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Sei de uma velha que engoliu uma mosca

10,00 

“Era uma vez uma velha que engoliu uma mosca… Mas porquê?!”

Prepare-se para uma aventura hilariante e absurda que desafia toda a lógica! Nesta história clássica e cheia de ritmo, uma velhinha curiosa começa uma cadeia de eventos cada vez mais surpreendentes: para capturar a mosca que engoliu, ela decide engolir… uma aranha! E depois um pássaro, um gato, e muito mais!
Com rimas divertidas e repetitivas, perfeitas para leitura em voz alta, esta história inesquecível cativa crianças e adultos há gerações. Cheia de imaginação e surpresas a cada página, Sei de uma velha que engoliu uma mosca é um clássico imperdível que promete arrancar gargalhadas e inspirar a criatividade dos leitores.
Será que a velha irá conseguir resolver este problema? Descubra neste livro cativante e deliciosamente absurdo!

  • TEXTO Rute Cancela
  • ILUSTRAÇÃO Carlo Giovani
  • ANO DE EDIÇÃO 2025

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REF: 9789899107878
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“Era uma vez uma velha que engoliu uma mosca… Mas porquê?!”

Prepare-se para uma aventura hilariante e absurda que desafia toda a lógica! Nesta história clássica e cheia de ritmo, uma velhinha curiosa começa uma cadeia de eventos cada vez mais surpreendentes: para capturar a mosca que engoliu, ela decide engolir… uma aranha! E depois um pássaro, um gato, e muito mais!
Com rimas divertidas e repetitivas, perfeitas para leitura em voz alta, esta história inesquecível cativa crianças e adultos há gerações. Cheia de imaginação e surpresas a cada página, Sei de uma velha que engoliu uma mosca é um clássico imperdível que promete arrancar gargalhadas e inspirar a criatividade dos leitores.
Será que a velha irá conseguir resolver este problema? Descubra neste livro cativante e deliciosamente absurdo!

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10,00 
Uma nova coleção dedicada ao património oral de rimas infantis: para quê? Porque esta herança é uma arca cheia de palavras que continuamos a ter de decifrar, tal é a distância a que estamos do propósito que as fez nascer. Os primeiros textos que fizeram de nos gente guardam funções forjadas desde o princípio do mundo pelas bocas e gestos de todos quantos cuidaram, embalaram e nos deram colo, alimento e protecção. Estas fórmulas mágicas, secularmente esquecidas ou menorizadas, são as memórias mais antigas dessa inteira dedicação. Perante a gula voraz de uma sociedade que consome tempo à infância, é outra vez urgente ressignificar as palavras iniciais que ensinaram a nomear, vestir, contar, confiar, sorrir. Na era da velocidade, insistir nelas é resistir. Botão inaugura o Outono e este ciclo de uma rima por estação. A lengalenga rei, capitão é uma rima de adivinhar, tradicionalmente usada como jogo para aprender a “casar” botões e descobrir o nome da pessoa com quem se casa, ou a quem pertence o bibe, camisa, casaco. Que esta reescrita da tradiçÃo sirva novas brincadeiras partilhadas, e ajude a dar tempo ao tempo de colher, aconchegar e abotoar ao peito um coração.
  • TEXTO Ana Sofia Paiva
  • ILUSTRAÇÃO Carlo Giovani
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Uma nova coleção dedicada ao património oral de rimas infantis: para quê? Porque esta herança é uma arca cheia de palavras que continuamos a ter de decifrar, tal é a distância a que estamos do propósito que as fez nascer. Os primeiros textos que fizeram de nos gente guardam funções forjadas desde o princípio do mundo pelas bocas e gestos de todos quantos cuidaram, embalaram e nos deram colo, alimento e protecção. Estas fórmulas mágicas, secularmente esquecidas ou menorizadas, são as memórias mais antigas dessa inteira dedicação. Perante a gula voraz de uma sociedade que consome tempo à infância, é outra vez urgente ressignificar as palavras iniciais que ensinaram a nomear, vestir, contar, confiar, sorrir. Na era da velocidade, insistir nelas é resistir. Botão inaugura o Outono e este ciclo de uma rima por estação. A lengalenga rei, capitão é uma rima de adivinhar, tradicionalmente usada como jogo para aprender a “casar” botões e descobrir o nome da pessoa com quem se casa, ou a quem pertence o bibe, camisa, casaco. Que esta reescrita da tradiçÃo sirva novas brincadeiras partilhadas, e ajude a dar tempo ao tempo de colher, aconchegar e abotoar ao peito um coração.
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