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O Rock no Porto nos anos 80 – Uma viagem pelo asfalto

12,00 
“O futuro foi nos anos 80. Uma década mudou para sempre o rosto de Portugal. (…) Para a juventude que atravessava os anos 1980, a diferença era evidente. (…) A explosão da participação política dava lugar a outras causas – o pacifismo, o combate ao nuclear, o emergente ambientalismo –, e, sobretudo, a uma intensa procura de expressão individual e coletiva de se ser diferente. A música tornou-se um dos seus veículos privilegiados. O chamado boom do rock português deve ser compreendido neste contexto mais amplo de transformação social e cultural. Ao contrário da canção de intervenção que marcara os anos posteriores ao 25 de Abril, o pop rock dos anos 1980 deslocava o foco. Neste processo, o Porto assumiu um papel central. Mais do que cenário foi agente ativo de criação e circulação musical.” – Paula Guerra
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O Rock no Porto nos anos 80 – Uma viagem pelo asfalto

12,00 
“O futuro foi nos anos 80. Uma década mudou para sempre o rosto de Portugal. (…) Para a juventude que atravessava os anos 1980, a diferença era evidente. (…) A explosão da participação política dava lugar a outras causas – o pacifismo, o combate ao nuclear, o emergente ambientalismo –, e, sobretudo, a uma intensa procura de expressão individual e coletiva de se ser diferente. A música tornou-se um dos seus veículos privilegiados. O chamado boom do rock português deve ser compreendido neste contexto mais amplo de transformação social e cultural. Ao contrário da canção de intervenção que marcara os anos posteriores ao 25 de Abril, o pop rock dos anos 1980 deslocava o foco. Neste processo, o Porto assumiu um papel central. Mais do que cenário foi agente ativo de criação e circulação musical.” – Paula Guerra
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Mão Verde III – livro & disco

22,50 
Depois de dois discos-livros (muito bem acolhidos pelas famílias e comunidades escolares) e muitos concertos pelo país para verdes e maduros, a Mão Verde apresenta o seu terceiro trabalho. Capicua, Francisca Cortesão, Pedro Geraldes e António Serginho compuseram mais dez canções e dois poemas musicais que, além de evocarem a ecologia e a natureza, como nas edições anteriores, estendem-se também à reflexão sobre algumas questões sociais, como as desigualdades, a importância da democracia, a diversidade e a solidariedade humana. Numa abordagem lúdica e poética, quer do ponto de vista musical (ao brincarem aos estilos de música), quer do ponto de vista lírico (tratando temas sérios de forma divertida), este novo disco foi construído através do encontro e da experimentação e concretizado em livro com notas informativas que contextualizam letras e poemas, tudo devidamente ilustrado pelo talento de Bernardo Carvalho.
  • TEXTO | LETRAS Capicua
  • MÚSICA Pedro Geraldes, Francisca Cortesão e António Serginho
  • ILUSTRAÇÃO Bernardo P. Carvalho
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Mão Verde III – livro & disco

22,50 
Depois de dois discos-livros (muito bem acolhidos pelas famílias e comunidades escolares) e muitos concertos pelo país para verdes e maduros, a Mão Verde apresenta o seu terceiro trabalho. Capicua, Francisca Cortesão, Pedro Geraldes e António Serginho compuseram mais dez canções e dois poemas musicais que, além de evocarem a ecologia e a natureza, como nas edições anteriores, estendem-se também à reflexão sobre algumas questões sociais, como as desigualdades, a importância da democracia, a diversidade e a solidariedade humana. Numa abordagem lúdica e poética, quer do ponto de vista musical (ao brincarem aos estilos de música), quer do ponto de vista lírico (tratando temas sérios de forma divertida), este novo disco foi construído através do encontro e da experimentação e concretizado em livro com notas informativas que contextualizam letras e poemas, tudo devidamente ilustrado pelo talento de Bernardo Carvalho.
  • TEXTO | LETRAS Capicua
  • MÚSICA Pedro Geraldes, Francisca Cortesão e António Serginho
  • ILUSTRAÇÃO Bernardo P. Carvalho
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Vizinhos

