Filtrar
AdicionarView cart

O livro da primavera

16,50 
Chegou a primavera à cidade. A Beatriz e o João querem jogar à bola no parque, o Fernando tem muito que transportar e a Daniela vai buscar a Joana à estação dos comboios. A bela série dos livros das estações de R. S. Berner é uma obra emblemática na história dos livros-formigueiro. A grande ilustradora alemã convida-nos a descobrir as pequenas histórias dos habitantes desta animada cidade ao longo de um dia... e do ano! Cada um destes grandes livros de cartão e sem palavras, ambientados nas quatro estações do ano, apresenta-nos uma sucessão de cenârios idêntica em toda a série. Um corte transversal da vida numa cidade na primavera repleta de pormenores e curiosidades por descobrir.
  • AUTOR Rotraut Susanne Berner
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
Quick View
Adicionar aos Favoritos

O livro da primavera

16,50 
Chegou a primavera à cidade. A Beatriz e o João querem jogar à bola no parque, o Fernando tem muito que transportar e a Daniela vai buscar a Joana à estação dos comboios. A bela série dos livros das estações de R. S. Berner é uma obra emblemática na história dos livros-formigueiro. A grande ilustradora alemã convida-nos a descobrir as pequenas histórias dos habitantes desta animada cidade ao longo de um dia... e do ano! Cada um destes grandes livros de cartão e sem palavras, ambientados nas quatro estações do ano, apresenta-nos uma sucessão de cenârios idêntica em toda a série. Um corte transversal da vida numa cidade na primavera repleta de pormenores e curiosidades por descobrir.
  • AUTOR Rotraut Susanne Berner
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
AdicionarView cart
AdicionarView cart

Pássaros de papel

12,50 
Satoru é um menino que vive no Japão, numa aldeia situada entre o sopé do Monte Fuji e uma floresta amaldiçoada - a Floresta dos Múrmúrios - da qual se contam inúmeras histórias assustadoras. Foi com a bisavó, a mulher mais velha da região, que Satoru aprendeu a arte de dobrar o papel (ori kami) e de fazer as esculturas mais maravilhosas. A sua preferida é a Cegonha (Tsuru), símbolo de felicidade e boa sorte. Um dia, Satoru é atraído para a Floresta dos Murmúrios, de onde nunca ninguém conseguiu regressar. O que acontecerá ao rapazinho? Será capaz de encontrar o caminho de regresso a casa? As histórias serão verdadeiras ou não passarão de lendas? Embarca nesta leitura e vive uma aventura surpreendente com uma criança que irá enfrentar os seus medos e sobreviver para contar a história.
  • TEXTO Lucinda Cunha
  • ILUSTRAÇÃO Rui Castro
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
Quick View
Adicionar aos Favoritos

Pássaros de papel

12,50 
Satoru é um menino que vive no Japão, numa aldeia situada entre o sopé do Monte Fuji e uma floresta amaldiçoada - a Floresta dos Múrmúrios - da qual se contam inúmeras histórias assustadoras. Foi com a bisavó, a mulher mais velha da região, que Satoru aprendeu a arte de dobrar o papel (ori kami) e de fazer as esculturas mais maravilhosas. A sua preferida é a Cegonha (Tsuru), símbolo de felicidade e boa sorte. Um dia, Satoru é atraído para a Floresta dos Murmúrios, de onde nunca ninguém conseguiu regressar. O que acontecerá ao rapazinho? Será capaz de encontrar o caminho de regresso a casa? As histórias serão verdadeiras ou não passarão de lendas? Embarca nesta leitura e vive uma aventura surpreendente com uma criança que irá enfrentar os seus medos e sobreviver para contar a história.
  • TEXTO Lucinda Cunha
  • ILUSTRAÇÃO Rui Castro
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
AdicionarView cart
AdicionarView cart

Como é que os nossos amigos ficam nossos amigos? – Teoria universal da amizade

13,30 
Este livro responde a perguntas que as crianças nos fazem ou que nunca chegaram a sair da suas (e até das nossas) cabeças: «Como é que os nossos amigos ficam nossos amigos? O que nos faz aproximar ou afastar uns dos outros?» Uma história sobre como nascem os amigos e os vários níveis de amizade; como se explica que haja amigos mais próximos, amigos mais distantes, amigos que só estão alguns dias na nossa vida e amigos que estarão durante toda a vida, e que não o adivinhamos. Um texto sobre porque é que a nossa vida é bem melhor com eles do que sem eles. Como fio condutor da história, o narrador compara o universo físico (planetas, lua, estrelas) com o universo da amizade e dá pistas sobre como reconhecer os grandes amigos.
  • TEXTO Nuno Artur Silva
  • ILUSTRAÇÃO João Fazenda
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
Quick View
Adicionar aos Favoritos

