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O quarto de Jacob

17,00 
Escrito em 1922, O Quarto de Jacob marca uma inovação narrativa de Virginia Woolf, que será confirmada em Mrs. Dalloway (1925) e Rumo ao Farol (1927). Com recurso a novas técnicas, em particular à corrente de consciência, Virginia Woolf arma um novo realismo capaz de romper com a mera descrição e o mundo das aparências. Enquanto Jacob descobre a amizade e o amor, Woolf descobre-nos Jacob, e a interacção entre estas duas descobertas resulta numa realidade mais completa. O romance começa com Jacob a brincar numa praia e termina no seu quarto vazio. Entre os dois episódios, decorreu a Primeira Guerra Mundial.
  • AUTOR Virginia Woolf
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O quarto de Jacob

17,00 
Escrito em 1922, O Quarto de Jacob marca uma inovação narrativa de Virginia Woolf, que será confirmada em Mrs. Dalloway (1925) e Rumo ao Farol (1927). Com recurso a novas técnicas, em particular à corrente de consciência, Virginia Woolf arma um novo realismo capaz de romper com a mera descrição e o mundo das aparências. Enquanto Jacob descobre a amizade e o amor, Woolf descobre-nos Jacob, e a interacção entre estas duas descobertas resulta numa realidade mais completa. O romance começa com Jacob a brincar numa praia e termina no seu quarto vazio. Entre os dois episódios, decorreu a Primeira Guerra Mundial.
  • AUTOR Virginia Woolf
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Eles

16,00 
Obra-prima perdida da distopia, Eles é um romance passado numa Inglaterra onde os livros são confiscados e a National Gallery esvaziada. É por isso uma meditação sobre arte, memória e inconformidade. Com um prefácio de Carmen Maria Machado, é agora recuperada esta distopia clássica e radical que ficou esquecida no tempo, mas que se revela hoje mais atual do que nunca.
  • AUTOR Kay Dick
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Eles

16,00 
Obra-prima perdida da distopia, Eles é um romance passado numa Inglaterra onde os livros são confiscados e a National Gallery esvaziada. É por isso uma meditação sobre arte, memória e inconformidade. Com um prefácio de Carmen Maria Machado, é agora recuperada esta distopia clássica e radical que ficou esquecida no tempo, mas que se revela hoje mais atual do que nunca.
  • AUTOR Kay Dick
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Eu, Robô

19,00 
Publicado em 1950, Eu, Robô tornou-se um clássico da ficção científica. Nesta obra, Isaac Asimov fala-nos do desenvolvimento dos robôs, come ando com a relação entre um deles e uma rapariga que o trata como um companheiro de brincadeiras. Mas é aqui que enuncia aquelas que ainda hoje são consideradas as três leis fundamentais da robótica do ponto de vista humano. Essas normas são: — um robô não pode ferir um ser humano ou permitir que ele sofra; — um robô deve obedecer às ordens que lhes são dadas por seres humanos, exceto nos casos em que entram em conflito com a necessidade de não lhes causar qualquer mal; — um robô deve proteger a sua própria existência, desde que não entre em conflito as duas primeiras leis.
  • AUTOR Isaac Asimov
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Eu, Robô

19,00 
Publicado em 1950, Eu, Robô tornou-se um clássico da ficção científica. Nesta obra, Isaac Asimov fala-nos do desenvolvimento dos robôs, come ando com a relação entre um deles e uma rapariga que o trata como um companheiro de brincadeiras. Mas é aqui que enuncia aquelas que ainda hoje são consideradas as três leis fundamentais da robótica do ponto de vista humano. Essas normas são: — um robô não pode ferir um ser humano ou permitir que ele sofra; — um robô deve obedecer às ordens que lhes são dadas por seres humanos, exceto nos casos em que entram em conflito com a necessidade de não lhes causar qualquer mal; — um robô deve proteger a sua própria existência, desde que não entre em conflito as duas primeiras leis.
  • AUTOR Isaac Asimov
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Como fazer amor com um negro sem se cansar

15,00 
Montreal, um Verão escaldante nos anos 70. Dois negros sem tostão habitam um quarto exíguo: Cota - aspirante a escritor à la Bukowski e Miller, que, armado com uma Remington 22, quer mandar James Baldwin arrumar as botas - e Bouba, fanático por Coltrane, eremita que vive refastelado no divã a ler Freud e o Alcorão, e que ressona tão alto como o trompete de Miles Davis. Os dois levam uma alegre vida boémia de sexo e jazz e, em nome da desforra pela colonização, travam a luta racial na horizontal, assombrados pelo portento sexual do prédio - o Belzebu do Andar de Cima -, que ameaça desmoronar-lhes o tecto.
  • AUTOR Dany Laferrière
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Como fazer amor com um negro sem se cansar

