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Como animais

15,50 
Como Animais, novela breve e magnética, emerge dos depoimentos dos habitantes de uma aldeia isolada nos Pirenéus, quando uma criança desconhecida é avistada numa gruta e a suspeição se abate sobre um deles, reavivando antigas lendas e mistérios. Desta polifonia se tece um conto da montanha, forte e ambicioso, sobre o direito à diferença, que revisita o tema da criança selvagem. Um livro que se lê de um só fôlego e nos deixa uma duradoura pergunta: quando os que vivem pacificamente à margem da sociedade esbarram na incompreensão de um mundo cada vez mais desumano e alheado da natureza, quem são afinal os animais?
  • AUTOR Violaine Bérot
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Como animais

15,50 
Como Animais, novela breve e magnética, emerge dos depoimentos dos habitantes de uma aldeia isolada nos Pirenéus, quando uma criança desconhecida é avistada numa gruta e a suspeição se abate sobre um deles, reavivando antigas lendas e mistérios. Desta polifonia se tece um conto da montanha, forte e ambicioso, sobre o direito à diferença, que revisita o tema da criança selvagem. Um livro que se lê de um só fôlego e nos deixa uma duradoura pergunta: quando os que vivem pacificamente à margem da sociedade esbarram na incompreensão de um mundo cada vez mais desumano e alheado da natureza, quem são afinal os animais?
  • AUTOR Violaine Bérot
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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A máscara e outros contos

23,50 
Viagem pelo universo de um mestre da ficção especulativa, A Máscara reúne treze contos de intuição de mundos futuros, pela primeira vez no nosso país em tradução directa do polaco. Escritos entre 1956 e 1993, têm como fio condutor as preocupações que dominaram a obra do autor: a liberdade como utopia, a angústia perante o insondável, a auto-indulgência do ser humano. Perfeito exemplo da imaginação assombrosa e do virtuosismo do autor de Solaris - de uma hilariante incursão alienígena (A Invasão de Aldebaran) à imprevisibilidade da tecnologia e da inteligência artificial (O Martelo), passando pelo kafkiano e intrigante O Amigo e pela parábola filosófica A Máscara -, esta obra confirma Stanislaw Lem não só como uma voz profética que ecoa em questões do presente, mas também como um dos grandes escritores do século XX.
  • AUTOR Stanislaw Lem
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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A máscara e outros contos

23,50 
Viagem pelo universo de um mestre da ficção especulativa, A Máscara reúne treze contos de intuição de mundos futuros, pela primeira vez no nosso país em tradução directa do polaco. Escritos entre 1956 e 1993, têm como fio condutor as preocupações que dominaram a obra do autor: a liberdade como utopia, a angústia perante o insondável, a auto-indulgência do ser humano. Perfeito exemplo da imaginação assombrosa e do virtuosismo do autor de Solaris - de uma hilariante incursão alienígena (A Invasão de Aldebaran) à imprevisibilidade da tecnologia e da inteligência artificial (O Martelo), passando pelo kafkiano e intrigante O Amigo e pela parábola filosófica A Máscara -, esta obra confirma Stanislaw Lem não só como uma voz profética que ecoa em questões do presente, mas também como um dos grandes escritores do século XX.
  • AUTOR Stanislaw Lem
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Sobre o Anarquismo

16,50 
Anarquismo: tantas vezes confundido com desordem social e caos, temido e desacreditado pelos poderes instalados, último degrau na escada para o apocalipse. Segundo Noam Chomsky, sinónimo de liberdade e questionamento constante das estruturas de poder, assente na acção colectiva. De Proudhon e Bakunine ao movimento Occupy, uma tradição viva e em evolução, uma possibilidade real, cujo legado aqui se analisa. Sobre o Anarquismo (2005) é uma introdução essencial e inspiradora às ideias anarquistas e ao pensamento político do autor, nestes tempos em que grassam ideias feitas e somos levados a crer que não existem alternativas.
  • AUTOR Noam Chomsky
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Sobre o Anarquismo

16,50 
Anarquismo: tantas vezes confundido com desordem social e caos, temido e desacreditado pelos poderes instalados, último degrau na escada para o apocalipse. Segundo Noam Chomsky, sinónimo de liberdade e questionamento constante das estruturas de poder, assente na acção colectiva. De Proudhon e Bakunine ao movimento Occupy, uma tradição viva e em evolução, uma possibilidade real, cujo legado aqui se analisa. Sobre o Anarquismo (2005) é uma introdução essencial e inspiradora às ideias anarquistas e ao pensamento político do autor, nestes tempos em que grassam ideias feitas e somos levados a crer que não existem alternativas.
  • AUTOR Noam Chomsky
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Nós, filhos de Eichmann