Como é que os nossos amigos ficam nossos amigos? – Teoria universal da amizade

13,30 
Este livro responde a perguntas que as crianças nos fazem ou que nunca chegaram a sair da suas (e até das nossas) cabeças: «Como é que os nossos amigos ficam nossos amigos? O que nos faz aproximar ou afastar uns dos outros?» Uma história sobre como nascem os amigos e os vários níveis de amizade; como se explica que haja amigos mais próximos, amigos mais distantes, amigos que só estão alguns dias na nossa vida e amigos que estarão durante toda a vida, e que não o adivinhamos. Um texto sobre porque é que a nossa vida é bem melhor com eles do que sem eles. Como fio condutor da história, o narrador compara o universo físico (planetas, lua, estrelas) com o universo da amizade e dá pistas sobre como reconhecer os grandes amigos.
  • TEXTO Nuno Artur Silva
  • ILUSTRAÇÃO João Fazenda
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
AdicionarView cart
AdicionarView cart

O amante

14,00 
O Amante é, em larga medida, um romance autobiográfico. A narradora vive desde a infância com a mãe e os irmãos na Indochina francesa. Tem quinze anos quando, ao atravessar um afluente do Mékong, conhece um chinês rico e experimentado nas lides do amor, por quem se apaixona. Tudo parece separá-los, a idade, a riqueza e os preconceitos, que se opõem a uma relação amorosa entre um asiático e uma europeia. A narrativa fala das incertezas de uma adolescente que tem a sua primeira experiência do amor físico, se lança na travessia dos sentidos, e procura a libertação do domínio da mãe e da asfixiante relação que esta tem com o filho mais velho. Esta paixão adolescente decorre num cenário exótico, perverso, num fundo de lentidão e meandros asiáticos. Quase tudo parece esbatido pela memória, a adolescente de rosto infantil e precoce com um chapéu de homem e sapatos de baile, ou a mãe, que luta contra a ruína familiar, ou mesmo a escandalizada comunidade branca. Nítido, só o homem jovem numa barcaça, junto da limusina e do motorista. Ele será a personagem nítida, com uma posição clara, a do amante que dá título ao livro.
  • AUTOR Marguerite Duras
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
Quick View
Adicionar aos Favoritos

O amante

14,00 
O Amante é, em larga medida, um romance autobiográfico. A narradora vive desde a infância com a mãe e os irmãos na Indochina francesa. Tem quinze anos quando, ao atravessar um afluente do Mékong, conhece um chinês rico e experimentado nas lides do amor, por quem se apaixona. Tudo parece separá-los, a idade, a riqueza e os preconceitos, que se opõem a uma relação amorosa entre um asiático e uma europeia. A narrativa fala das incertezas de uma adolescente que tem a sua primeira experiência do amor físico, se lança na travessia dos sentidos, e procura a libertação do domínio da mãe e da asfixiante relação que esta tem com o filho mais velho. Esta paixão adolescente decorre num cenário exótico, perverso, num fundo de lentidão e meandros asiáticos. Quase tudo parece esbatido pela memória, a adolescente de rosto infantil e precoce com um chapéu de homem e sapatos de baile, ou a mãe, que luta contra a ruína familiar, ou mesmo a escandalizada comunidade branca. Nítido, só o homem jovem numa barcaça, junto da limusina e do motorista. Ele será a personagem nítida, com uma posição clara, a do amante que dá título ao livro.
  • AUTOR Marguerite Duras
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
AdicionarView cart
AdicionarView cart