15,00 
Montreal, um Verão escaldante nos anos 70. Dois negros sem tostão habitam um quarto exíguo: Cota - aspirante a escritor à la Bukowski e Miller, que, armado com uma Remington 22, quer mandar James Baldwin arrumar as botas - e Bouba, fanático por Coltrane, eremita que vive refastelado no divã a ler Freud e o Alcorão, e que ressona tão alto como o trompete de Miles Davis. Os dois levam uma alegre vida boémia de sexo e jazz e, em nome da desforra pela colonização, travam a luta racial na horizontal, assombrados pelo portento sexual do prédio - o Belzebu do Andar de Cima -, que ameaça desmoronar-lhes o tecto.
  • AUTOR Dany Laferrière
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Malina

18,00 
Obra aclamada, adaptada ao cinema por Werner Schroeter em 1991, com guião de Elfriede Jelinek e Isabelle Huppert como protagonista, Malina (1971) é o único romance de Ingeborg Bachmann, o primeiro volume da trilogia Formas de Morte, interrompida pelo trágico desfecho da autora. Triângulo amoroso numa Viena decadente, viagem aos limites da linguagem e da loucura, encerra nas suas páginas o retrato da destruição de uma mulher. Malina é uma história sobre submissões quotidianas e condescendência masculina, sobre a conformidade às expectativas do homem, a custo da perda de identidade, replicando entre quatro paredes a opressão e o silenciamento operados por uma sociedade doente.
  • AUTOR Ingeborg Bachmann
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Malina

18,00 
Obra aclamada, adaptada ao cinema por Werner Schroeter em 1991, com guião de Elfriede Jelinek e Isabelle Huppert como protagonista, Malina (1971) é o único romance de Ingeborg Bachmann, o primeiro volume da trilogia Formas de Morte, interrompida pelo trágico desfecho da autora. Triângulo amoroso numa Viena decadente, viagem aos limites da linguagem e da loucura, encerra nas suas páginas o retrato da destruição de uma mulher. Malina é uma história sobre submissões quotidianas e condescendência masculina, sobre a conformidade às expectativas do homem, a custo da perda de identidade, replicando entre quatro paredes a opressão e o silenciamento operados por uma sociedade doente.
  • AUTOR Ingeborg Bachmann
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A fábrica do absoluto

16,00 
Quando, na senda do progresso, o mundo assiste à descoberta de um engenho capaz de produzir energia ilimitada por tuta-e-meia, poucos adivinhariam que esta maravilha moderna teria um grave efeito secundário: a libertação do inquietante Absoluto, a essência espiritual contida na matéria, que converte todos os seres - dos mais mundanos aos levianos - em fervorosos fanáticos religiosos. Rapidamente o planeta está a braços com uma epidemia de religiosidade e vê a sua população transformada em multidões de crentes, que ora fazem milagres, ora pregam o amor ao próximo, e que, em breve, querem converter por todos os meios as nações vizinhas à sua verdade, indiscutivelmente a suprema e a melhor, desencadeando uma inevitável guerra global. O romance A Fábrica do Absoluto (1922), sátira brilhante e premonitória que não ganhou uma ruga, é agora publicado em tradução directa do checo, com desenhos de Josef Capek (1887-1945), o irmão do autor, retirados da edição original.
  • AUTOR Karel Čapek
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A fábrica do absoluto

16,00 
Quando, na senda do progresso, o mundo assiste à descoberta de um engenho capaz de produzir energia ilimitada por tuta-e-meia, poucos adivinhariam que esta maravilha moderna teria um grave efeito secundário: a libertação do inquietante Absoluto, a essência espiritual contida na matéria, que converte todos os seres - dos mais mundanos aos levianos - em fervorosos fanáticos religiosos. Rapidamente o planeta está a braços com uma epidemia de religiosidade e vê a sua população transformada em multidões de crentes, que ora fazem milagres, ora pregam o amor ao próximo, e que, em breve, querem converter por todos os meios as nações vizinhas à sua verdade, indiscutivelmente a suprema e a melhor, desencadeando uma inevitável guerra global. O romance A Fábrica do Absoluto (1922), sátira brilhante e premonitória que não ganhou uma ruga, é agora publicado em tradução directa do checo, com desenhos de Josef Capek (1887-1945), o irmão do autor, retirados da edição original.
  • AUTOR Karel Čapek
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O fim do mundo não terá acontecido

