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Pai

16,00 
No nosso planeta conhecemos uma variedade extraordinária de maneiras de ser pai. Existem pais que acompanham os filhos toda a vida, e espécies em que pai e mãe se complementam nos cuidados. Mas também existem espécies em que os filhos crescem sozinhos. Este é um álbum dedicado à experiência única, e tão diversa, de ser pai e filho. Cada dupla página retrata uma relação diferente: a do gorila, da coruja, do leão, do pinguim e também a dos pais humanos. Vemos pais que ensinam, alimentam e protegem, pais que cometem erros e não são perfeitos. Pais cujo maior sonho é verem os seus pequenotes crescerem e crescerem e crescerem!
  • AUTOR Christian Robinson
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Pai

16,00 
No nosso planeta conhecemos uma variedade extraordinária de maneiras de ser pai. Existem pais que acompanham os filhos toda a vida, e espécies em que pai e mãe se complementam nos cuidados. Mas também existem espécies em que os filhos crescem sozinhos. Este é um álbum dedicado à experiência única, e tão diversa, de ser pai e filho. Cada dupla página retrata uma relação diferente: a do gorila, da coruja, do leão, do pinguim e também a dos pais humanos. Vemos pais que ensinam, alimentam e protegem, pais que cometem erros e não são perfeitos. Pais cujo maior sonho é verem os seus pequenotes crescerem e crescerem e crescerem!
  • AUTOR Christian Robinson
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Olá, manhã

15,00 
Cada dia é uma descoberta e tudo é novo quando se é bebé. Dizer Olá ao gato, ao piano e à tartaruga. Saudar as nuvens e o jardim. Explorar, olhar, tocar... Ao cair da noite, abraçar o sono e dizer... até amanhã! Acompanha este bebé na sua viagem ao longo do dia.
  • TEXTO Mar Benegas
  • ILUSTRAÇÃO Neus Caamaño
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Olá, manhã

15,00 
Cada dia é uma descoberta e tudo é novo quando se é bebé. Dizer Olá ao gato, ao piano e à tartaruga. Saudar as nuvens e o jardim. Explorar, olhar, tocar... Ao cair da noite, abraçar o sono e dizer... até amanhã! Acompanha este bebé na sua viagem ao longo do dia.
  • TEXTO Mar Benegas
  • ILUSTRAÇÃO Neus Caamaño
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Umbra – Antologia de BD – Nº6

14,00 
Antologia de Banda Desenhada - álbum colectivo com quatro histórias a preto e branco sobre ficção científica, distopia, romance negro.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Umbra – Antologia de BD – Nº6

14,00 
Antologia de Banda Desenhada - álbum colectivo com quatro histórias a preto e branco sobre ficção científica, distopia, romance negro.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Primitiva – Volume 2

25,00 
Há muito para ler e questionar. A vida na cidade dos mortos, antes que os mortos deixem de ter lugar na cidade. Progresso. Os rostos das aldeias que aos poucos deixam de o ser. Abandono. O infame Darién com a luz ao fundo. Esperança. A arte como defesa antiaérea contra a lei do mais forte. Resistência. O fotógrafo que procurava estar e sentir e retratar um povo com dignidade. Homenagem. O pó preto das minas clandestinas que aos poucos mata quem o respira. Sobrevivência. A ressurreição do capitão Sankara no Burkina Faso. Futuro. A estrada mais perigosa do mundo ou um éden alpino nos Himalaias. Perspetivas. A confiança frágil entre homem e cavalo nas estepes do Quirguistão. Simbiose. A linguagem universal do sorriso quando um viajante se desencontra. Babel. Uma romaria que, afinal, é mais sobre o caminho do que sobre o destino. Viagem interior. Cães que ajudam tartarugas a lacrimejar na praia onde nasceram. Preservação. Aprender a ouvir o que o silêncio tem para dizer com os Imuhagh de Djanet. Património. As máscaras que quase ninguém viu na ilha de Tanna. Crenças. O azul tingido pela família Nagata na aldeia japonesa de Izumo. Tradição. A fotografia como grito contra a discrimação das religiões de matriz africana. Pura arte. Colódio húmido à la minuta. Alquimia. Criar e resistir.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Primitiva – Volume 2

