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Marília ou a justiça das crianças

16,00 
A pequena Marília, de 10 anos, vê-se envolvida num conflito parental, receando vir a ser impedida de manter uma relação de proximidade com o pai. Nas situações de conflito parental, a necessidade de ouvir a criança é decisiva. Este livro foi escrito a pensar em todas as crianças e jovens confrontados com a separação ou o divórcio dos pais, que tenham de ser ouvidos no tribunal em relação à sua vida futura. Mas dirige-se também aos adultos envolvidos (pais, irmãos, amigos, educadores, técnicos), que sintam a necessidade de explicar e sossegar os receios e anseios das crianças envolvidas.
  • TEXTO Álvaro Laborinho Lúcio e Odete Severino Soares
  • ILUSTRAÇÃO Catarina Sobral
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Marília ou a justiça das crianças

16,00 
A pequena Marília, de 10 anos, vê-se envolvida num conflito parental, receando vir a ser impedida de manter uma relação de proximidade com o pai. Nas situações de conflito parental, a necessidade de ouvir a criança é decisiva. Este livro foi escrito a pensar em todas as crianças e jovens confrontados com a separação ou o divórcio dos pais, que tenham de ser ouvidos no tribunal em relação à sua vida futura. Mas dirige-se também aos adultos envolvidos (pais, irmãos, amigos, educadores, técnicos), que sintam a necessidade de explicar e sossegar os receios e anseios das crianças envolvidas.
  • TEXTO Álvaro Laborinho Lúcio e Odete Severino Soares
  • ILUSTRAÇÃO Catarina Sobral
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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O meu primeiro Carlos Paredes

13,95 
A guitarra pela qual o menino se apaixonou tinha um primo de quatro cordas chamado violino, mas foi sempre com a bela guitarra que preferiu conversar e trocar promessas de fidelidade e eterna ternura. Amores assim não se explicam, porque talvez façam parte de um destino secreto que só as estrelas conhecem lá no fundo.
  • TEXTO José Jorge Letria
  • ILUSTRAÇÃO Hélder Teixeira Peleja
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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O meu primeiro Carlos Paredes

13,95 
A guitarra pela qual o menino se apaixonou tinha um primo de quatro cordas chamado violino, mas foi sempre com a bela guitarra que preferiu conversar e trocar promessas de fidelidade e eterna ternura. Amores assim não se explicam, porque talvez façam parte de um destino secreto que só as estrelas conhecem lá no fundo.
  • TEXTO José Jorge Letria
  • ILUSTRAÇÃO Hélder Teixeira Peleja
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Quem tem medo dos santos da casa

17,70 
Esta é a história de Maria Teresa, uma mulher que cresceu numa pequena vila piscatória entre a austeridade familiar e a liberdade que encontrava nos livros e numa paixão clandestina. Condenada a viver à sombra do que o pai e o marido haviam sonhado para ela, resolveu pôr em causa as ordens e as tradições, tomar as rédeas do seu destino, deixar para trás uma vida de conforto e atravessar o rio em busca de emancipação. Hoje encontramo-la a tecer tapetes numa casa escura que ninguém sabe o que esconde e é considerada uma espécie de bruxa que assusta as crianças; porém, é numa amizade improvável com Joana, uma menina que aprende com ela a amar os livros, que Maria Teresa encontrará a redenção. Com um ritmo poético e introspetivo, a narrativa desenrola-se em pequenos fragmentos belíssimos que refletem as superstições de uma comunidade marcada por um episódio com consequências dramáticas. Mas onde todos veem horror Maria Teresa vê beleza e possibilidade. Terão, ela e Joana, medo dos santos da casa? Romance inspirado na história dos santos do escultor Altino Maia, que foram retirados da Igreja de São Pedro da Afurada, é na ficção que esta obra desafia algumas verdades.
  • AUTOR Sara Duarte Brandão
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Quem tem medo dos santos da casa

17,70 
Esta é a história de Maria Teresa, uma mulher que cresceu numa pequena vila piscatória entre a austeridade familiar e a liberdade que encontrava nos livros e numa paixão clandestina. Condenada a viver à sombra do que o pai e o marido haviam sonhado para ela, resolveu pôr em causa as ordens e as tradições, tomar as rédeas do seu destino, deixar para trás uma vida de conforto e atravessar o rio em busca de emancipação. Hoje encontramo-la a tecer tapetes numa casa escura que ninguém sabe o que esconde e é considerada uma espécie de bruxa que assusta as crianças; porém, é numa amizade improvável com Joana, uma menina que aprende com ela a amar os livros, que Maria Teresa encontrará a redenção. Com um ritmo poético e introspetivo, a narrativa desenrola-se em pequenos fragmentos belíssimos que refletem as superstições de uma comunidade marcada por um episódio com consequências dramáticas. Mas onde todos veem horror Maria Teresa vê beleza e possibilidade. Terão, ela e Joana, medo dos santos da casa? Romance inspirado na história dos santos do escultor Altino Maia, que foram retirados da Igreja de São Pedro da Afurada, é na ficção que esta obra desafia algumas verdades.
  • AUTOR Sara Duarte Brandão
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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O meu marido dorme no congelador

