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Patati patatá

12,50 

João Manuel Ribeiro e Rui Castro brindam os mais pequenos dos pequenos com treze poemas para ver, contar, cantar, adivinhar, corar, chorar e ir embora, torcer o pepino, fazer maldades, mandar a Dona Constipação para o chilindró, dizer às vezes sim e às vezes não, aprender as cores, conhecer a fala de alguns animais, saltar na cama alta da Ana e escrever com lápis e giz: Patati Patatá.
A tudo isto, Vítor Pereira deu música, voz e melodia para que seja imensa a alegria de crescer e viver!
Da harmonia entre as palavras e as imagens, nasce um livro para ser lido, cantado e visto, em casa, no Jardim de Infância e em qualquer lugar onde seja preciso dizer a beleza das coisas pequeninas.
As 14 canções podem ser adquiridas no site da editora!

  • TEXTO João Manuel Ribeiro
  • ILUSTRAÇÃO Rui Castro
  • ANO DE EDIÇÃO 2020

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REF: 9789895485826
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João Manuel Ribeiro e Rui Castro brindam os mais pequenos dos pequenos com treze poemas para ver, contar, cantar, adivinhar, corar, chorar e ir embora, torcer o pepino, fazer maldades, mandar a Dona Constipação para o chilindró, dizer às vezes sim e às vezes não, aprender as cores, conhecer a fala de alguns animais, saltar na cama alta da Ana e escrever com lápis e giz: Patati Patatá.
A tudo isto, Vítor Pereira deu música, voz e melodia para que seja imensa a alegria de crescer e viver!
Da harmonia entre as palavras e as imagens, nasce um livro para ser lido, cantado e visto, em casa, no Jardim de Infância e em qualquer lugar onde seja preciso dizer a beleza das coisas pequeninas.
As 14 canções podem ser adquiridas no site da editora!

  • TEXTO João Manuel Ribeiro
  • ILUSTRAÇÃO Rui Castro
  • ANO DE EDIÇÃO 2020

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Pássaros de papel

12,50 
Satoru é um menino que vive no Japão, numa aldeia situada entre o sopé do Monte Fuji e uma floresta amaldiçoada - a Floresta dos Múrmúrios - da qual se contam inúmeras histórias assustadoras. Foi com a bisavó, a mulher mais velha da região, que Satoru aprendeu a arte de dobrar o papel (ori kami) e de fazer as esculturas mais maravilhosas. A sua preferida é a Cegonha (Tsuru), símbolo de felicidade e boa sorte. Um dia, Satoru é atraído para a Floresta dos Murmúrios, de onde nunca ninguém conseguiu regressar. O que acontecerá ao rapazinho? Será capaz de encontrar o caminho de regresso a casa? As histórias serão verdadeiras ou não passarão de lendas? Embarca nesta leitura e vive uma aventura surpreendente com uma criança que irá enfrentar os seus medos e sobreviver para contar a história.
  • TEXTO Lucinda Cunha
  • ILUSTRAÇÃO Rui Castro
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Pássaros de papel

12,50 
Satoru é um menino que vive no Japão, numa aldeia situada entre o sopé do Monte Fuji e uma floresta amaldiçoada - a Floresta dos Múrmúrios - da qual se contam inúmeras histórias assustadoras. Foi com a bisavó, a mulher mais velha da região, que Satoru aprendeu a arte de dobrar o papel (ori kami) e de fazer as esculturas mais maravilhosas. A sua preferida é a Cegonha (Tsuru), símbolo de felicidade e boa sorte. Um dia, Satoru é atraído para a Floresta dos Murmúrios, de onde nunca ninguém conseguiu regressar. O que acontecerá ao rapazinho? Será capaz de encontrar o caminho de regresso a casa? As histórias serão verdadeiras ou não passarão de lendas? Embarca nesta leitura e vive uma aventura surpreendente com uma criança que irá enfrentar os seus medos e sobreviver para contar a história.
  • TEXTO Lucinda Cunha
  • ILUSTRAÇÃO Rui Castro
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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O fantasma da Clarisse

13,50 
A Clarisse é uma menina como tantas outras — ou quase. Vive, sente, observa. Mas há dias em que o mundo ganha outro ritmo. Os sons crescem, os gestos abrandam, as palavras escondem-se. E Clarisse tenta organizar tudo dentro de si, com uma coragem silenciosa que nem sempre os outros veem. À sua volta, a família, os amigos e a escola procuram compreender esse universo tão particular. Querem ajudar, aproximar-se, encontrar formas de comunicar. Nem sempre acertam. Nem sempre entendem. Mas aprendem, pouco a pouco, que Clarisse não precisa de se tornar igual — precisa de ser escutada, respeitada e acolhida. Um fantasma acompanha Clarisse todos os dias. Não assusta, não faz barulho, não se vê. Chama-se autismo. E, através dele, o leitor descobre uma forma diferente — e profundamente bela — de estar no mundo. Neste livro terno e poético, cada página abre espaço à empatia. a narrativa aproxima o leitor das emoções de Clarisse e revela como pequenos gestos podem construir pontes verdadeiras. a história mostra que compreender não significa mudar o outro, mas aprender a olhar com mais atenção, paciência e amor. O Fantasma da Clarisse não conta uma história de medo. Conta uma história de encontros. Encontros com a diferença, com a escuta, com a delicadeza de ver o mundo por outros olhos. Um livro essencial para crianças, famílias e educadores que desejam crescer em sensibilidade e inclusão. Entra no mundo da Clarisse… e aprende a ver com o coração.
  • TEXTO João Manuel Ribeiro
  • ILUSTRAÇÃO Libânia Freitas
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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O fantasma da Clarisse