25,00 
Há muito para ler e questionar. A vida na cidade dos mortos, antes que os mortos deixem de ter lugar na cidade. Progresso. Os rostos das aldeias que aos poucos deixam de o ser. Abandono. O infame Darién com a luz ao fundo. Esperança. A arte como defesa antiaérea contra a lei do mais forte. Resistência. O fotógrafo que procurava estar e sentir e retratar um povo com dignidade. Homenagem. O pó preto das minas clandestinas que aos poucos mata quem o respira. Sobrevivência. A ressurreição do capitão Sankara no Burkina Faso. Futuro. A estrada mais perigosa do mundo ou um éden alpino nos Himalaias. Perspetivas. A confiança frágil entre homem e cavalo nas estepes do Quirguistão. Simbiose. A linguagem universal do sorriso quando um viajante se desencontra. Babel. Uma romaria que, afinal, é mais sobre o caminho do que sobre o destino. Viagem interior. Cães que ajudam tartarugas a lacrimejar na praia onde nasceram. Preservação. Aprender a ouvir o que o silêncio tem para dizer com os Imuhagh de Djanet. Património. As máscaras que quase ninguém viu na ilha de Tanna. Crenças. O azul tingido pela família Nagata na aldeia japonesa de Izumo. Tradição. A fotografia como grito contra a discrimação das religiões de matriz africana. Pura arte. Colódio húmido à la minuta. Alquimia. Criar e resistir.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Hugo Pratt – A mão de deus

19,90 
Hugo Pratt passou à história da cultura como criador da personagem Corto Maltese, o pirata romântico e navegante solitário e complexo. Mas mais do que isso, Pratt foi um autor que transformou o clássico em moderno e revolucionou a linguagem da banda desenhada. Nesta obra, o autor e investigador Ángel de la Calle, analisa detalhadamente as várias fases da vida e obra de Pratt, desde a sua infância em Veneza, a adolescência na Etiópia, o início da sua carreira como autor de BD no pós-guerra, a empreitada argentina, até à consagração como um autor tão mítico quanto a sua maior criação, o marinheiro Corto Maltese, sem esquecer as suas últimas obras. Uma viagem fascinante e muito bem ilustrada pela vida de um dos nomes maiores da Literatura Desenhada (expressão que ele preferia a banda desenhada) do século XX.
  • AUTOR Ángel de la Calle
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Hugo Pratt – A mão de deus

19,90 
Hugo Pratt passou à história da cultura como criador da personagem Corto Maltese, o pirata romântico e navegante solitário e complexo. Mas mais do que isso, Pratt foi um autor que transformou o clássico em moderno e revolucionou a linguagem da banda desenhada. Nesta obra, o autor e investigador Ángel de la Calle, analisa detalhadamente as várias fases da vida e obra de Pratt, desde a sua infância em Veneza, a adolescência na Etiópia, o início da sua carreira como autor de BD no pós-guerra, a empreitada argentina, até à consagração como um autor tão mítico quanto a sua maior criação, o marinheiro Corto Maltese, sem esquecer as suas últimas obras. Uma viagem fascinante e muito bem ilustrada pela vida de um dos nomes maiores da Literatura Desenhada (expressão que ele preferia a banda desenhada) do século XX.
  • AUTOR Ángel de la Calle
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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A saúde é para todos! – O serviço nacional de saúde

10,00 
Este livro apresenta o Serviço Nacional de Saúde aos jovens, dando a conhecer a missão desta instituição na promoção de hábitos de vida saudável, na prevenção de doenças e na disponibilização de cuidados de saúde gratuitos e de alta qualidade. O SNS é uma das maiores conquistas da democracia portuguesa e não existe em muitos países do mundo. É importante conhecê-lo, protegê-lo e contribuir para que continue forte e acessível a todos os cidadãos.
  • TEXTO Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
  • ILUSTRAÇÃO Pedro Brito
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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A saúde é para todos! – O serviço nacional de saúde

