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Herstory – Uma história ilustrada das mulheres

27,00 
A história das mulheres tem sido uma batalha constante pela conquista de novos espaços de liberdade, encabeçada por figuras decisivas e iniciativas colectivas. Da Pré-História ao movimento #MeToo, Herstory recupera histórias e imagens de mulheres votadas ao esquecimento pela narrativa ocidental dominante. Da ciência à literatura, do desporto à defesa dos direitos humanos, dá voz a centenas de mulheres que protagonizaram momentos de conquista, reviravolta e resistência. Esta edição conta ainda com uma selecção de figuras incontornáveis da realidade portuguesa e é acompanhada por vinte novas ilustrações de Cristina Daura.
  • TEXTO María Bastarós e Nacho M. Segarra
  • ILUSTRAÇÃO Cristina Daura
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Herstory – Uma história ilustrada das mulheres

27,00 
A história das mulheres tem sido uma batalha constante pela conquista de novos espaços de liberdade, encabeçada por figuras decisivas e iniciativas colectivas. Da Pré-História ao movimento #MeToo, Herstory recupera histórias e imagens de mulheres votadas ao esquecimento pela narrativa ocidental dominante. Da ciência à literatura, do desporto à defesa dos direitos humanos, dá voz a centenas de mulheres que protagonizaram momentos de conquista, reviravolta e resistência. Esta edição conta ainda com uma selecção de figuras incontornáveis da realidade portuguesa e é acompanhada por vinte novas ilustrações de Cristina Daura.
  • TEXTO María Bastarós e Nacho M. Segarra
  • ILUSTRAÇÃO Cristina Daura
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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As mãos do meu pai

16,00 
Mãos quentes, mãos fortes. As mãos do meu pai são mãos grandes. Quando eu era pequeno, as mãos do meu pai deram-me colo e brincaram comigo. Alimentaram e vestiram-me. Mostraram-me o mundo e ensinaram-me que cuidar é uma forma de amar. Hoje sou adulto. Sou eu quem ampara e acarinha o meu pai, quem se recorda de nós. As minhas mãos continuam a procurar as suas. As mãos do meu pai são mãos grandes.
  • AUTOR Deok Kyu Choi
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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As mãos do meu pai

16,00 
Mãos quentes, mãos fortes. As mãos do meu pai são mãos grandes. Quando eu era pequeno, as mãos do meu pai deram-me colo e brincaram comigo. Alimentaram e vestiram-me. Mostraram-me o mundo e ensinaram-me que cuidar é uma forma de amar. Hoje sou adulto. Sou eu quem ampara e acarinha o meu pai, quem se recorda de nós. As minhas mãos continuam a procurar as suas. As mãos do meu pai são mãos grandes.
  • AUTOR Deok Kyu Choi
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Redenção

18,00 
Redenção (2014) narra o reencontro de Eldon Starlight, um homem destruído pelo álcool, e do seu jovem filho, Franklin, que ele mal conhece. A travessia das deslumbrantes florestas da Colúmbia Britânica, em busca da terra sagrada da tribo onde o pai moribundo tem por último desejo ser enterrado, revela uma relação difícil em busca de apaziguamento e redenção. Ao longo dos trilhos, ecoa a história de vida de Eldon - da sua dura infância ao combate na Guerra da Coreia e aos traumas que perduraram -, e descobre-se na natureza uma herança comum. Tido pela crítica como uma viagem iniciática numa prosa magistral e límpida, este romance ilustra a trajectória de uma geração de homens nativos das Primeiras Nações canadianas no século XX.
  • AUTOR Richard Wagamese
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Redenção