17,90 
As paredes são finas, e as vidas unem-se por isso, em Vizinhos, temos quatro histórias em que o quotidiano revela o que não está logo à vista: a Solidão, a Violência, a Frustração, a Necessidade de Pertença, a Raiva ao que é Diferente. Um homem faz do barulho de uma obra um campo de batalha onde o incómodo é outro, Um ex-presidiário regressa à vida em que toda a gente sabe que matou a mulher - e tenta descobrir se ainda é possível voltar a ser quem foi. Duas velhas que já foram amigas vivem separadas por um andar, por muitos anos de silêncio e por vidas tão diferentes. Num condomínio, entre os assuntos mesquinhos do dia-a-dia, nasce um problema que é um bode expiatório. Entre humor negro, ironia e humanidade, observam-se os laços e a necessidade de os atar, enquanto se mostra que a proximidade cria os problemas que a distância sabe manter ao longe.
  • TEXTO Ana Bárbara Pedrosa
  • ILUSTRAÇÃO Nuno Saraiva
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Vizinhos

17,90 
As paredes são finas, e as vidas unem-se por isso, em Vizinhos, temos quatro histórias em que o quotidiano revela o que não está logo à vista: a Solidão, a Violência, a Frustração, a Necessidade de Pertença, a Raiva ao que é Diferente. Um homem faz do barulho de uma obra um campo de batalha onde o incómodo é outro, Um ex-presidiário regressa à vida em que toda a gente sabe que matou a mulher - e tenta descobrir se ainda é possível voltar a ser quem foi. Duas velhas que já foram amigas vivem separadas por um andar, por muitos anos de silêncio e por vidas tão diferentes. Num condomínio, entre os assuntos mesquinhos do dia-a-dia, nasce um problema que é um bode expiatório. Entre humor negro, ironia e humanidade, observam-se os laços e a necessidade de os atar, enquanto se mostra que a proximidade cria os problemas que a distância sabe manter ao longe.
  • TEXTO Ana Bárbara Pedrosa
  • ILUSTRAÇÃO Nuno Saraiva
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Boleia

14,95 
Um surfista coloca a prancha no carro e prepara-se para ir para a praia. Está muito animado e longe de imaginar o que o espera. Ao longo do caminho vai dando boleia às mais variadas personagens e a situação começa a ficar fora de controlo. Será que ele vai conseguir chegar ao seu destino? Guilherme Karsten é um autor brasileiro com livros publicados em todo o mundo, e agora, finalmente, em Portugal. Algumas das suas obras foram aclamadas pela crítica e receberam distinções internacionais, como o Prémio Jabuti, na categoria de Ilustração. Livro divertido, com narrativa cumulativa, muito do agrado das crianças. É um texto simples, com sequência, algumas repetições, que conseguem memorizar e serem eles próprios a contar. Ilustrações originais, experimentais e divertidas.
  • AUTOR Guilherme Karsten
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Boleia

14,95 
Um surfista coloca a prancha no carro e prepara-se para ir para a praia. Está muito animado e longe de imaginar o que o espera. Ao longo do caminho vai dando boleia às mais variadas personagens e a situação começa a ficar fora de controlo. Será que ele vai conseguir chegar ao seu destino? Guilherme Karsten é um autor brasileiro com livros publicados em todo o mundo, e agora, finalmente, em Portugal. Algumas das suas obras foram aclamadas pela crítica e receberam distinções internacionais, como o Prémio Jabuti, na categoria de Ilustração. Livro divertido, com narrativa cumulativa, muito do agrado das crianças. É um texto simples, com sequência, algumas repetições, que conseguem memorizar e serem eles próprios a contar. Ilustrações originais, experimentais e divertidas.
  • AUTOR Guilherme Karsten
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Umbra – Antologia de BD – Nº6

14,00 
Antologia de Banda Desenhada - álbum colectivo com quatro histórias a preto e branco sobre ficção científica, distopia, romance negro.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Umbra – Antologia de BD – Nº6

14,00 
Antologia de Banda Desenhada - álbum colectivo com quatro histórias a preto e branco sobre ficção científica, distopia, romance negro.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Primitiva – Volume 2

