A íris selvagem
18,00 €
Louise Glück recebeu o Prémio Nobel da Literatura de 2020. Na justificação da Academia Sueca fala-se da sua "inconfundível voz poética, que, com uma beleza austera, tornou universal a existência individual".
Tanto em Averno (2006) como em A Íris Selvagem (1992), a autora recorre a imagens recriadas da sua herança clássica pelos poetas greco-latinos, o que lhe permite usar imagens universais para abordar a dor e a fragilidade dos seres humanos dos nossos dias. Louise Glück recebeu alguns dos principais prémios literários norte-americanos , tendo A Íris Selvagem sido contemplado com o Pulitzer.
- AUTOR Louise Glück
- ANO DE EDIÇÃO 2020
A íris selvagem
18,00 €
Louise Glück recebeu o Prémio Nobel da Literatura de 2020. Na justificação da Academia Sueca fala-se da sua "inconfundível voz poética, que, com uma beleza austera, tornou universal a existência individual".
Tanto em Averno (2006) como em A Íris Selvagem (1992), a autora recorre a imagens recriadas da sua herança clássica pelos poetas greco-latinos, o que lhe permite usar imagens universais para abordar a dor e a fragilidade dos seres humanos dos nossos dias. Louise Glück recebeu alguns dos principais prémios literários norte-americanos , tendo A Íris Selvagem sido contemplado com o Pulitzer.
- AUTOR Louise Glück
- ANO DE EDIÇÃO 2020
A era do capitalismo da vigilância
25,00 €
Nesta obra, a socióloga norte-americana Shoshana Zuboff mostra como está em vias de desaparecimento a possibilidade de construirmos um futuro diferente daquele que está a ser programado por nós. Revela-nos aquilo a que chama «capitalismo da vigilância», um projeto global de modicação do comportamento que ameaça transformar a natureza humana no século XXI, do mesmo modo que o capitalismo industrial alterou o mundo natural do século xx. Zuboff analisa as consequências do capitalismo da vigilância que se expandiu de Silicon Valley aos mais diferentes setores da economia atual. Mostra como este acumula uma imensa riqueza e poder nos chamados «mercados de futuros comportamentais». A ameaça que paira sobre nós não é já a de um «Grande Irmão» totalitário, mas a de um arquiteto digital omnipresente que opera em função dos interesses do capitalismo da vigilância.
- AUTOR Shoshana Zuboff
- ANO DE EDIÇÃO 2020
A era do capitalismo da vigilância
25,00 €
Nesta obra, a socióloga norte-americana Shoshana Zuboff mostra como está em vias de desaparecimento a possibilidade de construirmos um futuro diferente daquele que está a ser programado por nós. Revela-nos aquilo a que chama «capitalismo da vigilância», um projeto global de modicação do comportamento que ameaça transformar a natureza humana no século XXI, do mesmo modo que o capitalismo industrial alterou o mundo natural do século xx. Zuboff analisa as consequências do capitalismo da vigilância que se expandiu de Silicon Valley aos mais diferentes setores da economia atual. Mostra como este acumula uma imensa riqueza e poder nos chamados «mercados de futuros comportamentais». A ameaça que paira sobre nós não é já a de um «Grande Irmão» totalitário, mas a de um arquiteto digital omnipresente que opera em função dos interesses do capitalismo da vigilância.
- AUTOR Shoshana Zuboff
- ANO DE EDIÇÃO 2020
Maremoto
17,00 €
Ela vive na Rua do Loreto, na paragem do 28. Ele, o combatente, estaciona carros ruas abaixo, na António Maria Cardoso. Maremoto narra a amizade entre ambos, avô e neta acidentais, catástrofe e salvamento.
De Lisboa a uma Bissau imaginada, Boa Morte da Silva, arrumador de carros, arruma a sua vida, escreve-se, dirigindo-se à filha que mal conhece. “Vou cegar minha dor para a minha dor não encontrar teu coração. Que a minha dor nunca encontre o teu caminho, Aurora. Que a minha dor nunca te encontre.”
- AUTOR Djaimilia Pereira de Almeida
- ANO DE EDIÇÃO 2021
Maremoto
17,00 €
Ela vive na Rua do Loreto, na paragem do 28. Ele, o combatente, estaciona carros ruas abaixo, na António Maria Cardoso. Maremoto narra a amizade entre ambos, avô e neta acidentais, catástrofe e salvamento.