10,00 
Este livro apresenta o Serviço Nacional de Saúde aos jovens, dando a conhecer a missão desta instituição na promoção de hábitos de vida saudável, na prevenção de doenças e na disponibilização de cuidados de saúde gratuitos e de alta qualidade. O SNS é uma das maiores conquistas da democracia portuguesa e não existe em muitos países do mundo. É importante conhecê-lo, protegê-lo e contribuir para que continue forte e acessível a todos os cidadãos.
  • TEXTO Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
  • ILUSTRAÇÃO Pedro Brito
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Oh, que azar, que confusão!

14,90 
«Fui à loja p’ra comprar um casaco de xadrez. Oh, que azar, o que me deram… uma cabra-montês! Oh, que azar, que confusão! Era o que eu queria? Mil vezes não!» Enquanto um menino triste percorre as lojas da cidade à procura de coisas simples — um chapéu, um casaco, um bolo, uma cadeira —, tudo lhe corre ao contrário: em vez dos objetos desejados, vai juntando uma divertida procissão de animais que decide segui-lo pelas ruas. Só quando pede uma chávena é que lhe oferecem uma criatura enroscada e misteriosa que parece resolver o seu problema... ou talvez não. Com a sua habitual mestria nas rimas e no ritmo da narrativa, Michael Rosen assina um texto cheio de humor e surpresas, ao qual Helen Oxenbury acrescenta o encanto expressivo das suas ilustrações inesquecíveis. Um livro intemporal, cheio de vida e humor, que pede para ser lido vezes sem conta. Uma leitura animadíssima dos autores premiados do muito apreciado livro Vamos à Caça do Urso.
  • TEXTO Michael Rosen
  • ILUSTRAÇÃO Helen Oxenbury
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Oh, que azar, que confusão!

14,90 
«Fui à loja p’ra comprar um casaco de xadrez. Oh, que azar, o que me deram… uma cabra-montês! Oh, que azar, que confusão! Era o que eu queria? Mil vezes não!» Enquanto um menino triste percorre as lojas da cidade à procura de coisas simples — um chapéu, um casaco, um bolo, uma cadeira —, tudo lhe corre ao contrário: em vez dos objetos desejados, vai juntando uma divertida procissão de animais que decide segui-lo pelas ruas. Só quando pede uma chávena é que lhe oferecem uma criatura enroscada e misteriosa que parece resolver o seu problema... ou talvez não. Com a sua habitual mestria nas rimas e no ritmo da narrativa, Michael Rosen assina um texto cheio de humor e surpresas, ao qual Helen Oxenbury acrescenta o encanto expressivo das suas ilustrações inesquecíveis. Um livro intemporal, cheio de vida e humor, que pede para ser lido vezes sem conta. Uma leitura animadíssima dos autores premiados do muito apreciado livro Vamos à Caça do Urso.
  • TEXTO Michael Rosen
  • ILUSTRAÇÃO Helen Oxenbury
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Primitiva – Volume 1

