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A fénix e o unicórnio – A história que Ulisses não contou

10,00 
Há treze anos longe de casa, Ulisses anseia pelo dia em que reencontrará a família que deixou para trás. Enquanto recupera forças, com os seus companheiros, na ilha da feiticeira Circe, Hermes, o mensageiro dos deuses, conta-lhe que há um unicórnio em Ofiússa — a terra dos adoradores de serpentes — e que o seu corno poderá ser a solução para acalmar a fúria de Posídon, o deus dos mares. Só que Ofiússa fica muito distante da ilha de Circe. Será Ulisses capaz de lá chegar? Que desafios terá de enfrentar para obter o corno? E quem são os misteriosos adoradores de serpentes? Para celebrar os mitos que unem as gerações desde a Antiguidade até aos dias de hoje, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda lançou uma série de moedas comemorativas dedicadas a heróis e criaturas mitológicas e, agora, este livro. Descobre-os e embarca nesta aventura que se estende desde a Grécia Antiga até ao território onde hoje se encontra Lisboa.
  • TEXTO Rodrigo Vieira Dias
  • ILUSTRAÇÃO Bernardo P. Carvalho
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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A fénix e o unicórnio – A história que Ulisses não contou

10,00 
Há treze anos longe de casa, Ulisses anseia pelo dia em que reencontrará a família que deixou para trás. Enquanto recupera forças, com os seus companheiros, na ilha da feiticeira Circe, Hermes, o mensageiro dos deuses, conta-lhe que há um unicórnio em Ofiússa — a terra dos adoradores de serpentes — e que o seu corno poderá ser a solução para acalmar a fúria de Posídon, o deus dos mares. Só que Ofiússa fica muito distante da ilha de Circe. Será Ulisses capaz de lá chegar? Que desafios terá de enfrentar para obter o corno? E quem são os misteriosos adoradores de serpentes? Para celebrar os mitos que unem as gerações desde a Antiguidade até aos dias de hoje, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda lançou uma série de moedas comemorativas dedicadas a heróis e criaturas mitológicas e, agora, este livro. Descobre-os e embarca nesta aventura que se estende desde a Grécia Antiga até ao território onde hoje se encontra Lisboa.
  • TEXTO Rodrigo Vieira Dias
  • ILUSTRAÇÃO Bernardo P. Carvalho
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Beterraba

13,50 
Todos sabem o que é uma beterraba — ou talvez não? Mas esta beterraba, repousando sozinha no alto de um pedestal, não pode ser uma beterraba qualquer. Beterraba é uma narrativa visual irónica, incisiva e profundamente contemporânea. Brinca com os limites entre arte e objecto, realidade e ilusão, seriedade e absurdo. Com humor subtil e simplicidade desarmante, convida-nos a reflectir sobre o verdadeiro valor das coisas numa era de espectáculo, simulação e faz-de-conta. Esta obra é a vencedora da primeira edição do Concurso Imagens Que Contam — um reconhecimento justo para Stina Semrau, uma jovem artista que ousa transformar o mais comum dos temas numa intrigante meditação sobre as incongruências da natureza humana.
  • AUTOR Stina Semrau
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Beterraba

13,50 
Todos sabem o que é uma beterraba — ou talvez não? Mas esta beterraba, repousando sozinha no alto de um pedestal, não pode ser uma beterraba qualquer. Beterraba é uma narrativa visual irónica, incisiva e profundamente contemporânea. Brinca com os limites entre arte e objecto, realidade e ilusão, seriedade e absurdo. Com humor subtil e simplicidade desarmante, convida-nos a reflectir sobre o verdadeiro valor das coisas numa era de espectáculo, simulação e faz-de-conta. Esta obra é a vencedora da primeira edição do Concurso Imagens Que Contam — um reconhecimento justo para Stina Semrau, uma jovem artista que ousa transformar o mais comum dos temas numa intrigante meditação sobre as incongruências da natureza humana.
  • AUTOR Stina Semrau
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Como criar uma biblioteca

16,50 
Como Criar uma Biblioteca não é um manual de instruções, mas sim uma narrativa sobre a curiosidade, a imaginação e a perseverança. Assim como sobre a necessidade de frequentar lugares onde reina a diversidade e onde os livros estão ao alcance de todos. Inês Fonseca Santos e André Letria imaginaram um livro sobre o modo como se pode alcançar esse lugar mágico onde os livros se acumulam para que possamos tê-los por perto, mesmo quando alguns tendem a escapar-nos.
  • TEXTO Inês Fonseca Santos
  • ILUSTRAÇÃO André Letria
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Como criar uma biblioteca