18,00 
Redenção (2014) narra o reencontro de Eldon Starlight, um homem destruído pelo álcool, e do seu jovem filho, Franklin, que ele mal conhece. A travessia das deslumbrantes florestas da Colúmbia Britânica, em busca da terra sagrada da tribo onde o pai moribundo tem por último desejo ser enterrado, revela uma relação difícil em busca de apaziguamento e redenção. Ao longo dos trilhos, ecoa a história de vida de Eldon - da sua dura infância ao combate na Guerra da Coreia e aos traumas que perduraram -, e descobre-se na natureza uma herança comum. Tido pela crítica como uma viagem iniciática numa prosa magistral e límpida, este romance ilustra a trajectória de uma geração de homens nativos das Primeiras Nações canadianas no século XX.
  • AUTOR Richard Wagamese
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Sobre a essência do dinheiro

14,00 
No seguimento da publicação de A Essência do Cristianismo (1841), por Ludwig Feuerbach, Moses Hess escreve Sobre a Essência do Dinheiro (1845), a primeira tentativa de transposição do conceito feuerbachiano da alienação religiosa para as esferas da vida social e económica: o que Deus é no mundo das ideias, o dinheiro é no mundo real da sociedade moderna, ambos projecções dos próprios poderes e actividades sociais dos seres humanos. Com um espírito de indignação e uma linguagem tão filosófica quanto alegórica, Hess procura mostrar o dinheiro como o ponto culminante de uma longa história da alienação humana, um Além terreno, tornado substância de todas as aspirações sociais e baseado na lógica predatória da livre concorrência, no egoísmo, na propriedade privada e na venda voluntária de si mesmo. Um texto injustamente esquecido, com intuições fulgurantes que antecipam temas do que viria a ser a crítica da economia política de Karl Marx.
  • AUTOR Moses Hess
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Sobre a essência do dinheiro

14,00 
No seguimento da publicação de A Essência do Cristianismo (1841), por Ludwig Feuerbach, Moses Hess escreve Sobre a Essência do Dinheiro (1845), a primeira tentativa de transposição do conceito feuerbachiano da alienação religiosa para as esferas da vida social e económica: o que Deus é no mundo das ideias, o dinheiro é no mundo real da sociedade moderna, ambos projecções dos próprios poderes e actividades sociais dos seres humanos. Com um espírito de indignação e uma linguagem tão filosófica quanto alegórica, Hess procura mostrar o dinheiro como o ponto culminante de uma longa história da alienação humana, um Além terreno, tornado substância de todas as aspirações sociais e baseado na lógica predatória da livre concorrência, no egoísmo, na propriedade privada e na venda voluntária de si mesmo. Um texto injustamente esquecido, com intuições fulgurantes que antecipam temas do que viria a ser a crítica da economia política de Karl Marx.
  • AUTOR Moses Hess
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Acreditar nas Feras

16,00 
Acreditar nas Feras (2019) narra o encontro brutal entre uma antropóloga e um urso na Sibéria, em 2015. Ele desfigurou-a, mas poupou-lhe a vida. Ela sobreviveu para contar este esmagador recontro, esta história «de um colapso e de uma ressurreição». Carregará consigo para sempre a marca da fera, ao tornar-se, segundo os Evenos, uma miedka, uma criatura habitada pelo espírito do animal e que vive entre dois mundos cujas fronteiras se estilhaçaram. Relato construído ao ritmo das estações do ano, do qual não está ausente a dimensão política - a guerra fria entre Leste e Ocidente, travada no corpo de uma mulher, em intermináveis cirurgias e pernoitas em hospitais russos e franceses -, Acreditar nas Feras questiona uma humanidade que, no ensejo de tudo normalizar e controlar, esqueceu uma ligação ancestral e a pertença ao mundo natural.
  • AUTOR Nastassja Martin
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Acreditar nas Feras

