeto, para outros, um animal. E então? Qual é o mal? Uma coisa é certa: neste livro há umas linhas muito irrequietas que querem mesmo existir, seja de que forma for. Segue-as com a mão, com os olhos ou com o nariz (porque não?) e diverte-te a descobrir para onde vão.
  • TEXTO Ana Pessoa
  • ILUSTRAÇÃO Yara Kono
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O duelo

14,40 
Dois homens discutem num país distante e frio. Discutem há tanto tempo que já não se lembram por que razão começaram a discutir. Para resolverem de vez o problema, e porque desistiram de encontrar uma verdadeira solução, decidem travar um duelo. Como em todos os duelos, costas com costas, cada um começa por contar cem passos antes de se virar para disparar. 1, 2, 3, 4… Lá vão eles, afastando-se. Seguimos um deles, mas a dada altura perguntamo-nos: onde irá? Um livro sobre zangas, conflitos, guerras, mas sobretudo sobre a paz.
  • AUTOR Inês Viegas Oliveira
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O duelo

14,40 
Dois homens discutem num país distante e frio. Discutem há tanto tempo que já não se lembram por que razão começaram a discutir. Para resolverem de vez o problema, e porque desistiram de encontrar uma verdadeira solução, decidem travar um duelo. Como em todos os duelos, costas com costas, cada um começa por contar cem passos antes de se virar para disparar. 1, 2, 3, 4… Lá vão eles, afastando-se. Seguimos um deles, mas a dada altura perguntamo-nos: onde irá? Um livro sobre zangas, conflitos, guerras, mas sobretudo sobre a paz.
  • AUTOR Inês Viegas Oliveira
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O primeiro dia

12,50 
Todos guardamos na memória aqueles dias em que tivemos de ficar fechados em casa (nem vale a pena lembrar porquê). Não foram dias fáceis e, a certa altura, só queríamos o mundo de volta: a rua, os parques, os baloiços, os amigos, os avós. Um dia chegaram melhores notícias e foi mesmo bom recomeçar: calçar os sapatos e regressar de novo às aventuras! Este livro é para nos lembrarmos desse primeiro dia, o dia do primeiro regresso. Para nunca esquecermos. Para celebrarmos! Uma banda-desenhada silenciosa para os leitores mais pequenos.
  • AUTOR Henrique Coser Moreira
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O primeiro dia

12,50 
Todos guardamos na memória aqueles dias em que tivemos de ficar fechados em casa (nem vale a pena lembrar porquê). Não foram dias fáceis e, a certa altura, só queríamos o mundo de volta: a rua, os parques, os baloiços, os amigos, os avós. Um dia chegaram melhores notícias e foi mesmo bom recomeçar: calçar os sapatos e regressar de novo às aventuras! Este livro é para nos lembrarmos desse primeiro dia, o dia do primeiro regresso. Para nunca esquecermos. Para celebrarmos! Uma banda-desenhada silenciosa para os leitores mais pequenos.
  • AUTOR Henrique Coser Moreira
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A luz é grande

12,50 
Primeiro palramos. Depois repetimos sílabas. A seguir palavras. Tudo isto porque queremos interagir e também porque temos vontades. Mas de repente acontece algo verdadeiramente mágico: associamos várias palavras e fazemos uma construção nova. Já não estamos a imitar nem a repetir. Estamos a dizer qualquer coisa sobre o que nos rodeia. São as nossas primeiras frases, preciosas e irrepetíveis. O que dizem elas sobre nós? Mais importante do que isso: o que dizem elas sobre o mundo? Bem-vindos a este livro, cheio de frases inteiras que alguém disse pela primeira vez.
  • TEXTO Ana Pessoa
  • ILUSTRAÇÃO Joana Estrela
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A luz é grande

