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Do Chiado a Veneza

15,90 

Júlio César Machado ruma a Veneza em vésperas da Terceira Guerra da Independência italiana (1866). Ao cronista em viagem, contudo, a convulsão política pouco interessa. Aquilo que o move são as pessoas e as artes, frequentando teatros e rendendo‑se ao sentimento musical dos italianos. As crónicas e efabulações desta viagem – um bestseller no seu tempo – fizeram as delícias dos leitores oitocentistas, e é de elementar justiça dá‑las a conhecer ao século XXI.

  • AUTOR Júlio César Machado
  • ANO DE EDIÇÃO 2021

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REF: 9789896716516
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Júlio César Machado ruma a Veneza em vésperas da Terceira Guerra da Independência italiana (1866). Ao cronista em viagem, contudo, a convulsão política pouco interessa. Aquilo que o move são as pessoas e as artes, frequentando teatros e rendendo‑se ao sentimento musical dos italianos. As crónicas e efabulações desta viagem – um bestseller no seu tempo – fizeram as delícias dos leitores oitocentistas, e é de elementar justiça dá‑las a conhecer ao século XXI.

  • AUTOR Júlio César Machado
  • ANO DE EDIÇÃO 2021

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Os Dabney – Uma família americana nos Açores

24,13 
Uma investigação inédita, em que se traça um retrato da sociedade açoriana do século XIX. Em 1806, a família Dabney desembarcou nos Açores, mais especificamente na ilha do Faial, onde o patriarca desempenharia a função de cônsul. A actividade diplomática andou a par dos negócios e do comércio, da filantropia também, e os Dabney integraram‑se rapidamente na comunidade açoriana, abandonando o arquipélago apenas em 1892. No período de um século, esta família protestante foi o eixo de um dinamismo cultural que envolveu o convívio e a correspondência com diversas personalidades da época. A testemunhá‑lo, o riquíssimo espólio de cartas, diários e outros documentos coligidos por Roxana Dabney. A presente antologia reúne os textos que hoje se revestem de maior interesse e eloquência, constituindo a visão estrangeira e esclarecida a partir da qual Maria Filomena Mónica traça um retrato da sociedade insular no século XIX.
  • AUTOR Vários / Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2009
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  • AUTOR Vários / Maria Filomena Mónica
  • ANO DE EDIÇÃO 2009
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O africano da Gronelândia

21,90 
O RELATO MÍTICO DO PRIMEIRO ESCRITOR‑VIAJANTE AFRICANO «Tété-Michel, um jovem negro, filho de uma família tradicional africana, com oito mães, as oito esposas do progenitor, nascido num bairro periférico da cidade de Lomé, fez-se a si próprio descobridor. O ‘esquimó africano’, como foi cognominado num documentário que a BBC lhe dedicou, rompeu com uma trágica sina secular, fugindo de casa aos 16 anos [em 1958], para só regressar aos 27. O Africano da Gronelândia é, a vários títulos, um livro como nenhum outro. A minúcia colocada na observação do quotidiano (as viagens de trenó, a caça às focas, a aurora boreal) e o detalhe com que Tété-Michel descreve a forma como se integrou numa sociedade radicalmente diferente daquela de onde veio (com a troca de casais à vista de todos, a prática do sexo na presença dos filhos, o problema do alcoolismo) fazem-nos descobrir como o mundo pode ainda ser um lugar surpreendente.»
  • AUTOR Tété-Michel Kpomassie
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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  • AUTOR Tété-Michel Kpomassie
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Histórias de Roma

16,80 
Dominada durante séculos por mammas e Papas, Roma é uma cidade irresistivelmente burlesca. Extraordinário observador, Enric González retrata‑a para além das aparências e do olhar deslumbrado próprio do turista mais ou menos acidental, conseguindo o verdadeiro prodígio de entrecruzar o passado e o presente, o comezinho e o decisivo, o imediato e o intemporal. Tão depressa se detém na ‘delicada questão da pizza’ como na história ‘feia e sinistra’ da Basílica de São Pedro, localizada num terreno que foi cemitério e circo, antes de se tornar o epicentro do catolicismo. Roma é uma cidade tão antiga que desconhece as suas próprias origens. Por isso, teve de inventar a lenda fundadora, e improvável, dos dois irmãos alimentados por uma loba. Também no nosso passado há lendas, evidentemente, mas há em simultâneo um facto indesmentível: Roma foi decisiva para sermos o que somos. Desde logo na origem da língua portuguesa. Em certo sentido, portanto, ainda somos todos romanos. Carlos Vaz Marques
  • AUTOR Enric González
  • ANO DE EDIÇÃO 2014
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  • AUTOR Enric González
  • ANO DE EDIÇÃO 2014
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