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Era uma vez em Goa

18,90 

GRANDE PRÉMIO DE ROMANCE E NOVELA APE 2016

Estamos em 1963, dois anos volvidos sobre a expulsão dos portugueses da Índia. Os territórios de Goa, Damão e Diu encontram‑se sob o domínio ainda ambíguo do governo indiano, mas, nas ruas, o concacim e o inglês convivem a toda a hora com um sub‑reptício português, os letreiros das lojas ainda mal apagados, a religião ecléctica com as marcas de Cristo, os edifícios e a cultura no limbo de um colonialismo defunto.

  • AUTOR Paulo Varela Gomes
  • ANO DE EDIÇÃO 2015

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REF: 9789896712457
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GRANDE PRÉMIO DE ROMANCE E NOVELA APE 2016

Estamos em 1963, dois anos volvidos sobre a expulsão dos portugueses da Índia. Os territórios de Goa, Damão e Diu encontram‑se sob o domínio ainda ambíguo do governo indiano, mas, nas ruas, o concacim e o inglês convivem a toda a hora com um sub‑reptício português, os letreiros das lojas ainda mal apagados, a religião ecléctica com as marcas de Cristo, os edifícios e a cultura no limbo de um colonialismo defunto.

  • AUTOR Paulo Varela Gomes
  • ANO DE EDIÇÃO 2015

Informação adicional

Dimensões (C x L x A) 24,7 × 19,7 cm

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Viagem à volta do meu quarto

17,20 
De Maistre parece dialogar com a famosa sentença de Pascal, que diz que toda a infelicidade dos homens resulta de não ficarmos quietos no nosso quarto. Só que um quarto não é um quarto, Turim não é Turim, a noite não é a noite. As viagens de Xavier de Maistre, como lembrou o seu irmão, são circum‑navegações, mais sérias e consequentes do que possam parecer àqueles que se detenham no paradoxo cómico da viagem imóvel. Quanto à felicidade ou infelicidade das viagens num quarto, quem decide isso? Que cada um faça a sua, com estes textos, e depois sem eles. Pedro Mexia
  • AUTOR Xavier De Maistre
  • ANO DE EDIÇÃO 2015
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Viagem à volta do meu quarto

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  • AUTOR Xavier De Maistre
  • ANO DE EDIÇÃO 2015
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As Ilhas desconhecidas

15,50 
Um dos mais belos livros de viagem da literatura portuguesa. A mais completa homenagem aos arquipélagos atlânticos. Em 1924, Raul Brandão fez uma viagem aos arquipélagos dos Açores e da Madeira, juntamente com um grupo de intelectuais - entre eles Vitorino Nemésio -, promovida pelos autonomistas. Dessa visita, das suas impressões e anotações, surgiu o livro As Ilhas Desconhecidas - Notas e paisagens, em que ele não só descreve com particular fulgor a beleza natural das ilhas como observa a condição do seu habitante. Obra fundamental na formação da imagem (interna e externa) destes territórios, As Ilhas Desconhecidas tornou-se um dos mais importantes e belos livros de viagem da literatura portuguesa.
  • AUTOR Raúl Brandão
  • ANO DE EDIÇÃO 2016
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As Ilhas desconhecidas

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Um dos mais belos livros de viagem da literatura portuguesa. A mais completa homenagem aos arquipélagos atlânticos. Em 1924, Raul Brandão fez uma viagem aos arquipélagos dos Açores e da Madeira, juntamente com um grupo de intelectuais - entre eles Vitorino Nemésio -, promovida pelos autonomistas. Dessa visita, das suas impressões e anotações, surgiu o livro As Ilhas Desconhecidas - Notas e paisagens, em que ele não só descreve com particular fulgor a beleza natural das ilhas como observa a condição do seu habitante. Obra fundamental na formação da imagem (interna e externa) destes territórios, As Ilhas Desconhecidas tornou-se um dos mais importantes e belos livros de viagem da literatura portuguesa.
  • AUTOR Raúl Brandão
  • ANO DE EDIÇÃO 2016
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Manhattan ’45

21,90 
A MAIOR ESCRITORA DE VIAGENS DO SÉCULO XX LEVA‑NOS À NOVA IORQUE DO PÓS‑SEGUNDA GUERRA MUNDIAL Ao início da tarde do dia 20 de Junho de 1945, o paquete inglês Queen Mary, de 80 774 toneladas, pintado de cinzento, emergiu da neblina marítima na zona a que se dá o nome de Narrows, a embocadura do porto da cidade de Nova Iorque. Era o segundo maior navio do mundo e, provavelmente, o mais famoso, e trazia de volta à pátria, os Estados Unidos da América, 14 526 militares americanos, homens e mulheres, que tinham acabado de ajudar a vencer a guerra contra a Alemanha nazi. […] O perfil dos arranha‑céus de Manhattan reverberava na imaginação de todas as nações, e as pessoas de todo o mundo acalentavam a ambição, por mais inalcançável, de desembarcar um dia nestes cais lendários, onde as sereias ululavam sem parar, as luzes cintilantes brilhavam perpétuamente e cuecas pretas de renda se agitavam, emblemáticas, nas vigias dos paquetes. O brilho e a alegria desta cidade eram como um tónico a revigorar a imaginação de um mundo debilitado.
  • AUTOR Jan Morris
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
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A MAIOR ESCRITORA DE VIAGENS DO SÉCULO XX LEVA‑NOS À NOVA IORQUE DO PÓS‑SEGUNDA GUERRA MUNDIAL Ao início da tarde do dia 20 de Junho de 1945, o paquete inglês Queen Mary, de 80 774 toneladas, pintado de cinzento, emergiu da neblina marítima na zona a que se dá o nome de Narrows, a embocadura do porto da cidade de Nova Iorque. Era o segundo maior navio do mundo e, provavelmente, o mais famoso, e trazia de volta à pátria, os Estados Unidos da América, 14 526 militares americanos, homens e mulheres, que tinham acabado de ajudar a vencer a guerra contra a Alemanha nazi. […] O perfil dos arranha‑céus de Manhattan reverberava na imaginação de todas as nações, e as pessoas de todo o mundo acalentavam a ambição, por mais inalcançável, de desembarcar um dia nestes cais lendários, onde as sereias ululavam sem parar, as luzes cintilantes brilhavam perpétuamente e cuecas pretas de renda se agitavam, emblemáticas, nas vigias dos paquetes. O brilho e a alegria desta cidade eram como um tónico a revigorar a imaginação de um mundo debilitado.
  • AUTOR Jan Morris
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
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