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Do desaparecimento dos rituais

16,00 
Rituais são ações simbólicas que permitem criar uma comunidade e que, no limite, podem dispensar a comunicação verbal, como é o caso da cerimónia do chá japonesa. Sem pretensões a transmitir conteúdos significativos, permitem que uma coletividade os reconheça como sinais da sua própria identidade. No entanto, nas atuais sociedades caracterizadas pelo individualismo narcísico e o culto da autenticidade, afirma-se uma comunicação sem comunidade, com o abandono desses rituais sociais que pautavam a vida, do nascimento à morte, através de cerimónias iniciáticas de celebração e passagem. Nos nossos dias de informação instantânea através das redes sociais, a fluidez da comunicação é um imperativo e os rituais são percebidos como algo de antiquado, de prescindível, e até como um obstáculo à produção em série.
  • AUTOR Byung-Chul Han
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Do desaparecimento dos rituais

16,00 
Rituais são ações simbólicas que permitem criar uma comunidade e que, no limite, podem dispensar a comunicação verbal, como é o caso da cerimónia do chá japonesa. Sem pretensões a transmitir conteúdos significativos, permitem que uma coletividade os reconheça como sinais da sua própria identidade. No entanto, nas atuais sociedades caracterizadas pelo individualismo narcísico e o culto da autenticidade, afirma-se uma comunicação sem comunidade, com o abandono desses rituais sociais que pautavam a vida, do nascimento à morte, através de cerimónias iniciáticas de celebração e passagem. Nos nossos dias de informação instantânea através das redes sociais, a fluidez da comunicação é um imperativo e os rituais são percebidos como algo de antiquado, de prescindível, e até como um obstáculo à produção em série.
  • AUTOR Byung-Chul Han
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Os sete pilares da sabedoria

24,00 
Descreve a Revolta Árabe contra os turcos, vista por um inglês que nela tomou parte. No que seria aparentemente uma simples crónica militar, Lawrence da Arábia teceu um painel inusitado de retratos, descrições, filosofias, emoções, aventuras e sonhos. Para levar a cabo a sua missão, serviu-se de uma extraordinária erudição, uma memória impecável, um estilo que ele próprio inventou… uma total desconfiança em si mesmo e uma fé ainda maior.
  • AUTOR T. E. Lawrence
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Os sete pilares da sabedoria

24,00 
Descreve a Revolta Árabe contra os turcos, vista por um inglês que nela tomou parte. No que seria aparentemente uma simples crónica militar, Lawrence da Arábia teceu um painel inusitado de retratos, descrições, filosofias, emoções, aventuras e sonhos. Para levar a cabo a sua missão, serviu-se de uma extraordinária erudição, uma memória impecável, um estilo que ele próprio inventou… uma total desconfiança em si mesmo e uma fé ainda maior.
  • AUTOR T. E. Lawrence
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Três retratos: Salazar, Cunhal, Soares

18,00 
Neste livro, António Barreto faz o retrato dos três portugueses que mais influenciaram o nosso século xx. Mas não os retrata como figuras independentes, antes os combina e contrasta. Salazar, que instaurou o Estado Novo, enfrentou, a partir de dada altura, como principal dirigente da oposição política e cultural à sua ditadura Álvaro Cunhal. Mário Soares, que impulsionou o regime democrático, teve de vencer as pretensões do PCP de transformar a ruptura do 25 de Abril numa nova ditadura.
  • AUTOR António Barreto
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Três retratos: Salazar, Cunhal, Soares

18,00 
Neste livro, António Barreto faz o retrato dos três portugueses que mais influenciaram o nosso século xx. Mas não os retrata como figuras independentes, antes os combina e contrasta. Salazar, que instaurou o Estado Novo, enfrentou, a partir de dada altura, como principal dirigente da oposição política e cultural à sua ditadura Álvaro Cunhal. Mário Soares, que impulsionou o regime democrático, teve de vencer as pretensões do PCP de transformar a ruptura do 25 de Abril numa nova ditadura.
  • AUTOR António Barreto
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Ensaio sobre o dia conseguido

15,00 
Quem viveu já um dia conseguido? À partida, a maioria não hesitará talvez em afirmá-lo. Será, pois, necessário continuar a perguntar. Queres dizer “conseguido” ou apenas “belo”? É de um dia “conseguido” que falas, ou de um — igualmente raro, é verdade — “despreocupado”? É para ti um dia que decorreu sem problemas já um dia conseguido? Vês alguma diferença entre um dia feliz e o conseguido?
  • AUTOR Peter Handke
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Ensaio sobre o dia conseguido

