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Marte Instantânea – Musicalíssimo Freak #2

5,00 
Ilustrações extraídas do jornal Musicalíssimo. Contribuições de leitores publicadas entre 1980 e 82, a maioria durante o ano de 1981. Esta janela temporal assinala o segundo arco de vida do jornal. O presente destaque a estas ilustrações resulta de um olhar atento às margens e entrelinhas, uma prática que ajuda a iluminar outros momentos na História, outros projectos e ideias que, não sendo necessariamente os mais impactantes ou populares (aliás, quase nunca o são), desfazem a noção de consenso e narrativa oficial transmitida e divulgada. São ilustrações próprias do seu tempo e do contexto português, fantasias artísticas cujo valor estético intrínseco não pode ser desligado dessas circunstâncias mas que, ainda assim, ingénuo ou mais esclarecido, básico ou mais elaborado, figurativo ou abstracto, estimulam e questionam.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Marte Instantânea – Musicalíssimo Freak #2

5,00 
Ilustrações extraídas do jornal Musicalíssimo. Contribuições de leitores publicadas entre 1980 e 82, a maioria durante o ano de 1981. Esta janela temporal assinala o segundo arco de vida do jornal. O presente destaque a estas ilustrações resulta de um olhar atento às margens e entrelinhas, uma prática que ajuda a iluminar outros momentos na História, outros projectos e ideias que, não sendo necessariamente os mais impactantes ou populares (aliás, quase nunca o são), desfazem a noção de consenso e narrativa oficial transmitida e divulgada. São ilustrações próprias do seu tempo e do contexto português, fantasias artísticas cujo valor estético intrínseco não pode ser desligado dessas circunstâncias mas que, ainda assim, ingénuo ou mais esclarecido, básico ou mais elaborado, figurativo ou abstracto, estimulam e questionam.
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Marte Instantânea – Musicalíssimo Freak #1

5,00 
Ilustrações extraídas do jornal Musicalíssimo. Contribuições de leitores publicadas entre 1980 e 82, a maioria durante o ano de 1981. Esta janela temporal assinala o segundo arco de vida do jornal. O presente destaque a estas ilustrações resulta de um olhar atento às margens e entrelinhas, uma prática que ajuda a iluminar outros momentos na História, outros projectos e ideias que, não sendo necessariamente os mais impactantes ou populares (aliás, quase nunca o são), desfazem a noção de consenso e narrativa oficial transmitida e divulgada. São ilustrações próprias do seu tempo e do contexto português, fantasias artísticas cujo valor estético intrínseco não pode ser desligado dessas circunstâncias mas que, ainda assim, ingénuo ou mais esclarecido, básico ou mais elaborado, figurativo ou abstracto, estimulam e questionam.
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Marte Instantânea – Musicalíssimo Freak #1

5,00 
Ilustrações extraídas do jornal Musicalíssimo. Contribuições de leitores publicadas entre 1980 e 82, a maioria durante o ano de 1981. Esta janela temporal assinala o segundo arco de vida do jornal. O presente destaque a estas ilustrações resulta de um olhar atento às margens e entrelinhas, uma prática que ajuda a iluminar outros momentos na História, outros projectos e ideias que, não sendo necessariamente os mais impactantes ou populares (aliás, quase nunca o são), desfazem a noção de consenso e narrativa oficial transmitida e divulgada. São ilustrações próprias do seu tempo e do contexto português, fantasias artísticas cujo valor estético intrínseco não pode ser desligado dessas circunstâncias mas que, ainda assim, ingénuo ou mais esclarecido, básico ou mais elaborado, figurativo ou abstracto, estimulam e questionam.
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Blitz – Pregões e declarações – Ano 1: 1985

