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Vizinhos

17,90 
As paredes são finas, e as vidas unem-se por isso, em Vizinhos, temos quatro histórias em que o quotidiano revela o que não está logo à vista: a Solidão, a Violência, a Frustração, a Necessidade de Pertença, a Raiva ao que é Diferente. Um homem faz do barulho de uma obra um campo de batalha onde o incómodo é outro, Um ex-presidiário regressa à vida em que toda a gente sabe que matou a mulher - e tenta descobrir se ainda é possível voltar a ser quem foi. Duas velhas que já foram amigas vivem separadas por um andar, por muitos anos de silêncio e por vidas tão diferentes. Num condomínio, entre os assuntos mesquinhos do dia-a-dia, nasce um problema que é um bode expiatório. Entre humor negro, ironia e humanidade, observam-se os laços e a necessidade de os atar, enquanto se mostra que a proximidade cria os problemas que a distância sabe manter ao longe.
  • TEXTO Ana Bárbara Pedrosa
  • ILUSTRAÇÃO Nuno Saraiva
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Vizinhos

17,90 
As paredes são finas, e as vidas unem-se por isso, em Vizinhos, temos quatro histórias em que o quotidiano revela o que não está logo à vista: a Solidão, a Violência, a Frustração, a Necessidade de Pertença, a Raiva ao que é Diferente. Um homem faz do barulho de uma obra um campo de batalha onde o incómodo é outro, Um ex-presidiário regressa à vida em que toda a gente sabe que matou a mulher - e tenta descobrir se ainda é possível voltar a ser quem foi. Duas velhas que já foram amigas vivem separadas por um andar, por muitos anos de silêncio e por vidas tão diferentes. Num condomínio, entre os assuntos mesquinhos do dia-a-dia, nasce um problema que é um bode expiatório. Entre humor negro, ironia e humanidade, observam-se os laços e a necessidade de os atar, enquanto se mostra que a proximidade cria os problemas que a distância sabe manter ao longe.
  • TEXTO Ana Bárbara Pedrosa
  • ILUSTRAÇÃO Nuno Saraiva
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Boleia

14,95 
Um surfista coloca a prancha no carro e prepara-se para ir para a praia. Está muito animado e longe de imaginar o que o espera. Ao longo do caminho vai dando boleia às mais variadas personagens e a situação começa a ficar fora de controlo. Será que ele vai conseguir chegar ao seu destino? Guilherme Karsten é um autor brasileiro com livros publicados em todo o mundo, e agora, finalmente, em Portugal. Algumas das suas obras foram aclamadas pela crítica e receberam distinções internacionais, como o Prémio Jabuti, na categoria de Ilustração. Livro divertido, com narrativa cumulativa, muito do agrado das crianças. É um texto simples, com sequência, algumas repetições, que conseguem memorizar e serem eles próprios a contar. Ilustrações originais, experimentais e divertidas.
  • AUTOR Guilherme Karsten
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Boleia

14,95 
Um surfista coloca a prancha no carro e prepara-se para ir para a praia. Está muito animado e longe de imaginar o que o espera. Ao longo do caminho vai dando boleia às mais variadas personagens e a situação começa a ficar fora de controlo. Será que ele vai conseguir chegar ao seu destino? Guilherme Karsten é um autor brasileiro com livros publicados em todo o mundo, e agora, finalmente, em Portugal. Algumas das suas obras foram aclamadas pela crítica e receberam distinções internacionais, como o Prémio Jabuti, na categoria de Ilustração. Livro divertido, com narrativa cumulativa, muito do agrado das crianças. É um texto simples, com sequência, algumas repetições, que conseguem memorizar e serem eles próprios a contar. Ilustrações originais, experimentais e divertidas.
  • AUTOR Guilherme Karsten
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Umbra – Antologia de BD – Nº6

14,00 
Antologia de Banda Desenhada - álbum colectivo com quatro histórias a preto e branco sobre ficção científica, distopia, romance negro.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Umbra – Antologia de BD – Nº6

14,00 
Antologia de Banda Desenhada - álbum colectivo com quatro histórias a preto e branco sobre ficção científica, distopia, romance negro.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Primitiva – Volume 2

