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Morte acidental de um anarquista

15,50 
A peça morte acidental de um anarquista inspira-se numa história verídica: o suicídio do operário Giuseppe Pinelli, suspeito de atentado à bomba e interrogado pela polícia em 1969, vítima também da fraca integridade estrutural da janela do quarto andar de uma esquadra em Milão. É quando um Louco se infiltra no local que cai a máscara da versão oficial dos factos e se expõe um sistema em que a verdade é a maior das anedotas. Inquietantemente actual, sobretudo em tempos de fake news, esta é uma zombeteira farsa política sobre impunidade, manipulação e materiais de construção.
  • AUTORES Dario Fo e Franca Rame
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Morte acidental de um anarquista

15,50 
A peça morte acidental de um anarquista inspira-se numa história verídica: o suicídio do operário Giuseppe Pinelli, suspeito de atentado à bomba e interrogado pela polícia em 1969, vítima também da fraca integridade estrutural da janela do quarto andar de uma esquadra em Milão. É quando um Louco se infiltra no local que cai a máscara da versão oficial dos factos e se expõe um sistema em que a verdade é a maior das anedotas. Inquietantemente actual, sobretudo em tempos de fake news, esta é uma zombeteira farsa política sobre impunidade, manipulação e materiais de construção.
  • AUTORES Dario Fo e Franca Rame
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Os mergulhadores do deserto

16,00 
Concretizando um sonho de infância, Sven Lindqvist ruma ao Saara levando no bolso os livros dos viajantes que o inspiraram. Num velho carro amolgado, entre a areia e uma imensidão de luz e silêncio, segue as rotas de Saint-Exupéry, Isabelle Eberhardt ou André Gide, para sondar o desejo de evasão e as fantasias que os atraíram àquelas paragens. Os Mergulhadores do Deserto é o relato de uma imersão abaixo da superfície idealizada por aventureiros e escritores europeus, para expor as águas mais turvas de exploração, racismo e massacre que eles muitas vezes ignoraram ou romantizaram. Alternando entre a viagem presente e as vozes do passado, o autor desafia-nos a perscrutar além do sol ofuscante e da pureza das dunas e a confrontar um sangrento legado de abusos imperialistas, bem como as ideias feitas que moldaram a percepção ocidental de África.
  • AUTOR Sven Lindqvist
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Os mergulhadores do deserto

16,00 
Concretizando um sonho de infância, Sven Lindqvist ruma ao Saara levando no bolso os livros dos viajantes que o inspiraram. Num velho carro amolgado, entre a areia e uma imensidão de luz e silêncio, segue as rotas de Saint-Exupéry, Isabelle Eberhardt ou André Gide, para sondar o desejo de evasão e as fantasias que os atraíram àquelas paragens. Os Mergulhadores do Deserto é o relato de uma imersão abaixo da superfície idealizada por aventureiros e escritores europeus, para expor as águas mais turvas de exploração, racismo e massacre que eles muitas vezes ignoraram ou romantizaram. Alternando entre a viagem presente e as vozes do passado, o autor desafia-nos a perscrutar além do sol ofuscante e da pureza das dunas e a confrontar um sangrento legado de abusos imperialistas, bem como as ideias feitas que moldaram a percepção ocidental de África.
  • AUTOR Sven Lindqvist
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Quando o mundo dorme – Histórias, palavras e feridas da Palestina

18,00 
Quando o Mundo Dorme reúne histórias de dignidade e resistência que nos transmitem o espírito da Palestina e do seu povo. Como na dabke, uma dança tradicional, damos a mão a quem partilhou com Francesca Albanese as causas e a vida neste território fustigado. Escutamos a angústia de Ghassan Abu-Sittah, cirurgião num hospital de Gaza logo após o 7 de Outubro, e, na voz de Hind Rajab, todas as infâncias perdidas. Recuperamos a esperança nos quadros de Malak Mattar, que eternizam a coragem dos palestinianos, e nas palavras de Alon Confino, pensador israelita inconformado com o apartheid vigente. Das ruas de Jerusalém a protestos em Berlim, Quando o Mundo Dorme - Histórias, palavras e feridas da Palestina é uma reflexão premente sobre o colonialismo, traumas e genocídio, para que nos unamos na recusa do horror e do silêncio.
  • AUTOR Francesca Albanese
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Quando o mundo dorme – Histórias, palavras e feridas da Palestina

