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O homem que viveu debaixo da terra

16,00 
Escrito em 1942, O Homem que Viveu Debaixo de Terra via a luz do dia em 1961 como um conto cujas cenas de violência haviam sido truncadas pela censura editorial. Em 2021, recuperou-se a versão integral do texto, acompanhada nesta edição pelo ensaio Recordações da Minha Avó - que narra a génese da obra - e posfaciada pelo neto do autor. A história de Fred Daniels, um negro injustamente acusado de homicídio que se refugia nos túneis e esgotos da cidade, dá corpo a um romance existencial recém-descoberto em toda a sua amplitude. A partir deste episódio verídico de injustiça policial, o protagonista, descendo às profundezas, eleva-se acima da civilização e observa com toda a lucidez o absurdo do mundo, «como se os seus olhos tivessem sido abertos por mãos invisíveis». «Romance incendiário sobre raça e violência nos EUA», o mais acarinhado por Richard Wright, é agora publicado tal como ele o concebeu.
  • AUTOR Richard Wright
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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O homem que viveu debaixo da terra

16,00 
Escrito em 1942, O Homem que Viveu Debaixo de Terra via a luz do dia em 1961 como um conto cujas cenas de violência haviam sido truncadas pela censura editorial. Em 2021, recuperou-se a versão integral do texto, acompanhada nesta edição pelo ensaio Recordações da Minha Avó - que narra a génese da obra - e posfaciada pelo neto do autor. A história de Fred Daniels, um negro injustamente acusado de homicídio que se refugia nos túneis e esgotos da cidade, dá corpo a um romance existencial recém-descoberto em toda a sua amplitude. A partir deste episódio verídico de injustiça policial, o protagonista, descendo às profundezas, eleva-se acima da civilização e observa com toda a lucidez o absurdo do mundo, «como se os seus olhos tivessem sido abertos por mãos invisíveis». «Romance incendiário sobre raça e violência nos EUA», o mais acarinhado por Richard Wright, é agora publicado tal como ele o concebeu.
  • AUTOR Richard Wright
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Terra queimada

16,00 
Ensaio profético e demolidor, Terra Queimada (2022) expõe a forma como o complexo internético se tornou «motor implacável de vício, solidão, falsas esperanças, crueldade, psicose, endividamento, vida desbaratada, corrosão da memória e desintegração social». Nele, Jonathan Crary faz uma crítica radical da digitalização do mundo e denuncia realidades inegáveis: a incompatibilidade entre um planeta habitável e a economia consumista e técnica, a atomização provocada pelas redes sociais, a era digital como fase terminal do capitalismo planetário. «Se é possível um futuro habitável e comum no nosso planeta», conclui, «esse futuro será offline, dissociado dos sistemas e da actividade do capitalismo 24/7, que destroem o mundo»
  • AUTOR Jonathan Crary
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Terra queimada

16,00 
Ensaio profético e demolidor, Terra Queimada (2022) expõe a forma como o complexo internético se tornou «motor implacável de vício, solidão, falsas esperanças, crueldade, psicose, endividamento, vida desbaratada, corrosão da memória e desintegração social». Nele, Jonathan Crary faz uma crítica radical da digitalização do mundo e denuncia realidades inegáveis: a incompatibilidade entre um planeta habitável e a economia consumista e técnica, a atomização provocada pelas redes sociais, a era digital como fase terminal do capitalismo planetário. «Se é possível um futuro habitável e comum no nosso planeta», conclui, «esse futuro será offline, dissociado dos sistemas e da actividade do capitalismo 24/7, que destroem o mundo»
  • AUTOR Jonathan Crary
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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O grito dos pássaros loucos

