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A vingança criadora – Contos completos

22,00 
Pela primeira vez em Portugal os contos do pai da moderna literatura mexicana, Alfonso Reyes. Erotismo, paixão, poesia, erudição, história e imaginação. Sobre Alfonso Reyes, Jorge Luis Borges afirmou que era «o melhor prosador de língua espanhola de qualquer época». Octávio Paz, Prémio Nobel da Literatura, disse também que Reyes ensinou a América Latina a escrever. Os contos de Reyes, inéditos em Portugal, tocam temas como o amor, o erotismo, a poesia, o humor, a imaginação e o sonho, temas que o Autor cruza com a sua enorme cultura, com a história e com referências surpreendentes. Acima de tudo, a escrita de Reyes surpreende pela simplicidade com que cria relações complexas de sentido entre mitos criadores, como o universo Maia, a antiguidade clássica ou a Bíblia, com temas como identidade e memória. Das mais variadas formas, as narrativas breves de Reyes tocam em todos os aspectos que nos tornam profundamente humanos, sem nunca repetir fórmulas ou conceitos, revelando ao leitor o que une a mitologia, a vida do quotidiano e o nosso subconsciente, e questionando de que forma essa linha de continuidade nos define como seres únicos.
  • AUTOR Alfonso Reyes
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A vingança criadora – Contos completos

22,00 
Pela primeira vez em Portugal os contos do pai da moderna literatura mexicana, Alfonso Reyes. Erotismo, paixão, poesia, erudição, história e imaginação. Sobre Alfonso Reyes, Jorge Luis Borges afirmou que era «o melhor prosador de língua espanhola de qualquer época». Octávio Paz, Prémio Nobel da Literatura, disse também que Reyes ensinou a América Latina a escrever. Os contos de Reyes, inéditos em Portugal, tocam temas como o amor, o erotismo, a poesia, o humor, a imaginação e o sonho, temas que o Autor cruza com a sua enorme cultura, com a história e com referências surpreendentes. Acima de tudo, a escrita de Reyes surpreende pela simplicidade com que cria relações complexas de sentido entre mitos criadores, como o universo Maia, a antiguidade clássica ou a Bíblia, com temas como identidade e memória. Das mais variadas formas, as narrativas breves de Reyes tocam em todos os aspectos que nos tornam profundamente humanos, sem nunca repetir fórmulas ou conceitos, revelando ao leitor o que une a mitologia, a vida do quotidiano e o nosso subconsciente, e questionando de que forma essa linha de continuidade nos define como seres únicos.
  • AUTOR Alfonso Reyes
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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16 de Outubro de 1943 seguido de Oito Judeus

14,90 
Giacomo Debenedetti deixou uma obra curta, mas, ainda assim, uma obra que lhe granjeou um lugar de destaque na literatura do século XX. Estes dois textos, escritos respectivamente em 1944 e 1945, mostram bem a razão do reconhecimento que muitos dos seus pares na literatura lhe devotavam. Nomes como Alberto Moravia, Natalia Ginzburg ou Guido Piovene são apenas alguns desses escritores. 16 de Outubro de 1943 Ensaio narrativo em que Debenedetti reconstrói, hora a hora, a rusga nazi contra a comunidade judaica de Roma. A partir de testemunhos, telefonemas interrompidos, portas arrombadas e pequenos gestos de sobrevivência, o autor mostra como o terror se infiltra no quotidiano: vizinhos que ajudam, outros que denunciam, famílias que se dispersam em esconderijos improvisados. A narração acompanha os preparativos, a detenção em massa e a deportação que se segue, registando tanto a frieza burocrática dos algozes como a perplexidade e a coragem dos perseguidos. Sem retórica, a prosa transforma factos documentais em drama humano, iluminando o mecanismo da perseguição e a indiferença que a permitiu. O resultado é um retrato pungente de um único dia que concentra a violência de uma época. Oito Judeus Conjunto de retratos ficcionais em que Debenedetti segue oito pessoas judaicas perante as leis raciais e a caça ao homem. Cada figura — um estudante, um comerciante, uma mãe, um intelectual, entre outros — enfrenta a mesma ameaça com estratégias e fragilidades distintas: disfarces, fugas, negociações, súbitos sobressaltos de esperança. O autor fixa as minúcias do medo e da dignidade: a mala feita à pressa, a campainha que toca de madrugada, a escolha entre ficar e desaparecer. Sem moralismos, a escrita alterna entre observação clínica e compaixão, revelando como a violência colectiva se abate sobre vidas comuns. Ao justapor estes destinos, o livro compõe uma só história: a da vulnerabilidade e da resistência individuais diante da máquina persecutória.
  • AUTOR Giacomo Debenedetti
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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16 de Outubro de 1943 seguido de Oito Judeus

