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Volátil

16,50 
Às vezes, um poema chega sem pedir licença. O poeta tropeça nele. Não sabe ou não quer contê-lo. Mergulha nele. Deixa que as palavras o encontrem. Usufrui da sorte de estar vivo. E voa. VOLÁTIL é um conjunto de poemas em verso livre sobre uma natureza viva e cheia de encanto, em que os campos, as praias ou as noites se expressam com pinceladas únicas.
  • TEXTO Alex Nogués
  • ILUSTRAÇÃO Elena Mompó
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Volátil

16,50 
Às vezes, um poema chega sem pedir licença. O poeta tropeça nele. Não sabe ou não quer contê-lo. Mergulha nele. Deixa que as palavras o encontrem. Usufrui da sorte de estar vivo. E voa. VOLÁTIL é um conjunto de poemas em verso livre sobre uma natureza viva e cheia de encanto, em que os campos, as praias ou as noites se expressam com pinceladas únicas.
  • TEXTO Alex Nogués
  • ILUSTRAÇÃO Elena Mompó
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Em casa

16,50 
Com um olhar brincalhão, a protagonista dos nossos poemas inspeciona cada cantinho de sua casa e encontra muitas surpresas: um iglu na cozinha, a despensa de uma bruxa, fantasmas no estendal, camisas tagarelas, uma mesa que se transforma ou uma cama para contar segredos. Quantas maravilhas encontrarás tu em casa?
  • TEXTO M. Carmen Aznar
  • ILUSTRAÇÃO Raquel Catalina
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Em casa

16,50 
Com um olhar brincalhão, a protagonista dos nossos poemas inspeciona cada cantinho de sua casa e encontra muitas surpresas: um iglu na cozinha, a despensa de uma bruxa, fantasmas no estendal, camisas tagarelas, uma mesa que se transforma ou uma cama para contar segredos. Quantas maravilhas encontrarás tu em casa?
  • TEXTO M. Carmen Aznar
  • ILUSTRAÇÃO Raquel Catalina
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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A sabedoria dos clássicos

18,50 
O mundo fascinante dos clássicos é aqui apresentado através de trinta aforismos que perduraram na História e que hoje têm muito a dizer-nos, com ilustrações evocadoras, inspiradas na paisagem mediterrânica. Perante a tentação da cobiça, da inveja, da preguiça ou da arrogância, o mundo grego e latino já defendia o autoconhecimento, a vontade de saber, o esforço, a honestidade, a aceitação dos próprios limites, a esperança ou a amizade verdadeira. O autor, depois de ter dedicado a vida profissional a acompanhar adolescentes na sua viagem pelo pensamento e pela beleza do mundo antigo, responde a questões atuais e convida a cultivar o melhor da natureza humana.
  • TEXTO Jordi Rincón
  • ILUSTRAÇÃO Núria Solsona
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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A sabedoria dos clássicos

18,50 
O mundo fascinante dos clássicos é aqui apresentado através de trinta aforismos que perduraram na História e que hoje têm muito a dizer-nos, com ilustrações evocadoras, inspiradas na paisagem mediterrânica. Perante a tentação da cobiça, da inveja, da preguiça ou da arrogância, o mundo grego e latino já defendia o autoconhecimento, a vontade de saber, o esforço, a honestidade, a aceitação dos próprios limites, a esperança ou a amizade verdadeira. O autor, depois de ter dedicado a vida profissional a acompanhar adolescentes na sua viagem pelo pensamento e pela beleza do mundo antigo, responde a questões atuais e convida a cultivar o melhor da natureza humana.
  • TEXTO Jordi Rincón
  • ILUSTRAÇÃO Núria Solsona
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Porque sonhamos?

15,50 
«Porque sonhamos?», pergunta a professora na aula. E a Noa fala-lhe de desejos, de descobertas, de criatividade, de magia e de liberdade. Um álbum ilustrado cheio de poesia que nos recorda como é importante sonhar acordado, pois os sonhos são grandes aliados para avançarmos no nosso caminho e são capazes de transformar este mundo noutro mundo… possível.
  • TEXTO Fran Pintadera
  • ILUSTRAÇÃO Ana Sender
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Porque sonhamos?