15,00 
Quem viveu já um dia conseguido? À partida, a maioria não hesitará talvez em afirmá-lo. Será, pois, necessário continuar a perguntar. Queres dizer “conseguido” ou apenas “belo”? É de um dia “conseguido” que falas, ou de um — igualmente raro, é verdade — “despreocupado”? É para ti um dia que decorreu sem problemas já um dia conseguido? Vês alguma diferença entre um dia feliz e o conseguido?
  • AUTOR Peter Handke
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O tempo, esse grande escultor

17,50 
No dia em que uma estátua é acabada, começa, de certo modo, a sua vida. Fechou-se a primeira fase, em que, pela mão do escultor, ela passou de bloco a forma humana; numa outra fase, ao correr dos séculos, irão alternar-se a adoração, a admiração, o amor, o desprezo ou a indiferença, em graus sucessivos de erosão e desgaste, até chegar, pouco a pouco, ao estado de mineral informe a que o seu escultor a tinha arrancado. Já não temos hoje, todos o sabemos, uma única estátua grega tal como a conheceram os seus contemporâneos.
  • AUTOR Marguerite Yourcenar
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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O tempo, esse grande escultor

17,50 
No dia em que uma estátua é acabada, começa, de certo modo, a sua vida. Fechou-se a primeira fase, em que, pela mão do escultor, ela passou de bloco a forma humana; numa outra fase, ao correr dos séculos, irão alternar-se a adoração, a admiração, o amor, o desprezo ou a indiferença, em graus sucessivos de erosão e desgaste, até chegar, pouco a pouco, ao estado de mineral informe a que o seu escultor a tinha arrancado. Já não temos hoje, todos o sabemos, uma única estátua grega tal como a conheceram os seus contemporâneos.
  • AUTOR Marguerite Yourcenar
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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As flores do mal

19,50 
As Flores do Mal não contêm poemas históricos nem lendas; nada que repouse sobre uma narrativa. Não vemos nelas tiradas filosóficas. A política não aparece, as descrições são raras e sempre significativas. Mas tudo nelas é encanto, música, sensualidade poderosa e abstrata… Luxo, forma e voluptuosidade. Há nos melhores versos de Baudelaire uma combinação de carne e de espírito, uma mistura de solenidade, de calor e de amargura, de eternidade e de intimidade, uma raríssima aliança da vontade com a harmonia, que os distingue nitidamente dos versos românticos, como os distingue nitidamente dos versos parnasianos.
  • AUTOR Charles Baudelaire
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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As flores do mal

19,50 
As Flores do Mal não contêm poemas históricos nem lendas; nada que repouse sobre uma narrativa. Não vemos nelas tiradas filosóficas. A política não aparece, as descrições são raras e sempre significativas. Mas tudo nelas é encanto, música, sensualidade poderosa e abstrata… Luxo, forma e voluptuosidade. Há nos melhores versos de Baudelaire uma combinação de carne e de espírito, uma mistura de solenidade, de calor e de amargura, de eternidade e de intimidade, uma raríssima aliança da vontade com a harmonia, que os distingue nitidamente dos versos românticos, como os distingue nitidamente dos versos parnasianos.
  • AUTOR Charles Baudelaire
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Frente ao Contágio

10,00 
A epidemia do coronavírus é candidata ao título de emergência sanitária mais importante da nossa época. Não a primeira, não a última e talvez nem sequer a mais horrível. É provável que, quando terminar, não tenha produzido mais vítimas do que muitas outras, mas três meses passados sobre o seu aparecimento obteve já um primeiro lugar: o SARS-CoV-2 é o primeiro novo vírus a manifestar-se tão velozmente à escala global.
  • AUTOR Paolo Giordano
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Frente ao Contágio

10,00 
A epidemia do coronavírus é candidata ao título de emergência sanitária mais importante da nossa época. Não a primeira, não a última e talvez nem sequer a mais horrível. É provável que, quando terminar, não tenha produzido mais vítimas do que muitas outras, mas três meses passados sobre o seu aparecimento obteve já um primeiro lugar: o SARS-CoV-2 é o primeiro novo vírus a manifestar-se tão velozmente à escala global.
  • AUTOR Paolo Giordano
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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A Cortina da Senhora Lugton

14,00 
«Os animais que cobriam o pano não se moveram até a senhora Lugton ressonar pela quinta vez. Um, dois, três, quatro, cinco — ah, a senhora de idade adormecera finalmente.» Na sua cadeira Windsor, a senhora Lugton cose uma cortina junto à lareira, mas, quando adormece, os animais selvagens que decoram o tecido, livres de toda a vigilância, partem à aventura num mundo que só eles conhecem. ILUSTRAÇÕES A CORES DE MAGALI ATTIOGBÉ
  • AUTORES Virginia Woolf
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
 