Sonata para surdos

18,00 
Duas vozes de mulher entrecortadas por suaves mãos que experimentavam a felicidade da carne, uma só respiração igualmente soberba e bifurcada que ia ganhando corpo em reluzente coluna. Jónica? Como o modo musical grego? Não, começava a dispersar-se, e, fosse como fosse, se calhar não era com as suas grandes orelhas que escutava agora à porta do apartamento, se calhar ouvia tudo com a surdez interesseira da imaginação. E, fosse como fosse, a imensa coluna que formavam essas duas vozes lânguidas só poderia ser uma ofuscante cariátide, elevando a beleza, esse começo do terrível, uns centímetros acima da sua cabeça delirante. Depois de se debater com sombras inexistentes que pareciam prendê-lo àquela porta como ao martírio de um muro, Francisco deixou que o seu coração disparasse à larga, não se preocupando já em sossegá-lo, todo ele retesado para um combate que dispensava de bom grado as armas do género masculino. Numa palavra, abandonou-se ao espanto tingido de desespero, embora não se tratasse do espanto suscitado pelo novo, que nos acomete, por exemplo, na presença de um inesperado arco-íris; não era sequer um espanto simpático ou empático, o seu, pois sabia que um fundo selvagem o animava, com o mesmo gosto ferino com que o animal destrói a sua presa, rasgando-lhe a pele num começo de luxúria.
  • AUTOR Frederico Pedreira
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
Quick View
Adicionar aos Favoritos

Sonata para surdos

18,00 
Duas vozes de mulher entrecortadas por suaves mãos que experimentavam a felicidade da carne, uma só respiração igualmente soberba e bifurcada que ia ganhando corpo em reluzente coluna. Jónica? Como o modo musical grego? Não, começava a dispersar-se, e, fosse como fosse, se calhar não era com as suas grandes orelhas que escutava agora à porta do apartamento, se calhar ouvia tudo com a surdez interesseira da imaginação. E, fosse como fosse, a imensa coluna que formavam essas duas vozes lânguidas só poderia ser uma ofuscante cariátide, elevando a beleza, esse começo do terrível, uns centímetros acima da sua cabeça delirante. Depois de se debater com sombras inexistentes que pareciam prendê-lo àquela porta como ao martírio de um muro, Francisco deixou que o seu coração disparasse à larga, não se preocupando já em sossegá-lo, todo ele retesado para um combate que dispensava de bom grado as armas do género masculino. Numa palavra, abandonou-se ao espanto tingido de desespero, embora não se tratasse do espanto suscitado pelo novo, que nos acomete, por exemplo, na presença de um inesperado arco-íris; não era sequer um espanto simpático ou empático, o seu, pois sabia que um fundo selvagem o animava, com o mesmo gosto ferino com que o animal destrói a sua presa, rasgando-lhe a pele num começo de luxúria.
  • AUTOR Frederico Pedreira
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
AdicionarView cart
AdicionarView cart

Vinte e quatro horas da vida de uma mulher

12,00 
Numa respeitável pensão familiar na Côte d’Azur, no início do século XX, ocorre um escândalo. Madame Henriette, esposa de um dos hóspedes, foge com um jovem que ali passara apenas um dia. Todos se unem na condenação da imoralidade de Madame Henriette. Só o narrador, com a ajuda de uma idosa dama inglesa, procura compreender o que se passou. Será ela a explicar-lhe, numa longa conversa, as apaixonadas recordações que este episódio lhe suscitou.
  • AUTOR Stefan Zweig
  • ANO DE EDIÇÃO 2013
Quick View
Adicionar aos Favoritos

Vinte e quatro horas da vida de uma mulher

12,00 
Numa respeitável pensão familiar na Côte d’Azur, no início do século XX, ocorre um escândalo. Madame Henriette, esposa de um dos hóspedes, foge com um jovem que ali passara apenas um dia. Todos se unem na condenação da imoralidade de Madame Henriette. Só o narrador, com a ajuda de uma idosa dama inglesa, procura compreender o que se passou. Será ela a explicar-lhe, numa longa conversa, as apaixonadas recordações que este episódio lhe suscitou.
  • AUTOR Stefan Zweig
  • ANO DE EDIÇÃO 2013
AdicionarView cart
AdicionarView cart

Hiroshima, meu amor

16,60 
Um homem e uma mulher encontram-se. Ele é japonês; ela é francesa e veio a Hiroshima para trabalhar na rodagem de um filme sobre a paz. Encontramo-los agora despidos, deitados sobre a cama de um hotel. E conversam. Ela quer que estes sejam os derradeiros momentos que passam juntos, antes de regressar a casa, no dia seguinte. Ele não a quer deixar ir. São ambos casados, com filhos e uma vida familiar relativamente feliz. A breve aventura acontece no único lugar do mundo em que não se espera que estas coisas aconteçam. Conversam sobre Hiroshima, como se não fosse impossível falar de Hiroshima. Ambos carregam uma ferida aberta do passado, não apenas ele. A dela é a do primeiro grande amor, por um soldado alemão executado à sua frente após a libertação - a que se seguiu o calvário da tosquia e da humilhação das mulheres que se haviam deitado com o inimigo. Este livro nasce a partir do argumento que Marguerite Duras escreveu para o filme homónimo de Alain Resnais e reaparece, agora, numa nova edição.
  • AUTOR Marguerite Duras
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
Quick View
Adicionar aos Favoritos