15,50 
«Porque sonhamos?», pergunta a professora na aula. E a Noa fala-lhe de desejos, de descobertas, de criatividade, de magia e de liberdade. Um álbum ilustrado cheio de poesia que nos recorda como é importante sonhar acordado, pois os sonhos são grandes aliados para avançarmos no nosso caminho e são capazes de transformar este mundo noutro mundo… possível.
  • TEXTO Fran Pintadera
  • ILUSTRAÇÃO Ana Sender
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Erva daninha

15,00 
Havia erva à volta de uma casa. Havia uma menina no interior dessa casa. a erva queria entrar. A menina, sair. Assim começa uma história sobre ervas daninhas que germinam no jardim de uma casa; sobre uma menina que se atreveu a quebrar as regras, decidiu sair e aprendeu a observar e a identificar cada planta pelas suas propriedades… e sobre um pai que percebeu que nenhuma delas precisava de autorização para florescer.
  • TEXTO Ángeles Quinteros
  • ILUSTRAÇÃO Karina Cocq
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Erva daninha

15,00 
Havia erva à volta de uma casa. Havia uma menina no interior dessa casa. a erva queria entrar. A menina, sair. Assim começa uma história sobre ervas daninhas que germinam no jardim de uma casa; sobre uma menina que se atreveu a quebrar as regras, decidiu sair e aprendeu a observar e a identificar cada planta pelas suas propriedades… e sobre um pai que percebeu que nenhuma delas precisava de autorização para florescer.
  • TEXTO Ángeles Quinteros
  • ILUSTRAÇÃO Karina Cocq
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Pequena, mãe, avó

15,00 
A Avó canta histórias, conta canções. Os seus dedos são como ramos que dançam e tecem as personagens dos seus contos, que vão ficando entrançadas na colcha. E quase não cabem mais histórias na colcha… — Um, dois, três — murmura a Avó, contando enquanto faz croché. — Um, dois, três, minha menina, meu amor, minha querida. Um, dois, três, Pequena, Mãe, Avó. Um, dois, três, nós as três, meu tesouro. Um, dois, três, as três que somos todas juntas. Um conto que é uma homenagem de duas netas à sua avó, um canto à transmissão geracional e ao legado das mulheres, que mantém viva a sabedoria popular.
  • TEXTO María Sender
  • ILUSTRAÇÃO Ana Sender
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Pequena, mãe, avó

15,00 
A Avó canta histórias, conta canções. Os seus dedos são como ramos que dançam e tecem as personagens dos seus contos, que vão ficando entrançadas na colcha. E quase não cabem mais histórias na colcha… — Um, dois, três — murmura a Avó, contando enquanto faz croché. — Um, dois, três, minha menina, meu amor, minha querida. Um, dois, três, Pequena, Mãe, Avó. Um, dois, três, nós as três, meu tesouro. Um, dois, três, as três que somos todas juntas. Um conto que é uma homenagem de duas netas à sua avó, um canto à transmissão geracional e ao legado das mulheres, que mantém viva a sabedoria popular.
  • TEXTO María Sender
  • ILUSTRAÇÃO Ana Sender
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Durmo na rua – Seis testemunhos de pessoas sem-abrigo

18,50 
A MONTSE trabalhava num lar de idosos. O JUAN foi-se embora de casa aos 14 anos. O IGNACIO deixou a Argentina para ter mais oportunidades de emprego. A ANABEL foi abandonada quando tinha três meses. O ANDRÉS chegou da Colômbia à procura de uma vida mais digna. O PEDRO servia à mesa num restaurante de Barcelona. O que une as suas histórias é que todos vivem na rua — ou viveram, nalgum momento da vida. Com este livro, queremos explicar como se vive na rua e o que pode levar uma pessoa a fazê-lo. Queremos dar a conhecer as situações de violência, de abandono, de solidão; de perda de autoestima, dignidade e alegria que sofrem as pessoas que vivem na rua. E também averiguar se é possível sair dela, como o fazer e porque custa tanto. Duas mulheres e quatro homens que não têm um lar digno explicam-nos como viviam antes, porque perderam a casa onde moravam e como é a sua vida atualmente. São relatos cheios de dor e injustiça, mas também de solidariedade e perdão. Os testemunhos que apresentamos convidam-nos a transformar o olhar, a abandonar os preconceitos e a repensar a maneira como nos relacionamos com quem perdeu tudo.
  • TEXTO Laia de Ahumada
  • ILUSTRAÇÃO Cinta Fosch
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Durmo na rua – Seis testemunhos de pessoas sem-abrigo