15,00 
De Paris à Casa Branca, o tradutor Gaspard Boisvert — ex-conselheiro do «presidente americano mais estúpido da história do país», criador de slogans para bebidas espirituosas e plausível bisneto de Hitler — tenta escapar incólume ao processo mundial de estupidificação em curso. Porém, atormentado por frases como «a democracia ocidental é o estádio derradeiro duma sociedade avançada», «a excisão do clítoris constitui um facto cultural» ou «é preciso saber prever com antecipação», acaba por sucumbir a um esgotamento nervoso. A história de Gaspard dá o mote a um narrador empenhado em fornecer estatísticas embaraçosas da espécie humana — brinquedos sexuais favoritos, recordistas sanguinários, restrições alimentares dos devotos, etc. —, neste romance carregado de humor à Hašek e ironia à Rabelais, na senda de Europeana.
  • AUTOR Patrik Ourednik
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O fim do mundo não terá acontecido

15,00 
De Paris à Casa Branca, o tradutor Gaspard Boisvert — ex-conselheiro do «presidente americano mais estúpido da história do país», criador de slogans para bebidas espirituosas e plausível bisneto de Hitler — tenta escapar incólume ao processo mundial de estupidificação em curso. Porém, atormentado por frases como «a democracia ocidental é o estádio derradeiro duma sociedade avançada», «a excisão do clítoris constitui um facto cultural» ou «é preciso saber prever com antecipação», acaba por sucumbir a um esgotamento nervoso. A história de Gaspard dá o mote a um narrador empenhado em fornecer estatísticas embaraçosas da espécie humana — brinquedos sexuais favoritos, recordistas sanguinários, restrições alimentares dos devotos, etc. —, neste romance carregado de humor à Hašek e ironia à Rabelais, na senda de Europeana.
  • AUTOR Patrik Ourednik
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Cartas de amor e de guerra

13,00 
Mikhail Chichkin, o mais célebre autor russo da sua geração, criou a história de dois amantes: Vladímir, um soldado a lutar na China em plena Rebelião dos Boxers, e Aleksandra, que vive e trabalha em Petersburgo. Ambos se correspondem apaixonadamente, e as suas cartas lêem-se como uma homenagem contrapontística à força transcendental do amor. Em Cartas de amor e de guerra, as coisas e as experiências surgem transfiguradas na linguagem poética de dois amantes separados não só pela geografia mas também pelo tempo.
  • AUTOR Mikhail Chichkin
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Cartas de amor e de guerra

13,00 
Mikhail Chichkin, o mais célebre autor russo da sua geração, criou a história de dois amantes: Vladímir, um soldado a lutar na China em plena Rebelião dos Boxers, e Aleksandra, que vive e trabalha em Petersburgo. Ambos se correspondem apaixonadamente, e as suas cartas lêem-se como uma homenagem contrapontística à força transcendental do amor. Em Cartas de amor e de guerra, as coisas e as experiências surgem transfiguradas na linguagem poética de dois amantes separados não só pela geografia mas também pelo tempo.
  • AUTOR Mikhail Chichkin
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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A ilha dos condenados

16,00 
Desamparados numa ilha deserta, sete náufragos procuram a salvação. Ante uma paisagem desoladora e inclemente — frutos venenosos, aves e répteis de mau presságio e um infinito oceano a cercá-los —, os insones sobreviventes vão da camaradagem ao egoísmo, da revolta à comiseração, do desejo ao ódio, e na iminência da morte os seus pensamentos fluem num purgatório de alucinações. Romance assombroso de narrativa torrencial, é uma fábula da perda da inocência e uma crítica radical da sociedade na ressaca da Segunda Guerra Mundial, além de poderosa alegoria sobre a condição humana — nossas convicções, memórias e culpas.
  • AUTOR Stig Dagerman
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A ilha dos condenados

16,00 
Desamparados numa ilha deserta, sete náufragos procuram a salvação. Ante uma paisagem desoladora e inclemente — frutos venenosos, aves e répteis de mau presságio e um infinito oceano a cercá-los —, os insones sobreviventes vão da camaradagem ao egoísmo, da revolta à comiseração, do desejo ao ódio, e na iminência da morte os seus pensamentos fluem num purgatório de alucinações. Romance assombroso de narrativa torrencial, é uma fábula da perda da inocência e uma crítica radical da sociedade na ressaca da Segunda Guerra Mundial, além de poderosa alegoria sobre a condição humana — nossas convicções, memórias e culpas.
  • AUTOR Stig Dagerman
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Comboios rigorosamente vigiados

