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Do Chiado a Veneza

15,90 

Júlio César Machado ruma a Veneza em vésperas da Terceira Guerra da Independência italiana (1866). Ao cronista em viagem, contudo, a convulsão política pouco interessa. Aquilo que o move são as pessoas e as artes, frequentando teatros e rendendo‑se ao sentimento musical dos italianos. As crónicas e efabulações desta viagem – um bestseller no seu tempo – fizeram as delícias dos leitores oitocentistas, e é de elementar justiça dá‑las a conhecer ao século XXI.

  • AUTOR Júlio César Machado
  • ANO DE EDIÇÃO 2021

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REF: 9789896716516
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Júlio César Machado ruma a Veneza em vésperas da Terceira Guerra da Independência italiana (1866). Ao cronista em viagem, contudo, a convulsão política pouco interessa. Aquilo que o move são as pessoas e as artes, frequentando teatros e rendendo‑se ao sentimento musical dos italianos. As crónicas e efabulações desta viagem – um bestseller no seu tempo – fizeram as delícias dos leitores oitocentistas, e é de elementar justiça dá‑las a conhecer ao século XXI.

  • AUTOR Júlio César Machado
  • ANO DE EDIÇÃO 2021

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Desconhecida num Comboio

24,90 
‘Ser uma desconhecida deixa‑me eufórica.’ Quem já viajou sozinho sabe como essa experiência torna o viajante uma pessoa diferente. As viagens de Jenny Diski (1947‑2016) revelam‑nos mais a respeito da autora do que acerca da América. No ecrã panorâmico do comboio em que percorre os Estados Unidos, ela projecta‑se a si própria. O livro é um duplo pretexto: para a viagem e para o devaneio. Enclausurada no comboio, vendo desfilar a imensidão americana em cinemascope, Diski descobre que ‘a vida no comboio também é a vida no colégio interno, no convento, na prisão e no hospital psiquiátrico’. Entre devaneios e cigarros, este livro deve muito ao facto de Diski ser fumadora: junto da pequena comunidade dos consumidores de nicotina, a escritora exercita as capacidades de observação e de sociabilidade que descobriu em si, ao atravessar o Atlântico num cargueiro.
  • AUTOR Jenny Diski
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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Desconhecida num Comboio

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  • AUTOR Jenny Diski
  • ANO DE EDIÇÃO 2019
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O africano da Gronelândia

21,90 
O RELATO MÍTICO DO PRIMEIRO ESCRITOR‑VIAJANTE AFRICANO «Tété-Michel, um jovem negro, filho de uma família tradicional africana, com oito mães, as oito esposas do progenitor, nascido num bairro periférico da cidade de Lomé, fez-se a si próprio descobridor. O ‘esquimó africano’, como foi cognominado num documentário que a BBC lhe dedicou, rompeu com uma trágica sina secular, fugindo de casa aos 16 anos [em 1958], para só regressar aos 27. O Africano da Gronelândia é, a vários títulos, um livro como nenhum outro. A minúcia colocada na observação do quotidiano (as viagens de trenó, a caça às focas, a aurora boreal) e o detalhe com que Tété-Michel descreve a forma como se integrou numa sociedade radicalmente diferente daquela de onde veio (com a troca de casais à vista de todos, a prática do sexo na presença dos filhos, o problema do alcoolismo) fazem-nos descobrir como o mundo pode ainda ser um lugar surpreendente.»
  • AUTOR Tété-Michel Kpomassie
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O africano da Gronelândia

21,90 
O RELATO MÍTICO DO PRIMEIRO ESCRITOR‑VIAJANTE AFRICANO «Tété-Michel, um jovem negro, filho de uma família tradicional africana, com oito mães, as oito esposas do progenitor, nascido num bairro periférico da cidade de Lomé, fez-se a si próprio descobridor. O ‘esquimó africano’, como foi cognominado num documentário que a BBC lhe dedicou, rompeu com uma trágica sina secular, fugindo de casa aos 16 anos [em 1958], para só regressar aos 27. O Africano da Gronelândia é, a vários títulos, um livro como nenhum outro. A minúcia colocada na observação do quotidiano (as viagens de trenó, a caça às focas, a aurora boreal) e o detalhe com que Tété-Michel descreve a forma como se integrou numa sociedade radicalmente diferente daquela de onde veio (com a troca de casais à vista de todos, a prática do sexo na presença dos filhos, o problema do alcoolismo) fazem-nos descobrir como o mundo pode ainda ser um lugar surpreendente.»
  • AUTOR Tété-Michel Kpomassie
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Viagem à volta do meu quarto

17,20 
De Maistre parece dialogar com a famosa sentença de Pascal, que diz que toda a infelicidade dos homens resulta de não ficarmos quietos no nosso quarto. Só que um quarto não é um quarto, Turim não é Turim, a noite não é a noite. As viagens de Xavier de Maistre, como lembrou o seu irmão, são circum‑navegações, mais sérias e consequentes do que possam parecer àqueles que se detenham no paradoxo cómico da viagem imóvel. Quanto à felicidade ou infelicidade das viagens num quarto, quem decide isso? Que cada um faça a sua, com estes textos, e depois sem eles. Pedro Mexia
  • AUTOR Xavier De Maistre
  • ANO DE EDIÇÃO 2015
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  • AUTOR Xavier De Maistre
  • ANO DE EDIÇÃO 2015
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