16,00 
Acreditar nas Feras (2019) narra o encontro brutal entre uma antropóloga e um urso na Sibéria, em 2015. Ele desfigurou-a, mas poupou-lhe a vida. Ela sobreviveu para contar este esmagador recontro, esta história «de um colapso e de uma ressurreição». Carregará consigo para sempre a marca da fera, ao tornar-se, segundo os Evenos, uma miedka, uma criatura habitada pelo espírito do animal e que vive entre dois mundos cujas fronteiras se estilhaçaram. Relato construído ao ritmo das estações do ano, do qual não está ausente a dimensão política - a guerra fria entre Leste e Ocidente, travada no corpo de uma mulher, em intermináveis cirurgias e pernoitas em hospitais russos e franceses -, Acreditar nas Feras questiona uma humanidade que, no ensejo de tudo normalizar e controlar, esqueceu uma ligação ancestral e a pertença ao mundo natural.
  • AUTOR Nastassja Martin
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Carta aberta

16,50 
Carta Aberta (1967), primeiro livro de um ciclo que Goliarda Sapienza intitularia Autobiografia das Contradições, é um ajuste de contas com o mundo, pela mão de uma das escritoras italianas mais apaixonantes do século XX. Fruto de um conflito interior e da necessidade de indagar o passado — quando da boca dos adultos brotavam mais mentiras do que verdades, e os pais «combatiam o fascismo com a mesma rigidez e a mesma retórica dele» —, centra-se nos tempos de infância e juventude na luminosa Catânia, recuperando as mulheres sicilianas que moldaram a autora, as superstições inspiradas pelo Etna, a morte do pai e a loucura da mãe, traumas da guerra e da ditadura.
  • AUTOR Goliarda Sapienza
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Carta aberta

16,50 
Carta Aberta (1967), primeiro livro de um ciclo que Goliarda Sapienza intitularia Autobiografia das Contradições, é um ajuste de contas com o mundo, pela mão de uma das escritoras italianas mais apaixonantes do século XX. Fruto de um conflito interior e da necessidade de indagar o passado — quando da boca dos adultos brotavam mais mentiras do que verdades, e os pais «combatiam o fascismo com a mesma rigidez e a mesma retórica dele» —, centra-se nos tempos de infância e juventude na luminosa Catânia, recuperando as mulheres sicilianas que moldaram a autora, as superstições inspiradas pelo Etna, a morte do pai e a loucura da mãe, traumas da guerra e da ditadura.
  • AUTOR Goliarda Sapienza
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Reúnam-se em meu nome

16,00 
Em Reúnam-se em Meu Nome (1974), Maya Angelou prossegue o ciclo autobiográfico iniciado em Sei Porque Canta o Pássaro na Gaiola. No limiar entre a adolescência e a idade adulta — atraída pelas luzes dos palcos de Chicago, pelo submundo de São Francisco, e regressando ao Arkansas da infância, entre biscates e amargos desaires —, «caminhara à beira do precipício e vira tudo». Relato de uma luta travada diariamente como mãe e mulher negra no pós-guerra, centra-se na procura de um lugar no mundo e na coragem necessária para sobreviver numa sociedade hostil.
  • AUTOR Maya Angelou
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Reúnam-se em meu nome

16,00 
Em Reúnam-se em Meu Nome (1974), Maya Angelou prossegue o ciclo autobiográfico iniciado em Sei Porque Canta o Pássaro na Gaiola. No limiar entre a adolescência e a idade adulta — atraída pelas luzes dos palcos de Chicago, pelo submundo de São Francisco, e regressando ao Arkansas da infância, entre biscates e amargos desaires —, «caminhara à beira do precipício e vira tudo». Relato de uma luta travada diariamente como mãe e mulher negra no pós-guerra, centra-se na procura de um lugar no mundo e na coragem necessária para sobreviver numa sociedade hostil.
  • AUTOR Maya Angelou
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Ned Ludd e a Rainha Mab – Destruição de máquinas, romantismo e os vários comunais de 1811-1812