14,90 
Giacomo Debenedetti deixou uma obra curta, mas, ainda assim, uma obra que lhe granjeou um lugar de destaque na literatura do século XX. Estes dois textos, escritos respectivamente em 1944 e 1945, mostram bem a razão do reconhecimento que muitos dos seus pares na literatura lhe devotavam. Nomes como Alberto Moravia, Natalia Ginzburg ou Guido Piovene são apenas alguns desses escritores. 16 de Outubro de 1943 Ensaio narrativo em que Debenedetti reconstrói, hora a hora, a rusga nazi contra a comunidade judaica de Roma. A partir de testemunhos, telefonemas interrompidos, portas arrombadas e pequenos gestos de sobrevivência, o autor mostra como o terror se infiltra no quotidiano: vizinhos que ajudam, outros que denunciam, famílias que se dispersam em esconderijos improvisados. A narração acompanha os preparativos, a detenção em massa e a deportação que se segue, registando tanto a frieza burocrática dos algozes como a perplexidade e a coragem dos perseguidos. Sem retórica, a prosa transforma factos documentais em drama humano, iluminando o mecanismo da perseguição e a indiferença que a permitiu. O resultado é um retrato pungente de um único dia que concentra a violência de uma época. Oito Judeus Conjunto de retratos ficcionais em que Debenedetti segue oito pessoas judaicas perante as leis raciais e a caça ao homem. Cada figura — um estudante, um comerciante, uma mãe, um intelectual, entre outros — enfrenta a mesma ameaça com estratégias e fragilidades distintas: disfarces, fugas, negociações, súbitos sobressaltos de esperança. O autor fixa as minúcias do medo e da dignidade: a mala feita à pressa, a campainha que toca de madrugada, a escolha entre ficar e desaparecer. Sem moralismos, a escrita alterna entre observação clínica e compaixão, revelando como a violência colectiva se abate sobre vidas comuns. Ao justapor estes destinos, o livro compõe uma só história: a da vulnerabilidade e da resistência individuais diante da máquina persecutória.
  • AUTOR Giacomo Debenedetti
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Ladrões de bicicletas

15,90 
Um clássico da literatura italiana que deu origem a um filme mítico. O romance Ladrões de Bicicletas (Ladri di biciclette), de Luigi Bartolini, publicado em 1946, é uma narrativa invulgar, que se distancia de todas as convenções, explorando com humor e crítica social a experiência de um homem comum em busca da sua bicicleta roubada. A história é baseada em três incidentes reais vividos pelo próprio autor na Roma pós-Segunda Guerra Mundial. Com uma escrita irónica e observadora, Bartolini oferece uma visão da sociedade urbana marcada pela escassez, pela luta de classes e pela sobrevivência. O protagonista, um homem simples e trabalhador, vê-se em apuros quando a sua bicicleta, um meio essencial para o seu sustento, é roubada. A narrativa acompanha as suas tentativas de recuperar o veículo, revelando as dificuldades e a indiferença de uma cidade marcada pela pobreza e pela desorganização social. Através de situações quotidianas muito peculiares e de encontros com diversas personagens, o romance constrói uma crítica impiedosa à realidade urbana da época.
  • AUTOR Luigi Bartolini
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Ladrões de bicicletas