18,00 
Quando o Mundo Dorme reúne histórias de dignidade e resistência que nos transmitem o espírito da Palestina e do seu povo. Como na dabke, uma dança tradicional, damos a mão a quem partilhou com Francesca Albanese as causas e a vida neste território fustigado. Escutamos a angústia de Ghassan Abu-Sittah, cirurgião num hospital de Gaza logo após o 7 de Outubro, e, na voz de Hind Rajab, todas as infâncias perdidas. Recuperamos a esperança nos quadros de Malak Mattar, que eternizam a coragem dos palestinianos, e nas palavras de Alon Confino, pensador israelita inconformado com o apartheid vigente. Das ruas de Jerusalém a protestos em Berlim, Quando o Mundo Dorme - Histórias, palavras e feridas da Palestina é uma reflexão premente sobre o colonialismo, traumas e genocídio, para que nos unamos na recusa do horror e do silêncio.
  • AUTOR Francesca Albanese
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Autobiografia de um polvo e outros relatos de antecipação

16,00 
Num mundo futuro, a linguagem, a escrita e a arte não são exclusivamente humanas. Vários relatos de uma comunidade científica imaginária revelam-nos a poesia das aranhas e das suas teias, a arquitectura entre os vombates e os aforismos efémeros de um polvo. Histórias que as espécies contam desde o início dos tempos são debatidas por cientistas internacionais, mensagens da terra, do mar e do ar escutadas finalmente pela humanidade. Sob a égide de Ursula K. Le Guin, os três contos especulativos de Autobiografia de um polvo, obra poética e invulgar, esbatem fronteiras entre ciência e ficção e questionam a nossa ilusória soberania no planeta.
  • AUTOR Vinciane Despret
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Autobiografia de um polvo e outros relatos de antecipação

16,00 
Num mundo futuro, a linguagem, a escrita e a arte não são exclusivamente humanas. Vários relatos de uma comunidade científica imaginária revelam-nos a poesia das aranhas e das suas teias, a arquitectura entre os vombates e os aforismos efémeros de um polvo. Histórias que as espécies contam desde o início dos tempos são debatidas por cientistas internacionais, mensagens da terra, do mar e do ar escutadas finalmente pela humanidade. Sob a égide de Ursula K. Le Guin, os três contos especulativos de Autobiografia de um polvo, obra poética e invulgar, esbatem fronteiras entre ciência e ficção e questionam a nossa ilusória soberania no planeta.
  • AUTOR Vinciane Despret
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Um homem que dorme

15,50 
Um despertador toca numas águas-furtadas de Paris; um jovem permanece deitado, indiferente à cidade que acorda e ao exame que o esperava nesse dia. Um Homem que Dorme é a história de uma criatura que decide, convictamente, não mexer uma palha, cruzar os braços perante a vida, ser alheio ao «banho de obrigações sem fim, ao melífluo terror que pretende controlar todos os dias, todas as horas, da diminuta existência». Parente do escrivão Bartleby e de Oblomov, acompanhamo-lo a vaguear entre a multidão das grandes avenidas, nos cinemas e nos cafés costumeiros, em busca de um ansiado apagamento. Escrita aos trinta anos por Georges Perec, esta novela existencialista sobre um «fantasma transparente» em fuga do mundo continua a interpelar e a arrastar consigo os leitores numa tentativa de evasão.
  • AUTOR Georges Perec
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Um homem que dorme

15,50 
Um despertador toca numas águas-furtadas de Paris; um jovem permanece deitado, indiferente à cidade que acorda e ao exame que o esperava nesse dia. Um Homem que Dorme é a história de uma criatura que decide, convictamente, não mexer uma palha, cruzar os braços perante a vida, ser alheio ao «banho de obrigações sem fim, ao melífluo terror que pretende controlar todos os dias, todas as horas, da diminuta existência». Parente do escrivão Bartleby e de Oblomov, acompanhamo-lo a vaguear entre a multidão das grandes avenidas, nos cinemas e nos cafés costumeiros, em busca de um ansiado apagamento. Escrita aos trinta anos por Georges Perec, esta novela existencialista sobre um «fantasma transparente» em fuga do mundo continua a interpelar e a arrastar consigo os leitores numa tentativa de evasão.
  • AUTOR Georges Perec
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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A violência e o escárnio

16,00 
Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A Violência e o Escárnio são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
  • AUTOR Albert Cossery
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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A violência e o escárnio

16,00 
Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A Violência e o Escárnio são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
  • AUTOR Albert Cossery
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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A universidade de Rebibbia

16,50 
Sirenes cortavam os ares de Roma quando a escritora Goliarda Sapienza, acusada de um delito menor, transpôs os portões da prisão feminina de Rebibbia, a norte da cidade, num dia de Outono dos anos 80. Em breve trocaria a liberdade pelas «áleas subterrâneas de imersão na pena», mergulhando numa realidade desconhecida e num silêncio contranatural. A Universidade de Rebibbia é o relato de dois meses de reclusão num mundo de regras e códigos próprios, que se converte na procura tacteante de uma réstia de humanidade atrás das grades e numa homenagem às mulheres rebeldes e inconformadas, ladras e jovens revolucionárias, que se cruzam no seu caminho. Pelo olhar lúcido da autora, o confinamento revela-se afinal uma nova vida em comunidade, mais espontânea e solidária do que a do exterior.
  • AUTOR Goliarda Sapienza
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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A universidade de Rebibbia