25,00 
Há muito para ler e questionar. A vida na cidade dos mortos, antes que os mortos deixem de ter lugar na cidade. Progresso. Os rostos das aldeias que aos poucos deixam de o ser. Abandono. O infame Darién com a luz ao fundo. Esperança. A arte como defesa antiaérea contra a lei do mais forte. Resistência. O fotógrafo que procurava estar e sentir e retratar um povo com dignidade. Homenagem. O pó preto das minas clandestinas que aos poucos mata quem o respira. Sobrevivência. A ressurreição do capitão Sankara no Burkina Faso. Futuro. A estrada mais perigosa do mundo ou um éden alpino nos Himalaias. Perspetivas. A confiança frágil entre homem e cavalo nas estepes do Quirguistão. Simbiose. A linguagem universal do sorriso quando um viajante se desencontra. Babel. Uma romaria que, afinal, é mais sobre o caminho do que sobre o destino. Viagem interior. Cães que ajudam tartarugas a lacrimejar na praia onde nasceram. Preservação. Aprender a ouvir o que o silêncio tem para dizer com os Imuhagh de Djanet. Património. As máscaras que quase ninguém viu na ilha de Tanna. Crenças. O azul tingido pela família Nagata na aldeia japonesa de Izumo. Tradição. A fotografia como grito contra a discrimação das religiões de matriz africana. Pura arte. Colódio húmido à la minuta. Alquimia. Criar e resistir.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Primitiva – Volume 2

25,00 
Há muito para ler e questionar. A vida na cidade dos mortos, antes que os mortos deixem de ter lugar na cidade. Progresso. Os rostos das aldeias que aos poucos deixam de o ser. Abandono. O infame Darién com a luz ao fundo. Esperança. A arte como defesa antiaérea contra a lei do mais forte. Resistência. O fotógrafo que procurava estar e sentir e retratar um povo com dignidade. Homenagem. O pó preto das minas clandestinas que aos poucos mata quem o respira. Sobrevivência. A ressurreição do capitão Sankara no Burkina Faso. Futuro. A estrada mais perigosa do mundo ou um éden alpino nos Himalaias. Perspetivas. A confiança frágil entre homem e cavalo nas estepes do Quirguistão. Simbiose. A linguagem universal do sorriso quando um viajante se desencontra. Babel. Uma romaria que, afinal, é mais sobre o caminho do que sobre o destino. Viagem interior. Cães que ajudam tartarugas a lacrimejar na praia onde nasceram. Preservação. Aprender a ouvir o que o silêncio tem para dizer com os Imuhagh de Djanet. Património. As máscaras que quase ninguém viu na ilha de Tanna. Crenças. O azul tingido pela família Nagata na aldeia japonesa de Izumo. Tradição. A fotografia como grito contra a discrimação das religiões de matriz africana. Pura arte. Colódio húmido à la minuta. Alquimia. Criar e resistir.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Hugo Pratt – A mão de deus

19,90 
Hugo Pratt passou à história da cultura como criador da personagem Corto Maltese, o pirata romântico e navegante solitário e complexo. Mas mais do que isso, Pratt foi um autor que transformou o clássico em moderno e revolucionou a linguagem da banda desenhada. Nesta obra, o autor e investigador Ángel de la Calle, analisa detalhadamente as várias fases da vida e obra de Pratt, desde a sua infância em Veneza, a adolescência na Etiópia, o início da sua carreira como autor de BD no pós-guerra, a empreitada argentina, até à consagração como um autor tão mítico quanto a sua maior criação, o marinheiro Corto Maltese, sem esquecer as suas últimas obras. Uma viagem fascinante e muito bem ilustrada pela vida de um dos nomes maiores da Literatura Desenhada (expressão que ele preferia a banda desenhada) do século XX.
  • AUTOR Ángel de la Calle
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Hugo Pratt – A mão de deus

19,90 
Hugo Pratt passou à história da cultura como criador da personagem Corto Maltese, o pirata romântico e navegante solitário e complexo. Mas mais do que isso, Pratt foi um autor que transformou o clássico em moderno e revolucionou a linguagem da banda desenhada. Nesta obra, o autor e investigador Ángel de la Calle, analisa detalhadamente as várias fases da vida e obra de Pratt, desde a sua infância em Veneza, a adolescência na Etiópia, o início da sua carreira como autor de BD no pós-guerra, a empreitada argentina, até à consagração como um autor tão mítico quanto a sua maior criação, o marinheiro Corto Maltese, sem esquecer as suas últimas obras. Uma viagem fascinante e muito bem ilustrada pela vida de um dos nomes maiores da Literatura Desenhada (expressão que ele preferia a banda desenhada) do século XX.
  • AUTOR Ángel de la Calle
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Oh, que azar, que confusão!