16,00 
Magnífico exemplo das paixões tribalistas em torno da música, a secção Pregões e Declarações no jornal Blitz revolucionou, em Portugal, a comunicação informal entre pessoas maioritariamente sem acesso aos media. Num tempo agora cronologicamente longínquo mas psicologicamente mais ainda, exerceu-se assim o direito de opinião e desabafo num espaço alargado e muito diferente das páginas de anúncios ou correspondência de leitores. Já descrita como "a primeira rede social da juventude portuguesa", aquando das comemorações dos 40 anos do Blitz, a secção manteve-se durante 16 anos entre Fevereiro de 1985 e Fevereiro de 2001. A longevidade revela que o jornal não podia abdicar dos Pregões sob pena de uma quebra nas vendas, mas também revela a continuada necessidade de um tal fórum de expressão. Formar bandas e vender instrumentos e discos; evidências da economia paralela das gravações pirata em cassete; polémicas fogosas em relação a artistas e seus respectivos fãs; defesas e ataques a personalidades da rádio (demonstra a relevância que o meio ainda tinha); drogas e alienação; comentário político e social; focos dispersos de homofobia, misoginia e racismo, mais frequentes de bairrismo e clubismo; misantropia; mas também moderação e declarações de amor; muita solidão e poesia; utopias. Grelhas com 250 caracteres para preencher e enviar por correio, nenhuma garantia de publicação. Registo em papel do espectro de características humanas mais tarde transferidas para as caixas de comentários e fóruns online. Trolls, paladinos, idealistas, haters, moderados. Escolheu-se o ano de estabelecimento dos Pregões e Declarações e dele seleccionámos exemplos que podem ajudar a formar um retrato da juventude portuguesa no ano de 1985. Incompleto, sim, e parcial, filtrado a partir da quantidade esmagadora de mensagens e da crescente vulgarização de muitas delas. Mas esclarecedor.
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Blitz – Pregões e declarações – Ano 1: 1985

16,00 
Magnífico exemplo das paixões tribalistas em torno da música, a secção Pregões e Declarações no jornal Blitz revolucionou, em Portugal, a comunicação informal entre pessoas maioritariamente sem acesso aos media. Num tempo agora cronologicamente longínquo mas psicologicamente mais ainda, exerceu-se assim o direito de opinião e desabafo num espaço alargado e muito diferente das páginas de anúncios ou correspondência de leitores. Já descrita como "a primeira rede social da juventude portuguesa", aquando das comemorações dos 40 anos do Blitz, a secção manteve-se durante 16 anos entre Fevereiro de 1985 e Fevereiro de 2001. A longevidade revela que o jornal não podia abdicar dos Pregões sob pena de uma quebra nas vendas, mas também revela a continuada necessidade de um tal fórum de expressão. Formar bandas e vender instrumentos e discos; evidências da economia paralela das gravações pirata em cassete; polémicas fogosas em relação a artistas e seus respectivos fãs; defesas e ataques a personalidades da rádio (demonstra a relevância que o meio ainda tinha); drogas e alienação; comentário político e social; focos dispersos de homofobia, misoginia e racismo, mais frequentes de bairrismo e clubismo; misantropia; mas também moderação e declarações de amor; muita solidão e poesia; utopias. Grelhas com 250 caracteres para preencher e enviar por correio, nenhuma garantia de publicação. Registo em papel do espectro de características humanas mais tarde transferidas para as caixas de comentários e fóruns online. Trolls, paladinos, idealistas, haters, moderados. Escolheu-se o ano de estabelecimento dos Pregões e Declarações e dele seleccionámos exemplos que podem ajudar a formar um retrato da juventude portuguesa no ano de 1985. Incompleto, sim, e parcial, filtrado a partir da quantidade esmagadora de mensagens e da crescente vulgarização de muitas delas. Mas esclarecedor.
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Die Neue Sonne: Completo / 1988

