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M como o Mar

19,00 

Um álbum poético e deslumbrante, para todas as idades, sobre crescimento e identidade, e palavras importantes como amor, mãe, humano, mudança e memória, por uma das mais reconhecidas e aclamadas ilustradoras contemporâneas.
Num dia de verão, M. está na praia a olhar para o mar. Saiu de casa sem tomar o pequeno-almoço. Sente-se zangado e sozinho. Apetece-lhe gritar. O vento e as ondas levam-lhe as palavras para longe. Como é que alguém pode estar triste com um sol assim? E tão feliz, ao mesmo tempo? Será que do outro lado do mar existe um rapaz como ele? Terá uma bicicleta? Será que tem medo? E já esteve apaixonado? Se ao menos M. pudesse ser como o mar…

  • AUTOR Joanna Concejo
  • ANO DE EDIÇÃO 2026

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REF: 9789899225435
Categoria

Um álbum poético e deslumbrante, para todas as idades, sobre crescimento e identidade, e palavras importantes como amor, mãe, humano, mudança e memória, por uma das mais reconhecidas e aclamadas ilustradoras contemporâneas.
Num dia de verão, M. está na praia a olhar para o mar. Saiu de casa sem tomar o pequeno-almoço. Sente-se zangado e sozinho. Apetece-lhe gritar. O vento e as ondas levam-lhe as palavras para longe. Como é que alguém pode estar triste com um sol assim? E tão feliz, ao mesmo tempo? Será que do outro lado do mar existe um rapaz como ele? Terá uma bicicleta? Será que tem medo? E já esteve apaixonado? Se ao menos M. pudesse ser como o mar…

  • AUTOR Joanna Concejo
  • ANO DE EDIÇÃO 2026

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A alma perdida

19,99 
Era uma vez um homem que vivia tão apressado que, sem dar por isso, perdeu a alma. Continuava a andar, a dormir, a comer, a trabalhar e até jogava ténis. Mas, às vezes, tinha uma sensação estranha. Um dia sentiu dificuldade em respirar e deixou de saber quem era. Depois de uma consulta médica, tomou uma decisão que lhe mudou a vida. A Alma Perdida é uma obra-prima de duas importantes autoras polacas premiadas: Olga Tokarczuk, vencedora do Prémio Nobel de Literatura e do Booker Prize (2018), e Joanna Concejo, vencedora do Livro do Ano pelo IBBY (2013) e Menção Especial do Bologna Ragazzi Award (2018). Reflexão profunda e comovente sobre a capacidade de cada um de viver em paz consigo e permanecer paciente e atento ao mundo. Com ilustrações de alto valor artístico, com pistas subtis que o leitor pode pesquisar de uma página para outra.
  • TEXTO Olga Tokarczuk
  • ILUSTRAÇÃO Joanna Concejo
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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A alma perdida

19,99 
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  • TEXTO Olga Tokarczuk
  • ILUSTRAÇÃO Joanna Concejo
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Fumo

21,75 
Tanto como os campos de concentração — com o que implicam de fome, frio, doença, violência e morte — interessa aqui um desses mundos pessoais e familiares que o nazismo destruiu, e que é das poucas coisas que tem cor frente ao cinzento cortante e ao silêncio. Separação, solidão e saudade estão omnipresentes; a lembrança ajuda a fugir do isolamento e do desterro, e dá lugar — no inóspito do campo (lager) — ao amor, à amizade e à solidariedade: à humanidade, ao fim e ao cabo. Se toda a violência está injustificada, a que põe fim à inocência ainda mais; contra ela, no processo de amadurecimento do protagonista, assistimos a um compromisso até à fusão com Vadío (única personagem com nome e etnia), que representa o reconhecimento no outro na catarse final. O protagonista anónimo de Fumo descobre a realidade, mas filtra-a com a memória de um passado melhor. O despertar magoa-o e leva-o a uma aprendizagem rápida: a dureza e dificuldade da situação, e o instinto de sobrevivência obrigam-no a ser um menino responsável. A inocência, mais que a impotência, marca o desenlace. Os inocentes não sobrevivem, dizia o Primo Levi; é o preço por ver a luz: a mão de Vadío apagando para sempre o medo e escrevendo com fumo uma palavra mágica sobre o céu da Polónia. Uma comovente história de Antón Fortes com intensas imagens da polaca Joanna Concejo, de grande sensibilidade e beleza, apesar de reflectir a realidade do protagonista, que se torna mais dura ao enfrentá-la recorrentemente com lembranças da vida de onde foi ou foram todos arrancados.
  • TEXTO Antón Fortes
  • ILUSTRAÇÃO Joanna Concejo
  • ANO DE EDIÇÃO 2008
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Fumo

21,75 
Tanto como os campos de concentração — com o que implicam de fome, frio, doença, violência e morte — interessa aqui um desses mundos pessoais e familiares que o nazismo destruiu, e que é das poucas coisas que tem cor frente ao cinzento cortante e ao silêncio. Separação, solidão e saudade estão omnipresentes; a lembrança ajuda a fugir do isolamento e do desterro, e dá lugar — no inóspito do campo (lager) — ao amor, à amizade e à solidariedade: à humanidade, ao fim e ao cabo. Se toda a violência está injustificada, a que põe fim à inocência ainda mais; contra ela, no processo de amadurecimento do protagonista, assistimos a um compromisso até à fusão com Vadío (única personagem com nome e etnia), que representa o reconhecimento no outro na catarse final. O protagonista anónimo de Fumo descobre a realidade, mas filtra-a com a memória de um passado melhor. O despertar magoa-o e leva-o a uma aprendizagem rápida: a dureza e dificuldade da situação, e o instinto de sobrevivência obrigam-no a ser um menino responsável. A inocência, mais que a impotência, marca o desenlace. Os inocentes não sobrevivem, dizia o Primo Levi; é o preço por ver a luz: a mão de Vadío apagando para sempre o medo e escrevendo com fumo uma palavra mágica sobre o céu da Polónia. Uma comovente história de Antón Fortes com intensas imagens da polaca Joanna Concejo, de grande sensibilidade e beleza, apesar de reflectir a realidade do protagonista, que se torna mais dura ao enfrentá-la recorrentemente com lembranças da vida de onde foi ou foram todos arrancados.
  • TEXTO Antón Fortes
  • ILUSTRAÇÃO Joanna Concejo
  • ANO DE EDIÇÃO 2008
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