15,00 
NÓS, FILHOS DE EICHMANN (1988) reúne duas cartas - a primeira escrita no rescaldo da leitura de Eichmann em Jerusalém, de Hannah Arendt, e a segunda nos anos 80 - dirigidas ao filho mais velho do infame responsável pela logística das deportações nazis. Günther Anders diz não pretender revisitar o passado recente, mas evitar a repetição da monstruosidade e falar ao presente, a uma humanidade que a todo o momento pode recair na barbárie. Porque o avassalador progresso técnico converteu o mundo numa máquina de tal forma complexa, que excede a compreensão dos que nela participam e oculta o carácter lesivo de acções quotidianas, abrindo o caminho para a falência moral que nos transformará a todos, peças da engrenagem, em filhos de Eichmann.
  • AUTOR Gunther Anders
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Nós, filhos de Eichmann

15,00 
NÓS, FILHOS DE EICHMANN (1988) reúne duas cartas - a primeira escrita no rescaldo da leitura de Eichmann em Jerusalém, de Hannah Arendt, e a segunda nos anos 80 - dirigidas ao filho mais velho do infame responsável pela logística das deportações nazis. Günther Anders diz não pretender revisitar o passado recente, mas evitar a repetição da monstruosidade e falar ao presente, a uma humanidade que a todo o momento pode recair na barbárie. Porque o avassalador progresso técnico converteu o mundo numa máquina de tal forma complexa, que excede a compreensão dos que nela participam e oculta o carácter lesivo de acções quotidianas, abrindo o caminho para a falência moral que nos transformará a todos, peças da engrenagem, em filhos de Eichmann.
  • AUTOR Gunther Anders
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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A paz das colmeias

15,50 
Em 1947, dois anos antes d’O Segundo Sexo, de Simone de Beauvoir, um breve romance invadia os escaparates das livrarias e fazia correr rios de tinta na imprensa suíça. A Paz das Colmeias é o diário secreto de uma mulher em busca de emancipação e uma viagem ao centro da desilusão conjugal de Jeanne Bornand, dactilógrafa de meia-idade numa encruzilhada da vida. Neste caderno inconformado sobre a condição feminina, alimentado pela raiva perante o desconcerto do mundo, não escapam à protagonista as diferenças inconciliáveis entre os sexos, a insatisfação das mulheres com espartilhos sociais e subalternizações várias. Contrapondo a imagem das colmeias a uma sociedade violenta regida por homens, Alice Rivaz assina, num estilo vivo e cativante, uma obra precursora e surpreendentemente actual sobre os eternos mecanismos da dominação masculina.
  • AUTOR Alice Rivaz
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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A paz das colmeias

15,50 
Em 1947, dois anos antes d’O Segundo Sexo, de Simone de Beauvoir, um breve romance invadia os escaparates das livrarias e fazia correr rios de tinta na imprensa suíça. A Paz das Colmeias é o diário secreto de uma mulher em busca de emancipação e uma viagem ao centro da desilusão conjugal de Jeanne Bornand, dactilógrafa de meia-idade numa encruzilhada da vida. Neste caderno inconformado sobre a condição feminina, alimentado pela raiva perante o desconcerto do mundo, não escapam à protagonista as diferenças inconciliáveis entre os sexos, a insatisfação das mulheres com espartilhos sociais e subalternizações várias. Contrapondo a imagem das colmeias a uma sociedade violenta regida por homens, Alice Rivaz assina, num estilo vivo e cativante, uma obra precursora e surpreendentemente actual sobre os eternos mecanismos da dominação masculina.
  • AUTOR Alice Rivaz
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Gaza perante a História

14,50 
Gaza Perante a História é um ensaio escrito en situation, em resposta ao coro mediático que justificou a matança de milhares de palestinianos e a destruição do seu território pela necessidade de Israel se defender após o 7 de Outubro de 2023. Enzo Traverso desconstrói esta narrativa de forma contundente, indo à raiz do conflito e desafiando a imagem de Israel como «uma ilha democrática num mar de obscurantismo». Por meio de paralelismos históricos e conceitos-chave - orientalismo, anti-semitismo, razão de Estado -, o autor desmascara os axiomas ocidentais, baseados no racismo e no colonialismo, que fundamentam a política expansionista e genocida israelita apoiada pelo «mundo civilizado».
  • AUTOR Enzo Traverso
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Gaza perante a História

14,50 
Gaza Perante a História é um ensaio escrito en situation, em resposta ao coro mediático que justificou a matança de milhares de palestinianos e a destruição do seu território pela necessidade de Israel se defender após o 7 de Outubro de 2023. Enzo Traverso desconstrói esta narrativa de forma contundente, indo à raiz do conflito e desafiando a imagem de Israel como «uma ilha democrática num mar de obscurantismo». Por meio de paralelismos históricos e conceitos-chave - orientalismo, anti-semitismo, razão de Estado -, o autor desmascara os axiomas ocidentais, baseados no racismo e no colonialismo, que fundamentam a política expansionista e genocida israelita apoiada pelo «mundo civilizado».
  • AUTOR Enzo Traverso
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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As coisas