16,50 
Sirenes cortavam os ares de Roma quando a escritora Goliarda Sapienza, acusada de um delito menor, transpôs os portões da prisão feminina de Rebibbia, a norte da cidade, num dia de Outono dos anos 80. Em breve trocaria a liberdade pelas «áleas subterrâneas de imersão na pena», mergulhando numa realidade desconhecida e num silêncio contranatural. A Universidade de Rebibbia é o relato de dois meses de reclusão num mundo de regras e códigos próprios, que se converte na procura tacteante de uma réstia de humanidade atrás das grades e numa homenagem às mulheres rebeldes e inconformadas, ladras e jovens revolucionárias, que se cruzam no seu caminho. Pelo olhar lúcido da autora, o confinamento revela-se afinal uma nova vida em comunidade, mais espontânea e solidária do que a do exterior.
  • AUTOR Goliarda Sapienza
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Jardins perfumados para os cegos

18,50 
Jardins Perfumados para os Cegos abre-nos as portas da família Glace - Edward, um pai ausente obcecado por genealogia, e Vera, angustiada com a voluntária mudez da filha Erlene -, revelando-nos a solidão e a incomunicabilidade que a atingem. Estas personagens habitam páginas de uma beleza perturbadora sobre a vida fértil da imaginação e a insuficiência de «palavras descartadas, abandonadas como destroços nas ilhas desertas da mente, de onde brotam ervas daninhas e venenosas, fruto do tempo e do uso».
  • AUTOR Janet Frame
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Jardins perfumados para os cegos

18,50 
Jardins Perfumados para os Cegos abre-nos as portas da família Glace - Edward, um pai ausente obcecado por genealogia, e Vera, angustiada com a voluntária mudez da filha Erlene -, revelando-nos a solidão e a incomunicabilidade que a atingem. Estas personagens habitam páginas de uma beleza perturbadora sobre a vida fértil da imaginação e a insuficiência de «palavras descartadas, abandonadas como destroços nas ilhas desertas da mente, de onde brotam ervas daninhas e venenosas, fruto do tempo e do uso».
  • AUTOR Janet Frame
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Sexografias

18,00 
Sexografias é um salto sem rede no mais fundo da sexualidade contemporânea, com as suas obsessões e alegrias. Numa prisão peruana, num ritual de ayahuasca em plena selva amazónica, entre prostitutas e travestis no Bois de Boulogne, ou num clube de swingers, a autora leva-nos pela mão, com humor e amor, e faz-nos reflectir sobre preconceito e ménages à trois, finitude e doação de óvulos, imigração e squirting. Reportagens íntimas e carnais, na primeira pessoa, que deitam a língua de fora a narrativas convencionais, para abraçarem sem tabus a emancipação e o prazer.
  • AUTOR Gabriela Wiener
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Sexografias

18,00 
Sexografias é um salto sem rede no mais fundo da sexualidade contemporânea, com as suas obsessões e alegrias. Numa prisão peruana, num ritual de ayahuasca em plena selva amazónica, entre prostitutas e travestis no Bois de Boulogne, ou num clube de swingers, a autora leva-nos pela mão, com humor e amor, e faz-nos reflectir sobre preconceito e ménages à trois, finitude e doação de óvulos, imigração e squirting. Reportagens íntimas e carnais, na primeira pessoa, que deitam a língua de fora a narrativas convencionais, para abraçarem sem tabus a emancipação e o prazer.
  • AUTOR Gabriela Wiener
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Meninas e instituições | Desejo cinzas à minha casa

16,50 
Meninas e Instituições é o retrato afectivo de uma geração de funcionárias na máquina estatal de Putin, uma realidade que Dária Serenko conheceu de perto e que aborda com ironia, raiva e humor: a miríade de tarefas absurdas, a inescapável burocracia, a misoginia e o assédio dos superiores, em bibliotecas, museus e noutras instituições do Estado, mas também a solidariedade e a empatia que unem estas mulheres. Desejo Cinzas à Minha Casa, que começou a ser escrito atrás das grades, narra a experiência da autora numa prisão russa, na véspera da invasão da Ucrânia, e converte-se numa reflexão sobre o horror da guerra, a instrumentalização da morte, o exílio e a identidade. Dois textos que, em episódios, poemas e flashes do quotidiano, revelam, pelo olhar de uma mulher e activista, a Rússia de hoje: a crueldade enraizada numa ditadura, a perda de individualidade no sistema burocrático e a repressão dos detractores do regime.
  • AUTOR Dária Serenko
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Meninas e instituições | Desejo cinzas à minha casa