18,50 
A MONTSE trabalhava num lar de idosos. O JUAN foi-se embora de casa aos 14 anos. O IGNACIO deixou a Argentina para ter mais oportunidades de emprego. A ANABEL foi abandonada quando tinha três meses. O ANDRÉS chegou da Colômbia à procura de uma vida mais digna. O PEDRO servia à mesa num restaurante de Barcelona. O que une as suas histórias é que todos vivem na rua — ou viveram, nalgum momento da vida. Com este livro, queremos explicar como se vive na rua e o que pode levar uma pessoa a fazê-lo. Queremos dar a conhecer as situações de violência, de abandono, de solidão; de perda de autoestima, dignidade e alegria que sofrem as pessoas que vivem na rua. E também averiguar se é possível sair dela, como o fazer e porque custa tanto. Duas mulheres e quatro homens que não têm um lar digno explicam-nos como viviam antes, porque perderam a casa onde moravam e como é a sua vida atualmente. São relatos cheios de dor e injustiça, mas também de solidariedade e perdão. Os testemunhos que apresentamos convidam-nos a transformar o olhar, a abandonar os preconceitos e a repensar a maneira como nos relacionamos com quem perdeu tudo.
  • TEXTO Laia de Ahumada
  • ILUSTRAÇÃO Cinta Fosch
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Vamos ao bosque

16,50 
Um livro sem palavras. Um dia esplêndido de outono. Sete amigos entram no bosque. Atravessam riachos, sobem às árvores. Apanham castanhas, abóboras, cogumelos. Chove, e sujam-se nos charcos. Voltam a casa felizes.
  • AUTOR Verónica Fabregat
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Vamos ao bosque

16,50 
Um livro sem palavras. Um dia esplêndido de outono. Sete amigos entram no bosque. Atravessam riachos, sobem às árvores. Apanham castanhas, abóboras, cogumelos. Chove, e sujam-se nos charcos. Voltam a casa felizes.
  • AUTOR Verónica Fabregat
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Bando de nuvens

16,50 
Já te perguntaste de que são feitas as nuvens? Com que se parecem? Que sabor têm? Como é que mudam de forma? Porque é que se desfazem? Este conjunto de poemas desperta o nosso olhar para observar a natureza e convida a maravilharmo-nos com as formas mutáveis de tudo o que encontramos no céu e na terra. Nuvens negras, brancas ou às cores; nuvens de folhas, de flores, de frutos, de trigo, de estorninhos ou de peixes; e também nuvens de pensamentos e de silêncios.
  • TEXTO Irma Borges
  • ILUSTRAÇÃO Mo Gutiérrez Serna
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Bando de nuvens

16,50 
Já te perguntaste de que são feitas as nuvens? Com que se parecem? Que sabor têm? Como é que mudam de forma? Porque é que se desfazem? Este conjunto de poemas desperta o nosso olhar para observar a natureza e convida a maravilharmo-nos com as formas mutáveis de tudo o que encontramos no céu e na terra. Nuvens negras, brancas ou às cores; nuvens de folhas, de flores, de frutos, de trigo, de estorninhos ou de peixes; e também nuvens de pensamentos e de silêncios.
  • TEXTO Irma Borges
  • ILUSTRAÇÃO Mo Gutiérrez Serna
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Uma paisagem, uma flor

18,50 
As flores são seres maravilhosos, enraizados na terra e voltados para o céu. Rebentam nos prados e nas montanhas, nos rios e lagos, nos bosques e nas florestas, nos ramos das árvores e na berma do caminho, na areia e no meio do deserto. Cada uma delas está intrinsecamente associada a um lugar concreto, a um tipo de solo e de clima que forjaram a sua personalidade e a fizeram tal como é. Quando se juntam, criam uma paisagem única tingida de branco, amarelo, laranja, vermelho, rosa, roxo, azul… Se por um instante pararmos para as contemplar, vamos dar-nos conta de que são um dos presentes mais delicados e surpreendentes da natureza, um espelho onde nos encontramos e redescobrimos quem somos. É que cada flor é uma obra de arte, um milagre, um prodígio da inteligência da vida. Cada flor enche o mundo de beleza!
  • TEXTO Inês Castel-Branco
  • ILUSTRAÇÃO Neus Caamaño
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Uma paisagem, uma flor