15,50 
Sylvie e Jérôme, um jovem casal que trabalha para agências de publicidade, vivem, ironicamente, obcecados em adquirir coisas, os objectos de um desejo engendrado pela sociedade que servem. A frustração surge quando a felicidade que lhes acena nos jornais e nas montras parisienses choca cruelmente com as exigências da vida real. As Coisas (1965), romance de estreia de Georges Perec, retrata o consumismo em que estaremos atolados até ao fim dos tempos. Prémio Renaudot, 1965
  • AUTOR Georges Perec
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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As coisas

15,50 
Sylvie e Jérôme, um jovem casal que trabalha para agências de publicidade, vivem, ironicamente, obcecados em adquirir coisas, os objectos de um desejo engendrado pela sociedade que servem. A frustração surge quando a felicidade que lhes acena nos jornais e nas montras parisienses choca cruelmente com as exigências da vida real. As Coisas (1965), romance de estreia de Georges Perec, retrata o consumismo em que estaremos atolados até ao fim dos tempos. Prémio Renaudot, 1965
  • AUTOR Georges Perec
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Tea Rooms – Mulheres trabalhadoras

16,50 
Madrid, anos 30. Prenúncios de guerra civil ecoam na cidade e, num distinto salão de chá, cruzam-se senhoras chiques, boémios, velhos habitués. Entre o brilho dos lustres e vistosas bandejas de bolos, nada escapa ao olhar da jovem empregada Matilde: o trabalho árduo e sempre em risco, o autoritarismo dos da mó de cima, conversas frívolas, sonhos e dramas. Quando a agitação cresce nas ruas, Matilde dá voz às interrogações das colegas: devem juntar-se aos descontentes? Que preço teriam de pagar? E o que significa ser mulher neste mundo em convulsão? Romance coral, ardentemente político, Tea Rooms (1934) é o despertar de uma consciência social e um retrato das mulheres trabalhadoras no início do século XX que se revela espantosa e tristemente actual.
  • AUTOR Luisa Carnés
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Tea Rooms – Mulheres trabalhadoras

16,50 
Madrid, anos 30. Prenúncios de guerra civil ecoam na cidade e, num distinto salão de chá, cruzam-se senhoras chiques, boémios, velhos habitués. Entre o brilho dos lustres e vistosas bandejas de bolos, nada escapa ao olhar da jovem empregada Matilde: o trabalho árduo e sempre em risco, o autoritarismo dos da mó de cima, conversas frívolas, sonhos e dramas. Quando a agitação cresce nas ruas, Matilde dá voz às interrogações das colegas: devem juntar-se aos descontentes? Que preço teriam de pagar? E o que significa ser mulher neste mundo em convulsão? Romance coral, ardentemente político, Tea Rooms (1934) é o despertar de uma consciência social e um retrato das mulheres trabalhadoras no início do século XX que se revela espantosa e tristemente actual.
  • AUTOR Luisa Carnés
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Uma história dos bombardeamentos

23,50 
Numa altura em que bombas continuam a rasgar os céus e a matar civis, UMA HISTÓRIA DOS BOMBARDEAMENTOS (1999) denuncia os efeitos, ao longo dos séculos, de uma das tácticas militares mais destruidoras alguma vez concebidas. Nestas páginas, Sven Lindqvist puxa-nos pela mão para o labirinto do «caos da História»: um livro estilhaçado em fragmentos numerados em que o leitor terá de escolher um caminho. Em cada bifurcação, da China a Dresden, Vietname e Hiroxima, espreitam marcos científicos e tecnológicos, fantasias racistas e genocidas, e reflexões sobre o belicismo disfarçado de progresso, lembretes que não desejamos que se convertam em profecias.
  • AUTOR Sven Lindqvist
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Uma história dos bombardeamentos

23,50 
Numa altura em que bombas continuam a rasgar os céus e a matar civis, UMA HISTÓRIA DOS BOMBARDEAMENTOS (1999) denuncia os efeitos, ao longo dos séculos, de uma das tácticas militares mais destruidoras alguma vez concebidas. Nestas páginas, Sven Lindqvist puxa-nos pela mão para o labirinto do «caos da História»: um livro estilhaçado em fragmentos numerados em que o leitor terá de escolher um caminho. Em cada bifurcação, da China a Dresden, Vietname e Hiroxima, espreitam marcos científicos e tecnológicos, fantasias racistas e genocidas, e reflexões sobre o belicismo disfarçado de progresso, lembretes que não desejamos que se convertam em profecias.
  • AUTOR Sven Lindqvist
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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En Avant Dada – Uma história do Dadaísmo