25,00 
Há muito para ler e questionar. A vida na cidade dos mortos, antes que os mortos deixem de ter lugar na cidade. Progresso. Os rostos das aldeias que aos poucos deixam de o ser. Abandono. O infame Darién com a luz ao fundo. Esperança. A arte como defesa antiaérea contra a lei do mais forte. Resistência. O fotógrafo que procurava estar e sentir e retratar um povo com dignidade. Homenagem. O pó preto das minas clandestinas que aos poucos mata quem o respira. Sobrevivência. A ressurreição do capitão Sankara no Burkina Faso. Futuro. A estrada mais perigosa do mundo ou um éden alpino nos Himalaias. Perspetivas. A confiança frágil entre homem e cavalo nas estepes do Quirguistão. Simbiose. A linguagem universal do sorriso quando um viajante se desencontra. Babel. Uma romaria que, afinal, é mais sobre o caminho do que sobre o destino. Viagem interior. Cães que ajudam tartarugas a lacrimejar na praia onde nasceram. Preservação. Aprender a ouvir o que o silêncio tem para dizer com os Imuhagh de Djanet. Património. As máscaras que quase ninguém viu na ilha de Tanna. Crenças. O azul tingido pela família Nagata na aldeia japonesa de Izumo. Tradição. A fotografia como grito contra a discrimação das religiões de matriz africana. Pura arte. Colódio húmido à la minuta. Alquimia. Criar e resistir.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Primitiva – Volume 2

25,00 
Há muito para ler e questionar. A vida na cidade dos mortos, antes que os mortos deixem de ter lugar na cidade. Progresso. Os rostos das aldeias que aos poucos deixam de o ser. Abandono. O infame Darién com a luz ao fundo. Esperança. A arte como defesa antiaérea contra a lei do mais forte. Resistência. O fotógrafo que procurava estar e sentir e retratar um povo com dignidade. Homenagem. O pó preto das minas clandestinas que aos poucos mata quem o respira. Sobrevivência. A ressurreição do capitão Sankara no Burkina Faso. Futuro. A estrada mais perigosa do mundo ou um éden alpino nos Himalaias. Perspetivas. A confiança frágil entre homem e cavalo nas estepes do Quirguistão. Simbiose. A linguagem universal do sorriso quando um viajante se desencontra. Babel. Uma romaria que, afinal, é mais sobre o caminho do que sobre o destino. Viagem interior. Cães que ajudam tartarugas a lacrimejar na praia onde nasceram. Preservação. Aprender a ouvir o que o silêncio tem para dizer com os Imuhagh de Djanet. Património. As máscaras que quase ninguém viu na ilha de Tanna. Crenças. O azul tingido pela família Nagata na aldeia japonesa de Izumo. Tradição. A fotografia como grito contra a discrimação das religiões de matriz africana. Pura arte. Colódio húmido à la minuta. Alquimia. Criar e resistir.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Hugo Pratt – A mão de deus

19,90 
Hugo Pratt passou à história da cultura como criador da personagem Corto Maltese, o pirata romântico e navegante solitário e complexo. Mas mais do que isso, Pratt foi um autor que transformou o clássico em moderno e revolucionou a linguagem da banda desenhada. Nesta obra, o autor e investigador Ángel de la Calle, analisa detalhadamente as várias fases da vida e obra de Pratt, desde a sua infância em Veneza, a adolescência na Etiópia, o início da sua carreira como autor de BD no pós-guerra, a empreitada argentina, até à consagração como um autor tão mítico quanto a sua maior criação, o marinheiro Corto Maltese, sem esquecer as suas últimas obras. Uma viagem fascinante e muito bem ilustrada pela vida de um dos nomes maiores da Literatura Desenhada (expressão que ele preferia a banda desenhada) do século XX.
  • AUTOR Ángel de la Calle
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Hugo Pratt – A mão de deus

19,90 
Hugo Pratt passou à história da cultura como criador da personagem Corto Maltese, o pirata romântico e navegante solitário e complexo. Mas mais do que isso, Pratt foi um autor que transformou o clássico em moderno e revolucionou a linguagem da banda desenhada. Nesta obra, o autor e investigador Ángel de la Calle, analisa detalhadamente as várias fases da vida e obra de Pratt, desde a sua infância em Veneza, a adolescência na Etiópia, o início da sua carreira como autor de BD no pós-guerra, a empreitada argentina, até à consagração como um autor tão mítico quanto a sua maior criação, o marinheiro Corto Maltese, sem esquecer as suas últimas obras. Uma viagem fascinante e muito bem ilustrada pela vida de um dos nomes maiores da Literatura Desenhada (expressão que ele preferia a banda desenhada) do século XX.
  • AUTOR Ángel de la Calle
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Oh, que azar, que confusão!