18,50 
As flores são seres maravilhosos, enraizados na terra e voltados para o céu. Rebentam nos prados e nas montanhas, nos rios e lagos, nos bosques e nas florestas, nos ramos das árvores e na berma do caminho, na areia e no meio do deserto. Cada uma delas está intrinsecamente associada a um lugar concreto, a um tipo de solo e de clima que forjaram a sua personalidade e a fizeram tal como é. Quando se juntam, criam uma paisagem única tingida de branco, amarelo, laranja, vermelho, rosa, roxo, azul… Se por um instante pararmos para as contemplar, vamos dar-nos conta de que são um dos presentes mais delicados e surpreendentes da natureza, um espelho onde nos encontramos e redescobrimos quem somos. É que cada flor é uma obra de arte, um milagre, um prodígio da inteligência da vida. Cada flor enche o mundo de beleza!
  • TEXTO Inês Castel-Branco
  • ILUSTRAÇÃO Neus Caamaño
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Obrigados a partir – Seis testemunhos de jovens migrantes

18,50 
O Soly veio do Senegal. A Helena deixou a Bolívia. O Said teve de fugir da Síria. A Ruth nasceu em El Salvador. A Meriem foi-se embora de Marrocos, tal como o Ossama. O que entrelaça as suas histórias é que todos eles se viram obrigados a partir. Com este livro queremos dar a conhecer seis histórias de vida, seis percursos repletos de dificuldades e desafios. Três mulheres e três homens que tiveram de emigrar explicam-nos como viviam antes; porquê e como se foram embora e como é atualmente a sua vida num novo país onde não conheciam ninguém. São histórias de superação, mas também de dor, de solidão, de acolhimento e de integração. Histórias que, apesar de tudo, acabam bem, porque alguém (pessoas ou entidades) se empenhou para que assim fosse. Os testemunhos que apresentamos incitam-nos a um novo olhar, a dar um nome e um rosto à experiência de tantas, tantas pessoas que se veem forçadas a arriscar a vida em busca de um futuro mais digno.
  • TEXTO Laia de Ahumada
  • ILUSTRAÇÃO Cinta Fosch
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Obrigados a partir – Seis testemunhos de jovens migrantes

18,50 
O Soly veio do Senegal. A Helena deixou a Bolívia. O Said teve de fugir da Síria. A Ruth nasceu em El Salvador. A Meriem foi-se embora de Marrocos, tal como o Ossama. O que entrelaça as suas histórias é que todos eles se viram obrigados a partir. Com este livro queremos dar a conhecer seis histórias de vida, seis percursos repletos de dificuldades e desafios. Três mulheres e três homens que tiveram de emigrar explicam-nos como viviam antes; porquê e como se foram embora e como é atualmente a sua vida num novo país onde não conheciam ninguém. São histórias de superação, mas também de dor, de solidão, de acolhimento e de integração. Histórias que, apesar de tudo, acabam bem, porque alguém (pessoas ou entidades) se empenhou para que assim fosse. Os testemunhos que apresentamos incitam-nos a um novo olhar, a dar um nome e um rosto à experiência de tantas, tantas pessoas que se veem forçadas a arriscar a vida em busca de um futuro mais digno.
  • TEXTO Laia de Ahumada
  • ILUSTRAÇÃO Cinta Fosch
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Esgotado
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O jardim que habitas

16,50 
As mulheres são autênticas jardineiras. São elas as cuidadoras dos seus belos jardins habitados, desses pedacinhos de natureza próxima, semeados de vida e poesia. O Jardim que Habitas é um poemário íntimo e feminino que percorre a vida inteira de uma mulher a partir da metáfora do jardim.
  • TEXTO M. Carmen Aznar
  • ILUSTRAÇÃO Raquel Catalina
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
Esgotado
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O jardim que habitas

16,50 
As mulheres são autênticas jardineiras. São elas as cuidadoras dos seus belos jardins habitados, desses pedacinhos de natureza próxima, semeados de vida e poesia. O Jardim que Habitas é um poemário íntimo e feminino que percorre a vida inteira de uma mulher a partir da metáfora do jardim.
  • TEXTO M. Carmen Aznar
  • ILUSTRAÇÃO Raquel Catalina
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