15,90 
Um clássico da literatura italiana que deu origem a um filme mítico. O romance Ladrões de Bicicletas (Ladri di biciclette), de Luigi Bartolini, publicado em 1946, é uma narrativa invulgar, que se distancia de todas as convenções, explorando com humor e crítica social a experiência de um homem comum em busca da sua bicicleta roubada. A história é baseada em três incidentes reais vividos pelo próprio autor na Roma pós-Segunda Guerra Mundial. Com uma escrita irónica e observadora, Bartolini oferece uma visão da sociedade urbana marcada pela escassez, pela luta de classes e pela sobrevivência. O protagonista, um homem simples e trabalhador, vê-se em apuros quando a sua bicicleta, um meio essencial para o seu sustento, é roubada. A narrativa acompanha as suas tentativas de recuperar o veículo, revelando as dificuldades e a indiferença de uma cidade marcada pela pobreza e pela desorganização social. Através de situações quotidianas muito peculiares e de encontros com diversas personagens, o romance constrói uma crítica impiedosa à realidade urbana da época.
  • AUTOR Luigi Bartolini
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Vercoquin e o Plâncton

17,90 
O divertidíssimo clássico de Boris Vian sobre um outro desconfinamento. Publicado em 1947, Vercoquin e o Plâncton é o primeiro romance de Boris Vian. Obra eufórica que recupera as surprise parties que se tinham popularizado em Paris, em meados da década de 40, quando a população se vê finalmente liberta da ocupação nazi e dos meses de tensão do final da guerra. As surprise parties consistiam numa espécie de assaltos de carnaval em que um grupo de pessoas, mais ou menos conhecidas entre si, se encontravam nas ruas ou nos cafés e decidiam organizar uma festa na casa de alguém mais ou menos conhecido no meio (sem que esta pessoa soubesse). Levavam discos de jazz, dançavam e foliavam. É neste ambiente que conhecemos o Major, personagem transversal nas obras de Boris Vian, e também Vercoquin, que dá o título ao livro. Numa primeira festa, o Major conhece a jovem e bela Zizanie; na segunda, ficam noivos. Entre as duas festas o Major desenvolve uma estratégia complicada e divertida para conseguir a autorização do tio de Zizanie, seu tutor, para aceitar a relação.
  • AUTOR Boris Vian
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Vercoquin e o Plâncton

17,90 
O divertidíssimo clássico de Boris Vian sobre um outro desconfinamento. Publicado em 1947, Vercoquin e o Plâncton é o primeiro romance de Boris Vian. Obra eufórica que recupera as surprise parties que se tinham popularizado em Paris, em meados da década de 40, quando a população se vê finalmente liberta da ocupação nazi e dos meses de tensão do final da guerra. As surprise parties consistiam numa espécie de assaltos de carnaval em que um grupo de pessoas, mais ou menos conhecidas entre si, se encontravam nas ruas ou nos cafés e decidiam organizar uma festa na casa de alguém mais ou menos conhecido no meio (sem que esta pessoa soubesse). Levavam discos de jazz, dançavam e foliavam. É neste ambiente que conhecemos o Major, personagem transversal nas obras de Boris Vian, e também Vercoquin, que dá o título ao livro. Numa primeira festa, o Major conhece a jovem e bela Zizanie; na segunda, ficam noivos. Entre as duas festas o Major desenvolve uma estratégia complicada e divertida para conseguir a autorização do tio de Zizanie, seu tutor, para aceitar a relação.
  • AUTOR Boris Vian
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Noite no caminho de ferro da via láctea