15,00 
Pérola de humor, heroísmo e humanidade, Comboios Rigorosamente Vigiados (1965) leva-nos a uma pacata estação ferroviária na Checoslováquia ocupada pelos nazis, nos últimos dias da guerra na Europa. Entre o ramerrame de chegadas e partidas, gélidos cais e ruidosos vagões e locomotivas, esvoaçam os pombos predilectos do chefe de estação, asas de aviões tombam no jardim do reitor da vila, a telegrafista arrebata corações e Miloš Hrma morre de amores pela bela Máša. Este tímido e jovem aprendiz dos caminhos-de-ferro estatais – que herdou um hilariante historial de família, saborosamente contado por Hrabal, no qual assoma um avô que quis deter os tanques alemães pelo poder da hipnose – também um dia se decide a desafiar os invasores, demonstrando que a resistência habita por vezes os homens e os locais mais improváveis.
  • AUTOR Bohumil Hrabal
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Comboios rigorosamente vigiados

15,00 
Pérola de humor, heroísmo e humanidade, Comboios Rigorosamente Vigiados (1965) leva-nos a uma pacata estação ferroviária na Checoslováquia ocupada pelos nazis, nos últimos dias da guerra na Europa. Entre o ramerrame de chegadas e partidas, gélidos cais e ruidosos vagões e locomotivas, esvoaçam os pombos predilectos do chefe de estação, asas de aviões tombam no jardim do reitor da vila, a telegrafista arrebata corações e Miloš Hrma morre de amores pela bela Máša. Este tímido e jovem aprendiz dos caminhos-de-ferro estatais – que herdou um hilariante historial de família, saborosamente contado por Hrabal, no qual assoma um avô que quis deter os tanques alemães pelo poder da hipnose – também um dia se decide a desafiar os invasores, demonstrando que a resistência habita por vezes os homens e os locais mais improváveis.
  • AUTOR Bohumil Hrabal
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A serpente

17,00 
Reacção às imensas ruínas humanas deixadas pela Segunda Guerra Mundial, A Serpente (1945) é uma clarividente exposição da angústia social do século XX. Numa caserna militar, lugar onde a disciplina é o campo ideal do isolamento individual, pedagogia da submissão ao absurdo, a capacidade efabulatória de Stig Dagerman traduz-se numa riqueza imagética mordaz e precisa, em que os vários cambiantes do medo — social ou gregário — são cruelmente expostos. Mas a capacidade analítica do autor é de tal modo sincera, verídica, que a exposição dramática não cai nunca no patético; tudo é tragicamente verosímil. Stig Dagerman publicou este seu primeiro livro aos 22 anos. Acabará por suicidar-se a 4 de Novembro de 1954, na sua garagem.
  • AUTOR Stig Dagerman
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A serpente

17,00 
Reacção às imensas ruínas humanas deixadas pela Segunda Guerra Mundial, A Serpente (1945) é uma clarividente exposição da angústia social do século XX. Numa caserna militar, lugar onde a disciplina é o campo ideal do isolamento individual, pedagogia da submissão ao absurdo, a capacidade efabulatória de Stig Dagerman traduz-se numa riqueza imagética mordaz e precisa, em que os vários cambiantes do medo — social ou gregário — são cruelmente expostos. Mas a capacidade analítica do autor é de tal modo sincera, verídica, que a exposição dramática não cai nunca no patético; tudo é tragicamente verosímil. Stig Dagerman publicou este seu primeiro livro aos 22 anos. Acabará por suicidar-se a 4 de Novembro de 1954, na sua garagem.
  • AUTOR Stig Dagerman
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Madalena

17,70 
Enquanto se submete a tratamentos para um tumor, uma jovem professora ocupa os longos dias a examinar papéis, retratos e cartas dos bisavós que encontrou num velho armário de livros que outrora lhes pertenceu. É assim que vai desvelando a história dos dois, envolta em mistério, na qual a traição, o ciúme e a tragédia são os ingredientes principais. Madalena foi a obra vencedora do Prémio Literário João Gaspar Simões.
  • AUTOR Isabel Rio Novo
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Madalena

17,70 
Enquanto se submete a tratamentos para um tumor, uma jovem professora ocupa os longos dias a examinar papéis, retratos e cartas dos bisavós que encontrou num velho armário de livros que outrora lhes pertenceu. É assim que vai desvelando a história dos dois, envolta em mistério, na qual a traição, o ciúme e a tragédia são os ingredientes principais. Madalena foi a obra vencedora do Prémio Literário João Gaspar Simões.
  • AUTOR Isabel Rio Novo
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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