13,00 
Entre 1811 e 1812, nas Ilhas Britânicas, ludditas atacavam as máquinas que os tornavam supérfluos, insurgentes irlandeses conspiravam contra o domínio colonial inglês, e trabalhadores galeses cultivavam terras comunais, enquanto no Egipto e na Indonésia estas eram usurpadas aos camponeses. Nas Américas, escravos revoltosos destruíam as ferramentas que os escravizavam, povos indígenas insurgiam-se contra os seus opressores, e revolucionários sonhavam com a independência do colonialismo europeu. E Percy Shelley escrevia A Rainha Mab. Em Ned Ludd e a Rainha Mab (2011), Peter Linebaugh entrelaça histórias de revolta e resistência contra a expropriação dos comunais e a exploração do sistema capitalista em expansão, demonstrando que estas eram lutas transversais aos povos de todo o mundo.
  • AUTOR Peter Linebaugh
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Ned Ludd e a Rainha Mab – Destruição de máquinas, romantismo e os vários comunais de 1811-1812

13,00 
Entre 1811 e 1812, nas Ilhas Britânicas, ludditas atacavam as máquinas que os tornavam supérfluos, insurgentes irlandeses conspiravam contra o domínio colonial inglês, e trabalhadores galeses cultivavam terras comunais, enquanto no Egipto e na Indonésia estas eram usurpadas aos camponeses. Nas Américas, escravos revoltosos destruíam as ferramentas que os escravizavam, povos indígenas insurgiam-se contra os seus opressores, e revolucionários sonhavam com a independência do colonialismo europeu. E Percy Shelley escrevia A Rainha Mab. Em Ned Ludd e a Rainha Mab (2011), Peter Linebaugh entrelaça histórias de revolta e resistência contra a expropriação dos comunais e a exploração do sistema capitalista em expansão, demonstrando que estas eram lutas transversais aos povos de todo o mundo.
  • AUTOR Peter Linebaugh
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Tempo de erros

15,00 
Procurei o jogo da vida e os seus símbolos, não a sua verdade: a obscuridade e o enigma em vez do claro e do simples, o desconhecido em vez do óbvio, a miragem em vez da água. Em Tempo de Erros (1992), Muhammad Chukri prossegue o duro relato autobiográfico iniciado em Pão Seco. Nesta história, assistimos aos anos de aprendizagem do autor, à sua crescente obsessão pela leitura e ao advento de um escritor. Entre a família em Tânger e a escola em Laraxe, preenchem os seus dias uma galeria de almas perdidas, amigos e amantes como a marca da loucura e, diz-nos, «bárbaros com quem vivi de noite em estreitas ruelas e tabernas duvidosas». Num país onde «os inteligentes enlouqueceram e deliram pelas ruas, e os que merecem ficar aqui emigraram», Chukri revisita a doença, a idade adulta e as amizades com os marginais estrangeiros atraídos por Tânger, reiterando a impossibilidade de aniquilar os desejos que o movem.
  • AUTOR Muhammad Chukri
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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15,00 
Procurei o jogo da vida e os seus símbolos, não a sua verdade: a obscuridade e o enigma em vez do claro e do simples, o desconhecido em vez do óbvio, a miragem em vez da água. Em Tempo de Erros (1992), Muhammad Chukri prossegue o duro relato autobiográfico iniciado em Pão Seco. Nesta história, assistimos aos anos de aprendizagem do autor, à sua crescente obsessão pela leitura e ao advento de um escritor. Entre a família em Tânger e a escola em Laraxe, preenchem os seus dias uma galeria de almas perdidas, amigos e amantes como a marca da loucura e, diz-nos, «bárbaros com quem vivi de noite em estreitas ruelas e tabernas duvidosas». Num país onde «os inteligentes enlouqueceram e deliram pelas ruas, e os que merecem ficar aqui emigraram», Chukri revisita a doença, a idade adulta e as amizades com os marginais estrangeiros atraídos por Tânger, reiterando a impossibilidade de aniquilar os desejos que o movem.
  • AUTOR Muhammad Chukri
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Ensinar uma pedra a falar