12,50 
Primeiro palramos. Depois repetimos sílabas. A seguir palavras. Tudo isto porque queremos interagir e também porque temos vontades. Mas de repente acontece algo verdadeiramente mágico: associamos várias palavras e fazemos uma construção nova. Já não estamos a imitar nem a repetir. Estamos a dizer qualquer coisa sobre o que nos rodeia. São as nossas primeiras frases, preciosas e irrepetíveis. O que dizem elas sobre nós? Mais importante do que isso: o que dizem elas sobre o mundo? Bem-vindos a este livro, cheio de frases inteiras que alguém disse pela primeira vez.
  • TEXTO Ana Pessoa
  • ILUSTRAÇÃO Joana Estrela
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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100 boas razões para me suicidar aqui e agora | 12 maneiras de escapar ao Natal

8,00 
Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
  • AUTOR Roland Topor
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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100 boas razões para me suicidar aqui e agora | 12 maneiras de escapar ao Natal

8,00 
Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
  • AUTOR Roland Topor
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Cidadã – Uma lírica americana

18,00 
Na incisiva prosa poética de Claudia Rankine, autora inédita em Portugal, Cidadã (2014) é um livro sobre actos quotidianos de racismo na sociedade norte-americana e pelo mundo, microagressões que vão erodindo o corpo e a mente. Convocando James Baldwin, e figuras como Serena Williams ou Zinedine Zidane, esta história colectiva da experiência da negritude na contemporaneidade, e reflexão sobre a paradoxal invisibilidade e hipervisibilidade do corpo negro, converte-se também numa elegia a afro-americanos assassinados ou tragicamente abandonados pelos poderes públicos, de Trayvon Martin às vítimas do furacão Katrina. Audacioso também na forma, conjugando texto e imagens – de artistas como Carrie Mae Weems, Nick Cave e Glenn Ligon, entre outros –, é um livro urgente em tempos de debate sobre raça e igualdade.
  • AUTOR Claudia Rankine
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Cidadã – Uma lírica americana

18,00 
Na incisiva prosa poética de Claudia Rankine, autora inédita em Portugal, Cidadã (2014) é um livro sobre actos quotidianos de racismo na sociedade norte-americana e pelo mundo, microagressões que vão erodindo o corpo e a mente. Convocando James Baldwin, e figuras como Serena Williams ou Zinedine Zidane, esta história colectiva da experiência da negritude na contemporaneidade, e reflexão sobre a paradoxal invisibilidade e hipervisibilidade do corpo negro, converte-se também numa elegia a afro-americanos assassinados ou tragicamente abandonados pelos poderes públicos, de Trayvon Martin às vítimas do furacão Katrina. Audacioso também na forma, conjugando texto e imagens – de artistas como Carrie Mae Weems, Nick Cave e Glenn Ligon, entre outros –, é um livro urgente em tempos de debate sobre raça e igualdade.
  • AUTOR Claudia Rankine
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Memória do fogo I – Os nascimentos

25,00 
«Memória do Fogo nasceu de um poema de Konstantinos Kavafis. Ao lê-lo, senti-me desafiado: por que razão não havia de espreitar o mundo pelo buraco da fechadura? Por que razão não havia de escrever o tempo passado, contando a história maior a partir da mais pequena?» Memória do Fogo (1982-1986) é a obra de maior fôlego de Eduardo Galeano, fruto de anos de investigação e escrita. Trilogia monumental que desafia as categorias de história e ficção — incompatíveis com a necessidade de expressar a vitalidade do mundo, segundo o autor —, é «a tentativa de resgatar a história viva das Américas em todas as suas dimensões, aromas, cores e dores», traçando a vida de um continente desde os tempos pré-colombianos até aos anos 80, e formando, para muitos, o mais belo historial deste território. O primeiro volume, que se estende das mitologias indígenas sobre a formação do continente ao início do século XVIII, e no qual se sucede um caleidoscópio de conquistados e conquistadores, deuses e crenças, encerra também um enredo mais vasto: o choque violento e estrepitoso entre o Velho e o Novo Mundo.
  • AUTOR Eduardo Galeano
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Memória do fogo I – Os nascimentos

