A saúde é para todos! – O serviço nacional de saúde
10,00 €
Este livro apresenta o Serviço Nacional de Saúde aos jovens, dando a conhecer a missão desta instituição na promoção de hábitos de vida saudável, na prevenção de doenças e na disponibilização de cuidados de saúde gratuitos e de alta qualidade.
O SNS é uma das maiores conquistas da democracia portuguesa e não existe em muitos países do mundo. É importante conhecê-lo, protegê-lo e contribuir para que continue forte e acessível a todos os cidadãos.
- TEXTO Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
- ILUSTRAÇÃO Pedro Brito
- ANO DE EDIÇÃO 2025
A saúde é para todos! – O serviço nacional de saúde
10,00 €
Este livro apresenta o Serviço Nacional de Saúde aos jovens, dando a conhecer a missão desta instituição na promoção de hábitos de vida saudável, na prevenção de doenças e na disponibilização de cuidados de saúde gratuitos e de alta qualidade.
O SNS é uma das maiores conquistas da democracia portuguesa e não existe em muitos países do mundo. É importante conhecê-lo, protegê-lo e contribuir para que continue forte e acessível a todos os cidadãos.
- TEXTO Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
- ILUSTRAÇÃO Pedro Brito
- ANO DE EDIÇÃO 2025
A fénix e o unicórnio – A história que Ulisses não contou
10,00 €
Há treze anos longe de casa, Ulisses anseia pelo dia em que reencontrará a família que deixou para trás. Enquanto recupera forças, com os seus companheiros, na ilha da feiticeira Circe, Hermes, o mensageiro dos deuses, conta-lhe que há um unicórnio em Ofiússa — a terra dos adoradores de serpentes — e que o seu corno poderá ser a solução para acalmar a fúria de Posídon, o deus dos mares. Só que Ofiússa fica muito distante da ilha de Circe. Será Ulisses capaz de lá chegar? Que desafios terá de enfrentar para obter o corno? E quem são os misteriosos adoradores de serpentes?
Para celebrar os mitos que unem as gerações desde a Antiguidade até aos dias de hoje, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda lançou uma série de moedas comemorativas dedicadas a heróis e criaturas mitológicas e, agora, este livro.
Descobre-os e embarca nesta aventura que se estende desde a Grécia Antiga até ao território onde hoje se encontra Lisboa.
- TEXTO Rodrigo Vieira Dias
- ILUSTRAÇÃO Bernardo P. Carvalho
- ANO DE EDIÇÃO 2025
A fénix e o unicórnio – A história que Ulisses não contou
10,00 €
Há treze anos longe de casa, Ulisses anseia pelo dia em que reencontrará a família que deixou para trás. Enquanto recupera forças, com os seus companheiros, na ilha da feiticeira Circe, Hermes, o mensageiro dos deuses, conta-lhe que há um unicórnio em Ofiússa — a terra dos adoradores de serpentes — e que o seu corno poderá ser a solução para acalmar a fúria de Posídon, o deus dos mares. Só que Ofiússa fica muito distante da ilha de Circe. Será Ulisses capaz de lá chegar? Que desafios terá de enfrentar para obter o corno? E quem são os misteriosos adoradores de serpentes?
Para celebrar os mitos que unem as gerações desde a Antiguidade até aos dias de hoje, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda lançou uma série de moedas comemorativas dedicadas a heróis e criaturas mitológicas e, agora, este livro.
Descobre-os e embarca nesta aventura que se estende desde a Grécia Antiga até ao território onde hoje se encontra Lisboa.
- TEXTO Rodrigo Vieira Dias
- ILUSTRAÇÃO Bernardo P. Carvalho
- ANO DE EDIÇÃO 2025
Soñetos
19,00 €
Rui Reininho fez da língua portuguesa um canto e do canto uma forma nova de linguagem. Desde o começo dos anos 80 do século XX que nos troca as voltas com as suas frases inopinadas e, estranhamente, sempre tão certas.
"Soñetos" reúne todas as suas líricas, no GNR e a solo, plenas de sentido ou da evidente falta dele - mas só evidente.
- AUTOR Rui Reininho
- ANO DE EDIÇÃO 2025
Soñetos
19,00 €
Rui Reininho fez da língua portuguesa um canto e do canto uma forma nova de linguagem. Desde o começo dos anos 80 do século XX que nos troca as voltas com as suas frases inopinadas e, estranhamente, sempre tão certas.
