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Talassa – O mar afinal não é azul

10,00 
Vou começar esta história pelo princípio de tudo. Gostava que aquilo que tenho para vos contar só fosse feito de coisas boas, pessoas felizes, belas prendas no Natal, chocolates irresistíveis e mares tranquilos, de águas muito transparentes e azuis e poucos problemas. Acontece que quero contar-vos a história verdadeira e a história verdadeira não é bem assim. Os oceanos e os mares não estão bem, logo, a Terra não está bem, logo, nós também não. Embora… Talvez… Logo veremos.
  • TEXTO Judite Canha Fernandes
  • ILUSTRAÇÃO Yara Kono
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Talassa – O mar afinal não é azul

10,00 
Vou começar esta história pelo princípio de tudo. Gostava que aquilo que tenho para vos contar só fosse feito de coisas boas, pessoas felizes, belas prendas no Natal, chocolates irresistíveis e mares tranquilos, de águas muito transparentes e azuis e poucos problemas. Acontece que quero contar-vos a história verdadeira e a história verdadeira não é bem assim. Os oceanos e os mares não estão bem, logo, a Terra não está bem, logo, nós também não. Embora… Talvez… Logo veremos.
  • TEXTO Judite Canha Fernandes
  • ILUSTRAÇÃO Yara Kono
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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As casas das coisas

12,90 
A casa da luz elétrica será a escuridão? E a areia sem-abrigo terá ela casa? Os livros possuem segunda habitação, de férias? E uma casa feita de cabelo, existe? Quando é que a bruxa má perde a casa? E o vampiro, muda às vezes de morada? Haverá coisa ou pessoa que não precise de casa, casinha ou casarão? Casario não falta neste livro de prosas pequeninas que desafia a pensar, e onde a diversão e a poesia dão as mãos.
  • TEXTO João Pedro Mésseder
  • ILUSTRAÇÃO Rachel Caiano
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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As casas das coisas

12,90 
A casa da luz elétrica será a escuridão? E a areia sem-abrigo terá ela casa? Os livros possuem segunda habitação, de férias? E uma casa feita de cabelo, existe? Quando é que a bruxa má perde a casa? E o vampiro, muda às vezes de morada? Haverá coisa ou pessoa que não precise de casa, casinha ou casarão? Casario não falta neste livro de prosas pequeninas que desafia a pensar, e onde a diversão e a poesia dão as mãos.
  • TEXTO João Pedro Mésseder
  • ILUSTRAÇÃO Rachel Caiano
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Vale dos vencidos

20,00 
VALE DOS VENCIDOS é a estreia em livro de José Smith Vargas. Este volume, que já leva uma década de investigação, inclui várias bandas desenhadas sobre a ascenção e queda da cidade de Lisboa e que informam uma insuflada "graphic novel" sobre um bairro específico em que qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real não terá sido mera coincidência. As lutas sociais, os engodos das renovações urbanas e das associações culturais, os jogos políticos ou os deals na street, são aqui brilhantemente expostos numa cacofonia de vozes e intervenientes no terreno. Uma abordagem documentarista que parece uma montanha que irá parir uma marca branca na realidade de mais uma capital europeia. Bravo!
  • AUTOR José Smith Vargas
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Vale dos vencidos

20,00 
VALE DOS VENCIDOS é a estreia em livro de José Smith Vargas. Este volume, que já leva uma década de investigação, inclui várias bandas desenhadas sobre a ascenção e queda da cidade de Lisboa e que informam uma insuflada "graphic novel" sobre um bairro específico em que qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real não terá sido mera coincidência. As lutas sociais, os engodos das renovações urbanas e das associações culturais, os jogos políticos ou os deals na street, são aqui brilhantemente expostos numa cacofonia de vozes e intervenientes no terreno. Uma abordagem documentarista que parece uma montanha que irá parir uma marca branca na realidade de mais uma capital europeia. Bravo!
  • AUTOR José Smith Vargas
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Uma aberta nos tumultos raciais

20,00 
Tradução de Joana Jacinto. Caligrafia e emendas, capa (frente e verso) de Pedro O Novo. Paginação e grafismo de Paulo da Costa Domingos.
  • AUTOR Harmony Korine
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Uma aberta nos tumultos raciais

20,00 
Tradução de Joana Jacinto. Caligrafia e emendas, capa (frente e verso) de Pedro O Novo. Paginação e grafismo de Paulo da Costa Domingos.
  • AUTOR Harmony Korine
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Histórias da minha rua