19,00 
Nana sofre de violência doméstica, até que um dia decide matar o marido. Sentindo-se finalmente livre, esconde o corpo dele no congelador da arrecadação do seu jardim… Mas, quando na manhã seguinte, ele reaparece como se nada tivesse acontecido, Nana começa a duvidar? O marido dela está mesmo morto? Então porque é que o cadáver dele ainda está lá, por baixo do gelo do congelador? Ela matou a pessoa certa? A não ser que seja ela que esteja a afundar-se… na loucura? Adaptação de um romance de sucesso de Misaki Yazuki, O Meu Marido Dorme no Congelador é um mangá thriller psicológico arrepiante, que deixa os leitores desorientados e a caminho de um desfecho imprevisível que é um verdadeiro murro no estômago.
  • AUTOR Misaki Yazuki e Hyaku Takara
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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O meu marido dorme no congelador

19,00 
Nana sofre de violência doméstica, até que um dia decide matar o marido. Sentindo-se finalmente livre, esconde o corpo dele no congelador da arrecadação do seu jardim… Mas, quando na manhã seguinte, ele reaparece como se nada tivesse acontecido, Nana começa a duvidar? O marido dela está mesmo morto? Então porque é que o cadáver dele ainda está lá, por baixo do gelo do congelador? Ela matou a pessoa certa? A não ser que seja ela que esteja a afundar-se… na loucura? Adaptação de um romance de sucesso de Misaki Yazuki, O Meu Marido Dorme no Congelador é um mangá thriller psicológico arrepiante, que deixa os leitores desorientados e a caminho de um desfecho imprevisível que é um verdadeiro murro no estômago.
  • AUTOR Misaki Yazuki e Hyaku Takara
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Noite no caminho de ferro da via láctea

15,90 
O «Principezinho» japonês. Um dos clássicos mais conhecidos da literatura nipónica, traduzido pela primeira vez e a partir do original! O jovem Giovanni, cujo pai está ausente numa longa viagem, tem a mãe doente. Assim, Giovanni é obrigado a aceitar pequenos empregos e tarefas, antes e depois do horário escolar, para alimentar a família, desenvolvendo neste contexto uma amizade com outro jovem, Campanella. No final de um dia de muitas atribulações, Giovanni e Campanella dão por si a embarcar num estranho comboio a vapor que surge do céu. Nele viajam pela nossa galáxia conhecendo todo o tipo de pessoas e apercebendo-se deste modo da vastidão e da riqueza do ser humano e da ciência, que o arrancaram da mera sobrevivência para dominarem o universo. Com esta viagem, os dois jovens percebem que há muito mais mundo para lá das suas vidas limitadas. Uma viagem de descoberta da humanidade, das maravilhas da natureza e da capacidade de sonhar do ser humano e uma narrativa sobre o modo como a ciência pode transformar os sonhos em realidade. Neste volume juntamos também a novela «A vida de Gusukō Budori», que é traduzida pela primeira vez numa língua ocidental, tendo também sido já adaptada ao cinema duas vezes e abordando temas semelhantes.
  • AUTOR Kenji Miyazawa
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Noite no caminho de ferro da via láctea

15,90 
O «Principezinho» japonês. Um dos clássicos mais conhecidos da literatura nipónica, traduzido pela primeira vez e a partir do original! O jovem Giovanni, cujo pai está ausente numa longa viagem, tem a mãe doente. Assim, Giovanni é obrigado a aceitar pequenos empregos e tarefas, antes e depois do horário escolar, para alimentar a família, desenvolvendo neste contexto uma amizade com outro jovem, Campanella. No final de um dia de muitas atribulações, Giovanni e Campanella dão por si a embarcar num estranho comboio a vapor que surge do céu. Nele viajam pela nossa galáxia conhecendo todo o tipo de pessoas e apercebendo-se deste modo da vastidão e da riqueza do ser humano e da ciência, que o arrancaram da mera sobrevivência para dominarem o universo. Com esta viagem, os dois jovens percebem que há muito mais mundo para lá das suas vidas limitadas. Uma viagem de descoberta da humanidade, das maravilhas da natureza e da capacidade de sonhar do ser humano e uma narrativa sobre o modo como a ciência pode transformar os sonhos em realidade. Neste volume juntamos também a novela «A vida de Gusukō Budori», que é traduzida pela primeira vez numa língua ocidental, tendo também sido já adaptada ao cinema duas vezes e abordando temas semelhantes.
  • AUTOR Kenji Miyazawa
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Estado civil