"Soñetos" reúne todas as suas líricas, no GNR e a solo, plenas de sentido ou da evidente falta dele - mas só evidente.
- AUTOR Rui Reininho
- ANO DE EDIÇÃO 2025
A invenção do canto e outros versos
19,00 €
Carlos Tê, certamente sem disputa, é dos mais importantes escritores para canções do país.
É tão velha a canção como a polémica: são letras ou são poemas? A Imprensa Nacional, percebendo a importância em relevar o trabalho dos escritores para canções — que depois as interpretam ou não —, cria esta série da coleção Plural, a Letra Poema, porque acha que, sendo uma coisa ou sendo outra, sempre foram ambas.
A letra é um poema e um poema é uma letra. E o que aqui se tenta é a reparação dessa falha, dando o destaque merecido a quem nos põe a cantar as suas palavras.
- AUTOR Carlos Tê
- ANO DE EDIÇÃO 2024
A invenção do canto e outros versos
19,00 €
Carlos Tê, certamente sem disputa, é dos mais importantes escritores para canções do país.
É tão velha a canção como a polémica: são letras ou são poemas? A Imprensa Nacional, percebendo a importância em relevar o trabalho dos escritores para canções — que depois as interpretam ou não —, cria esta série da coleção Plural, a Letra Poema, porque acha que, sendo uma coisa ou sendo outra, sempre foram ambas.
A letra é um poema e um poema é uma letra. E o que aqui se tenta é a reparação dessa falha, dando o destaque merecido a quem nos põe a cantar as suas palavras.
- AUTOR Carlos Tê
- ANO DE EDIÇÃO 2024
A cidade
12,00 €
Tal como uma pessoa pode ter outra dentro, numa cidade pode viver outra: com as suas ruas, os seus jardins, os seus edifícios e centenas e centenas de pessoas a circular por lá.
O CCB é assim: uma cidade dentro de outra, Lisboa; um sítio cheio de salas e recantos que acolhem pessoas e ideias; um lugar cuidado e habitado por gente que cria, inventa, imagina outros mundos, outras linguagens.
É uma cidade que tem dentro e fora. Observações: Edição comemorativa dos 25 anos do CCB, com texto de Inês Fonseca Santos e ilustração de Beatriz Bagulho.
- TEXTO Inês Fonseca Santos
- ILUSTRAÇÃO Beatriz Bagulho
- ANO DE EDIÇÃO 2018
A cidade
12,00 €
Tal como uma pessoa pode ter outra dentro, numa cidade pode viver outra: com as suas ruas, os seus jardins, os seus edifícios e centenas e centenas de pessoas a circular por lá.
O CCB é assim: uma cidade dentro de outra, Lisboa; um sítio cheio de salas e recantos que acolhem pessoas e ideias; um lugar cuidado e habitado por gente que cria, inventa, imagina outros mundos, outras linguagens.
É uma cidade que tem dentro e fora. Observações: Edição comemorativa dos 25 anos do CCB, com texto de Inês Fonseca Santos e ilustração de Beatriz Bagulho.
- TEXTO Inês Fonseca Santos
- ILUSTRAÇÃO Beatriz Bagulho
- ANO DE EDIÇÃO 2018
Pés rolantes – A história vai de patins
10,00 €
Esta é a história do Manuel, que recebeu um par de patins. Será que uma coisa assim pode mudar-nos a vida? Também é a história da Luísa, irmã do Manuel. e dos pais, e dos Senhores das esquinas, e das gémeas que andam de skate, e dos superbacanos da escola, e do Zola, do Oculetas e do XicoMaria. E também do Livramento, do Adrião, do Ramalhete, do Gustavo Ribeiro e de toda a cidade que, um belo dia, pode olhar para baixo e descobrir os seus Pés Rolantes.
Para festejar isto — e, vá lá, para celebrar os 100 anos da Federação de Patinagem de Portugal —, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda lançou uma moeda comemorativa e publica agora este livro. A história vai de patins!