15,90 
O «Principezinho» japonês. Um dos clássicos mais conhecidos da literatura nipónica, traduzido pela primeira vez e a partir do original! O jovem Giovanni, cujo pai está ausente numa longa viagem, tem a mãe doente. Assim, Giovanni é obrigado a aceitar pequenos empregos e tarefas, antes e depois do horário escolar, para alimentar a família, desenvolvendo neste contexto uma amizade com outro jovem, Campanella. No final de um dia de muitas atribulações, Giovanni e Campanella dão por si a embarcar num estranho comboio a vapor que surge do céu. Nele viajam pela nossa galáxia conhecendo todo o tipo de pessoas e apercebendo-se deste modo da vastidão e da riqueza do ser humano e da ciência, que o arrancaram da mera sobrevivência para dominarem o universo. Com esta viagem, os dois jovens percebem que há muito mais mundo para lá das suas vidas limitadas. Uma viagem de descoberta da humanidade, das maravilhas da natureza e da capacidade de sonhar do ser humano e uma narrativa sobre o modo como a ciência pode transformar os sonhos em realidade. Neste volume juntamos também a novela «A vida de Gusukō Budori», que é traduzida pela primeira vez numa língua ocidental, tendo também sido já adaptada ao cinema duas vezes e abordando temas semelhantes.
  • AUTOR Kenji Miyazawa
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Noite no caminho de ferro da via láctea

15,90 
O «Principezinho» japonês. Um dos clássicos mais conhecidos da literatura nipónica, traduzido pela primeira vez e a partir do original! O jovem Giovanni, cujo pai está ausente numa longa viagem, tem a mãe doente. Assim, Giovanni é obrigado a aceitar pequenos empregos e tarefas, antes e depois do horário escolar, para alimentar a família, desenvolvendo neste contexto uma amizade com outro jovem, Campanella. No final de um dia de muitas atribulações, Giovanni e Campanella dão por si a embarcar num estranho comboio a vapor que surge do céu. Nele viajam pela nossa galáxia conhecendo todo o tipo de pessoas e apercebendo-se deste modo da vastidão e da riqueza do ser humano e da ciência, que o arrancaram da mera sobrevivência para dominarem o universo. Com esta viagem, os dois jovens percebem que há muito mais mundo para lá das suas vidas limitadas. Uma viagem de descoberta da humanidade, das maravilhas da natureza e da capacidade de sonhar do ser humano e uma narrativa sobre o modo como a ciência pode transformar os sonhos em realidade. Neste volume juntamos também a novela «A vida de Gusukō Budori», que é traduzida pela primeira vez numa língua ocidental, tendo também sido já adaptada ao cinema duas vezes e abordando temas semelhantes.
  • AUTOR Kenji Miyazawa
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Estado civil

14,90 
Drieu la Rochelle é um escritor amaldiçoado, e com razão: colaborador e apoiante de Hitler, cometeu o erro supremo do século XX; suicidou-se depois de escrever uma nota que exigia a morte como traidor. A sua obra é a de um homem contraditório, que hesitou entre a Action Française e os surrealistas, entre o nacionalismo e o europeísmo, o comunismo e o fascismo, o pacifismo e o culto dos valores guerreiros, a literatura e o compromisso político. Mas a verdadeira paixão de Drieu não é a política: é a sua própria morte perseguida com um fascínio lúcido em todos os seus escritos; já em Estado Civil, um dos seus primeiros livros (1921), diz-nos: «O sangue, este hieróglifo, aparece por toda a parte sob a minha pele como o nome de um deus.» Nesta surpreendente autobiografia, Drieu conta-nos a sua infância durante a Belle Époque, a adolescência com todos os seus tormentos e a busca de ideias que lhe servirão de bitola durante toda a sua vida. Uma biografia surpreendente, porque em vez de uma narração do passado, das historietas, das mudanças e da procrastinação da juventude, Drieu partilha com o leitor, de rajada, a sua inquietação ao nascer para o mundo, a inclinação que o prejudicará gravemente e que projecta as consequências no seu desenvolvimento posterior, mas também uma análise interessante do encontro com o mundo e as influências que a criança pode sofrer ao longo da vida.
  • AUTOR Pierre Drieu La Rochelle
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Estado civil