14,90 
Drieu la Rochelle é um escritor amaldiçoado, e com razão: colaborador e apoiante de Hitler, cometeu o erro supremo do século XX; suicidou-se depois de escrever uma nota que exigia a morte como traidor. A sua obra é a de um homem contraditório, que hesitou entre a Action Française e os surrealistas, entre o nacionalismo e o europeísmo, o comunismo e o fascismo, o pacifismo e o culto dos valores guerreiros, a literatura e o compromisso político. Mas a verdadeira paixão de Drieu não é a política: é a sua própria morte perseguida com um fascínio lúcido em todos os seus escritos; já em Estado Civil, um dos seus primeiros livros (1921), diz-nos: «O sangue, este hieróglifo, aparece por toda a parte sob a minha pele como o nome de um deus.» Nesta surpreendente autobiografia, Drieu conta-nos a sua infância durante a Belle Époque, a adolescência com todos os seus tormentos e a busca de ideias que lhe servirão de bitola durante toda a sua vida. Uma biografia surpreendente, porque em vez de uma narração do passado, das historietas, das mudanças e da procrastinação da juventude, Drieu partilha com o leitor, de rajada, a sua inquietação ao nascer para o mundo, a inclinação que o prejudicará gravemente e que projecta as consequências no seu desenvolvimento posterior, mas também uma análise interessante do encontro com o mundo e as influências que a criança pode sofrer ao longo da vida.
  • AUTOR Pierre Drieu La Rochelle
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Estado civil

14,90 
Drieu la Rochelle é um escritor amaldiçoado, e com razão: colaborador e apoiante de Hitler, cometeu o erro supremo do século XX; suicidou-se depois de escrever uma nota que exigia a morte como traidor. A sua obra é a de um homem contraditório, que hesitou entre a Action Française e os surrealistas, entre o nacionalismo e o europeísmo, o comunismo e o fascismo, o pacifismo e o culto dos valores guerreiros, a literatura e o compromisso político. Mas a verdadeira paixão de Drieu não é a política: é a sua própria morte perseguida com um fascínio lúcido em todos os seus escritos; já em Estado Civil, um dos seus primeiros livros (1921), diz-nos: «O sangue, este hieróglifo, aparece por toda a parte sob a minha pele como o nome de um deus.» Nesta surpreendente autobiografia, Drieu conta-nos a sua infância durante a Belle Époque, a adolescência com todos os seus tormentos e a busca de ideias que lhe servirão de bitola durante toda a sua vida. Uma biografia surpreendente, porque em vez de uma narração do passado, das historietas, das mudanças e da procrastinação da juventude, Drieu partilha com o leitor, de rajada, a sua inquietação ao nascer para o mundo, a inclinação que o prejudicará gravemente e que projecta as consequências no seu desenvolvimento posterior, mas também uma análise interessante do encontro com o mundo e as influências que a criança pode sofrer ao longo da vida.
  • AUTOR Pierre Drieu La Rochelle
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Cartas Portuguesas de Mariana Alcoforado

18,90 
Passados 300 anos da morte da freira portuguesa mais famosa de todos os tempos, uma nova edição anotada das cartas que lhe foram atribuídas e que se tornaram uma das histórias de amor impossível mais famosas da literatura ocidental. Publicadas originalmente em 1669, estas cinco cartas de uma freira portuguesa destinadas ao seu apaixonado, um oficial francês, tiveram grande impacto na literatura europeia da qual a França era a porta-estandarte. A investigação histórica que foi feita no decorrer de séculos e até aos nossos dias confirmou, por um lado, que a religiosa teria sido Mariana Alcoforado e, por outro, que o oficial francês seria o marquês de Chamilly, na época em Portugal com o contingente francês para apoiar as forças portuguesas que se opunham ao exército espanhol na luta pela Independência de Portugal. Mais tarde, a continuada investigação considerou mais provável que se tratasse de uma obra de ficção da autoria do editor original, mas inspirada em factos verídicos. A verdade é que a incerteza se mantém e os factos históricos coincidentes mais contribuem para adensar o mistério. Aquilo de que não se duvida é da influência cultural e literária da obra na literatura europeia. Com efeito, as Cartas foram adaptadas diversas vezes ao teatro e ao cinema e são uma referência na literatura europeia e nas belas-artes.. Esta edição que agora se publica, no tricentenário da morte de Mariana Alcoforado, é acompanhada por um Estudo Histórico que recapitula precisamente todo este percurso de investigação e o impacto cultural da obra ao longo dos tempos. (tradução e estudo histórico por José António Falcão)
  • AUTOR Mariana Alcoforado (?)
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Cartas Portuguesas de Mariana Alcoforado