25,00 
«Memória do Fogo nasceu de um poema de Konstantinos Kavafis. Ao lê-lo, senti-me desafiado: por que razão não havia de espreitar o mundo pelo buraco da fechadura? Por que razão não havia de escrever o tempo passado, contando a história maior a partir da mais pequena?» Memória do Fogo (1982-1986) é a obra de maior fôlego de Eduardo Galeano, fruto de anos de investigação e escrita. Trilogia monumental que desafia as categorias de história e ficção — incompatíveis com a necessidade de expressar a vitalidade do mundo, segundo o autor —, é «a tentativa de resgatar a história viva das Américas em todas as suas dimensões, aromas, cores e dores», traçando a vida de um continente desde os tempos pré-colombianos até aos anos 80, e formando, para muitos, o mais belo historial deste território. O primeiro volume, que se estende das mitologias indígenas sobre a formação do continente ao início do século XVIII, e no qual se sucede um caleidoscópio de conquistados e conquistadores, deuses e crenças, encerra também um enredo mais vasto: o choque violento e estrepitoso entre o Velho e o Novo Mundo.
  • AUTOR Eduardo Galeano
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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André Breton – Entrevistas

18,00 
Em 1952, a voz de André Breton entrava ao serão nos lares franceses pelas ondas da rádio. No rescaldo do seu regresso dos EUA, onde se refugiara até 1946, durante a invasão nazi do seu país, concedia ao jornalista André Parinaud, da RTF, as dezasseis entrevistas radiofónicas aqui reunidas, a par de outras dadas à imprensa mundial entre 1941 e 1952. Nelas, um inventor fala da sua invenção – o surrealismo como uma das aventuras mais fascinantes na marcha do tempo, que influenciou a literatura, as artes e a nossa visão do mundo – reavivando-lhe a história, sopesando-lhe as muitas rupturas e aspirações, vicissitudes e figuras-chave, entre as quais Tristan Tzara, Paul Éluard e Louis Aragon. No arranque da Guerra Fria, quando a arte comprometida e as inquietações do tempo sufocavam a vida intelectual europeia e reivindicavam o monopólio da revolução social, sem deixar vir à tona formas emancipadoras de criação, André Breton defendia a actualidade, a pertinência e a vitalidade do surrealismo, contra quem ciclicamente lhe anunciava a morte e o hostilizava. Documento histórico e humano, Entrevistas encerra também a psicologia de um inconformista não isento de contradições.
  • AUTOR André Breton
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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André Breton – Entrevistas

18,00 
Em 1952, a voz de André Breton entrava ao serão nos lares franceses pelas ondas da rádio. No rescaldo do seu regresso dos EUA, onde se refugiara até 1946, durante a invasão nazi do seu país, concedia ao jornalista André Parinaud, da RTF, as dezasseis entrevistas radiofónicas aqui reunidas, a par de outras dadas à imprensa mundial entre 1941 e 1952. Nelas, um inventor fala da sua invenção – o surrealismo como uma das aventuras mais fascinantes na marcha do tempo, que influenciou a literatura, as artes e a nossa visão do mundo – reavivando-lhe a história, sopesando-lhe as muitas rupturas e aspirações, vicissitudes e figuras-chave, entre as quais Tristan Tzara, Paul Éluard e Louis Aragon. No arranque da Guerra Fria, quando a arte comprometida e as inquietações do tempo sufocavam a vida intelectual europeia e reivindicavam o monopólio da revolução social, sem deixar vir à tona formas emancipadoras de criação, André Breton defendia a actualidade, a pertinência e a vitalidade do surrealismo, contra quem ciclicamente lhe anunciava a morte e o hostilizava. Documento histórico e humano, Entrevistas encerra também a psicologia de um inconformista não isento de contradições.
  • AUTOR André Breton
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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As prisões estão obsoletas?