14,90 
«Fui à loja p’ra comprar um casaco de xadrez. Oh, que azar, o que me deram… uma cabra-montês! Oh, que azar, que confusão! Era o que eu queria? Mil vezes não!» Enquanto um menino triste percorre as lojas da cidade à procura de coisas simples — um chapéu, um casaco, um bolo, uma cadeira —, tudo lhe corre ao contrário: em vez dos objetos desejados, vai juntando uma divertida procissão de animais que decide segui-lo pelas ruas. Só quando pede uma chávena é que lhe oferecem uma criatura enroscada e misteriosa que parece resolver o seu problema... ou talvez não. Com a sua habitual mestria nas rimas e no ritmo da narrativa, Michael Rosen assina um texto cheio de humor e surpresas, ao qual Helen Oxenbury acrescenta o encanto expressivo das suas ilustrações inesquecíveis. Um livro intemporal, cheio de vida e humor, que pede para ser lido vezes sem conta. Uma leitura animadíssima dos autores premiados do muito apreciado livro Vamos à Caça do Urso.
  • TEXTO Michael Rosen
  • ILUSTRAÇÃO Helen Oxenbury
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Oh, que azar, que confusão!

14,90 
«Fui à loja p’ra comprar um casaco de xadrez. Oh, que azar, o que me deram… uma cabra-montês! Oh, que azar, que confusão! Era o que eu queria? Mil vezes não!» Enquanto um menino triste percorre as lojas da cidade à procura de coisas simples — um chapéu, um casaco, um bolo, uma cadeira —, tudo lhe corre ao contrário: em vez dos objetos desejados, vai juntando uma divertida procissão de animais que decide segui-lo pelas ruas. Só quando pede uma chávena é que lhe oferecem uma criatura enroscada e misteriosa que parece resolver o seu problema... ou talvez não. Com a sua habitual mestria nas rimas e no ritmo da narrativa, Michael Rosen assina um texto cheio de humor e surpresas, ao qual Helen Oxenbury acrescenta o encanto expressivo das suas ilustrações inesquecíveis. Um livro intemporal, cheio de vida e humor, que pede para ser lido vezes sem conta. Uma leitura animadíssima dos autores premiados do muito apreciado livro Vamos à Caça do Urso.
  • TEXTO Michael Rosen
  • ILUSTRAÇÃO Helen Oxenbury
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Primitiva – Volume 1

25,00 
O artista brasileiro Andrei Polessi assina a capa do primeiro volume da Primitiva – são crianças num intervalo das aulas no mosteiro de Lamayuru, na região de Ladakh, no extremo norte da Índia. Polessi decidiu um dia “ir atrás desse mundo que nos escapa” — e desde então vive com mais dúvidas do que certezas. É ele quem nos guia neste gesto inaugural, onde cada história é também uma forma de partir. Neste número, cruzamos geografias e credos. Entramos num ringue de terra batida no Paquistão, assistimos, na Indonésia, ao ritual Ma’nene, que devolve os mortos à vida. No Iraque, seguimos o olhar íntimo de Abbas Raad, que fotografa para “restaurar a verdade” de um país que se reconstrói. Ouvimos o maior fotógrafo documental do Árctico, Ragnar Axelsson, falar sobre a importância de provocar mudanças com uma imagem. E conhecemos Kamran Ali, que, em Madagáscar, transformou uma viagem num ato de reconstrução – ajudando a erguer um hospital. A Primitiva é feita disto: de histórias e de velocidades. Subimos ao Alto Mustang com Tânia Muxima, descemos o rio Negro com António Avelar e atravessamos uma tempestade polar em Svalbard com Filipa Coutinho, fomos a um casamento na India, convidados pela Renata Monteiro e o Tiago Lopes. E ouvimos Andreas Tonnelli, intrépido viajante, explorador, ciclista, naquela que deve ter sido a última entrevista que deu em vida. Temos muitas mais histórias para partilhar.
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Primitiva – Volume 1