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A Cortina da Senhora Lugton

14,00 
«Os animais que cobriam o pano não se moveram até a senhora Lugton ressonar pela quinta vez. Um, dois, três, quatro, cinco — ah, a senhora de idade adormecera finalmente.» Na sua cadeira Windsor, a senhora Lugton cose uma cortina junto à lareira, mas, quando adormece, os animais selvagens que decoram o tecido, livres de toda a vigilância, partem à aventura num mundo que só eles conhecem. ILUSTRAÇÕES A CORES DE MAGALI ATTIOGBÉ
  • AUTORES Virginia Woolf
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
 
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A Poesia Como Arte Insurgente

15,00 
Lawrence Ferlinghetti, poeta, dramaturgo e editor, é , em 2020 completa 101 anos, o único sobrevivente da Beat Generation, movimento que inclui autores como Jack Kerouac e Allen Ginsberg. Ferlinghetti defende que a arte deve ser acessível a todos, não apenas a um punhado de intelectuais com educação superior e a sua carreira foi marcada por um constante desafio ao status quo.
  • AUTOR Lawrence Ferlinghetti
  • ANO DE EDIÇÃO 2016
  • ISBN 9789896416935
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A Poesia Como Arte Insurgente

15,00 
Lawrence Ferlinghetti, poeta, dramaturgo e editor, é , em 2020 completa 101 anos, o único sobrevivente da Beat Generation, movimento que inclui autores como Jack Kerouac e Allen Ginsberg. Ferlinghetti defende que a arte deve ser acessível a todos, não apenas a um punhado de intelectuais com educação superior e a sua carreira foi marcada por um constante desafio ao status quo.
  • AUTOR Lawrence Ferlinghetti
  • ANO DE EDIÇÃO 2016
  • ISBN 9789896416935
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O Anjo do Desespero

8,08 
Eu sou o anjo do desespero. Com as minhas mãos distribuo o êxtase, o adormecimento, o esquecimento gozo e dor dos corpos. A minha fala é o silêncio, o meu canto o grito. Na sombra das minhas asas mora o terror. A minha esperança é o último sopro. A minha esperança é a primeira batalha. Eu sou a faca com que o morto abre o caixão. Eu sou aquele que há-de ser. O meu voo é a revolta, o meu céu o abismo de amanhã.
  • AUTOR Heiner Müller
  • ANO DE EDIÇÃO 1998
  • ISBN 9789727083374
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O Anjo do Desespero

8,08 
Eu sou o anjo do desespero. Com as minhas mãos distribuo o êxtase, o adormecimento, o esquecimento gozo e dor dos corpos. A minha fala é o silêncio, o meu canto o grito. Na sombra das minhas asas mora o terror. A minha esperança é o último sopro. A minha esperança é a primeira batalha. Eu sou a faca com que o morto abre o caixão. Eu sou aquele que há-de ser. O meu voo é a revolta, o meu céu o abismo de amanhã.
  • AUTOR Heiner Müller
  • ANO DE EDIÇÃO 1998
  • ISBN 9789727083374
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O Anjo Camponês

15,00 

O anjo é sem enquanto, não o teve, não o tem, nem o terá. Sabe desde sempre o que chamavam ao filho de Hilde, chamavam-lhe tortulho, chamavam-lhe maricas, não tinha nome, e continua sem ele, morto, restituir-lhe-ão aquele que o baptismo lhe deu: na cripta de Rosenheim, a omissão ficará reduzida a um traço entre duas datas. Envelheceu, o anjo.Taxidermizado. Ou: envelheceram-no os meus olhos?Irrompe a chiadeira dos pardais. Uma, duas, três, quatro, cinco badaladas. E o corpo desenha-se, de imperceptível em imperceptível, até à revelação: este é o meu corpo: uma merda de corpo, a água entornada no tampo de mármore da mesa-de-cabeceira, o vidro sujo que apaga o fulgor da anunciação.

 
  • AUTOR Rui Nunes
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
  • ISBN 9789896419912
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O Anjo Camponês

15,00 

O anjo é sem enquanto, não o teve, não o tem, nem o terá. Sabe desde sempre o que chamavam ao filho de Hilde, chamavam-lhe tortulho, chamavam-lhe maricas, não tinha nome, e continua sem ele, morto, restituir-lhe-ão aquele que o baptismo lhe deu: na cripta de Rosenheim, a omissão ficará reduzida a um traço entre duas datas. Envelheceu, o anjo.Taxidermizado. Ou: envelheceram-no os meus olhos?Irrompe a chiadeira dos pardais. Uma, duas, três, quatro, cinco badaladas. E o corpo desenha-se, de imperceptível em imperceptível, até à revelação: este é o meu corpo: uma merda de corpo, a água entornada no tampo de mármore da mesa-de-cabeceira, o vidro sujo que apaga o fulgor da anunciação.