De Lisboa a uma Bissau imaginada, Boa Morte da Silva, arrumador de carros, arruma a sua vida, escreve-se, dirigindo-se à filha que mal conhece. “Vou cegar minha dor para a minha dor não encontrar teu coração. Que a minha dor nunca encontre o teu caminho, Aurora. Que a minha dor nunca te encontre.”
- AUTOR Djaimilia Pereira de Almeida
- ANO DE EDIÇÃO 2021
Rostos da morte
18,00 €
A perda pela morte é irreversível e também por isso é difícil olhá-la de frente. Mas a reflexão sobre a morte pode convertê-la numa experiência viva.
Byung-Chul Han fala-nos da caleidoscópica variedade da morte, através das suas leituras de Adorno, Heidegger, Derrida, Levinas, Kafka e Handke.
Este seu livro procura tornar audível a linguagem da morte, que nos vai interpelando ao longo da vida. É assim que se abrem novas perspectivas, surgindo a morte como criadora de espaços habitáveis para a nossa existência mortal.
- AUTOR Byung-Chul Han
- ANO DE EDIÇÃO 2021
Rostos da morte
18,00 €
A perda pela morte é irreversível e também por isso é difícil olhá-la de frente. Mas a reflexão sobre a morte pode convertê-la numa experiência viva.
Byung-Chul Han fala-nos da caleidoscópica variedade da morte, através das suas leituras de Adorno, Heidegger, Derrida, Levinas, Kafka e Handke.
Este seu livro procura tornar audível a linguagem da morte, que nos vai interpelando ao longo da vida. É assim que se abrem novas perspectivas, surgindo a morte como criadora de espaços habitáveis para a nossa existência mortal.
- AUTOR Byung-Chul Han
- ANO DE EDIÇÃO 2021
A sociedade paliativa
16,00 €
Neste seu ensaio, o filósofo germano-coreano Byung-Chul Han aborda o tema da expansão da algofobia, do medo à dor da sociedade atual.
Como mostra a recente crise dos opiáceos nos EUA e o que se passa com a pandemia da Covid-19, a dor, física ou psicológica, tende a ser evitada a todo o custo. Até a dor causada pelo amor está sob suspeita.
A tolerância ao sofrimento decai rapidamente, instalando-se uma anestesia permanente. Evitam-se conflitos e controvérsias que possam levar a conflitos dolorosos.
Byung-Chul Han assume que essa é uma mudança de paradigma na nossa sociedade.
- AUTOR Byung-Chul Han
- ANO DE EDIÇÃO 2020
A sociedade paliativa
16,00 €
Neste seu ensaio, o filósofo germano-coreano Byung-Chul Han aborda o tema da expansão da algofobia, do medo à dor da sociedade atual.
Como mostra a recente crise dos opiáceos nos EUA e o que se passa com a pandemia da Covid-19, a dor, física ou psicológica, tende a ser evitada a todo o custo. Até a dor causada pelo amor está sob suspeita.
A tolerância ao sofrimento decai rapidamente, instalando-se uma anestesia permanente. Evitam-se conflitos e controvérsias que possam levar a conflitos dolorosos.
Byung-Chul Han assume que essa é uma mudança de paradigma na nossa sociedade.
- AUTOR Byung-Chul Han
- ANO DE EDIÇÃO 2020
Louvor da terra
17,50 €
Louvor da Terra não é um ensaio filosófico, semelhante aos antes escritos por Byung-Chul Han.
Situando-se entre a poesia e a filosofia a obra regista as reflexões de Byung-Chul Han sobre o tempo que dedica ao seu jardim.
Louvor da Terra leva-nos a tomar consciência da ameaçada beleza do nosso planeta, num tempo em que se vai adquirindo a perceção de que, a médio prazo, algumas das suas regiões poderão tornar-se inabitáveis.
A Terra cria vida e renova-a. Este poder pode ser entendido na jardinagem. Mais do que uma técnica, o cultivo das plantas é uma arte em que se pratica a meditação.