14,90 
«Fui à loja p’ra comprar um casaco de xadrez. Oh, que azar, o que me deram… uma cabra-montês! Oh, que azar, que confusão! Era o que eu queria? Mil vezes não!» Enquanto um menino triste percorre as lojas da cidade à procura de coisas simples — um chapéu, um casaco, um bolo, uma cadeira —, tudo lhe corre ao contrário: em vez dos objetos desejados, vai juntando uma divertida procissão de animais que decide segui-lo pelas ruas. Só quando pede uma chávena é que lhe oferecem uma criatura enroscada e misteriosa que parece resolver o seu problema... ou talvez não. Com a sua habitual mestria nas rimas e no ritmo da narrativa, Michael Rosen assina um texto cheio de humor e surpresas, ao qual Helen Oxenbury acrescenta o encanto expressivo das suas ilustrações inesquecíveis. Um livro intemporal, cheio de vida e humor, que pede para ser lido vezes sem conta. Uma leitura animadíssima dos autores premiados do muito apreciado livro Vamos à Caça do Urso.
  • TEXTO Michael Rosen
  • ILUSTRAÇÃO Helen Oxenbury
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Oh, que azar, que confusão!

14,90 
«Fui à loja p’ra comprar um casaco de xadrez. Oh, que azar, o que me deram… uma cabra-montês! Oh, que azar, que confusão! Era o que eu queria? Mil vezes não!» Enquanto um menino triste percorre as lojas da cidade à procura de coisas simples — um chapéu, um casaco, um bolo, uma cadeira —, tudo lhe corre ao contrário: em vez dos objetos desejados, vai juntando uma divertida procissão de animais que decide segui-lo pelas ruas. Só quando pede uma chávena é que lhe oferecem uma criatura enroscada e misteriosa que parece resolver o seu problema... ou talvez não. Com a sua habitual mestria nas rimas e no ritmo da narrativa, Michael Rosen assina um texto cheio de humor e surpresas, ao qual Helen Oxenbury acrescenta o encanto expressivo das suas ilustrações inesquecíveis. Um livro intemporal, cheio de vida e humor, que pede para ser lido vezes sem conta. Uma leitura animadíssima dos autores premiados do muito apreciado livro Vamos à Caça do Urso.
  • TEXTO Michael Rosen
  • ILUSTRAÇÃO Helen Oxenbury
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Primitiva – Volume 1

25,00 
O artista brasileiro Andrei Polessi assina a capa do primeiro volume da Primitiva – são crianças num intervalo das aulas no mosteiro de Lamayuru, na região de Ladakh, no extremo norte da Índia. Polessi decidiu um dia “ir atrás desse mundo que nos escapa” — e desde então vive com mais dúvidas do que certezas. É ele quem nos guia neste gesto inaugural, onde cada história é também uma forma de partir. Neste número, cruzamos geografias e credos. Entramos num ringue de terra batida no Paquistão, assistimos, na Indonésia, ao ritual Ma’nene, que devolve os mortos à vida. No Iraque, seguimos o olhar íntimo de Abbas Raad, que fotografa para “restaurar a verdade” de um país que se reconstrói. Ouvimos o maior fotógrafo documental do Árctico, Ragnar Axelsson, falar sobre a importância de provocar mudanças com uma imagem. E conhecemos Kamran Ali, que, em Madagáscar, transformou uma viagem num ato de reconstrução – ajudando a erguer um hospital. A Primitiva é feita disto: de histórias e de velocidades. Subimos ao Alto Mustang com Tânia Muxima, descemos o rio Negro com António Avelar e atravessamos uma tempestade polar em Svalbard com Filipa Coutinho, fomos a um casamento na India, convidados pela Renata Monteiro e o Tiago Lopes. E ouvimos Andreas Tonnelli, intrépido viajante, explorador, ciclista, naquela que deve ter sido a última entrevista que deu em vida. Temos muitas mais histórias para partilhar.
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Primitiva – Volume 1