12,00 
De Maria Cecília Correia, "Histórias da Minha Rua" é uma colectânea de nove contos sugeridos por elementos do quotidiano, animais, plantas, objectos e pessoas. Estas pequenas histórias que estimulam a imaginação datam de 1953. As ilustrações são de Maria Keil e captam os elementos centrais de cada uma das narrativas com uma riqueza estética e um cuidado plástico evidentes.
  • TEXTO Maria Cecília Correia
  • ILUSTRAÇÃO Maria Keil
  • ANO DE EDIÇÃO 2001
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Histórias da minha rua

12,00 
De Maria Cecília Correia, "Histórias da Minha Rua" é uma colectânea de nove contos sugeridos por elementos do quotidiano, animais, plantas, objectos e pessoas. Estas pequenas histórias que estimulam a imaginação datam de 1953. As ilustrações são de Maria Keil e captam os elementos centrais de cada uma das narrativas com uma riqueza estética e um cuidado plástico evidentes.
  • TEXTO Maria Cecília Correia
  • ILUSTRAÇÃO Maria Keil
  • ANO DE EDIÇÃO 2001
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Esgotado
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Mulher Vida Liberdade

27,75 
Para marcar o aniversário da morte da iranaiana Mahsa Amini e o começo do movimento Mulher Vida Liberdade, um livro com a visão de dezassete ilustradores reconhecidos mundialmente e três especialistas sobre o Irão, sob a coordenação de Marjane Satrapi. Em 16 de Setembro de 2022, Mahsa Amini, uma jovem estudante iraniana, foi detida e espancada até à morte pela polícia religiosa em Teerão. O seu único crime foi não usar o lenço imposto às mulheres pela República Islâmica. O destino desta mulher de 22 anos desencadeou uma onda de protestos sem precedentes que rapidamente se espalhou por todo o país. Por ocasião do primeiro aniversário do movimento, Marjane Satrapi reuniu alguns peritos e cartoonistas. Juntos, querem mostrar o que não pôde ser fotografado ou filmado devido à censura.
  • AUTOR Marjane Satrapi
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
Esgotado
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Mulher Vida Liberdade

27,75 
Para marcar o aniversário da morte da iranaiana Mahsa Amini e o começo do movimento Mulher Vida Liberdade, um livro com a visão de dezassete ilustradores reconhecidos mundialmente e três especialistas sobre o Irão, sob a coordenação de Marjane Satrapi. Em 16 de Setembro de 2022, Mahsa Amini, uma jovem estudante iraniana, foi detida e espancada até à morte pela polícia religiosa em Teerão. O seu único crime foi não usar o lenço imposto às mulheres pela República Islâmica. O destino desta mulher de 22 anos desencadeou uma onda de protestos sem precedentes que rapidamente se espalhou por todo o país. Por ocasião do primeiro aniversário do movimento, Marjane Satrapi reuniu alguns peritos e cartoonistas. Juntos, querem mostrar o que não pôde ser fotografado ou filmado devido à censura.
  • AUTOR Marjane Satrapi
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
Esgotado
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Obrigados a partir – Seis testemunhos de jovens migrantes

18,50 
O Soly veio do Senegal. A Helena deixou a Bolívia. O Said teve de fugir da Síria. A Ruth nasceu em El Salvador. A Meriem foi-se embora de Marrocos, tal como o Ossama. O que entrelaça as suas histórias é que todos eles se viram obrigados a partir. Com este livro queremos dar a conhecer seis histórias de vida, seis percursos repletos de dificuldades e desafios. Três mulheres e três homens que tiveram de emigrar explicam-nos como viviam antes; porquê e como se foram embora e como é atualmente a sua vida num novo país onde não conheciam ninguém. São histórias de superação, mas também de dor, de solidão, de acolhimento e de integração. Histórias que, apesar de tudo, acabam bem, porque alguém (pessoas ou entidades) se empenhou para que assim fosse. Os testemunhos que apresentamos incitam-nos a um novo olhar, a dar um nome e um rosto à experiência de tantas, tantas pessoas que se veem forçadas a arriscar a vida em busca de um futuro mais digno.
  • TEXTO Laia de Ahumada
  • ILUSTRAÇÃO Cinta Fosch
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Obrigados a partir – Seis testemunhos de jovens migrantes

18,50 
O Soly veio do Senegal. A Helena deixou a Bolívia. O Said teve de fugir da Síria. A Ruth nasceu em El Salvador. A Meriem foi-se embora de Marrocos, tal como o Ossama. O que entrelaça as suas histórias é que todos eles se viram obrigados a partir. Com este livro queremos dar a conhecer seis histórias de vida, seis percursos repletos de dificuldades e desafios. Três mulheres e três homens que tiveram de emigrar explicam-nos como viviam antes; porquê e como se foram embora e como é atualmente a sua vida num novo país onde não conheciam ninguém. São histórias de superação, mas também de dor, de solidão, de acolhimento e de integração. Histórias que, apesar de tudo, acabam bem, porque alguém (pessoas ou entidades) se empenhou para que assim fosse. Os testemunhos que apresentamos incitam-nos a um novo olhar, a dar um nome e um rosto à experiência de tantas, tantas pessoas que se veem forçadas a arriscar a vida em busca de um futuro mais digno.
  • TEXTO Laia de Ahumada
  • ILUSTRAÇÃO Cinta Fosch
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Miguel e Kiko no 25 de Abril