13,50 
A Clarisse é uma menina como tantas outras — ou quase. Vive, sente, observa. Mas há dias em que o mundo ganha outro ritmo. Os sons crescem, os gestos abrandam, as palavras escondem-se. E Clarisse tenta organizar tudo dentro de si, com uma coragem silenciosa que nem sempre os outros veem. À sua volta, a família, os amigos e a escola procuram compreender esse universo tão particular. Querem ajudar, aproximar-se, encontrar formas de comunicar. Nem sempre acertam. Nem sempre entendem. Mas aprendem, pouco a pouco, que Clarisse não precisa de se tornar igual — precisa de ser escutada, respeitada e acolhida. Um fantasma acompanha Clarisse todos os dias. Não assusta, não faz barulho, não se vê. Chama-se autismo. E, através dele, o leitor descobre uma forma diferente — e profundamente bela — de estar no mundo. Neste livro terno e poético, cada página abre espaço à empatia. a narrativa aproxima o leitor das emoções de Clarisse e revela como pequenos gestos podem construir pontes verdadeiras. a história mostra que compreender não significa mudar o outro, mas aprender a olhar com mais atenção, paciência e amor. O Fantasma da Clarisse não conta uma história de medo. Conta uma história de encontros. Encontros com a diferença, com a escuta, com a delicadeza de ver o mundo por outros olhos. Um livro essencial para crianças, famílias e educadores que desejam crescer em sensibilidade e inclusão. Entra no mundo da Clarisse… e aprende a ver com o coração.
  • TEXTO João Manuel Ribeiro
  • ILUSTRAÇÃO Libânia Freitas
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Roda que roda

12,50 
«A energia é um conceito complexo devido à inexistência de um objeto ou fenómeno único que a represente. A compreensão deste conceito por cada criança deverá passar pela construção de uma representação mental própria, através do reconhecimento das propriedades fundamentais da energia e das suas manifestações. A vida é uma manifestação contínua de trocas de energia que ocorrem em todas as nossas ações. Usamos energia para tudo. O cérebro, o coração, os pulmões e as células do nosso corpo estão a trabalhar continuamente, usando energia. Como a energia não se cria, é necessário obter essa energia e transformá-la (no nosso organismo). Os alimentos fornecem-nos essa energia. Os animais, tal como os humanos, não têm capacidade de usar energia de outras fontes para além dos alimentos. Só os vegetais (e algumas bactérias) têm capacidade para ir buscar energia diretamente ao sol (através da fotossíntese). Ao longo da nossa existência aprendemos a transformar a energia existente no universo. Primeiro foi o fogo que usávamos para nos aquecer, iluminar e cozinhar. Depois criámos máquinas que funcionavam com o vapor produzido pelo aquecimento da água (pelo fogo). Mais tarde, substituímos a madeira por outros combustíveis e melhorámos a qualidade dos motores (dos comboios e das máquinas) que passaram a usar os gases produzidos pela combustão para produzir movimento (em vez do vapor da água usado pelas primeiras máquinas). Depois veio a eletricidade, produzida por centrais termoelétricas (queimando combustíveis), por barragens (cujo movimento da água aciona turbinas) e por outras formas mais sofisticadas, algumas mais amigas do ambiente (movimento de turbinas eólicas, pelo vento) e outras mais perigosas (centrais nucleares, a partir de transformações que envolvem o núcleo de átomos).» (Fátima Bento, Cenas & Ciências, Universidade do Minho). (Inj Prefácio. Carlos Fiolhais)
  • TEXTO João Manuel Ribeiro
  • ILUSTRAÇÃO Miriam Reis
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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Roda que roda

12,50 
«A energia é um conceito complexo devido à inexistência de um objeto ou fenómeno único que a represente. A compreensão deste conceito por cada criança deverá passar pela construção de uma representação mental própria, através do reconhecimento das propriedades fundamentais da energia e das suas manifestações. A vida é uma manifestação contínua de trocas de energia que ocorrem em todas as nossas ações. Usamos energia para tudo. O cérebro, o coração, os pulmões e as células do nosso corpo estão a trabalhar continuamente, usando energia. Como a energia não se cria, é necessário obter essa energia e transformá-la (no nosso organismo). Os alimentos fornecem-nos essa energia. Os animais, tal como os humanos, não têm capacidade de usar energia de outras fontes para além dos alimentos. Só os vegetais (e algumas bactérias) têm capacidade para ir buscar energia diretamente ao sol (através da fotossíntese). Ao longo da nossa existência aprendemos a transformar a energia existente no universo. Primeiro foi o fogo que usávamos para nos aquecer, iluminar e cozinhar. Depois criámos máquinas que funcionavam com o vapor produzido pelo aquecimento da água (pelo fogo). Mais tarde, substituímos a madeira por outros combustíveis e melhorámos a qualidade dos motores (dos comboios e das máquinas) que passaram a usar os gases produzidos pela combustão para produzir movimento (em vez do vapor da água usado pelas primeiras máquinas). Depois veio a eletricidade, produzida por centrais termoelétricas (queimando combustíveis), por barragens (cujo movimento da água aciona turbinas) e por outras formas mais sofisticadas, algumas mais amigas do ambiente (movimento de turbinas eólicas, pelo vento) e outras mais perigosas (centrais nucleares, a partir de transformações que envolvem o núcleo de átomos).» (Fátima Bento, Cenas & Ciências, Universidade do Minho). (Inj Prefácio. Carlos Fiolhais)
  • TEXTO João Manuel Ribeiro
  • ILUSTRAÇÃO Miriam Reis
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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