25,00 
O artista brasileiro Andrei Polessi assina a capa do primeiro volume da Primitiva – são crianças num intervalo das aulas no mosteiro de Lamayuru, na região de Ladakh, no extremo norte da Índia. Polessi decidiu um dia “ir atrás desse mundo que nos escapa” — e desde então vive com mais dúvidas do que certezas. É ele quem nos guia neste gesto inaugural, onde cada história é também uma forma de partir. Neste número, cruzamos geografias e credos. Entramos num ringue de terra batida no Paquistão, assistimos, na Indonésia, ao ritual Ma’nene, que devolve os mortos à vida. No Iraque, seguimos o olhar íntimo de Abbas Raad, que fotografa para “restaurar a verdade” de um país que se reconstrói. Ouvimos o maior fotógrafo documental do Árctico, Ragnar Axelsson, falar sobre a importância de provocar mudanças com uma imagem. E conhecemos Kamran Ali, que, em Madagáscar, transformou uma viagem num ato de reconstrução – ajudando a erguer um hospital. A Primitiva é feita disto: de histórias e de velocidades. Subimos ao Alto Mustang com Tânia Muxima, descemos o rio Negro com António Avelar e atravessamos uma tempestade polar em Svalbard com Filipa Coutinho, fomos a um casamento na India, convidados pela Renata Monteiro e o Tiago Lopes. E ouvimos Andreas Tonnelli, intrépido viajante, explorador, ciclista, naquela que deve ter sido a última entrevista que deu em vida. Temos muitas mais histórias para partilhar.
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Primitiva – Volume 1

25,00 
O artista brasileiro Andrei Polessi assina a capa do primeiro volume da Primitiva – são crianças num intervalo das aulas no mosteiro de Lamayuru, na região de Ladakh, no extremo norte da Índia. Polessi decidiu um dia “ir atrás desse mundo que nos escapa” — e desde então vive com mais dúvidas do que certezas. É ele quem nos guia neste gesto inaugural, onde cada história é também uma forma de partir. Neste número, cruzamos geografias e credos. Entramos num ringue de terra batida no Paquistão, assistimos, na Indonésia, ao ritual Ma’nene, que devolve os mortos à vida. No Iraque, seguimos o olhar íntimo de Abbas Raad, que fotografa para “restaurar a verdade” de um país que se reconstrói. Ouvimos o maior fotógrafo documental do Árctico, Ragnar Axelsson, falar sobre a importância de provocar mudanças com uma imagem. E conhecemos Kamran Ali, que, em Madagáscar, transformou uma viagem num ato de reconstrução – ajudando a erguer um hospital. A Primitiva é feita disto: de histórias e de velocidades. Subimos ao Alto Mustang com Tânia Muxima, descemos o rio Negro com António Avelar e atravessamos uma tempestade polar em Svalbard com Filipa Coutinho, fomos a um casamento na India, convidados pela Renata Monteiro e o Tiago Lopes. E ouvimos Andreas Tonnelli, intrépido viajante, explorador, ciclista, naquela que deve ter sido a última entrevista que deu em vida. Temos muitas mais histórias para partilhar.
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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O terrivelossauro

13,50 
O Mauro não gosta de um dinossauro qualquer. Ele escolhe, compara, imagina. Observa o Diplodocus e encanta-se com a cauda comprida. Ri-se do Anquilossauro e do seu martelo poderoso. Admira a cabeça dura do Estegossauro. Sonha com o voo do Pteranodon. Conta os três chifres do Triceratops. e não esquece os dentes enormes do Tiranossauro. Cada dinossauro oferece ao Mauro uma razão para gostar. Cada detalhe abre uma porta à imaginação. Mas o Mauro quer mais. Quer um dinossauro que reúna tudo o que o fascina. Um dinossauro completo. Um dinossauro impossível. Assim nasce o Terrivelossauro. Com uma longa cauda e um martelo na ponta, com uma cabeça dura como pedra, asas para voar, três chifres e dentes assustadores, o Terrivelossauro junta todas as qualidades num só corpo. Surge como a criação perfeita de uma mente curiosa e criativa. e transforma-se no dinossauro preferido do Mauro. Este livro convida os leitores a entrar no jogo da imaginação. Mostra como as ideias crescem quando observamos o mundo com atenção. Prova que criar também é brincar. e lembra que, muitas vezes, o melhor nasce da soma de muitas partes. Com ritmo, humor e surpresa, esta história desperta o riso e a curiosidade. Ideal para crianças que adoram dinossauros e para pequenos leitores que gostam de inventar. Abre este livro e descobre o Terrivelossauro… se tiveres coragem!
  • TEXTO João Manuel Ribeiro
  • ILUSTRAÇÃO Gabriela Sotto Mayor
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O terrivelossauro