18,00 
Todos os quatro números do fanzine Die Neue Sonne reunidos na íntegra. Publicados entre Março e Setembro de 1988, reproduzidos fielmente em respeito pela paginação A5 original. Veículo de divulgação de música diferente que prece-deu e acompanhou o alvor da editora Facadas Na Noite, baseada em Braga. Aventuras editoriais num Portugal subterrâneo por essa época muito activo, já integrado na Europa Comunitária e, portanto, com canais de comunicação e troca mais facilitados. Die Neue Sonne e Facadas Na Noite foram elos numa rede interna de pequenas estruturas e pessoas empenhadas na exposição de música marginal, espelho de uma rede internacional vasta e experiente à qual era possível aceder com o tempo e dedicação necessários para manter correspondência com artistas, editoras e outras estruturas de divulgação. Estética ainda herdada dos métodos punk. Preto-e-branco, fotocópias, blocos de texto recortados e colados em cima de imagens, montagem manual numa ética de autonomia tão convicta quanto inevitável.
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Die Neue Sonne: Completo / 1988

18,00 
Todos os quatro números do fanzine Die Neue Sonne reunidos na íntegra. Publicados entre Março e Setembro de 1988, reproduzidos fielmente em respeito pela paginação A5 original. Veículo de divulgação de música diferente que prece-deu e acompanhou o alvor da editora Facadas Na Noite, baseada em Braga. Aventuras editoriais num Portugal subterrâneo por essa época muito activo, já integrado na Europa Comunitária e, portanto, com canais de comunicação e troca mais facilitados. Die Neue Sonne e Facadas Na Noite foram elos numa rede interna de pequenas estruturas e pessoas empenhadas na exposição de música marginal, espelho de uma rede internacional vasta e experiente à qual era possível aceder com o tempo e dedicação necessários para manter correspondência com artistas, editoras e outras estruturas de divulgação. Estética ainda herdada dos métodos punk. Preto-e-branco, fotocópias, blocos de texto recortados e colados em cima de imagens, montagem manual numa ética de autonomia tão convicta quanto inevitável.
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Cadernos de divulgação – Teoria e Prática 1.4

17,00 
Ainda e exclusivamente em 1988, ano particularmente denso de acontecimentos no micro-universo da divulgação de música industrial em Portugal, do ponto de vista do autor desta série. A experiência absolutamente enriquecedora de integrar a grelha de programação da Rádio Universidade Tejo, no Instituto Superior Técnico, em Lisboa, ocupa boa parte das 100 páginas. Durou 6 meses, até a R.U.T. ter sido legalmente forçada a terminar as emissões, no final do ano. Mostra-se a tentativa de recurso dos responsáveis pela rádio, mas a maior percentagem de espaço é entregue a playlists, design manual, influências expostas e assumidas, sobrecarga de nomes relevantes (e outros menos) na época. Ainda a ligação, quase sempre ténue, à organização de concertos e compilações em cassete; troca de correspondência (Front Line Assembly, Johnson Engineering Co., Sprung Aus Den Wolken, Boom Factory, etc.), destaque a 400 Blows; colagem de envelopes; factos e mais factos.
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Cadernos de divulgação – Teoria e Prática 1.4

17,00 
Ainda e exclusivamente em 1988, ano particularmente denso de acontecimentos no micro-universo da divulgação de música industrial em Portugal, do ponto de vista do autor desta série. A experiência absolutamente enriquecedora de integrar a grelha de programação da Rádio Universidade Tejo, no Instituto Superior Técnico, em Lisboa, ocupa boa parte das 100 páginas. Durou 6 meses, até a R.U.T. ter sido legalmente forçada a terminar as emissões, no final do ano. Mostra-se a tentativa de recurso dos responsáveis pela rádio, mas a maior percentagem de espaço é entregue a playlists, design manual, influências expostas e assumidas, sobrecarga de nomes relevantes (e outros menos) na época. Ainda a ligação, quase sempre ténue, à organização de concertos e compilações em cassete; troca de correspondência (Front Line Assembly, Johnson Engineering Co., Sprung Aus Den Wolken, Boom Factory, etc.), destaque a 400 Blows; colagem de envelopes; factos e mais factos.
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Rock Final

