Uma teoria feminista da violência
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Os debates em torno da igualdade de género são um repertório de violência: assédio, violação, abuso, feminicídio. Palavras que designam uma realidade cruel, mas escondem outra: a da violência de género cometida com a cumplicidade do Estado. Em Uma Teoria Feminista da Violência, Françoise Vergès denuncia a viragem carcerária na luta contra o sexismo e a obsessão punitiva do Estado, que, ao centrar-se nos «homens violentos», omite a origem da sua violência.
Para Vergès, não restam dúvidas: o capitalismo racial, os populismos ultraconservadores, a devastação do Sul global pelas guerras e pilhagens imperialistas, os milhões de pessoas exiladas e a proliferação de prisões põem a masculinidade ao serviço de uma política de morte. Por oposição à actual tendência, a autora reflecte sobre a violência como componente estruturante do patriarcado e do capitalismo, e já não enquanto especificidade masculina, e exorta-nos a imaginar uma sociedade pós-violenta, que não naturaliza a violência, que não a celebra, nem faz dela tema central da sua narrativa sobre o poder.
- AUTOR Françoise Vergès
- ANO DE EDIÇÃO 2026
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Os debates em torno da igualdade de género são um repertório de violência: assédio, violação, abuso, feminicídio. Palavras que designam uma realidade cruel, mas escondem outra: a da violência de género cometida com a cumplicidade do Estado. Em Uma Teoria Feminista da Violência, Françoise Vergès denuncia a viragem carcerária na luta contra o sexismo e a obsessão punitiva do Estado, que, ao centrar-se nos «homens violentos», omite a origem da sua violência.
Para Vergès, não restam dúvidas: o capitalismo racial, os populismos ultraconservadores, a devastação do Sul global pelas guerras e pilhagens imperialistas, os milhões de pessoas exiladas e a proliferação de prisões põem a masculinidade ao serviço de uma política de morte. Por oposição à actual tendência, a autora reflecte sobre a violência como componente estruturante do patriarcado e do capitalismo, e já não enquanto especificidade masculina, e exorta-nos a imaginar uma sociedade pós-violenta, que não naturaliza a violência, que não a celebra, nem faz dela tema central da sua narrativa sobre o poder.
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