11,00 
No dia 25 de Abril, Miguel, a tia Antónia e Kiko juntam-se à multidão que grita por liberdade. Os três vão encontrar a tia Rosário e as suas amigas muito felizes com o que está a acontecer nas ruas de Lisboa. Miguel fica admirado com tudo o que observa e percebe que é o entusiasmo de uma nação levantada, a caminho da democracia.
  • TEXTO Gisela Silva
  • ILUSTRAÇÃO Susana Lima
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Miguel e Kiko no 25 de Abril

11,00 
No dia 25 de Abril, Miguel, a tia Antónia e Kiko juntam-se à multidão que grita por liberdade. Os três vão encontrar a tia Rosário e as suas amigas muito felizes com o que está a acontecer nas ruas de Lisboa. Miguel fica admirado com tudo o que observa e percebe que é o entusiasmo de uma nação levantada, a caminho da democracia.
  • TEXTO Gisela Silva
  • ILUSTRAÇÃO Susana Lima
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Fumo

21,75 
Tanto como os campos de concentração — com o que implicam de fome, frio, doença, violência e morte — interessa aqui um desses mundos pessoais e familiares que o nazismo destruiu, e que é das poucas coisas que tem cor frente ao cinzento cortante e ao silêncio. Separação, solidão e saudade estão omnipresentes; a lembrança ajuda a fugir do isolamento e do desterro, e dá lugar — no inóspito do campo (lager) — ao amor, à amizade e à solidariedade: à humanidade, ao fim e ao cabo. Se toda a violência está injustificada, a que põe fim à inocência ainda mais; contra ela, no processo de amadurecimento do protagonista, assistimos a um compromisso até à fusão com Vadío (única personagem com nome e etnia), que representa o reconhecimento no outro na catarse final. O protagonista anónimo de Fumo descobre a realidade, mas filtra-a com a memória de um passado melhor. O despertar magoa-o e leva-o a uma aprendizagem rápida: a dureza e dificuldade da situação, e o instinto de sobrevivência obrigam-no a ser um menino responsável. A inocência, mais que a impotência, marca o desenlace. Os inocentes não sobrevivem, dizia o Primo Levi; é o preço por ver a luz: a mão de Vadío apagando para sempre o medo e escrevendo com fumo uma palavra mágica sobre o céu da Polónia. Uma comovente história de Antón Fortes com intensas imagens da polaca Joanna Concejo, de grande sensibilidade e beleza, apesar de reflectir a realidade do protagonista, que se torna mais dura ao enfrentá-la recorrentemente com lembranças da vida de onde foi ou foram todos arrancados.
  • TEXTO Antón Fortes
  • ILUSTRAÇÃO Joanna Concejo
  • ANO DE EDIÇÃO 2008
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Fumo

21,75 
Tanto como os campos de concentração — com o que implicam de fome, frio, doença, violência e morte — interessa aqui um desses mundos pessoais e familiares que o nazismo destruiu, e que é das poucas coisas que tem cor frente ao cinzento cortante e ao silêncio. Separação, solidão e saudade estão omnipresentes; a lembrança ajuda a fugir do isolamento e do desterro, e dá lugar — no inóspito do campo (lager) — ao amor, à amizade e à solidariedade: à humanidade, ao fim e ao cabo. Se toda a violência está injustificada, a que põe fim à inocência ainda mais; contra ela, no processo de amadurecimento do protagonista, assistimos a um compromisso até à fusão com Vadío (única personagem com nome e etnia), que representa o reconhecimento no outro na catarse final. O protagonista anónimo de Fumo descobre a realidade, mas filtra-a com a memória de um passado melhor. O despertar magoa-o e leva-o a uma aprendizagem rápida: a dureza e dificuldade da situação, e o instinto de sobrevivência obrigam-no a ser um menino responsável. A inocência, mais que a impotência, marca o desenlace. Os inocentes não sobrevivem, dizia o Primo Levi; é o preço por ver a luz: a mão de Vadío apagando para sempre o medo e escrevendo com fumo uma palavra mágica sobre o céu da Polónia. Uma comovente história de Antón Fortes com intensas imagens da polaca Joanna Concejo, de grande sensibilidade e beleza, apesar de reflectir a realidade do protagonista, que se torna mais dura ao enfrentá-la recorrentemente com lembranças da vida de onde foi ou foram todos arrancados.
  • TEXTO Antón Fortes
  • ILUSTRAÇÃO Joanna Concejo
  • ANO DE EDIÇÃO 2008
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A alma perdida