17,90 
O Som da Frente foi a âncora de uma geração ou duas, a partir de 1982 quando iniciaram as emissões na Rádio Comercial. Rubricas como a Lista Rebelde ou Sinais de Fumo fixaram e documentaram música que se convencionou chamar "da frente" ou, por associação e de forma mais contagiante no tecido social das tribos da época, "de vanguarda". Mas a Lista Rebelde já existia no programa anterior apresentado por António Sérgio, Rolls Rock, também na Comercial desde Fevereiro de 1980 e também com Ana Cristina a laborar nos bastidores. "Som da frente" e "o direito à diferença" eram slogans também já em marcha. A instituição de um espaço radiofónico promotor não apenas de música diferente e eclética dentro do espectro do rock, mas de uma atitude condizente com o nascente universo de edição independente tal como hoje é conhecida. Não existe, faz-se. Não há dinheiro, faz-se de outra maneira.Este espírito revelou-se por inteiro no fanzine Rock Final. Então, como agora, não é moda e sim convicção. Rock Final foi uma publicação montada por Sérgio e Ana Cristina em Março de 1982, com colaboração de meia dúzia de amigos e família, idealizada para coincidir com o segundo aniversário do Rolls Rock e composta por textos utilizados no programa, devidamente adaptados e enquadrados por um arranjo gráfico de corte-e-cola. Para a reedição, optou-se por um facsimile em reprodução adaptada do original a preto-e-branco, que era em offset e unido com argolas de plástico preto. Em vez disso, a impressão é agora em risografia e o conjunto ganhou uma lombada. Algumas páginas foram ligeiramente reenquadradas para o novo formato. Textos sobre Zappa, Joy Division, A Certain Ratio, Cramps, Eno/Byrne, neo-românticos, rock sulista, Motorhead, John Cale, Bauhaus e vários outros nomes divulgados no ar e merecedores do entusiasmo da equipa.
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Rock Final

17,90 
O Som da Frente foi a âncora de uma geração ou duas, a partir de 1982 quando iniciaram as emissões na Rádio Comercial. Rubricas como a Lista Rebelde ou Sinais de Fumo fixaram e documentaram música que se convencionou chamar "da frente" ou, por associação e de forma mais contagiante no tecido social das tribos da época, "de vanguarda". Mas a Lista Rebelde já existia no programa anterior apresentado por António Sérgio, Rolls Rock, também na Comercial desde Fevereiro de 1980 e também com Ana Cristina a laborar nos bastidores. "Som da frente" e "o direito à diferença" eram slogans também já em marcha. A instituição de um espaço radiofónico promotor não apenas de música diferente e eclética dentro do espectro do rock, mas de uma atitude condizente com o nascente universo de edição independente tal como hoje é conhecida. Não existe, faz-se. Não há dinheiro, faz-se de outra maneira.Este espírito revelou-se por inteiro no fanzine Rock Final. Então, como agora, não é moda e sim convicção. Rock Final foi uma publicação montada por Sérgio e Ana Cristina em Março de 1982, com colaboração de meia dúzia de amigos e família, idealizada para coincidir com o segundo aniversário do Rolls Rock e composta por textos utilizados no programa, devidamente adaptados e enquadrados por um arranjo gráfico de corte-e-cola. Para a reedição, optou-se por um facsimile em reprodução adaptada do original a preto-e-branco, que era em offset e unido com argolas de plástico preto. Em vez disso, a impressão é agora em risografia e o conjunto ganhou uma lombada. Algumas páginas foram ligeiramente reenquadradas para o novo formato. Textos sobre Zappa, Joy Division, A Certain Ratio, Cramps, Eno/Byrne, neo-românticos, rock sulista, Motorhead, John Cale, Bauhaus e vários outros nomes divulgados no ar e merecedores do entusiasmo da equipa.
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