25,00 
O artista brasileiro Andrei Polessi assina a capa do primeiro volume da Primitiva – são crianças num intervalo das aulas no mosteiro de Lamayuru, na região de Ladakh, no extremo norte da Índia. Polessi decidiu um dia “ir atrás desse mundo que nos escapa” — e desde então vive com mais dúvidas do que certezas. É ele quem nos guia neste gesto inaugural, onde cada história é também uma forma de partir. Neste número, cruzamos geografias e credos. Entramos num ringue de terra batida no Paquistão, assistimos, na Indonésia, ao ritual Ma’nene, que devolve os mortos à vida. No Iraque, seguimos o olhar íntimo de Abbas Raad, que fotografa para “restaurar a verdade” de um país que se reconstrói. Ouvimos o maior fotógrafo documental do Árctico, Ragnar Axelsson, falar sobre a importância de provocar mudanças com uma imagem. E conhecemos Kamran Ali, que, em Madagáscar, transformou uma viagem num ato de reconstrução – ajudando a erguer um hospital. A Primitiva é feita disto: de histórias e de velocidades. Subimos ao Alto Mustang com Tânia Muxima, descemos o rio Negro com António Avelar e atravessamos uma tempestade polar em Svalbard com Filipa Coutinho, fomos a um casamento na India, convidados pela Renata Monteiro e o Tiago Lopes. E ouvimos Andreas Tonnelli, intrépido viajante, explorador, ciclista, naquela que deve ter sido a última entrevista que deu em vida. Temos muitas mais histórias para partilhar.
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Old Pa Anderson + Redenção

27,50 
Duas obras marcantes de Hermann, reunindo num único volume duas histórias intensas e visualmente arrebatadoras. Com um olhar cru e humanista sobre os Estados Unidos do passado, o primeiro título aborda o racismo e a injustiça no Mississípi dos anos 60, seguindo um velho afro-americano que decide agir após a morte da esposa e o assassinato impune da neta. O segundo título, passado no universo do western, explora a herança da violência e da culpa, acompanhando um pai e o seu filho separados pelo tempo, pelo crime e pelo desejo de redenção.
  • AUTORES Hermann e Yves H.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Old Pa Anderson + Redenção

27,50 
Duas obras marcantes de Hermann, reunindo num único volume duas histórias intensas e visualmente arrebatadoras. Com um olhar cru e humanista sobre os Estados Unidos do passado, o primeiro título aborda o racismo e a injustiça no Mississípi dos anos 60, seguindo um velho afro-americano que decide agir após a morte da esposa e o assassinato impune da neta. O segundo título, passado no universo do western, explora a herança da violência e da culpa, acompanhando um pai e o seu filho separados pelo tempo, pelo crime e pelo desejo de redenção.
  • AUTORES Hermann e Yves H.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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À espera dos bárbaros

13,95 
Neste álbum ilustrado, adaptação livre de um poema pacifista de Kaváfis, Olivier Tallec cria uma fábula contemporânea sobre o medo, a desconfiança e o poder da imaginação coletiva. A história começa com uma aldeia tranquila. Um dia, alguém anuncia: «Os bárbaros estão a chegar!» Ninguém sabe exatamente quem são esses «bárbaros», nem de onde vêm — mas o simples rumor é suficiente para transformar tudo. Os habitantes da aldeia, tomados pelo pânico, começam a construir muralhas, a esconder comida e a suspeitar uns dos outros. A cada página, a tensão cresce… até que se percebe que os verdadeiros bárbaros talvez sejam os próprios aldeões, tomados pelo medo e pelo caos que eles próprios criaram.
  • AUTOR Olivier Tallec
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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À espera dos bárbaros

13,95 
Neste álbum ilustrado, adaptação livre de um poema pacifista de Kaváfis, Olivier Tallec cria uma fábula contemporânea sobre o medo, a desconfiança e o poder da imaginação coletiva. A história começa com uma aldeia tranquila. Um dia, alguém anuncia: «Os bárbaros estão a chegar!» Ninguém sabe exatamente quem são esses «bárbaros», nem de onde vêm — mas o simples rumor é suficiente para transformar tudo. Os habitantes da aldeia, tomados pelo pânico, começam a construir muralhas, a esconder comida e a suspeitar uns dos outros. A cada página, a tensão cresce… até que se percebe que os verdadeiros bárbaros talvez sejam os próprios aldeões, tomados pelo medo e pelo caos que eles próprios criaram.
  • AUTOR Olivier Tallec
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Férias de fornicação e outras murmurações de um moralista

10,00 
Férias de fornicação e outras murmurações de um moralista reúne artigos escritos por Tiago Cavaco no jornal Observador.
  • AUTOR Tiago Cavaco
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Férias de fornicação e outras murmurações de um moralista

10,00 
Férias de fornicação e outras murmurações de um moralista reúne artigos escritos por Tiago Cavaco no jornal Observador.
  • AUTOR Tiago Cavaco
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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