- AUTOR Byung-Chul Han
- ANO DE EDIÇÃO 2020
Louvor da terra
17,50 €
Louvor da Terra não é um ensaio filosófico, semelhante aos antes escritos por Byung-Chul Han.
Situando-se entre a poesia e a filosofia a obra regista as reflexões de Byung-Chul Han sobre o tempo que dedica ao seu jardim.
Louvor da Terra leva-nos a tomar consciência da ameaçada beleza do nosso planeta, num tempo em que se vai adquirindo a perceção de que, a médio prazo, algumas das suas regiões poderão tornar-se inabitáveis.
A Terra cria vida e renova-a. Este poder pode ser entendido na jardinagem. Mais do que uma técnica, o cultivo das plantas é uma arte em que se pratica a meditação.
- AUTOR Byung-Chul Han
- ANO DE EDIÇÃO 2020
Cândido ou o otimismo
10,00 €
Cândido ou o Otimismo é um conto filosófico de Voltaire, publicado pela primeira vez em Genebra em janeiro de 1759. A par de Zadig e Micromégas, é um dos escritos mais famosos de Voltaire, tendo sido reeditado vinte vezes em vida do autor.
No essencial, trata-se de uma crítica às teses do filósofo alemão Leibniz, convencido da excelência da criação divina, através dos princípios da «razão suficiente» e da «harmonia preestabelecida». Voltaire faz essa crítica através das aventuras de Cândido, um jovem alemão possuidor de um espírito simples e reto, nascido como filho ilegítimo no seio da nobreza e adotado pelo barão de Thunder-ten-Tronckh. É no castelo deste que vai ser educado por Pangloss, partidário, como Leibniz, de que «tudo está o melhor possível».
- AUTOR Voltaire
- ANO DE EDIÇÃO 2016
Cândido ou o otimismo
10,00 €
Cândido ou o Otimismo é um conto filosófico de Voltaire, publicado pela primeira vez em Genebra em janeiro de 1759. A par de Zadig e Micromégas, é um dos escritos mais famosos de Voltaire, tendo sido reeditado vinte vezes em vida do autor.
No essencial, trata-se de uma crítica às teses do filósofo alemão Leibniz, convencido da excelência da criação divina, através dos princípios da «razão suficiente» e da «harmonia preestabelecida». Voltaire faz essa crítica através das aventuras de Cândido, um jovem alemão possuidor de um espírito simples e reto, nascido como filho ilegítimo no seio da nobreza e adotado pelo barão de Thunder-ten-Tronckh. É no castelo deste que vai ser educado por Pangloss, partidário, como Leibniz, de que «tudo está o melhor possível».
- AUTOR Voltaire
- ANO DE EDIÇÃO 2016
Frankenstein
14,00 €
Mary Shelley concebeu a sua obra inicialmente apenas como um conto, quando passava alguns dias na Villa Diodati, alugada por Byron, junto do lago de Genebra na aldeia de Cologny, num grupo de que fazia também parte o médico John Polidori.
Aproveitando a conversa junto à lareira, em vários dias em que não puderam passear devido à chuva intensa, os quatro amigos combinaram escrever contos fantásticos.
Só Mary Shelley concluiu o seu, que depois de transformaria no romance Frankenstein, um dos clássicos indiscutíveis da literatura inglesa.
- AUTOR Mary Shelley
- ANO DE EDIÇÃO 2017
Frankenstein
14,00 €
Mary Shelley concebeu a sua obra inicialmente apenas como um conto, quando passava alguns dias na Villa Diodati, alugada por Byron, junto do lago de Genebra na aldeia de Cologny, num grupo de que fazia também parte o médico John Polidori.
Aproveitando a conversa junto à lareira, em vários dias em que não puderam passear devido à chuva intensa, os quatro amigos combinaram escrever contos fantásticos.
Só Mary Shelley concluiu o seu, que depois de transformaria no romance Frankenstein, um dos clássicos indiscutíveis da literatura inglesa.