- TEXTO Jacinto Lucas Pires
- ILUSTRAÇÃO João Fazenda
- ANO DE EDIÇÃO 2025
Pés rolantes – A história vai de patins
10,00 €
Esta é a história do Manuel, que recebeu um par de patins. Será que uma coisa assim pode mudar-nos a vida? Também é a história da Luísa, irmã do Manuel. e dos pais, e dos Senhores das esquinas, e das gémeas que andam de skate, e dos superbacanos da escola, e do Zola, do Oculetas e do XicoMaria. E também do Livramento, do Adrião, do Ramalhete, do Gustavo Ribeiro e de toda a cidade que, um belo dia, pode olhar para baixo e descobrir os seus Pés Rolantes.
Para festejar isto — e, vá lá, para celebrar os 100 anos da Federação de Patinagem de Portugal —, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda lançou uma moeda comemorativa e publica agora este livro. A história vai de patins!
- TEXTO Jacinto Lucas Pires
- ILUSTRAÇÃO João Fazenda
- ANO DE EDIÇÃO 2025
Azulejos – Uma história aos quadradinhos
10,00 €
Quadrados e quadradinhos, azuis e brancos, de várias cores, os azulejos fazem parte da nossa História desde há muitos e muitos séculos. Pela mão de D. Fuas, um velho e simpático fidalgo português, esta é uma viagem por palácios e por quintas, por igrejas, conventos, pelas estações de comboios, pelos edifícios das cidades, pelos vários e muitos lugares onde existem azulejos portugueses.
Em Portugal, há azulejos em toda a parte, a questão é saber vê-los. E saber de que estilo são, como foram feitos, a que época e a que lugar pertencem. Um percurso fascinante de Arte e de História, feito de passado, presente e futuro.
- TEXTO António Araújo
- ILUSTRAÇÃO Filipe Abranches
- ANO DE EDIÇÃO 2023
Azulejos – Uma história aos quadradinhos
10,00 €
Quadrados e quadradinhos, azuis e brancos, de várias cores, os azulejos fazem parte da nossa História desde há muitos e muitos séculos. Pela mão de D. Fuas, um velho e simpático fidalgo português, esta é uma viagem por palácios e por quintas, por igrejas, conventos, pelas estações de comboios, pelos edifícios das cidades, pelos vários e muitos lugares onde existem azulejos portugueses.
Em Portugal, há azulejos em toda a parte, a questão é saber vê-los. E saber de que estilo são, como foram feitos, a que época e a que lugar pertencem. Um percurso fascinante de Arte e de História, feito de passado, presente e futuro.
- TEXTO António Araújo
- ILUSTRAÇÃO Filipe Abranches
- ANO DE EDIÇÃO 2023
Rainha dos ares – A águia-imperial-ibérica
10,00 €
Considerada a mensageira entre deuses e humanos, a águia sempre impressionou a Humanidade pela sua magistralidade como rainha dos céus.
A Águia-Imperial-Ibérica é uma das aves mais raras da Europa. Só faz ninho nalgumas regiões da Península Ibérica e, durante três décadas, foi considerada extinta em Portugal. Se leres este livro, ficarás a saber isto e muito mais sobre esta ave que queremos ajudar a voar mais alto.
Por ser tão especial, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda decidiu cunhar uma nova moeda temática, que vai contribuir diretamente para proteger esta espécie ameaçada. Uma parte da receita deste livro e da moeda reverte para o fundo da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, gerido pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.
Raínha dos Ares. A Águia-Imperial-Ibérica, é o 2º livro da coleção denominada Espécies Ameaçadas e tem por objetivo zelar pela preservação das espécies em perigo em Portugal, pela via do conhecimento e da educação.
Observações: a sobrecapa transforma-se num fantástico poster sobre as aves de rapina existentes em Portugal.
- TEXTO Carla Maia de Almeida
- ILUSTRAÇÃO Susa Monteiro
- ANO DE EDIÇÃO 2018
Rainha dos ares – A águia-imperial-ibérica
10,00 €
Considerada a mensageira entre deuses e humanos, a águia sempre impressionou a Humanidade pela sua magistralidade como rainha dos céus.
A Águia-Imperial-Ibérica é uma das aves mais raras da Europa. Só faz ninho nalgumas regiões da Península Ibérica e, durante três décadas, foi considerada extinta em Portugal. Se leres este livro, ficarás a saber isto e muito mais sobre esta ave que queremos ajudar a voar mais alto.