25,00 
O artista brasileiro Andrei Polessi assina a capa do primeiro volume da Primitiva – são crianças num intervalo das aulas no mosteiro de Lamayuru, na região de Ladakh, no extremo norte da Índia. Polessi decidiu um dia “ir atrás desse mundo que nos escapa” — e desde então vive com mais dúvidas do que certezas. É ele quem nos guia neste gesto inaugural, onde cada história é também uma forma de partir. Neste número, cruzamos geografias e credos. Entramos num ringue de terra batida no Paquistão, assistimos, na Indonésia, ao ritual Ma’nene, que devolve os mortos à vida. No Iraque, seguimos o olhar íntimo de Abbas Raad, que fotografa para “restaurar a verdade” de um país que se reconstrói. Ouvimos o maior fotógrafo documental do Árctico, Ragnar Axelsson, falar sobre a importância de provocar mudanças com uma imagem. E conhecemos Kamran Ali, que, em Madagáscar, transformou uma viagem num ato de reconstrução – ajudando a erguer um hospital. A Primitiva é feita disto: de histórias e de velocidades. Subimos ao Alto Mustang com Tânia Muxima, descemos o rio Negro com António Avelar e atravessamos uma tempestade polar em Svalbard com Filipa Coutinho, fomos a um casamento na India, convidados pela Renata Monteiro e o Tiago Lopes. E ouvimos Andreas Tonnelli, intrépido viajante, explorador, ciclista, naquela que deve ter sido a última entrevista que deu em vida. Temos muitas mais histórias para partilhar.
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Old Pa Anderson + Redenção

27,50 
Duas obras marcantes de Hermann, reunindo num único volume duas histórias intensas e visualmente arrebatadoras. Com um olhar cru e humanista sobre os Estados Unidos do passado, o primeiro título aborda o racismo e a injustiça no Mississípi dos anos 60, seguindo um velho afro-americano que decide agir após a morte da esposa e o assassinato impune da neta. O segundo título, passado no universo do western, explora a herança da violência e da culpa, acompanhando um pai e o seu filho separados pelo tempo, pelo crime e pelo desejo de redenção.
  • AUTORES Hermann e Yves H.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Old Pa Anderson + Redenção

27,50 
Duas obras marcantes de Hermann, reunindo num único volume duas histórias intensas e visualmente arrebatadoras. Com um olhar cru e humanista sobre os Estados Unidos do passado, o primeiro título aborda o racismo e a injustiça no Mississípi dos anos 60, seguindo um velho afro-americano que decide agir após a morte da esposa e o assassinato impune da neta. O segundo título, passado no universo do western, explora a herança da violência e da culpa, acompanhando um pai e o seu filho separados pelo tempo, pelo crime e pelo desejo de redenção.
  • AUTORES Hermann e Yves H.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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À espera dos bárbaros

13,95 
Neste álbum ilustrado, adaptação livre de um poema pacifista de Kaváfis, Olivier Tallec cria uma fábula contemporânea sobre o medo, a desconfiança e o poder da imaginação coletiva. A história começa com uma aldeia tranquila. Um dia, alguém anuncia: «Os bárbaros estão a chegar!» Ninguém sabe exatamente quem são esses «bárbaros», nem de onde vêm — mas o simples rumor é suficiente para transformar tudo. Os habitantes da aldeia, tomados pelo pânico, começam a construir muralhas, a esconder comida e a suspeitar uns dos outros. A cada página, a tensão cresce… até que se percebe que os verdadeiros bárbaros talvez sejam os próprios aldeões, tomados pelo medo e pelo caos que eles próprios criaram.
  • AUTOR Olivier Tallec
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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À espera dos bárbaros

13,95 
Neste álbum ilustrado, adaptação livre de um poema pacifista de Kaváfis, Olivier Tallec cria uma fábula contemporânea sobre o medo, a desconfiança e o poder da imaginação coletiva. A história começa com uma aldeia tranquila. Um dia, alguém anuncia: «Os bárbaros estão a chegar!» Ninguém sabe exatamente quem são esses «bárbaros», nem de onde vêm — mas o simples rumor é suficiente para transformar tudo. Os habitantes da aldeia, tomados pelo pânico, começam a construir muralhas, a esconder comida e a suspeitar uns dos outros. A cada página, a tensão cresce… até que se percebe que os verdadeiros bárbaros talvez sejam os próprios aldeões, tomados pelo medo e pelo caos que eles próprios criaram.
  • AUTOR Olivier Tallec
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Férias de fornicação e outras murmurações de um moralista

10,00 
Férias de fornicação e outras murmurações de um moralista reúne artigos escritos por Tiago Cavaco no jornal Observador.
  • AUTOR Tiago Cavaco
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Férias de fornicação e outras murmurações de um moralista

10,00 
Férias de fornicação e outras murmurações de um moralista reúne artigos escritos por Tiago Cavaco no jornal Observador.
  • AUTOR Tiago Cavaco
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Vamos à caça do urso