Hiroshima, meu amor

16,60 
Um homem e uma mulher encontram-se. Ele é japonês; ela é francesa e veio a Hiroshima para trabalhar na rodagem de um filme sobre a paz. Encontramo-los agora despidos, deitados sobre a cama de um hotel. E conversam. Ela quer que estes sejam os derradeiros momentos que passam juntos, antes de regressar a casa, no dia seguinte. Ele não a quer deixar ir. São ambos casados, com filhos e uma vida familiar relativamente feliz. A breve aventura acontece no único lugar do mundo em que não se espera que estas coisas aconteçam. Conversam sobre Hiroshima, como se não fosse impossível falar de Hiroshima. Ambos carregam uma ferida aberta do passado, não apenas ele. A dela é a do primeiro grande amor, por um soldado alemão executado à sua frente após a libertação - a que se seguiu o calvário da tosquia e da humilhação das mulheres que se haviam deitado com o inimigo. Este livro nasce a partir do argumento que Marguerite Duras escreveu para o filme homónimo de Alain Resnais e reaparece, agora, numa nova edição.
  • AUTOR Marguerite Duras
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
AdicionarView cart
Esgotado
Esgotado
Esgotado

O melhor livro para aprender a desenhar uma vaca

11,00 
Neste livro tens todas as instruções necessárias para aprender a desenhar uma vaca corretamente, passo a passo: as quatro patas, a cauda, a cabeça alongada, os dentes… Ops! Não entre em pânico. Este livro também dá todas as instruções para o caso de a tua vaca se parecer perigosamente com um crocodilo! E se o animal em questão saltar de repente para cima do artista para o devorar, há sempre tempo para pegar na borracha… Este é um livro hilariante e divertido que mostra que aprender a desenhar uma vaca pode ser mais complicado do que parece, e até muito perigoso…
  • TEXTO Hélène Rice
  • ILUSTRAÇÃO Ronan Badel
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
Esgotado
Quick View
Adicionar aos Favoritos

O melhor livro para aprender a desenhar uma vaca

11,00 
Neste livro tens todas as instruções necessárias para aprender a desenhar uma vaca corretamente, passo a passo: as quatro patas, a cauda, a cabeça alongada, os dentes… Ops! Não entre em pânico. Este livro também dá todas as instruções para o caso de a tua vaca se parecer perigosamente com um crocodilo! E se o animal em questão saltar de repente para cima do artista para o devorar, há sempre tempo para pegar na borracha… Este é um livro hilariante e divertido que mostra que aprender a desenhar uma vaca pode ser mais complicado do que parece, e até muito perigoso…
  • TEXTO Hélène Rice
  • ILUSTRAÇÃO Ronan Badel
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
Esgotado
Esgotado
AdicionarView cart

Se eu abrir esta porta agora…

14,00 
Na hora de dormir, um quarto escuro pode guardar algumas surpresas… Tens a certeza de que não há nada lá dentro, ou melhor, a morar no guarda-roupa? Um monstro, talvez? SE EU ABRIR ESTA PORTA AGORA… faz o leitor assumir o protagonismo da história ao colocar-se no lugar do personagem, que abre sucessivas vezes a porta do guarda-roupa num quarto escuro, sendo a cada momento conduzido a uma surpresa diferente. Alexandre Rampazo usa o formato do próprio livro para o transformar num elemento de narrativa, permitindo que imaginação e realidade se misturem, numa história que conduz o olhar do leitor a uma experiência única.
  • AUTOR Alexandre Rampazo
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
Quick View
Adicionar aos Favoritos

Se eu abrir esta porta agora…

14,00 
Na hora de dormir, um quarto escuro pode guardar algumas surpresas… Tens a certeza de que não há nada lá dentro, ou melhor, a morar no guarda-roupa? Um monstro, talvez? SE EU ABRIR ESTA PORTA AGORA… faz o leitor assumir o protagonismo da história ao colocar-se no lugar do personagem, que abre sucessivas vezes a porta do guarda-roupa num quarto escuro, sendo a cada momento conduzido a uma surpresa diferente. Alexandre Rampazo usa o formato do próprio livro para o transformar num elemento de narrativa, permitindo que imaginação e realidade se misturem, numa história que conduz o olhar do leitor a uma experiência única.
  • AUTOR Alexandre Rampazo
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
AdicionarView cart
AdicionarView cart