13,50 
O Mauro não gosta de um dinossauro qualquer. Ele escolhe, compara, imagina. Observa o Diplodocus e encanta-se com a cauda comprida. Ri-se do Anquilossauro e do seu martelo poderoso. Admira a cabeça dura do Estegossauro. Sonha com o voo do Pteranodon. Conta os três chifres do Triceratops. e não esquece os dentes enormes do Tiranossauro. Cada dinossauro oferece ao Mauro uma razão para gostar. Cada detalhe abre uma porta à imaginação. Mas o Mauro quer mais. Quer um dinossauro que reúna tudo o que o fascina. Um dinossauro completo. Um dinossauro impossível. Assim nasce o Terrivelossauro. Com uma longa cauda e um martelo na ponta, com uma cabeça dura como pedra, asas para voar, três chifres e dentes assustadores, o Terrivelossauro junta todas as qualidades num só corpo. Surge como a criação perfeita de uma mente curiosa e criativa. e transforma-se no dinossauro preferido do Mauro. Este livro convida os leitores a entrar no jogo da imaginação. Mostra como as ideias crescem quando observamos o mundo com atenção. Prova que criar também é brincar. e lembra que, muitas vezes, o melhor nasce da soma de muitas partes. Com ritmo, humor e surpresa, esta história desperta o riso e a curiosidade. Ideal para crianças que adoram dinossauros e para pequenos leitores que gostam de inventar. Abre este livro e descobre o Terrivelossauro… se tiveres coragem!
  • TEXTO João Manuel Ribeiro
  • ILUSTRAÇÃO Gabriela Sotto Mayor
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O fantasma da Clarisse

13,50 
A Clarisse é uma menina como tantas outras — ou quase. Vive, sente, observa. Mas há dias em que o mundo ganha outro ritmo. Os sons crescem, os gestos abrandam, as palavras escondem-se. E Clarisse tenta organizar tudo dentro de si, com uma coragem silenciosa que nem sempre os outros veem. À sua volta, a família, os amigos e a escola procuram compreender esse universo tão particular. Querem ajudar, aproximar-se, encontrar formas de comunicar. Nem sempre acertam. Nem sempre entendem. Mas aprendem, pouco a pouco, que Clarisse não precisa de se tornar igual — precisa de ser escutada, respeitada e acolhida. Um fantasma acompanha Clarisse todos os dias. Não assusta, não faz barulho, não se vê. Chama-se autismo. E, através dele, o leitor descobre uma forma diferente — e profundamente bela — de estar no mundo. Neste livro terno e poético, cada página abre espaço à empatia. a narrativa aproxima o leitor das emoções de Clarisse e revela como pequenos gestos podem construir pontes verdadeiras. a história mostra que compreender não significa mudar o outro, mas aprender a olhar com mais atenção, paciência e amor. O Fantasma da Clarisse não conta uma história de medo. Conta uma história de encontros. Encontros com a diferença, com a escuta, com a delicadeza de ver o mundo por outros olhos. Um livro essencial para crianças, famílias e educadores que desejam crescer em sensibilidade e inclusão. Entra no mundo da Clarisse… e aprende a ver com o coração.
  • TEXTO João Manuel Ribeiro
  • ILUSTRAÇÃO Libânia Freitas
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O fantasma da Clarisse