14,90 
Drieu la Rochelle é um escritor amaldiçoado, e com razão: colaborador e apoiante de Hitler, cometeu o erro supremo do século XX; suicidou-se depois de escrever uma nota que exigia a morte como traidor. A sua obra é a de um homem contraditório, que hesitou entre a Action Française e os surrealistas, entre o nacionalismo e o europeísmo, o comunismo e o fascismo, o pacifismo e o culto dos valores guerreiros, a literatura e o compromisso político. Mas a verdadeira paixão de Drieu não é a política: é a sua própria morte perseguida com um fascínio lúcido em todos os seus escritos; já em Estado Civil, um dos seus primeiros livros (1921), diz-nos: «O sangue, este hieróglifo, aparece por toda a parte sob a minha pele como o nome de um deus.» Nesta surpreendente autobiografia, Drieu conta-nos a sua infância durante a Belle Époque, a adolescência com todos os seus tormentos e a busca de ideias que lhe servirão de bitola durante toda a sua vida. Uma biografia surpreendente, porque em vez de uma narração do passado, das historietas, das mudanças e da procrastinação da juventude, Drieu partilha com o leitor, de rajada, a sua inquietação ao nascer para o mundo, a inclinação que o prejudicará gravemente e que projecta as consequências no seu desenvolvimento posterior, mas também uma análise interessante do encontro com o mundo e as influências que a criança pode sofrer ao longo da vida.
  • AUTOR Pierre Drieu La Rochelle
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Cartas Portuguesas de Mariana Alcoforado

18,90 
Passados 300 anos da morte da freira portuguesa mais famosa de todos os tempos, uma nova edição anotada das cartas que lhe foram atribuídas e que se tornaram uma das histórias de amor impossível mais famosas da literatura ocidental. Publicadas originalmente em 1669, estas cinco cartas de uma freira portuguesa destinadas ao seu apaixonado, um oficial francês, tiveram grande impacto na literatura europeia da qual a França era a porta-estandarte. A investigação histórica que foi feita no decorrer de séculos e até aos nossos dias confirmou, por um lado, que a religiosa teria sido Mariana Alcoforado e, por outro, que o oficial francês seria o marquês de Chamilly, na época em Portugal com o contingente francês para apoiar as forças portuguesas que se opunham ao exército espanhol na luta pela Independência de Portugal. Mais tarde, a continuada investigação considerou mais provável que se tratasse de uma obra de ficção da autoria do editor original, mas inspirada em factos verídicos. A verdade é que a incerteza se mantém e os factos históricos coincidentes mais contribuem para adensar o mistério. Aquilo de que não se duvida é da influência cultural e literária da obra na literatura europeia. Com efeito, as Cartas foram adaptadas diversas vezes ao teatro e ao cinema e são uma referência na literatura europeia e nas belas-artes.. Esta edição que agora se publica, no tricentenário da morte de Mariana Alcoforado, é acompanhada por um Estudo Histórico que recapitula precisamente todo este percurso de investigação e o impacto cultural da obra ao longo dos tempos. (tradução e estudo histórico por José António Falcão)
  • AUTOR Mariana Alcoforado (?)
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Cartas Portuguesas de Mariana Alcoforado

18,90 
Passados 300 anos da morte da freira portuguesa mais famosa de todos os tempos, uma nova edição anotada das cartas que lhe foram atribuídas e que se tornaram uma das histórias de amor impossível mais famosas da literatura ocidental. Publicadas originalmente em 1669, estas cinco cartas de uma freira portuguesa destinadas ao seu apaixonado, um oficial francês, tiveram grande impacto na literatura europeia da qual a França era a porta-estandarte. A investigação histórica que foi feita no decorrer de séculos e até aos nossos dias confirmou, por um lado, que a religiosa teria sido Mariana Alcoforado e, por outro, que o oficial francês seria o marquês de Chamilly, na época em Portugal com o contingente francês para apoiar as forças portuguesas que se opunham ao exército espanhol na luta pela Independência de Portugal. Mais tarde, a continuada investigação considerou mais provável que se tratasse de uma obra de ficção da autoria do editor original, mas inspirada em factos verídicos. A verdade é que a incerteza se mantém e os factos históricos coincidentes mais contribuem para adensar o mistério. Aquilo de que não se duvida é da influência cultural e literária da obra na literatura europeia. Com efeito, as Cartas foram adaptadas diversas vezes ao teatro e ao cinema e são uma referência na literatura europeia e nas belas-artes.. Esta edição que agora se publica, no tricentenário da morte de Mariana Alcoforado, é acompanhada por um Estudo Histórico que recapitula precisamente todo este percurso de investigação e o impacto cultural da obra ao longo dos tempos. (tradução e estudo histórico por José António Falcão)
  • AUTOR Mariana Alcoforado (?)
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Os imbecis e outros textos clássicos de escritoras russas