16,50 
Como Criar uma Biblioteca não é um manual de instruções, mas sim uma narrativa sobre a curiosidade, a imaginação e a perseverança. Assim como sobre a necessidade de frequentar lugares onde reina a diversidade e onde os livros estão ao alcance de todos. Inês Fonseca Santos e André Letria imaginaram um livro sobre o modo como se pode alcançar esse lugar mágico onde os livros se acumulam para que possamos tê-los por perto, mesmo quando alguns tendem a escapar-nos.
  • TEXTO Inês Fonseca Santos
  • ILUSTRAÇÃO André Letria
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Agustina Bessa-Luís – O riso de todas as palavras

11,00 
«‘É isto, sou uma escritora.’ A evidência iluminou Agustina aos 19 anos, quando saiu da Maia e voltou ao Porto, abandonou a pintura, arte na qual não se sentia excelente, e partilhou alguns dos seus contos com figuras de relevo da cidade. Ler Agustina é ler também os grandes génios da literatura universal. E da filosofia. E da religião. E todos os autores de formação humanista. Está lá praticamente tudo, todas as referências significativas para o humano, todos os temas, todos os conflitos, todos os enigmas. Como disse numa carta enviada à sua mãe: ‘Não faço outra coisa senão escrever, e faço-o com a gana de destruir e escavacar todos os obstáculos.’ Ou seja, superando-se, superando os outros, superando a matéria visível. e resgatando memórias, legados, tradições, palavras.»
  • TEXTO Inês Fonseca Santos
  • ILUSTRAÇÃO João Maio Pinto
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Agustina Bessa-Luís – O riso de todas as palavras

11,00 
«‘É isto, sou uma escritora.’ A evidência iluminou Agustina aos 19 anos, quando saiu da Maia e voltou ao Porto, abandonou a pintura, arte na qual não se sentia excelente, e partilhou alguns dos seus contos com figuras de relevo da cidade. Ler Agustina é ler também os grandes génios da literatura universal. E da filosofia. E da religião. E todos os autores de formação humanista. Está lá praticamente tudo, todas as referências significativas para o humano, todos os temas, todos os conflitos, todos os enigmas. Como disse numa carta enviada à sua mãe: ‘Não faço outra coisa senão escrever, e faço-o com a gana de destruir e escavacar todos os obstáculos.’ Ou seja, superando-se, superando os outros, superando a matéria visível. e resgatando memórias, legados, tradições, palavras.»
  • TEXTO Inês Fonseca Santos
  • ILUSTRAÇÃO João Maio Pinto
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Luís Vaz de Camões – Um poeta genial

11,00 
«Luís Vaz de Camões é um poeta genial. Pode mesmo classificar-se como o maior poeta do nosso país. A sua obra é tão reconhecida e valorizada que a data da sua morte, 10 de junho, foi escolhida para festejar o Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Os poemas de Camões foram traduzidos para muitas línguas e são de tal forma apreciados em todo o mundo que, com frequência, se chama língua de Camões à língua portuguesa.»
  • TEXTO Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
  • ILUSTRAÇÃO Margarida Mouta
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Luís Vaz de Camões – Um poeta genial

11,00 
«Luís Vaz de Camões é um poeta genial. Pode mesmo classificar-se como o maior poeta do nosso país. A sua obra é tão reconhecida e valorizada que a data da sua morte, 10 de junho, foi escolhida para festejar o Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Os poemas de Camões foram traduzidos para muitas línguas e são de tal forma apreciados em todo o mundo que, com frequência, se chama língua de Camões à língua portuguesa.»
  • TEXTO Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
  • ILUSTRAÇÃO Margarida Mouta
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Jean, John e João

19,50 
Um francês, um inglês e um português encontram-se numa história que conta tudo sobre a Terceira Invasão Francesa de Portugal e as Linhas de Torres, o maior e mais eficaz sistema defensivo da Europa e um dos seus legados patrimoniais mais fascinantes e significativos.
  • TEXTO Ricardo Henriques
  • ILUSTRAÇÃO André Letria
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Jean, John e João

19,50 
Um francês, um inglês e um português encontram-se numa história que conta tudo sobre a Terceira Invasão Francesa de Portugal e as Linhas de Torres, o maior e mais eficaz sistema defensivo da Europa e um dos seus legados patrimoniais mais fascinantes e significativos.
  • TEXTO Ricardo Henriques
  • ILUSTRAÇÃO André Letria
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Rosa Ramalho – Fui eu, quem é que havia de ser?