13,50 
A Clarisse é uma menina como tantas outras — ou quase. Vive, sente, observa. Mas há dias em que o mundo ganha outro ritmo. Os sons crescem, os gestos abrandam, as palavras escondem-se. E Clarisse tenta organizar tudo dentro de si, com uma coragem silenciosa que nem sempre os outros veem. À sua volta, a família, os amigos e a escola procuram compreender esse universo tão particular. Querem ajudar, aproximar-se, encontrar formas de comunicar. Nem sempre acertam. Nem sempre entendem. Mas aprendem, pouco a pouco, que Clarisse não precisa de se tornar igual — precisa de ser escutada, respeitada e acolhida. Um fantasma acompanha Clarisse todos os dias. Não assusta, não faz barulho, não se vê. Chama-se autismo. E, através dele, o leitor descobre uma forma diferente — e profundamente bela — de estar no mundo. Neste livro terno e poético, cada página abre espaço à empatia. a narrativa aproxima o leitor das emoções de Clarisse e revela como pequenos gestos podem construir pontes verdadeiras. a história mostra que compreender não significa mudar o outro, mas aprender a olhar com mais atenção, paciência e amor. O Fantasma da Clarisse não conta uma história de medo. Conta uma história de encontros. Encontros com a diferença, com a escuta, com a delicadeza de ver o mundo por outros olhos. Um livro essencial para crianças, famílias e educadores que desejam crescer em sensibilidade e inclusão. Entra no mundo da Clarisse… e aprende a ver com o coração.
  • TEXTO João Manuel Ribeiro
  • ILUSTRAÇÃO Libânia Freitas
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Old Pa Anderson + Redenção

27,50 
Duas obras marcantes de Hermann, reunindo num único volume duas histórias intensas e visualmente arrebatadoras. Com um olhar cru e humanista sobre os Estados Unidos do passado, o primeiro título aborda o racismo e a injustiça no Mississípi dos anos 60, seguindo um velho afro-americano que decide agir após a morte da esposa e o assassinato impune da neta. O segundo título, passado no universo do western, explora a herança da violência e da culpa, acompanhando um pai e o seu filho separados pelo tempo, pelo crime e pelo desejo de redenção.
  • AUTORES Hermann e Yves H.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Old Pa Anderson + Redenção

27,50 
Duas obras marcantes de Hermann, reunindo num único volume duas histórias intensas e visualmente arrebatadoras. Com um olhar cru e humanista sobre os Estados Unidos do passado, o primeiro título aborda o racismo e a injustiça no Mississípi dos anos 60, seguindo um velho afro-americano que decide agir após a morte da esposa e o assassinato impune da neta. O segundo título, passado no universo do western, explora a herança da violência e da culpa, acompanhando um pai e o seu filho separados pelo tempo, pelo crime e pelo desejo de redenção.
  • AUTORES Hermann e Yves H.
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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À espera dos bárbaros

13,95 
Neste álbum ilustrado, adaptação livre de um poema pacifista de Kaváfis, Olivier Tallec cria uma fábula contemporânea sobre o medo, a desconfiança e o poder da imaginação coletiva. A história começa com uma aldeia tranquila. Um dia, alguém anuncia: «Os bárbaros estão a chegar!» Ninguém sabe exatamente quem são esses «bárbaros», nem de onde vêm — mas o simples rumor é suficiente para transformar tudo. Os habitantes da aldeia, tomados pelo pânico, começam a construir muralhas, a esconder comida e a suspeitar uns dos outros. A cada página, a tensão cresce… até que se percebe que os verdadeiros bárbaros talvez sejam os próprios aldeões, tomados pelo medo e pelo caos que eles próprios criaram.
  • AUTOR Olivier Tallec
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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À espera dos bárbaros

13,95 
Neste álbum ilustrado, adaptação livre de um poema pacifista de Kaváfis, Olivier Tallec cria uma fábula contemporânea sobre o medo, a desconfiança e o poder da imaginação coletiva. A história começa com uma aldeia tranquila. Um dia, alguém anuncia: «Os bárbaros estão a chegar!» Ninguém sabe exatamente quem são esses «bárbaros», nem de onde vêm — mas o simples rumor é suficiente para transformar tudo. Os habitantes da aldeia, tomados pelo pânico, começam a construir muralhas, a esconder comida e a suspeitar uns dos outros. A cada página, a tensão cresce… até que se percebe que os verdadeiros bárbaros talvez sejam os próprios aldeões, tomados pelo medo e pelo caos que eles próprios criaram.
  • AUTOR Olivier Tallec
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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