23,90 
Nem só de homens se fez a grande literatura russa. Esta é a primeira antologia panorâmica da literatura russa no feminino. Em 30 textos de géneros diversos – maioritariamente contos, mas também poemas e uma novela –, com vozes narrativas muito singulares e também bastante heterogéneas, esta obra confirma uma vocação literária tão vasta quanto o território russo, que permaneceu até agora escondida na sombra dos grandes nomes masculinos da extraordinária literatura eslava. Com esta antologia faz-se, tanto quanto possível, justiça a uma produção literária na qual se representam diferentes escolas e movimentos – desde o século xix até aos inícios do século xx –, acompanhando as grandes mudanças sociais, políticas e culturais de um período de transformação observado com a lente de um olhar feminino. A maior parte das autoras incluídas nesta antologia nunca foi publicada em língua portuguesa.
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Os imbecis e outros textos clássicos de escritoras russas

23,90 
Nem só de homens se fez a grande literatura russa. Esta é a primeira antologia panorâmica da literatura russa no feminino. Em 30 textos de géneros diversos – maioritariamente contos, mas também poemas e uma novela –, com vozes narrativas muito singulares e também bastante heterogéneas, esta obra confirma uma vocação literária tão vasta quanto o território russo, que permaneceu até agora escondida na sombra dos grandes nomes masculinos da extraordinária literatura eslava. Com esta antologia faz-se, tanto quanto possível, justiça a uma produção literária na qual se representam diferentes escolas e movimentos – desde o século xix até aos inícios do século xx –, acompanhando as grandes mudanças sociais, políticas e culturais de um período de transformação observado com a lente de um olhar feminino. A maior parte das autoras incluídas nesta antologia nunca foi publicada em língua portuguesa.
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A vida e as aventuras de Nicholas Nickleby

24,90 
O pai de Nicholas Nickleby morre depois de perder todo o seu dinheiro num investimento que correu bastante mal. Nicholas, a mãe e a irmã são obrigados a deixar uma vida tranquila e confortável em Devonshire e a procurar a ajuda do tio do lado paterno, Ralph Nickleby, um homem de negócios rude e áspero, pouco interessado em ajudar parentes pobres, muito menos o jovem Nickleby, que lhe lembra precisamente o seu falecido irmão. Ainda assim, o tio arranja ao jovem um cargo mal pago como assistente do director de uma escola. Recém-chegado ao seu novo posto de trabalho, Nicholas descobre a crueldade tremenda do director e da sua mulher, que montaram em conjunto um esquema mirabolante para receber dinheiro dos pais que não querem ver os filhos desencaminhados e pagam o que for necessário para garantir uma boa educação sem quaisquer incómodos.
  • AUTORES Charles Dickens
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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A vida e as aventuras de Nicholas Nickleby

24,90 
O pai de Nicholas Nickleby morre depois de perder todo o seu dinheiro num investimento que correu bastante mal. Nicholas, a mãe e a irmã são obrigados a deixar uma vida tranquila e confortável em Devonshire e a procurar a ajuda do tio do lado paterno, Ralph Nickleby, um homem de negócios rude e áspero, pouco interessado em ajudar parentes pobres, muito menos o jovem Nickleby, que lhe lembra precisamente o seu falecido irmão. Ainda assim, o tio arranja ao jovem um cargo mal pago como assistente do director de uma escola. Recém-chegado ao seu novo posto de trabalho, Nicholas descobre a crueldade tremenda do director e da sua mulher, que montaram em conjunto um esquema mirabolante para receber dinheiro dos pais que não querem ver os filhos desencaminhados e pagam o que for necessário para garantir uma boa educação sem quaisquer incómodos.
  • AUTORES Charles Dickens
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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