11,00 
«A vida e a obra de Rosa Ramalho estão envoltas em mistério logo desde o início. Por exemplo, Ramalho não era o seu verdadeiro apelido, e sim uma alcunha herdada do pai (a mãe deste costumava dizer-lhe que se sentasse à sombra dos ramalhos, uns ramos frondosos que haveria junto a casa). Amenina franzina que nasceu em Galegos de São Martinho no dia 14 de agosto de 1888 chamava-se, isso sim, Rosa Barbosa Lopes. Conta-se que a própria só conheceu o seu nome completo aos 82 anos, quando pela primeira vez foi fazer um documento de identificação, mas entre o seu nascimento e esse instante muita coisa aconteceu. (…) Em julho de 1956, a barrista estava na sua banca na feira de Paranhos, nos arredores do Porto, quando um jovem se aproximou e começou a admirar a mercadoria. Conta-se que ele, olhando muito para um lagarto, apontou para o dito e perguntou: «Quem fez esta peça?» ao que Rosa respondeu prontamente: «Fui eu, quem é que havia de ser?» a isto seguiu-se nova pergunta: «E como é que o fez?» Vindo logo a resposta: «Com as mãos, como é que havia de ser? (…) Afinal, aquele não era um cliente qualquer, chamava-se António Quadros e era pintor e professor-assistente na Faculdade de Belas-Artes do Porto. Naquele dia, com aquela troca de palavras, um artista reconheceu que estava diante de outro artista.»
  • TEXTO Rita Canas Mendes
  • ILUSTRAÇÃO Sebastião Peixoto
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Rosa Ramalho – Fui eu, quem é que havia de ser?

11,00 
«A vida e a obra de Rosa Ramalho estão envoltas em mistério logo desde o início. Por exemplo, Ramalho não era o seu verdadeiro apelido, e sim uma alcunha herdada do pai (a mãe deste costumava dizer-lhe que se sentasse à sombra dos ramalhos, uns ramos frondosos que haveria junto a casa). Amenina franzina que nasceu em Galegos de São Martinho no dia 14 de agosto de 1888 chamava-se, isso sim, Rosa Barbosa Lopes. Conta-se que a própria só conheceu o seu nome completo aos 82 anos, quando pela primeira vez foi fazer um documento de identificação, mas entre o seu nascimento e esse instante muita coisa aconteceu. (…) Em julho de 1956, a barrista estava na sua banca na feira de Paranhos, nos arredores do Porto, quando um jovem se aproximou e começou a admirar a mercadoria. Conta-se que ele, olhando muito para um lagarto, apontou para o dito e perguntou: «Quem fez esta peça?» ao que Rosa respondeu prontamente: «Fui eu, quem é que havia de ser?» a isto seguiu-se nova pergunta: «E como é que o fez?» Vindo logo a resposta: «Com as mãos, como é que havia de ser? (…) Afinal, aquele não era um cliente qualquer, chamava-se António Quadros e era pintor e professor-assistente na Faculdade de Belas-Artes do Porto. Naquele dia, com aquela troca de palavras, um artista reconheceu que estava diante de outro artista.»
  • TEXTO Rita Canas Mendes
  • ILUSTRAÇÃO Sebastião Peixoto
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Esgotado
Esgotado
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Tempo

5,90 
O tempo provoca erosão. O que parecia forte e inabalável, num determinado momento, acaba por se decompor até não ser mais do que pó. E a memória, também ela sujeita à erosão, desvanece-se e abre espaço ao renascimento do que parecia acabado. Recorrendo à imagem de uma estátua que se ergue no espaço com um dedo que aponta, André Letria constrói uma narrativa visual na qual se medita sobre o modo como o esquecimento se impõe à humanidade e a obriga a mudar. Tempo é também um alerta para o modo impiedoso como nada é poupado: nem sequer as grandes figuras. Recuperá-las ou não é tarefa de muitos e dependerá sempre do seu legado.
  • AUTOR André Letria
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
Esgotado
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Tempo

5,90 
O tempo provoca erosão. O que parecia forte e inabalável, num determinado momento, acaba por se decompor até não ser mais do que pó. E a memória, também ela sujeita à erosão, desvanece-se e abre espaço ao renascimento do que parecia acabado. Recorrendo à imagem de uma estátua que se ergue no espaço com um dedo que aponta, André Letria constrói uma narrativa visual na qual se medita sobre o modo como o esquecimento se impõe à humanidade e a obriga a mudar. Tempo é também um alerta para o modo impiedoso como nada é poupado: nem sequer as grandes figuras. Recuperá-las ou não é tarefa de muitos e dependerá sempre do seu legado.
  • AUTOR André Letria
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
Esgotado
Esgotado
Esgotado
Esgotado
Esgotado

Dilema

5,90 
Caminhando resolutamente em direcção ao seu destino, uma mulher distrai-se a olhar para o seu próprio reflexo numa janela. O que será mais forte: o que o vidro reflecte ou o que está do outro lado da superfície? Dilema é um livro sobre escolhas e sobre a coragem de mudar: o rumo da vida, os planos estabelecidos, a distância que nos separa dos outros. Por vezes, só um desvio, mesmo que escondido na sombra, permite um encontro.
  • AUTOR André Letria
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
Esgotado
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Dilema