- AUTOR Mary Shelley
- ANO DE EDIÇÃO 2017
A abadia de Northanger
10,00 €
O livro começa com a frase “Quem tivesse visto Catherine Morland em criança nunca poderia supor que nascera para heroína”, e ela é certamente uma heroína muito invulgar para um romance de Jane Austen. Todas as outras heroínas são inteligentes e a sua perceção da vida e a sua experiência são muito distintas da simplicidade ingénua de Catherine. Quando a narrativa começa, ela tem dezassete anos e é uma das dez filhas de um clérigo rural razoavelmente independente, com o rendimento de dois bons benefícios. A sua mãe é uma mulher de “bom senso prático”, de bom humor e forte constituição, o que certamente lhe é útil, com dez filhos para criar e as raparigas para educar em casa. Catherine não é bonita, apesar de, ao chegar aos quinze anos, os pais verem o princípio de uma mudança favorável. [Do Posfácio]
- AUTOR Jane Austen
- ANO DE EDIÇÃO 2016
A abadia de Northanger
10,00 €
O livro começa com a frase “Quem tivesse visto Catherine Morland em criança nunca poderia supor que nascera para heroína”, e ela é certamente uma heroína muito invulgar para um romance de Jane Austen. Todas as outras heroínas são inteligentes e a sua perceção da vida e a sua experiência são muito distintas da simplicidade ingénua de Catherine. Quando a narrativa começa, ela tem dezassete anos e é uma das dez filhas de um clérigo rural razoavelmente independente, com o rendimento de dois bons benefícios. A sua mãe é uma mulher de “bom senso prático”, de bom humor e forte constituição, o que certamente lhe é útil, com dez filhos para criar e as raparigas para educar em casa. Catherine não é bonita, apesar de, ao chegar aos quinze anos, os pais verem o princípio de uma mudança favorável. [Do Posfácio]
- AUTOR Jane Austen
- ANO DE EDIÇÃO 2016
O retrato de Dorian Gray
10,00 €
O Retrato de Dorian Gray foi publicado em 1890 e depressa se tornou a obra mais conhecida de Oscar Wilde. O romance celebra o esteticismo, assume os seus riscos e aborda pela primeira vez o tema da homossexualidade na literatura inglesa.
Oscar Wilde afirmaria que «Basil Hallward é aquilo que eu penso de mim; Lord Henry, o que o mundo pensa de mim; e Dorian é o que eu gostaria de ser noutra época, talvez».
- AUTOR Oscar Wilde
- ANO DE EDIÇÃO 2016
O retrato de Dorian Gray
10,00 €
O Retrato de Dorian Gray foi publicado em 1890 e depressa se tornou a obra mais conhecida de Oscar Wilde. O romance celebra o esteticismo, assume os seus riscos e aborda pela primeira vez o tema da homossexualidade na literatura inglesa.
Oscar Wilde afirmaria que «Basil Hallward é aquilo que eu penso de mim; Lord Henry, o que o mundo pensa de mim; e Dorian é o que eu gostaria de ser noutra época, talvez».
- AUTOR Oscar Wilde
- ANO DE EDIÇÃO 2016
Contos escolhidos – Franz Kafka
10,00 €
Este livro reúne onze contos de Kafka.Entre eles estão alguns dos mais notáveis como «Textos do Tema “O Caçador Graco”», «Um Médico de Aldeia», «Preparativos para Um Casamento no Campo» e «Josefine, a Cantora ou O Povo dos Ratos».
- AUTOR Franz Kafka
- ANO DE EDIÇÃO 2018
Contos escolhidos – Franz Kafka
10,00 €
Este livro reúne onze contos de Kafka.Entre eles estão alguns dos mais notáveis como «Textos do Tema “O Caçador Graco”», «Um Médico de Aldeia», «Preparativos para Um Casamento no Campo» e «Josefine, a Cantora ou O Povo dos Ratos».
- AUTOR Franz Kafka
- ANO DE EDIÇÃO 2018
Vinte poemas de amor e uma canção desesperada
17,00 €
EXCERTOS
«Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza.»
Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada
- AUTOR Pablo Neruda
- ANO DE EDIÇÃO 2012
Vinte poemas de amor e uma canção desesperada
17,00 €
EXCERTOS
«Não sou amigo de anotações em livros, nem de confissões de autor. A poesia deve ir nua pelas ruas, e só se deve cobrir com a multidão da natureza.»
Pablo Neruda, da «Pequena História» que apresenta Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada
- AUTOR Pablo Neruda
- ANO DE EDIÇÃO 2012