18,90 
Passados 300 anos da morte da freira portuguesa mais famosa de todos os tempos, uma nova edição anotada das cartas que lhe foram atribuídas e que se tornaram uma das histórias de amor impossível mais famosas da literatura ocidental. Publicadas originalmente em 1669, estas cinco cartas de uma freira portuguesa destinadas ao seu apaixonado, um oficial francês, tiveram grande impacto na literatura europeia da qual a França era a porta-estandarte. A investigação histórica que foi feita no decorrer de séculos e até aos nossos dias confirmou, por um lado, que a religiosa teria sido Mariana Alcoforado e, por outro, que o oficial francês seria o marquês de Chamilly, na época em Portugal com o contingente francês para apoiar as forças portuguesas que se opunham ao exército espanhol na luta pela Independência de Portugal. Mais tarde, a continuada investigação considerou mais provável que se tratasse de uma obra de ficção da autoria do editor original, mas inspirada em factos verídicos. A verdade é que a incerteza se mantém e os factos históricos coincidentes mais contribuem para adensar o mistério. Aquilo de que não se duvida é da influência cultural e literária da obra na literatura europeia. Com efeito, as Cartas foram adaptadas diversas vezes ao teatro e ao cinema e são uma referência na literatura europeia e nas belas-artes.. Esta edição que agora se publica, no tricentenário da morte de Mariana Alcoforado, é acompanhada por um Estudo Histórico que recapitula precisamente todo este percurso de investigação e o impacto cultural da obra ao longo dos tempos. (tradução e estudo histórico por José António Falcão)
  • AUTOR Mariana Alcoforado (?)
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Os imbecis e outros textos clássicos de escritoras russas

23,90 
Nem só de homens se fez a grande literatura russa. Esta é a primeira antologia panorâmica da literatura russa no feminino. Em 30 textos de géneros diversos – maioritariamente contos, mas também poemas e uma novela –, com vozes narrativas muito singulares e também bastante heterogéneas, esta obra confirma uma vocação literária tão vasta quanto o território russo, que permaneceu até agora escondida na sombra dos grandes nomes masculinos da extraordinária literatura eslava. Com esta antologia faz-se, tanto quanto possível, justiça a uma produção literária na qual se representam diferentes escolas e movimentos – desde o século xix até aos inícios do século xx –, acompanhando as grandes mudanças sociais, políticas e culturais de um período de transformação observado com a lente de um olhar feminino. A maior parte das autoras incluídas nesta antologia nunca foi publicada em língua portuguesa.
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Os imbecis e outros textos clássicos de escritoras russas

23,90 
Nem só de homens se fez a grande literatura russa. Esta é a primeira antologia panorâmica da literatura russa no feminino. Em 30 textos de géneros diversos – maioritariamente contos, mas também poemas e uma novela –, com vozes narrativas muito singulares e também bastante heterogéneas, esta obra confirma uma vocação literária tão vasta quanto o território russo, que permaneceu até agora escondida na sombra dos grandes nomes masculinos da extraordinária literatura eslava. Com esta antologia faz-se, tanto quanto possível, justiça a uma produção literária na qual se representam diferentes escolas e movimentos – desde o século xix até aos inícios do século xx –, acompanhando as grandes mudanças sociais, políticas e culturais de um período de transformação observado com a lente de um olhar feminino. A maior parte das autoras incluídas nesta antologia nunca foi publicada em língua portuguesa.
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A casa azul

14,50 
Estar em casa é ter por perto as pessoas de quem mais gostamos. O Leo vivia com o pai numa velha casa azul. A tinta descascava, o telhado tinha musgo e a casa rangia por todo o lado. Mas era a casa deles. Até que, um dia, o pai anuncia: «Hoje recebi uma carta do senhorio. Venderam a nossa casa. Lamento, filho. Vamos ter de nos mudar.» O Leo não conseguia perceber. Como é que alguém podia simplesmente tirar-lhes a casa? Um livro actual sobre mudança e superação, e uma belíssima história de amor entre pai e filho.
  • AUTOR Phoebe Wahl
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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A casa azul