Por ser tão especial, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda decidiu cunhar uma nova moeda temática, que vai contribuir diretamente para proteger esta espécie ameaçada. Uma parte da receita deste livro e da moeda reverte para o fundo da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, gerido pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.
Raínha dos Ares. A Águia-Imperial-Ibérica, é o 2º livro da coleção denominada Espécies Ameaçadas e tem por objetivo zelar pela preservação das espécies em perigo em Portugal, pela via do conhecimento e da educação.
Observações: a sobrecapa transforma-se num fantástico poster sobre as aves de rapina existentes em Portugal.
- TEXTO Carla Maia de Almeida
- ILUSTRAÇÃO Susa Monteiro
- ANO DE EDIÇÃO 2018
Agustina Bessa-Luís – O riso de todas as palavras
11,00 €
«‘É isto, sou uma escritora.’ A evidência iluminou Agustina aos 19 anos, quando saiu da Maia e voltou ao Porto, abandonou a pintura, arte na qual não se sentia excelente, e partilhou alguns dos seus contos com figuras de relevo da cidade. Ler Agustina é ler também os grandes génios da literatura universal. E da filosofia. E da religião. E todos os autores de formação humanista. Está lá praticamente tudo, todas as referências significativas para o humano, todos os temas, todos os conflitos, todos os enigmas. Como disse numa carta enviada à sua mãe: ‘Não faço outra coisa senão escrever, e faço-o com a gana de destruir e escavacar todos os obstáculos.’ Ou seja, superando-se, superando os outros, superando a matéria visível. e resgatando memórias, legados, tradições, palavras.»
- TEXTO Inês Fonseca Santos
- ILUSTRAÇÃO João Maio Pinto
- ANO DE EDIÇÃO 2024
Agustina Bessa-Luís – O riso de todas as palavras
11,00 €
«‘É isto, sou uma escritora.’ A evidência iluminou Agustina aos 19 anos, quando saiu da Maia e voltou ao Porto, abandonou a pintura, arte na qual não se sentia excelente, e partilhou alguns dos seus contos com figuras de relevo da cidade. Ler Agustina é ler também os grandes génios da literatura universal. E da filosofia. E da religião. E todos os autores de formação humanista. Está lá praticamente tudo, todas as referências significativas para o humano, todos os temas, todos os conflitos, todos os enigmas. Como disse numa carta enviada à sua mãe: ‘Não faço outra coisa senão escrever, e faço-o com a gana de destruir e escavacar todos os obstáculos.’ Ou seja, superando-se, superando os outros, superando a matéria visível. e resgatando memórias, legados, tradições, palavras.»
- TEXTO Inês Fonseca Santos
- ILUSTRAÇÃO João Maio Pinto
- ANO DE EDIÇÃO 2024
Luís Vaz de Camões – Um poeta genial
11,00 €
«Luís Vaz de Camões é um poeta genial. Pode mesmo classificar-se como o maior poeta do nosso país. A sua obra é tão reconhecida e valorizada que a data da sua morte, 10 de junho, foi escolhida para festejar o Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Os poemas de Camões foram traduzidos para muitas línguas e são de tal forma apreciados em todo o mundo que, com frequência, se chama língua de Camões à língua portuguesa.»
- TEXTO Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
- ILUSTRAÇÃO Margarida Mouta
- ANO DE EDIÇÃO 2024
Luís Vaz de Camões – Um poeta genial
11,00 €
«Luís Vaz de Camões é um poeta genial. Pode mesmo classificar-se como o maior poeta do nosso país. A sua obra é tão reconhecida e valorizada que a data da sua morte, 10 de junho, foi escolhida para festejar o Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Os poemas de Camões foram traduzidos para muitas línguas e são de tal forma apreciados em todo o mundo que, com frequência, se chama língua de Camões à língua portuguesa.»
- TEXTO Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
- ILUSTRAÇÃO Margarida Mouta
- ANO DE EDIÇÃO 2024
Talassa – O mar afinal não é azul
10,00 €
Vou começar esta história pelo princípio de tudo. Gostava que aquilo que tenho para vos contar só fosse feito de coisas boas, pessoas felizes, belas prendas no Natal, chocolates irresistíveis e mares tranquilos, de águas muito transparentes e azuis e poucos problemas. Acontece que quero contar-vos a história verdadeira e a história verdadeira não é bem assim. Os oceanos e os mares não estão bem, logo, a Terra não está bem, logo, nós também não. Embora… Talvez… Logo veremos.