19,99 
Era uma vez um homem que vivia tão apressado que, sem dar por isso, perdeu a alma. Continuava a andar, a dormir, a comer, a trabalhar e até jogava ténis. Mas, às vezes, tinha uma sensação estranha. Um dia sentiu dificuldade em respirar e deixou de saber quem era. Depois de uma consulta médica, tomou uma decisão que lhe mudou a vida. A Alma Perdida é uma obra-prima de duas importantes autoras polacas premiadas: Olga Tokarczuk, vencedora do Prémio Nobel de Literatura e do Booker Prize (2018), e Joanna Concejo, vencedora do Livro do Ano pelo IBBY (2013) e Menção Especial do Bologna Ragazzi Award (2018). Reflexão profunda e comovente sobre a capacidade de cada um de viver em paz consigo e permanecer paciente e atento ao mundo. Com ilustrações de alto valor artístico, com pistas subtis que o leitor pode pesquisar de uma página para outra.
  • TEXTO Olga Tokarczuk
  • ILUSTRAÇÃO Joanna Concejo
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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A alma perdida

19,99 
Era uma vez um homem que vivia tão apressado que, sem dar por isso, perdeu a alma. Continuava a andar, a dormir, a comer, a trabalhar e até jogava ténis. Mas, às vezes, tinha uma sensação estranha. Um dia sentiu dificuldade em respirar e deixou de saber quem era. Depois de uma consulta médica, tomou uma decisão que lhe mudou a vida. A Alma Perdida é uma obra-prima de duas importantes autoras polacas premiadas: Olga Tokarczuk, vencedora do Prémio Nobel de Literatura e do Booker Prize (2018), e Joanna Concejo, vencedora do Livro do Ano pelo IBBY (2013) e Menção Especial do Bologna Ragazzi Award (2018). Reflexão profunda e comovente sobre a capacidade de cada um de viver em paz consigo e permanecer paciente e atento ao mundo. Com ilustrações de alto valor artístico, com pistas subtis que o leitor pode pesquisar de uma página para outra.
  • TEXTO Olga Tokarczuk
  • ILUSTRAÇÃO Joanna Concejo
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Gente do nevoeiro – Oratório dramático em três quadros

10,00 
«Moura Encantada (cantado) Lua luinha rosa de prata lua luinha rosa de prata canta-me uma linda modinha que a tristeza ora me mata lua luinha rosa de prata»
  • AUTOR Paulo Barrosa
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Gente do nevoeiro – Oratório dramático em três quadros

10,00 
«Moura Encantada (cantado) Lua luinha rosa de prata lua luinha rosa de prata canta-me uma linda modinha que a tristeza ora me mata lua luinha rosa de prata»
  • AUTOR Paulo Barrosa
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Auto da nostalgia – Teatro

10,00 
«Bárbara Vi as ruas desertas com filas de automóveis abandonados ao acaso. As lojas vazias, as montras partidas ou escondidas atrás de taipais de madeira desconjuntados. Vi muitos vidros espalhados pelo chão, lixo acumulado em toda a parte e cães vadios em alcateias agressivas, com o focinho a roçar o asfalto em brasa, à procura de alimento. Vi um ou outro vulto assustadiço a esgueirar-se de esquina em esquina para evitar patrulhas. Das casas de asilo obrigatório desprendia-se um cheiro enjoativo a carne putrefacta. A estação dos correios esventrada ao lado das ruínas fumegantes do hospital. Tudo isso veria quem então tivesse visitado a cidade como eu fiz.»
  • AUTOR Paulo Barrosa
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Auto da nostalgia – Teatro

10,00 
«Bárbara Vi as ruas desertas com filas de automóveis abandonados ao acaso. As lojas vazias, as montras partidas ou escondidas atrás de taipais de madeira desconjuntados. Vi muitos vidros espalhados pelo chão, lixo acumulado em toda a parte e cães vadios em alcateias agressivas, com o focinho a roçar o asfalto em brasa, à procura de alimento. Vi um ou outro vulto assustadiço a esgueirar-se de esquina em esquina para evitar patrulhas. Das casas de asilo obrigatório desprendia-se um cheiro enjoativo a carne putrefacta. A estação dos correios esventrada ao lado das ruínas fumegantes do hospital. Tudo isso veria quem então tivesse visitado a cidade como eu fiz.»
  • AUTOR Paulo Barrosa
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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