14,50 
Estar em casa é ter por perto as pessoas de quem mais gostamos. O Leo vivia com o pai numa velha casa azul. A tinta descascava, o telhado tinha musgo e a casa rangia por todo o lado. Mas era a casa deles. Até que, um dia, o pai anuncia: «Hoje recebi uma carta do senhorio. Venderam a nossa casa. Lamento, filho. Vamos ter de nos mudar.» O Leo não conseguia perceber. Como é que alguém podia simplesmente tirar-lhes a casa? Um livro actual sobre mudança e superação, e uma belíssima história de amor entre pai e filho.
  • AUTOR Phoebe Wahl
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Em nome do bárbaro

15,00 
Este livro é dedicado aos bárbaros contemporâneos cuja vida e obra nos informa mais do que qualquer palestra erudita sobre aquilo a que o Império chama «asselvajamento». A começar pela rua e pelos seus profetas. Em Nome do Bárbaro, manifesto estético e político sobre a condição dos descendentes da imigração pós colonial, expõe as armadilhas e a violência das políticas de integração e mostra como a assimilação pode equivaler à perda de identidade, língua, religião e cultura. Louisa Yousfi toca neste ensaio a estranheza da condição pós-colonial: bárbaros no coração do Império, que habitam os seus subúrbios, falam a sua língua, dominam perfeitamente os seus códigos, mas que têm sérias contas a ajustar com ele. E, quer se trate do 11 de Setembro, da era colonial argelina, do tratamento mediático das celebridades afrodescendentes ou do estatuto de segunda classe dos cidadãos de origem imigrante, Yousfi ergue um espelho sem concessões ao Ocidente e às suas falhas morais, como se dissesse: eu posso ser um bárbaro, mas quem é o verdadeiro monstro?
  • AUTOR Louisa Yousfi
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Em nome do bárbaro

15,00 
Este livro é dedicado aos bárbaros contemporâneos cuja vida e obra nos informa mais do que qualquer palestra erudita sobre aquilo a que o Império chama «asselvajamento». A começar pela rua e pelos seus profetas. Em Nome do Bárbaro, manifesto estético e político sobre a condição dos descendentes da imigração pós colonial, expõe as armadilhas e a violência das políticas de integração e mostra como a assimilação pode equivaler à perda de identidade, língua, religião e cultura. Louisa Yousfi toca neste ensaio a estranheza da condição pós-colonial: bárbaros no coração do Império, que habitam os seus subúrbios, falam a sua língua, dominam perfeitamente os seus códigos, mas que têm sérias contas a ajustar com ele. E, quer se trate do 11 de Setembro, da era colonial argelina, do tratamento mediático das celebridades afrodescendentes ou do estatuto de segunda classe dos cidadãos de origem imigrante, Yousfi ergue um espelho sem concessões ao Ocidente e às suas falhas morais, como se dissesse: eu posso ser um bárbaro, mas quem é o verdadeiro monstro?
  • AUTOR Louisa Yousfi
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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E nenhuma vertigem nos afecta – Antologia de poesia norueguesa

9,00 
«O silêncio derrete-se na noite Em breve todos os sons amanhecerão Em breve recolherás tu mesmo o doce fruto de amanhã» Expectativas - I min tid, 1967 (versões de Amadeu Baptista)
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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E nenhuma vertigem nos afecta – Antologia de poesia norueguesa

9,00 
«O silêncio derrete-se na noite Em breve todos os sons amanhecerão Em breve recolherás tu mesmo o doce fruto de amanhã» Expectativas - I min tid, 1967 (versões de Amadeu Baptista)
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Trocando dólares por cêntimos – Antologia de poesia norte-americana

8,00 
«Nos nossos dias dizem que há liberdade de expressão. Dizem que não há castigo para os poetas, não há castigo por se escreverem poemas. Isto é o que dizem. Este é o castigo» No nosso tempo - Muriel Rukeyser (versões de Luís Filipe Parrado)
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Trocando dólares por cêntimos – Antologia de poesia norte-americana

8,00 
«Nos nossos dias dizem que há liberdade de expressão. Dizem que não há castigo para os poetas, não há castigo por se escreverem poemas. Isto é o que dizem. Este é o castigo» No nosso tempo - Muriel Rukeyser (versões de Luís Filipe Parrado)
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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