16,00 
«Por que motivo tendemos a pensar que os nossos direitos e liberdades estão mais assegurados pela existência de prisões do que estariam caso estas não existissem?» Com uma pergunta tabu, num ensaio límpido e provocador, a activista e académica Angela Davis trava uma das suas mais difíceis batalhas. Desenterrando as raízes do cárcere no sistema esclavagista nos EUA, descrevendo a desumanidade de prisões pelo globo e denunciando os interesses por detrás do «buraco negro onde se depositam os detritos do capitalismo contemporâneo», As Prisões Estão Obsoletas? (2003) pulveriza os alicerces racistas, machistas e classistas do sistema prisional. Obra seminal do movimento abolicionista, além de apelar a uma transformação radical da forma como a sociedade contempla a punição e a reparação dos crimes, propõe o total desmantelamento do «complexo prisional-industrial» - sistema que vincula, em perfeita simbiose, grupos económicos (farmacêuticas, hospitais, empresas tecnológicas, de segurança, armas ou alimentação), governos e meios de comunicação. Um pequeno guia de resistência a qualquer forma de opressão e violência - das cadeias ao capital - que condene ao círculo vicioso povos fragilizados e empobrecidos.
  • AUTOR Angela Davis
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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As prisões estão obsoletas?

16,00 
«Por que motivo tendemos a pensar que os nossos direitos e liberdades estão mais assegurados pela existência de prisões do que estariam caso estas não existissem?» Com uma pergunta tabu, num ensaio límpido e provocador, a activista e académica Angela Davis trava uma das suas mais difíceis batalhas. Desenterrando as raízes do cárcere no sistema esclavagista nos EUA, descrevendo a desumanidade de prisões pelo globo e denunciando os interesses por detrás do «buraco negro onde se depositam os detritos do capitalismo contemporâneo», As Prisões Estão Obsoletas? (2003) pulveriza os alicerces racistas, machistas e classistas do sistema prisional. Obra seminal do movimento abolicionista, além de apelar a uma transformação radical da forma como a sociedade contempla a punição e a reparação dos crimes, propõe o total desmantelamento do «complexo prisional-industrial» - sistema que vincula, em perfeita simbiose, grupos económicos (farmacêuticas, hospitais, empresas tecnológicas, de segurança, armas ou alimentação), governos e meios de comunicação. Um pequeno guia de resistência a qualquer forma de opressão e violência - das cadeias ao capital - que condene ao círculo vicioso povos fragilizados e empobrecidos.
  • AUTOR Angela Davis
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Afrotopia

15,00 
África não tem de se pôr a par de ninguém. Deve deixar de correr pelos trilhos que lhe são indicados, seguindo antes pelo caminho que ela escolher para si. Afrotopia (2016) é um apelo convincente e uma reflexão importante sobre a necessidade de reinvenção e autodescoberta de um continente no século XXI: África, um mundo com outros trilhos a percorrer que não os traçados de antemão pela economia global. Felwine Sarr esboça o retrato de uma entidade continental e da sua diversidade e especificidades - dos valores e tradições das comunidades às vozes dos seus artistas e músicos, da configuração única das cidades a um rico universo mitológico -, revelando os contornos de uma africanidade contemporânea e incitando à valorização desta consciência colectiva. Afrotopia imagina o papel global de África, que o Ocidente teima em querer definir, contrapondo às seculares narrativas de conflito e subdesenvolvimento a histórica vitalidade do continente e um futuro nas mãos de quem o constrói.
  • AUTOR Felwine Sarr
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Afrotopia