Este é o lobo

12,00 
Com palavras simples e belas ilustrações, Alexandre Rampazo faz-nos regressar a um mundo onde nos confrontamos com personagens clássicas da nossa infância: o capuchinho vermelho, a avó, o caçador, o príncipe, a princesa e os três porquinhos. Um livro sobre a maravilhada amizade que nos prende e que nos deixa sem respirar até ao último instante.
  • AUTOR Alexandre Rampazo
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
Quick View
Adicionar aos Favoritos

Este é o lobo

12,00 
Com palavras simples e belas ilustrações, Alexandre Rampazo faz-nos regressar a um mundo onde nos confrontamos com personagens clássicas da nossa infância: o capuchinho vermelho, a avó, o caçador, o príncipe, a princesa e os três porquinhos. Um livro sobre a maravilhada amizade que nos prende e que nos deixa sem respirar até ao último instante.
  • AUTOR Alexandre Rampazo
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
AdicionarView cart
AdicionarView cart

Monstro

11,00 
Aqui está um monstro, muito assustador a quem gritamos em voz alta: “Ó Monstro, tu não me assustaas! Eu faço-te cócegas nos cornichos… Já não me podes atacar, ó Monstro!!! Faço-te cócegas debaixo dos braços…Página após página, o leitor faz cócegas nas diferentes partes do corpo do monstro, que se desconstrói gradualmente: os chifres transformam-se em lua, os braços e as pernas crescem em árvores, a barriga torna-se uma casa… E o monstro toma a forma do mundo reconfortante da criança.Um livro lúdico e interactivo para afugentar os monstros da noite.
  • AUTOR Édouard Manceau
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
Quick View
Adicionar aos Favoritos

Monstro

11,00 
Aqui está um monstro, muito assustador a quem gritamos em voz alta: “Ó Monstro, tu não me assustaas! Eu faço-te cócegas nos cornichos… Já não me podes atacar, ó Monstro!!! Faço-te cócegas debaixo dos braços…Página após página, o leitor faz cócegas nas diferentes partes do corpo do monstro, que se desconstrói gradualmente: os chifres transformam-se em lua, os braços e as pernas crescem em árvores, a barriga torna-se uma casa… E o monstro toma a forma do mundo reconfortante da criança.Um livro lúdico e interactivo para afugentar os monstros da noite.
  • AUTOR Édouard Manceau
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
AdicionarView cart
Esgotado
Esgotado
Esgotado

Maniac

22,00 
Maniac é uma obra de ficção baseada em factos reais que tem como protagonista John von Neumann, matemático húngaro nacionalizado norte-americano que lançou as bases da computação. Von Neumann esteve ligado ao Projeto Manhattan e foi considerado um dos investigadores mais brilhantes do século XX, capaz de antecipar muitas das perguntas fundamentais do século XXI. Maniac pode ser lido como um relato dos mitos fundadores da tecnologia moderna, mas escrito com o ritmo de um thriller. Labatut é um escritor para quem "a literatura é um trabalho do espírito e não do cérebro". Por isso, em Maniac convergem a irracionalidade do misticismo e a racionalidade própria da ciência.
  • AUTOR Benjamín Labatut
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
Esgotado
Quick View
Adicionar aos Favoritos

Maniac

22,00 
Maniac é uma obra de ficção baseada em factos reais que tem como protagonista John von Neumann, matemático húngaro nacionalizado norte-americano que lançou as bases da computação. Von Neumann esteve ligado ao Projeto Manhattan e foi considerado um dos investigadores mais brilhantes do século XX, capaz de antecipar muitas das perguntas fundamentais do século XXI. Maniac pode ser lido como um relato dos mitos fundadores da tecnologia moderna, mas escrito com o ritmo de um thriller. Labatut é um escritor para quem "a literatura é um trabalho do espírito e não do cérebro". Por isso, em Maniac convergem a irracionalidade do misticismo e a racionalidade própria da ciência.
  • AUTOR Benjamín Labatut
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
Esgotado
Esgotado
    O seu carrinho está vazioVoltar à loja
    ×