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Histórias de Roma

16,80 

Dominada durante séculos por mammas e Papas, Roma é uma cidade irresistivelmente burlesca. Extraordinário observador, Enric González retrata‑a para além das aparências e do olhar deslumbrado próprio do turista mais ou menos acidental, conseguindo o verdadeiro prodígio de entrecruzar o passado e o presente, o comezinho e o decisivo, o imediato e o intemporal. Tão depressa se detém na ‘delicada questão da pizza’ como na história ‘feia e sinistra’ da Basílica de São Pedro, localizada num terreno que foi cemitério e circo, antes de se tornar o epicentro do catolicismo.
Roma é uma cidade tão antiga que desconhece as suas próprias origens. Por isso, teve de inventar a lenda fundadora, e improvável, dos dois irmãos alimentados por uma loba. Também no nosso passado há lendas, evidentemente, mas há em simultâneo um facto indesmentível: Roma foi decisiva para sermos o que somos. Desde logo na origem da língua portuguesa. Em certo sentido, portanto, ainda somos todos romanos.
Carlos Vaz Marques

  • AUTOR Enric González
  • ANO DE EDIÇÃO 2014

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REF: 9789896712143
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Dominada durante séculos por mammas e Papas, Roma é uma cidade irresistivelmente burlesca. Extraordinário observador, Enric González retrata‑a para além das aparências e do olhar deslumbrado próprio do turista mais ou menos acidental, conseguindo o verdadeiro prodígio de entrecruzar o passado e o presente, o comezinho e o decisivo, o imediato e o intemporal. Tão depressa se detém na ‘delicada questão da pizza’ como na história ‘feia e sinistra’ da Basílica de São Pedro, localizada num terreno que foi cemitério e circo, antes de se tornar o epicentro do catolicismo.
Roma é uma cidade tão antiga que desconhece as suas próprias origens. Por isso, teve de inventar a lenda fundadora, e improvável, dos dois irmãos alimentados por uma loba. Também no nosso passado há lendas, evidentemente, mas há em simultâneo um facto indesmentível: Roma foi decisiva para sermos o que somos. Desde logo na origem da língua portuguesa. Em certo sentido, portanto, ainda somos todos romanos.
Carlos Vaz Marques

  • AUTOR Enric González
  • ANO DE EDIÇÃO 2014

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Dimensões (C x L x A) 24,7 × 19,7 cm

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Desconhecida num Comboio

24,90 
‘Ser uma desconhecida deixa‑me eufórica.’ Quem já viajou sozinho sabe como essa experiência torna o viajante uma pessoa diferente. As viagens de Jenny Diski (1947‑2016) revelam‑nos mais a respeito da autora do que acerca da América. No ecrã panorâmico do comboio em que percorre os Estados Unidos, ela projecta‑se a si própria. O livro é um duplo pretexto: para a viagem e para o devaneio. Enclausurada no comboio, vendo desfilar a imensidão americana em cinemascope, Diski descobre que ‘a vida no comboio também é a vida no colégio interno, no convento, na prisão e no hospital psiquiátrico’. Entre devaneios e cigarros, este livro deve muito ao facto de Diski ser fumadora: junto da pequena comunidade dos consumidores de nicotina, a escritora exercita as capacidades de observação e de sociabilidade que descobriu em si, ao atravessar o Atlântico num cargueiro.
  • AUTOR Jenny Diski
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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  • AUTOR Jenny Diski
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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Viagem à volta do meu quarto

17,20 
De Maistre parece dialogar com a famosa sentença de Pascal, que diz que toda a infelicidade dos homens resulta de não ficarmos quietos no nosso quarto. Só que um quarto não é um quarto, Turim não é Turim, a noite não é a noite. As viagens de Xavier de Maistre, como lembrou o seu irmão, são circum‑navegações, mais sérias e consequentes do que possam parecer àqueles que se detenham no paradoxo cómico da viagem imóvel. Quanto à felicidade ou infelicidade das viagens num quarto, quem decide isso? Que cada um faça a sua, com estes textos, e depois sem eles. Pedro Mexia
  • AUTOR Xavier De Maistre
  • ANO DE EDIÇÃO 2015
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  • AUTOR Xavier De Maistre
  • ANO DE EDIÇÃO 2015
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Manhattan ’45

21,90 
A MAIOR ESCRITORA DE VIAGENS DO SÉCULO XX LEVA‑NOS À NOVA IORQUE DO PÓS‑SEGUNDA GUERRA MUNDIAL Ao início da tarde do dia 20 de Junho de 1945, o paquete inglês Queen Mary, de 80 774 toneladas, pintado de cinzento, emergiu da neblina marítima na zona a que se dá o nome de Narrows, a embocadura do porto da cidade de Nova Iorque. Era o segundo maior navio do mundo e, provavelmente, o mais famoso, e trazia de volta à pátria, os Estados Unidos da América, 14 526 militares americanos, homens e mulheres, que tinham acabado de ajudar a vencer a guerra contra a Alemanha nazi. […] O perfil dos arranha‑céus de Manhattan reverberava na imaginação de todas as nações, e as pessoas de todo o mundo acalentavam a ambição, por mais inalcançável, de desembarcar um dia nestes cais lendários, onde as sereias ululavam sem parar, as luzes cintilantes brilhavam perpétuamente e cuecas pretas de renda se agitavam, emblemáticas, nas vigias dos paquetes. O brilho e a alegria desta cidade eram como um tónico a revigorar a imaginação de um mundo debilitado.
  • AUTOR Jan Morris
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
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  • AUTOR Jan Morris
  • ANO DE EDIÇÃO 2018
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