16,50 
Meninas e Instituições é o retrato afectivo de uma geração de funcionárias na máquina estatal de Putin, uma realidade que Dária Serenko conheceu de perto e que aborda com ironia, raiva e humor: a miríade de tarefas absurdas, a inescapável burocracia, a misoginia e o assédio dos superiores, em bibliotecas, museus e noutras instituições do Estado, mas também a solidariedade e a empatia que unem estas mulheres. Desejo Cinzas à Minha Casa, que começou a ser escrito atrás das grades, narra a experiência da autora numa prisão russa, na véspera da invasão da Ucrânia, e converte-se numa reflexão sobre o horror da guerra, a instrumentalização da morte, o exílio e a identidade. Dois textos que, em episódios, poemas e flashes do quotidiano, revelam, pelo olhar de uma mulher e activista, a Rússia de hoje: a crueldade enraizada numa ditadura, a perda de individualidade no sistema burocrático e a repressão dos detractores do regime.
  • AUTOR Dária Serenko
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Os vigilantes

15,00 
Todos os anos, o mar reclama vidas de migrantes no Mediterrâneo e no Atlântico, perante o silêncio do mundo. Os Vigilantes dá voz a uma rede informal que, à distância e munida de simples aparelhos de comunicação, acompanha estas viagens de risco e regista a memória dos que perecem às portas de uma Europa convertida em fortaleza. Em vários locais - da França ao Senegal -, estes resistentes à indiferença travam uma luta desesperada para salvar barcos em perigo, auxiliam as famílias angustiadas em terra, dão nome e dignidade a todos os que soçobram no mar. Taina Tervonen revela-nos neste livro a abnegação de pessoas que agem onde os Estados falham e que, como vigias na noite, são uma réstia de luz nas nossas fronteiras.
  • AUTOR Taina Tervonen
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Os vigilantes

15,00 
Todos os anos, o mar reclama vidas de migrantes no Mediterrâneo e no Atlântico, perante o silêncio do mundo. Os Vigilantes dá voz a uma rede informal que, à distância e munida de simples aparelhos de comunicação, acompanha estas viagens de risco e regista a memória dos que perecem às portas de uma Europa convertida em fortaleza. Em vários locais - da França ao Senegal -, estes resistentes à indiferença travam uma luta desesperada para salvar barcos em perigo, auxiliam as famílias angustiadas em terra, dão nome e dignidade a todos os que soçobram no mar. Taina Tervonen revela-nos neste livro a abnegação de pessoas que agem onde os Estados falham e que, como vigias na noite, são uma réstia de luz nas nossas fronteiras.
  • AUTOR Taina Tervonen
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Peregrinação em Tinker Creek

17,50 
Peregrinação em Tinker Creek - amiúde comparado a Walden - narra um ano de caminhadas solitárias de Annie Dillard nas margens de um regato na Virgínia. Ao sabor das estações, descobrimos uma vida fervilhante e sublime tantas vezes menosprezada: a natureza em todo o seu esplendor, complexidade e violência. A solidão dos caribus no Árctico, a migração de borboletas-monarcas ou a hipnótica beleza de uma gota de água vista ao microscópio dialogam com a ciência, a arte e o transcendental, entre notas esparsas de fino humor sob um céu estrelado. Livro que confirmou a autora como referência da nature writing, Peregrinação em Tinker Creek é um exercício de humildade que nos ensina a ver além da enganosa lisura do mundo que, a par das outras espécies, habitamos.
  • AUTOR Annie Dillard
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Peregrinação em Tinker Creek

17,50 
Peregrinação em Tinker Creek - amiúde comparado a Walden - narra um ano de caminhadas solitárias de Annie Dillard nas margens de um regato na Virgínia. Ao sabor das estações, descobrimos uma vida fervilhante e sublime tantas vezes menosprezada: a natureza em todo o seu esplendor, complexidade e violência. A solidão dos caribus no Árctico, a migração de borboletas-monarcas ou a hipnótica beleza de uma gota de água vista ao microscópio dialogam com a ciência, a arte e o transcendental, entre notas esparsas de fino humor sob um céu estrelado. Livro que confirmou a autora como referência da nature writing, Peregrinação em Tinker Creek é um exercício de humildade que nos ensina a ver além da enganosa lisura do mundo que, a par das outras espécies, habitamos.
  • AUTOR Annie Dillard
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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