22,00 
Em plena Primeira Guerra Mundial, um grupo de artistas reúne-se em Zurique, em 1916, no Cabaret Voltaire e, entre «chocalhos e timbales, tampas de panelas e poemas simultâneos», invoca o espectro de Dada, que viria assombrar os fundamentos estéticos e mercantis da arte moderna. Poucos anos depois, Richard Huelsenbeck escreve a memória dos primórdios desta nova corrente. En Avant Dada: Uma história do Dadaísmo (1920) relembra, com a ironia e mordacidade de quem pretendia «fazer literatura de revólver no bolso», os protagonistas, as polémicas e contradições, e a expressão insolente e crítica que fez do dadaísmo um movimento artístico marcante no século XX.
  • AUTOR Richard Huelsenbeck
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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En Avant Dada – Uma história do Dadaísmo

22,00 
Em plena Primeira Guerra Mundial, um grupo de artistas reúne-se em Zurique, em 1916, no Cabaret Voltaire e, entre «chocalhos e timbales, tampas de panelas e poemas simultâneos», invoca o espectro de Dada, que viria assombrar os fundamentos estéticos e mercantis da arte moderna. Poucos anos depois, Richard Huelsenbeck escreve a memória dos primórdios desta nova corrente. En Avant Dada: Uma história do Dadaísmo (1920) relembra, com a ironia e mordacidade de quem pretendia «fazer literatura de revólver no bolso», os protagonistas, as polémicas e contradições, e a expressão insolente e crítica que fez do dadaísmo um movimento artístico marcante no século XX.
  • AUTOR Richard Huelsenbeck
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A pequena comunista que nunca sorria

17,50 
1976, Jogos Olímpicos de Montreal: uma frágil menina romena obtém um dez perfeito em ginástica artística e, aos catorze anos, ofuscada por flashes, deslumbra o mundo inteiro. Quatro anos depois, lia-se num diário francês: «A rapariguinha transformou-se numa mulher, a magia desapareceu.» Fascinada pela ascensão e queda de Nadia Comaneci, Lola Lafon conta-nos uma infância sacrificada e uma adolescência comprometida, histórias de corpos que se convertem «numa prisão em vez de numa arma». Das ruas de Bucareste, em plena ditadura de Ceau¿escu, à fuga da ginasta para a liberdade ilusória dos EUA em 1989, A PEQUENA COMUNISTA QUE NUNCA SORRIA (2014) mergulha o leitor num relato literário sobre ideais de perfeição asfixiantes e um corpo feito mito, escravo da avidez mediática e política.
  • AUTOR Lola Lafon
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
Esgotado
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A pequena comunista que nunca sorria

17,50 
1976, Jogos Olímpicos de Montreal: uma frágil menina romena obtém um dez perfeito em ginástica artística e, aos catorze anos, ofuscada por flashes, deslumbra o mundo inteiro. Quatro anos depois, lia-se num diário francês: «A rapariguinha transformou-se numa mulher, a magia desapareceu.» Fascinada pela ascensão e queda de Nadia Comaneci, Lola Lafon conta-nos uma infância sacrificada e uma adolescência comprometida, histórias de corpos que se convertem «numa prisão em vez de numa arma». Das ruas de Bucareste, em plena ditadura de Ceau¿escu, à fuga da ginasta para a liberdade ilusória dos EUA em 1989, A PEQUENA COMUNISTA QUE NUNCA SORRIA (2014) mergulha o leitor num relato literário sobre ideais de perfeição asfixiantes e um corpo feito mito, escravo da avidez mediática e política.
  • AUTOR Lola Lafon
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Retrato Huaco

16,00 
Retrato Huaco (2021) é o nome dado a peças de cerâmica que representavam rostos indígenas e, dizia-se, capturavam as suas almas. Quando, num museu parisiense, a autora depara com as estatuetas doadas no século XIX pelo explorador austríaco Charles Wiener e nas quais se reconhece, descobre um rasto de violência e pilhagem colonial, e um filho bastardo que deu origem à sua linhagem. Esta perturbadora herança familiar fá-la questionar, com um humor corrosivo, as suas raízes e identidade — e a forma como elas influenciam as suas relações afectivas.
  • AUTOR Gabriela Wiener
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Retrato Huaco

16,00 
Retrato Huaco (2021) é o nome dado a peças de cerâmica que representavam rostos indígenas e, dizia-se, capturavam as suas almas. Quando, num museu parisiense, a autora depara com as estatuetas doadas no século XIX pelo explorador austríaco Charles Wiener e nas quais se reconhece, descobre um rasto de violência e pilhagem colonial, e um filho bastardo que deu origem à sua linhagem. Esta perturbadora herança familiar fá-la questionar, com um humor corrosivo, as suas raízes e identidade — e a forma como elas influenciam as suas relações afectivas.
  • AUTOR Gabriela Wiener
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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