13,90 
Nunca é fácil ir à caça do urso, como depressa descobrem os cinco potenciais caçadores desta história (incluindo um bebé, mas sem contar com o cão). Está um belo dia, e eles vão dizendo que não têm medo, enquanto atravessam um campo de erva alta e ondulante, cruzam um rio fundo e frio, se arrastam através da lama pegajosa, procuram o caminho pelo meio de uma floresta, passam através de um nevão que rodopia e entram pé-ante-pé numa caverna soturna. Aqui, na escuridão, tudo parece diferente... E qual é a coisa temível que aparece diante deles? A história — recontada com humor e energia por Michael Rosen — baseia-se numa tradicional rima infantil. Enquanto se lê, pode-se também executar as acções, fingindo atravessar o campo de erva, cruzar o rio, seguindo os caçadores até à caverna... e depois de regresso a casa. Quando toda a família participa, o livro transforma-se em algo mais do que uma história dramática e magnificamente ilustrada: torna-se um maravilhoso jogo que todos vão adorar.
  • TEXTO Michael Rosen
  • ILUSTRAÇÃO Helen Oxenbury
  • ANO DE EDIÇÃO 2004
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Vamos à caça do urso

13,90 
Nunca é fácil ir à caça do urso, como depressa descobrem os cinco potenciais caçadores desta história (incluindo um bebé, mas sem contar com o cão). Está um belo dia, e eles vão dizendo que não têm medo, enquanto atravessam um campo de erva alta e ondulante, cruzam um rio fundo e frio, se arrastam através da lama pegajosa, procuram o caminho pelo meio de uma floresta, passam através de um nevão que rodopia e entram pé-ante-pé numa caverna soturna. Aqui, na escuridão, tudo parece diferente... E qual é a coisa temível que aparece diante deles? A história — recontada com humor e energia por Michael Rosen — baseia-se numa tradicional rima infantil. Enquanto se lê, pode-se também executar as acções, fingindo atravessar o campo de erva, cruzar o rio, seguindo os caçadores até à caverna... e depois de regresso a casa. Quando toda a família participa, o livro transforma-se em algo mais do que uma história dramática e magnificamente ilustrada: torna-se um maravilhoso jogo que todos vão adorar.
  • TEXTO Michael Rosen
  • ILUSTRAÇÃO Helen Oxenbury
  • ANO DE EDIÇÃO 2004
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A cozinheira do ditador

19,45 
Ela tem lábios finos, olhos de águia e nariz adunco. Ele, lábios carnudos, olhos meigos e nariz pequeno. De fora, ninguém diria ser ele o agressor e ela, a vítima. Um olhar mais demorado, porém, uma atenção redobrada, e a hierarquia torna-se evidente: ele manda, ela obedece; ele põe e dispõe; ela come e cala. Mas também cozinha. Porque ela é a cozinheira do ditador. E, entre tachos e panelas, além de belos repastos para tentar satisfazer a sempre insaciável fome do ditador, ela cozinha a sua vingança, que, como as mais belas vinganças literárias, se serve fria e metaforicamente. A cozinheira do ditador, tratado de culinária e da arte de bem comer, é um romance divertido e mordaz sobre a perversidade que se esconde onde menos se espera e o muito que se cozinha na sombra, recheado de personagens ímpares e temperado com a sempiterna clarividência de Afonso Cruz.
  • AUTOR Afonso Cruz
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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A cozinheira do ditador

19,45 
Ela tem lábios finos, olhos de águia e nariz adunco. Ele, lábios carnudos, olhos meigos e nariz pequeno. De fora, ninguém diria ser ele o agressor e ela, a vítima. Um olhar mais demorado, porém, uma atenção redobrada, e a hierarquia torna-se evidente: ele manda, ela obedece; ele põe e dispõe; ela come e cala. Mas também cozinha. Porque ela é a cozinheira do ditador. E, entre tachos e panelas, além de belos repastos para tentar satisfazer a sempre insaciável fome do ditador, ela cozinha a sua vingança, que, como as mais belas vinganças literárias, se serve fria e metaforicamente. A cozinheira do ditador, tratado de culinária e da arte de bem comer, é um romance divertido e mordaz sobre a perversidade que se esconde onde menos se espera e o muito que se cozinha na sombra, recheado de personagens ímpares e temperado com a sempiterna clarividência de Afonso Cruz.
  • AUTOR Afonso Cruz
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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