- TEXTO Judite Canha Fernandes
- ILUSTRAÇÃO Yara Kono
- ANO DE EDIÇÃO 2024
Talassa – O mar afinal não é azul
10,00 €
Vou começar esta história pelo princípio de tudo. Gostava que aquilo que tenho para vos contar só fosse feito de coisas boas, pessoas felizes, belas prendas no Natal, chocolates irresistíveis e mares tranquilos, de águas muito transparentes e azuis e poucos problemas. Acontece que quero contar-vos a história verdadeira e a história verdadeira não é bem assim. Os oceanos e os mares não estão bem, logo, a Terra não está bem, logo, nós também não. Embora… Talvez… Logo veremos.
- TEXTO Judite Canha Fernandes
- ILUSTRAÇÃO Yara Kono
- ANO DE EDIÇÃO 2024
Rosa Ramalho – Fui eu, quem é que havia de ser?
11,00 €
«A vida e a obra de Rosa Ramalho estão envoltas em mistério logo desde o início. Por exemplo, Ramalho não era o seu verdadeiro apelido, e sim uma alcunha herdada do pai (a mãe deste costumava dizer-lhe que se sentasse à sombra dos ramalhos, uns ramos frondosos que haveria junto a casa). Amenina franzina que nasceu em Galegos de São Martinho no dia 14 de agosto de 1888 chamava-se, isso sim, Rosa Barbosa Lopes.
Conta-se que a própria só conheceu o seu nome completo aos 82 anos, quando pela primeira vez foi fazer um documento de identificação, mas entre o seu nascimento e esse instante muita coisa aconteceu. (…)
Em julho de 1956, a barrista estava na sua banca na feira de Paranhos, nos arredores do Porto, quando um jovem se aproximou e começou a admirar a mercadoria. Conta-se que ele, olhando muito para um lagarto, apontou para o dito e perguntou: «Quem fez esta peça?» ao que Rosa respondeu prontamente: «Fui eu, quem é que havia de ser?» a isto seguiu-se nova pergunta: «E como é que o fez?» Vindo logo a resposta: «Com as mãos, como é que havia de ser? (…)
Afinal, aquele não era um cliente qualquer, chamava-se António Quadros e era pintor e professor-assistente na Faculdade de Belas-Artes do Porto. Naquele dia, com aquela troca de palavras, um artista reconheceu que estava diante de outro artista.»
- TEXTO Rita Canas Mendes
- ILUSTRAÇÃO Sebastião Peixoto
- ANO DE EDIÇÃO 2022
Rosa Ramalho – Fui eu, quem é que havia de ser?
11,00 €
«A vida e a obra de Rosa Ramalho estão envoltas em mistério logo desde o início. Por exemplo, Ramalho não era o seu verdadeiro apelido, e sim uma alcunha herdada do pai (a mãe deste costumava dizer-lhe que se sentasse à sombra dos ramalhos, uns ramos frondosos que haveria junto a casa). Amenina franzina que nasceu em Galegos de São Martinho no dia 14 de agosto de 1888 chamava-se, isso sim, Rosa Barbosa Lopes.
Conta-se que a própria só conheceu o seu nome completo aos 82 anos, quando pela primeira vez foi fazer um documento de identificação, mas entre o seu nascimento e esse instante muita coisa aconteceu. (…)
Em julho de 1956, a barrista estava na sua banca na feira de Paranhos, nos arredores do Porto, quando um jovem se aproximou e começou a admirar a mercadoria. Conta-se que ele, olhando muito para um lagarto, apontou para o dito e perguntou: «Quem fez esta peça?» ao que Rosa respondeu prontamente: «Fui eu, quem é que havia de ser?» a isto seguiu-se nova pergunta: «E como é que o fez?» Vindo logo a resposta: «Com as mãos, como é que havia de ser? (…)
Afinal, aquele não era um cliente qualquer, chamava-se António Quadros e era pintor e professor-assistente na Faculdade de Belas-Artes do Porto. Naquele dia, com aquela troca de palavras, um artista reconheceu que estava diante de outro artista.»
- TEXTO Rita Canas Mendes
- ILUSTRAÇÃO Sebastião Peixoto
- ANO DE EDIÇÃO 2022