16,00 
Ensinar uma Pedra a Falar (1982) reúne catorze ensaios autobiográficos que nos levam a locais remotos do planeta: rumo ao gelo do Árctico (Uma expedição ao Pólo), à vida à beira-rio nos confins da selva equatoriana, entre tartarugas e leões-marinhos nas Galápagos (Vida nas Rochas) e eclipses solares. Oscilando entre a inefável grandiosidade do intocado, a resignação pelo destino de um veado capturado (O Veado em Providencia) e o milagre da troca de olhares com uma doninha no campo (Viver como Doninhas), Annie Dillard capta habilmente momentos tão fugazes como clarividentes, revelando os em todo o seu assombro. Habitadas por Emerson, Thoreau e Dickinson, destas páginas irrompem divagações filosóficas sobre o inexorável movimento do tempo, reflexões sobre a admiração que a natureza nos inspira e que a civilização teima em apagar, formulando uma filosofia do olhar e da liberdade.
  • AUTOR Annie Dillard
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Ensinar uma pedra a falar

16,00 
Ensinar uma Pedra a Falar (1982) reúne catorze ensaios autobiográficos que nos levam a locais remotos do planeta: rumo ao gelo do Árctico (Uma expedição ao Pólo), à vida à beira-rio nos confins da selva equatoriana, entre tartarugas e leões-marinhos nas Galápagos (Vida nas Rochas) e eclipses solares. Oscilando entre a inefável grandiosidade do intocado, a resignação pelo destino de um veado capturado (O Veado em Providencia) e o milagre da troca de olhares com uma doninha no campo (Viver como Doninhas), Annie Dillard capta habilmente momentos tão fugazes como clarividentes, revelando os em todo o seu assombro. Habitadas por Emerson, Thoreau e Dickinson, destas páginas irrompem divagações filosóficas sobre o inexorável movimento do tempo, reflexões sobre a admiração que a natureza nos inspira e que a civilização teima em apagar, formulando uma filosofia do olhar e da liberdade.
  • AUTOR Annie Dillard
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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O burro sabe

13,00 
O Rafael vivia numa aldeia onde as casas não tinham água, nem luz, e nem sequer uma casa de banho! Um dia, os pais deram-lhe uma tarefa: ir levar trigo ao moinho distante. O Rafael não teve dificuldades em chegar, pois o burro já conhecia o caminho do pão. Com as inspiradoras ilustrações de Christina Casnellie, esta é uma história que convida a descobrir e a sonhar.
  • TEXTO Manuel Palaio
  • ILUSTRAÇÃO Christina Casnellie
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O burro sabe

13,00 
O Rafael vivia numa aldeia onde as casas não tinham água, nem luz, e nem sequer uma casa de banho! Um dia, os pais deram-lhe uma tarefa: ir levar trigo ao moinho distante. O Rafael não teve dificuldades em chegar, pois o burro já conhecia o caminho do pão. Com as inspiradoras ilustrações de Christina Casnellie, esta é uma história que convida a descobrir e a sonhar.
  • TEXTO Manuel Palaio
  • ILUSTRAÇÃO Christina Casnellie
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O gigante

15,00 
Pareciam pés de gigante... O David vivia no sopé de uma montanha. Um dia, curioso, decidiu subir para a explorar. Quando deparou com uns pés de gigante, teve tanto medo que nem se atreveu a olhar para cima. Mas será que tinha visto bem?
  • TEXTO Manuel Palaio
  • ILUSTRAÇÃO Christina Casnellie
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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O gigante

15,00 
Pareciam pés de gigante... O David vivia no sopé de uma montanha. Um dia, curioso, decidiu subir para a explorar. Quando deparou com uns pés de gigante, teve tanto medo que nem se atreveu a olhar para cima. Mas será que tinha visto bem?
  • TEXTO Manuel Palaio
  • ILUSTRAÇÃO Christina Casnellie
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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