15,00 
África não tem de se pôr a par de ninguém. Deve deixar de correr pelos trilhos que lhe são indicados, seguindo antes pelo caminho que ela escolher para si. Afrotopia (2016) é um apelo convincente e uma reflexão importante sobre a necessidade de reinvenção e autodescoberta de um continente no século XXI: África, um mundo com outros trilhos a percorrer que não os traçados de antemão pela economia global. Felwine Sarr esboça o retrato de uma entidade continental e da sua diversidade e especificidades - dos valores e tradições das comunidades às vozes dos seus artistas e músicos, da configuração única das cidades a um rico universo mitológico -, revelando os contornos de uma africanidade contemporânea e incitando à valorização desta consciência colectiva. Afrotopia imagina o papel global de África, que o Ocidente teima em querer definir, contrapondo às seculares narrativas de conflito e subdesenvolvimento a histórica vitalidade do continente e um futuro nas mãos de quem o constrói.
  • AUTOR Felwine Sarr
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Malina

18,00 
Obra aclamada, adaptada ao cinema por Werner Schroeter em 1991, com guião de Elfriede Jelinek e Isabelle Huppert como protagonista, Malina (1971) é o único romance de Ingeborg Bachmann, o primeiro volume da trilogia Formas de Morte, interrompida pelo trágico desfecho da autora. Triângulo amoroso numa Viena decadente, viagem aos limites da linguagem e da loucura, encerra nas suas páginas o retrato da destruição de uma mulher. Malina é uma história sobre submissões quotidianas e condescendência masculina, sobre a conformidade às expectativas do homem, a custo da perda de identidade, replicando entre quatro paredes a opressão e o silenciamento operados por uma sociedade doente.
  • AUTOR Ingeborg Bachmann
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Malina

18,00 
Obra aclamada, adaptada ao cinema por Werner Schroeter em 1991, com guião de Elfriede Jelinek e Isabelle Huppert como protagonista, Malina (1971) é o único romance de Ingeborg Bachmann, o primeiro volume da trilogia Formas de Morte, interrompida pelo trágico desfecho da autora. Triângulo amoroso numa Viena decadente, viagem aos limites da linguagem e da loucura, encerra nas suas páginas o retrato da destruição de uma mulher. Malina é uma história sobre submissões quotidianas e condescendência masculina, sobre a conformidade às expectativas do homem, a custo da perda de identidade, replicando entre quatro paredes a opressão e o silenciamento operados por uma sociedade doente.
  • AUTOR Ingeborg Bachmann
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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in girum imus nocte et consumimur igni

14,00 
In Girum Imus Nocte et Consumimur Igni — «Movemo-nos na noite sem saída e somos devorados pelo fogo» — é o texto do filme homónimo de Guy Debord, lançado em 1978, em cujas palavras se divisa a visão coerente e combativa de um pensador maldito, escritor e cineasta que recusou, até ao seu derradeiro dia, integrar-se na sociedade do consumo. Completada por notas do autor para uso de produtores, de tradutores, de sonoplastas e do público em geral, esta edição crítica, publicada em 1990, lança uma nova luz sobre a autodenominada intratável escória situacionista, «o sal da terra; pessoas muito sinceramente prontas a deitar fogo ao mundo para que ele tenha mais brilho».
  • AUTOR Guy Debord
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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in girum imus nocte et consumimur igni

14,00 
In Girum Imus Nocte et Consumimur Igni — «Movemo-nos na noite sem saída e somos devorados pelo fogo» — é o texto do filme homónimo de Guy Debord, lançado em 1978, em cujas palavras se divisa a visão coerente e combativa de um pensador maldito, escritor e cineasta que recusou, até ao seu derradeiro dia, integrar-se na sociedade do consumo. Completada por notas do autor para uso de produtores, de tradutores, de sonoplastas e do público em geral, esta edição crítica, publicada em 1990, lança uma nova luz sobre a autodenominada intratável escória situacionista, «o sal da terra; pessoas muito sinceramente prontas a deitar fogo ao mundo para que ele tenha mais brilho».
  • AUTOR Guy Debord
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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