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Marigold e Rose – Uma ficção

15,00 

“Marigold estava absorta no seu livro; já chegara ao V.” Começa assim Marigold e Rose, a surpreendente crónica que Louise Glück faz do primeiro ano de vida de duas gémeas. Imagine-se um conto de fadas que é também uma saga multigeracional; uma peça para duas mãos que é também uma sinfonia; um poema que é também, à semelhança de A Metamorfose, de Kafka, um incandescente gesto autobiográfico.
Estão presentes os elementos que se esperaria encontrar numa história de bebés gémeas: o Pai e a Mãe, a Avó e a Outra Avó, a hora do banho e a hora da sesta… Mas, acima de tudo, Marigold e Rose é uma investigação do grande mistério da linguagem e do próprio tempo, do que existe e já existiu e existirá ainda. “Fora do parque para bebés havia dia e noite. O que formavam eles? Tempo, era isso que formavam. Vinha a chuva, depois a neve.” As gémeas aprendem a subir as escadas, espreitam-se uma à outra como criminosas através das grades dos respectivos berços, começam a falar. “Tinha anoitecido. Rose sorria placidamente na banheira, enquanto brincava com o elefante de esguichar, que, segundo a Mãe, simbolizava paciência, força, lealdade e sabedoria. Como é que ela é capaz, pensou Marigold, sabendo o que sabemos?”
Simultaneamente triste e engraçado, e imbuído de uma sensação estóica de assombro, este pequeno livro miraculoso, que se segue a treze livros de poesia e duas reuniões de ensaios, é diferente de tudo o que Glück já escreveu, ao mesmo tempo que é inevitável, transcendente.

  • AUTOR Louise Glück
  • ANO DE EDIÇÃO 2023

Esgotado

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REF: 9789897834066

“Marigold estava absorta no seu livro; já chegara ao V.” Começa assim Marigold e Rose, a surpreendente crónica que Louise Glück faz do primeiro ano de vida de duas gémeas. Imagine-se um conto de fadas que é também uma saga multigeracional; uma peça para duas mãos que é também uma sinfonia; um poema que é também, à semelhança de A Metamorfose, de Kafka, um incandescente gesto autobiográfico.
Estão presentes os elementos que se esperaria encontrar numa história de bebés gémeas: o Pai e a Mãe, a Avó e a Outra Avó, a hora do banho e a hora da sesta… Mas, acima de tudo, Marigold e Rose é uma investigação do grande mistério da linguagem e do próprio tempo, do que existe e já existiu e existirá ainda. “Fora do parque para bebés havia dia e noite. O que formavam eles? Tempo, era isso que formavam. Vinha a chuva, depois a neve.” As gémeas aprendem a subir as escadas, espreitam-se uma à outra como criminosas através das grades dos respectivos berços, começam a falar. “Tinha anoitecido. Rose sorria placidamente na banheira, enquanto brincava com o elefante de esguichar, que, segundo a Mãe, simbolizava paciência, força, lealdade e sabedoria. Como é que ela é capaz, pensou Marigold, sabendo o que sabemos?”
Simultaneamente triste e engraçado, e imbuído de uma sensação estóica de assombro, este pequeno livro miraculoso, que se segue a treze livros de poesia e duas reuniões de ensaios, é diferente de tudo o que Glück já escreveu, ao mesmo tempo que é inevitável, transcendente.

  • AUTOR Louise Glück
  • ANO DE EDIÇÃO 2023

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Meadowlands

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Em Meadowlands, de Louise Glück, as vozes dos protagonistas da Odisseia entrelaçam-se com as de um homem e de uma mulher dos dias de hoje, à beira da ruptura. Glück retrata um divórcio em paralelo com as fracturas da relação de Ulisses e Penélope, capturando um amor gradualmente reduzido a nada. É através do prisma da linguagem que a dissolução do casamento é escrutinada, por uma preocupação pela precisão e pela clareza que expõem os silêncios e a incomunicabilidade no âmago do diálogo. Afastando-se das correntes americanas de poesia confessional, a poeta compõe uma colectânea polifónica onde o eu nunca é redutível a uma única identidade, onde cada voz participa num vasto todo poético. Neste confronto entre o intemporal e o contemporâneo, Glück cria um campo magnético de poder raro, onde o devastador e o cómico se aliam à metáfora para criar uma poesia forte e com um particular poder de sugestão.
  • AUTOR Louise Glück
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A íris selvagem

18,00 
Louise Glück recebeu o Prémio Nobel da Literatura de 2020. Na justificação da Academia Sueca fala-se da sua "inconfundível voz poética, que, com uma beleza austera, tornou universal a existência individual". Tanto em Averno (2006) como em A Íris Selvagem (1992), a autora recorre a imagens recriadas da sua herança clássica pelos poetas greco-latinos, o que lhe permite usar imagens universais para abordar a dor e a fragilidade dos seres humanos dos nossos dias. Louise Glück recebeu alguns dos principais prémios literários norte-americanos , tendo A Íris Selvagem sido contemplado com o Pulitzer.
  • AUTOR Louise Glück
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Ararate

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Ararate, de Louise Glück, é um retrato de família em verso. Suspensa entre a realidade da dor e a nuance da memória, a voz de Glück confronta com devastadora ironia a vida oca do pai distante e a inabilidade da mãe em expressar emoção. Estes podem parecer os versos de uma filha tardiamente insurgida, mas são na sua força alimentados por amor e empatia. PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2020
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  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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