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Regresso ao Admirável Mundo Novo

15,00 

Conjunto de ensaios sobre diversos temas abordados em Admirável Mundo Novo, a presente obra foi publicada em 1958 e na sua génese está a inquietante noção de que a sociedade ficcional descrita no livro mais famoso de Aldous Huxley se tornava a passos largos uma realidade. Comparando aspectos da vida moderna e o terrível quotidiano na era depois de Ford, o autor elabora uma reflexão profunda sobre as principais ameaças à humanidade e os limites da desumanização porque «o pesadelo da organização total emergiu do futuro remoto e está agora à nossa espera, mesmo ao virar da esquina».

  • AUTOR Aldous Huxley
  • ANO DE EDIÇÃO 2014
  • EAN 9789726082743

 

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REF: 9789726082460
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Conjunto de ensaios sobre diversos temas abordados em Admirável Mundo Novo, a presente obra foi publicada em 1958 e na sua génese está a inquietante noção de que a sociedade ficcional descrita no livro mais famoso de Aldous Huxley se tornava a passos largos uma realidade. Comparando aspectos da vida moderna e o terrível quotidiano na era depois de Ford, o autor elabora uma reflexão profunda sobre as principais ameaças à humanidade e os limites da desumanização porque «o pesadelo da organização total emergiu do futuro remoto e está agora à nossa espera, mesmo ao virar da esquina».

  • AUTOR Aldous Huxley
  • ANO DE EDIÇÃO 2014
  • EAN 9789726082743

 

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Quinzinzinzili

15,00 
Talvez existam algures restos de grupos humanos, como aquele de que faço parte, que se esforçam por prolongar a sua existência miserável em plena barbárie. Resta-me explicar por que ironia cósmica consegui sobreviver, sozinho na Europa, com um pequeno grupo de crianças. Quinzinzinzili traz à memória O Deus das Moscas, obra escrita quase vinte anos depois. Este romance de título impronunciável é uma pérola de humor, delírio e desalento. Nos conturbados anos trinta, quando as potências se precipitam para uma nova guerra, a humanidade concretiza finalmente o seu íntimo desejo de se aniquilar a si própria. Tudo o que resta dela é meia dúzia de crianças e um único adulto. O mundo pós-apocalíptico de Quinzinzinzili (escrito em 1935) é mais do que alerta ou premonição. É o embrião da distopia aos olhos de um sobrevivente prostrado e indiferente, desiludido com a natureza humana e a reinvenção da civilização.
  • AUTOR Régis Massac
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
  • EAN 9789726083054
 
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Quinzinzinzili

15,00 
Talvez existam algures restos de grupos humanos, como aquele de que faço parte, que se esforçam por prolongar a sua existência miserável em plena barbárie. Resta-me explicar por que ironia cósmica consegui sobreviver, sozinho na Europa, com um pequeno grupo de crianças. Quinzinzinzili traz à memória O Deus das Moscas, obra escrita quase vinte anos depois. Este romance de título impronunciável é uma pérola de humor, delírio e desalento. Nos conturbados anos trinta, quando as potências se precipitam para uma nova guerra, a humanidade concretiza finalmente o seu íntimo desejo de se aniquilar a si própria. Tudo o que resta dela é meia dúzia de crianças e um único adulto. O mundo pós-apocalíptico de Quinzinzinzili (escrito em 1935) é mais do que alerta ou premonição. É o embrião da distopia aos olhos de um sobrevivente prostrado e indiferente, desiludido com a natureza humana e a reinvenção da civilização.
  • AUTOR Régis Massac
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
  • EAN 9789726083054
 
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Kallocaína

16,00 
Obra visionária, Kallocaína (1940) é uma das grandes distopias do século XX, herdeira de Nós, de Zamiatine, e de Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, e predecessora de 1984, de George Orwell. Num futuro desumanizado, um estado totalitário controla uma sociedade que, na ânsia da segurança prometida, se vergou à sua vontade. Em cidades subterrâneas, envolvido numa guerra permanente, o Estado Mundial erigiu a delação em acto cívico e dispõe a seu bel-prazer da vida dos seus consoldados, que, temendo denúncias e perseguições, tudo cumprem em nome do bem comum. Quando o cientista Leo Kall descobre um soro da verdade – a kallocaína –, mais eficaz do que a tortura ou a propaganda, o Estado não se coíbe de derrubar as já frágeis barreiras da individualidade e de extorquir todos os segredos e pensamentos dos seus cidadãos. Requiem pela humanidade em tempos negros, Kallocaína conserva até hoje toda a sua clarividência.
  • AUTOR Karin Boye
  • ANO DE EDIÇÃO 2016
  • EAN 9789726082743
 
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Kallocaína

16,00 
Obra visionária, Kallocaína (1940) é uma das grandes distopias do século XX, herdeira de Nós, de Zamiatine, e de Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, e predecessora de 1984, de George Orwell. Num futuro desumanizado, um estado totalitário controla uma sociedade que, na ânsia da segurança prometida, se vergou à sua vontade. Em cidades subterrâneas, envolvido numa guerra permanente, o Estado Mundial erigiu a delação em acto cívico e dispõe a seu bel-prazer da vida dos seus consoldados, que, temendo denúncias e perseguições, tudo cumprem em nome do bem comum. Quando o cientista Leo Kall descobre um soro da verdade – a kallocaína –, mais eficaz do que a tortura ou a propaganda, o Estado não se coíbe de derrubar as já frágeis barreiras da individualidade e de extorquir todos os segredos e pensamentos dos seus cidadãos. Requiem pela humanidade em tempos negros, Kallocaína conserva até hoje toda a sua clarividência.
  • AUTOR Karin Boye
  • ANO DE EDIÇÃO 2016
  • EAN 9789726082743
 
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Nós

16,00 
A distopia que inspirou 1984, de George Orwell. Neste romance, escrito em 1920, Zamiatine descreve, mais do que um mundo futuro, as relações humanas nesse mundo, que é eficazmente produtivista, limpo, desprovido de emoção. As figuras humanas visíveis são apenas as dos adultos; os velhos e as crianças não estão presentes na narrativa. Os homens e as mulheres são aparentemente iguais, a começar pelo vestuário, funcional e simples (os unifs); todos têm números, e não nomes. O meio circundante corresponde necessariamente a este tipo humano: visto a individualidade não existir, os apartamentos são transparentes. Só nas relações sexuais, superiormente organizadas, obedecendo sempre a um dia e a uma hora pré-determinados, surge um vislumbre de privacidade: fecham-se as persianas do quarto. Trata-se, enfim, de uma ficção sobre o triunfo da racionalidade num sistema social em que cada pessoa se dissipa numa ideia de comunidade.
  • AUTOR Evgueni Zamiatine
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
  • EAN 9789726080329
 
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Nós

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  • AUTOR Evgueni Zamiatine
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
  • EAN 9789726080329
 
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