5,90 
Caminhando resolutamente em direcção ao seu destino, uma mulher distrai-se a olhar para o seu próprio reflexo numa janela. O que será mais forte: o que o vidro reflecte ou o que está do outro lado da superfície? Dilema é um livro sobre escolhas e sobre a coragem de mudar: o rumo da vida, os planos estabelecidos, a distância que nos separa dos outros. Por vezes, só um desvio, mesmo que escondido na sombra, permite um encontro.
  • AUTOR André Letria
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
Esgotado
Esgotado
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1º Direito

14,50 
Este é um livro para pessoas que gostam de observar pessoas, como acontece com Graça, a protagonista desta história, contada com cores quentes, contornos policiais e alguma intriga internacional. Graça desconfia que o vizinho do 1.º direito anda a planear um assalto. Será verdade? Pelo caminho, vamos conhecer várias vidas do prédio em frente: os clientes do Café Dias, um músico que dá concertos para a vizinhança e um fotógrafo incompreendido, entre outras. Quem é que observa quem? Só saberemos no final da investigação em curso.
  • TEXTO Ricardo Henriques
  • ILUSTRAÇÃO Nicolau
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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1º Direito

14,50 
Este é um livro para pessoas que gostam de observar pessoas, como acontece com Graça, a protagonista desta história, contada com cores quentes, contornos policiais e alguma intriga internacional. Graça desconfia que o vizinho do 1.º direito anda a planear um assalto. Será verdade? Pelo caminho, vamos conhecer várias vidas do prédio em frente: os clientes do Café Dias, um músico que dá concertos para a vizinhança e um fotógrafo incompreendido, entre outras. Quem é que observa quem? Só saberemos no final da investigação em curso.
  • TEXTO Ricardo Henriques
  • ILUSTRAÇÃO Nicolau
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Dança

14,90 
O ser humano dança desde que começou a bater mãos e pés para comunicar ou aquecer-se. Que arte é, então, esta que anima os corpos, que faz do movimento uma linguagem, que já serviu para erguer muros e que hoje une as pessoas? E, se a dança nasceu connosco, não devíamos ser todos bailarinos? Podemos ser, tentamos ser, em diferentes medidas e de diferentes formas. Junta-te, por isso, à Dança. Pode ser a solo, aos pares ou em grupo, mas prepara-te para piruetas, pliés e moonwalks. Os ensaios, as marcações e os agradecimentos ficam por nossa conta, os aplausos ficam do teu lado. Dança fala-nos de uma arte tão antiga como a humanidade, uma arte que se renova dia após dia em cada espectáculo que sobe ao palco, noite após noite em cada abertura de pista.
  • TEXTO Inês Fonseca Santos
  • ILUSTRAÇÃO André Letria
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Dança

14,90 
O ser humano dança desde que começou a bater mãos e pés para comunicar ou aquecer-se. Que arte é, então, esta que anima os corpos, que faz do movimento uma linguagem, que já serviu para erguer muros e que hoje une as pessoas? E, se a dança nasceu connosco, não devíamos ser todos bailarinos? Podemos ser, tentamos ser, em diferentes medidas e de diferentes formas. Junta-te, por isso, à Dança. Pode ser a solo, aos pares ou em grupo, mas prepara-te para piruetas, pliés e moonwalks. Os ensaios, as marcações e os agradecimentos ficam por nossa conta, os aplausos ficam do teu lado. Dança fala-nos de uma arte tão antiga como a humanidade, uma arte que se renova dia após dia em cada espectáculo que sobe ao palco, noite após noite em cada abertura de pista.
  • TEXTO Inês Fonseca Santos
  • ILUSTRAÇÃO André Letria
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O que vem a ser isto? – A história de um objeto surpreendente

15,00 
Já todos pegámos em livros. Mas que objetos são esses, afinal? Como se fabricam? E quem os faz? A imprensa Nacional, a mais antiga editora do país — fundada em 1768 —, vai revelar-te todos os segredos nesta obra cheia de personalidade.
  • TEXTO Rita Canas Mendes
  • ILUSTRAÇÃO Tiago Albuquerque e Nádia Albuquerque
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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O que vem a ser isto? – A história de um objeto surpreendente

15,00 
Já todos pegámos em livros. Mas que objetos são esses, afinal? Como se fabricam? E quem os faz? A imprensa Nacional, a mais antiga editora do país — fundada em 1768 —, vai revelar-te todos os segredos nesta obra cheia de personalidade.
  • TEXTO Rita Canas Mendes
  • ILUSTRAÇÃO Tiago Albuquerque e Nádia Albuquerque
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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