 
  • AUTOR Rui Nunes
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
  • ISBN 9789896419912
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O Olhar do Outro

19,50 

Estrangeiros em Portugal: do Século XVIII ao Século XX

Ao lermos as obras escritas por viajantes, importa ter em conta a “Weltanschauung”, um termo inventado pelo filósofo alemão W. Dilthey para designar a visão do mundo que, consciente ou inconscientemente, está presente em cada um de nós. Desde meados do século xviii que a literatura de viagens se tornara um género apreciado, mas a maneira como os estrangeiros olharam o meu país tem de ser vista criticamente: não basta escolher as citações que se adequam às nossas teses. Na selecção dos testemunhos que a seguir apresento, escolhi não apenas os escritos com maior qualidade literária, mas ainda aqueles sobre cujos autores dispunha dos elementos biográficos que me permitissem entender o quadro mental que os levara a deixar os retratos que nos legaram. [Da Introdução] Giuseppe Marc’Antonio Baretti • Giuseppe Gorani • Charles François Dumouriez • Joseph Barthélemy François Carrère • W. Costigan • Marquês de Bombelles • William Beckford • Robert Southey • Carl Israel Ruders • Heinrich Friedrich Link • John, Charles e Roxanna Dabney • Laure Saint-Martin Permon • Lord Byron • William Morgan Kinsey • Lord Porchester (Carnarvon) • Joseph James Forrester • Edward Boid • Joseph Bullar • Sir William Robert Wilde • Felix Maria Vincenz Andreas von Lichnowsky • Dora Wordsworth Quillinan • Isabella de França • Oswald Crawfurd • Hans Christian Andersen • Mark Twain • Lady Jackson • Marie Rattazzi • Miguel de Unamuno • John Gibbons • Ralph Fox • Alfred Döblin • Antoine de Saint-Exupéry • Arthur Koestler • Mircea Eliade • Simone de Beauvoir • Roy Campbell • Mary McCarthy • Sybille Bedford • Christopher Hitchens • Jean-Paul Sartre • Gabriel García Márquez • Hans Magnus Enzensberger
  • AUTORA Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
  • ISBN 9789897830105
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O Olhar do Outro

19,50 

Estrangeiros em Portugal: do Século XVIII ao Século XX

Ao lermos as obras escritas por viajantes, importa ter em conta a “Weltanschauung”, um termo inventado pelo filósofo alemão W. Dilthey para designar a visão do mundo que, consciente ou inconscientemente, está presente em cada um de nós. Desde meados do século xviii que a literatura de viagens se tornara um género apreciado, mas a maneira como os estrangeiros olharam o meu país tem de ser vista criticamente: não basta escolher as citações que se adequam às nossas teses. Na selecção dos testemunhos que a seguir apresento, escolhi não apenas os escritos com maior qualidade literária, mas ainda aqueles sobre cujos autores dispunha dos elementos biográficos que me permitissem entender o quadro mental que os levara a deixar os retratos que nos legaram. [Da Introdução] Giuseppe Marc’Antonio Baretti • Giuseppe Gorani • Charles François Dumouriez • Joseph Barthélemy François Carrère • W. Costigan • Marquês de Bombelles • William Beckford • Robert Southey • Carl Israel Ruders • Heinrich Friedrich Link • John, Charles e Roxanna Dabney • Laure Saint-Martin Permon • Lord Byron • William Morgan Kinsey • Lord Porchester (Carnarvon) • Joseph James Forrester • Edward Boid • Joseph Bullar • Sir William Robert Wilde • Felix Maria Vincenz Andreas von Lichnowsky • Dora Wordsworth Quillinan • Isabella de França • Oswald Crawfurd • Hans Christian Andersen • Mark Twain • Lady Jackson • Marie Rattazzi • Miguel de Unamuno • John Gibbons • Ralph Fox • Alfred Döblin • Antoine de Saint-Exupéry • Arthur Koestler • Mircea Eliade • Simone de Beauvoir • Roy Campbell • Mary McCarthy • Sybille Bedford • Christopher Hitchens • Jean-Paul Sartre • Gabriel García Márquez • Hans Magnus Enzensberger
  • AUTORA Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
  • ISBN 9789897830105
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