18,00 
Um drama autobiográfico sobre a violência de um país, o exílio e a liberdade de escrever. 1976, Haiti. O Grito dos Pássaros Loucos (2000) narra o dia em que um mundo desaba e uma vida muda para sempre: as derradeiras horas de Ossos Velhos – alter ego de Dany Laferrière – em Port-au-Prince, antes de partir para o exílio no Canadá, e na sequência do assassínio do seu maior amigo pelas milícias do ditador Duvalier. A amargura da despedida e o doce aroma do café e do ilangue-ilangue fundem-se numa última ronda pelas ruas vibrantes da cidade – em bordéis e bares, cinemas e praças –, onde só uma pergunta ecoa: o exílio ou a morte? Obra de maturidade de Dany Laferrière e romance sobre o desenraizamento, O Grito dos Pássaros Loucos é também a história de um protagonista que, sob o signo de Antígona, reclama a liberdade de viver segundo a sua consciência e as suas paixões, sonhando com horizontes mais vastos do que «os universos estreitos e os céus baixos da ditadura».
  • AUTOR Dany Laferrière
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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O grito dos pássaros loucos

18,00 
Um drama autobiográfico sobre a violência de um país, o exílio e a liberdade de escrever. 1976, Haiti. O Grito dos Pássaros Loucos (2000) narra o dia em que um mundo desaba e uma vida muda para sempre: as derradeiras horas de Ossos Velhos – alter ego de Dany Laferrière – em Port-au-Prince, antes de partir para o exílio no Canadá, e na sequência do assassínio do seu maior amigo pelas milícias do ditador Duvalier. A amargura da despedida e o doce aroma do café e do ilangue-ilangue fundem-se numa última ronda pelas ruas vibrantes da cidade – em bordéis e bares, cinemas e praças –, onde só uma pergunta ecoa: o exílio ou a morte? Obra de maturidade de Dany Laferrière e romance sobre o desenraizamento, O Grito dos Pássaros Loucos é também a história de um protagonista que, sob o signo de Antígona, reclama a liberdade de viver segundo a sua consciência e as suas paixões, sonhando com horizontes mais vastos do que «os universos estreitos e os céus baixos da ditadura».
  • AUTOR Dany Laferrière
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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A promessa

14,00 
Num navio, uma mulher cai ao mar. À deriva, vê a vida inteira passar diante dos seus olhos e promete a Santa Rita, padroeira das causas impossíveis, escrever a sua história se sobreviver. Pessoas, lugares e lembranças afluem-lhe à memória, como destroços à tona da água, num oceano insondável e ameaçador, formando um poderoso dicionário de recordações. Publicada postumamente em 2011, A Promessa sofreu constantes reescritas desde os anos 60 e foi o labor dos últimos dias da autora, já atormentada pela doença.
  • AUTOR Silvina Ocampo
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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A promessa

14,00 
Num navio, uma mulher cai ao mar. À deriva, vê a vida inteira passar diante dos seus olhos e promete a Santa Rita, padroeira das causas impossíveis, escrever a sua história se sobreviver. Pessoas, lugares e lembranças afluem-lhe à memória, como destroços à tona da água, num oceano insondável e ameaçador, formando um poderoso dicionário de recordações. Publicada postumamente em 2011, A Promessa sofreu constantes reescritas desde os anos 60 e foi o labor dos últimos dias da autora, já atormentada pela doença.
  • AUTOR Silvina Ocampo
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Há mundo por vir? – Ensaio sobre os medos e os fins

16,00 
Este ensaio a duas mãos é «um sobrevoo esquemático dos muitos imaginários do fim do mundo». Conjugando saberes da filosofia moderna europeia e pesquisas sobre a metafísica ameríndia, Há Mundo por Vir? (2014) analisa actuais imaginários apocalípticos e discursos escatológicos (no cinema, na literatura, na filosofia e na ciência), interpretando-os como expressões e sintomas, não ainda do fim irreparável e absoluto, mas do fim de um certo mundo: o dos dualismos e mitologias da modernidade capitalista ocidental, que empurra o planeta para o limiar do colapso ambiental. Orientados por coordenadas que têm tanto de metafísica como de política – um mundo sem nós, nós sem mundo, antes e depois do mundo actual –, os autores abordam as ameaças existenciais das alterações climáticas, evocando imagens de A Estrada, de Cormac McCarthy, Melancolia, de Lars von Trier, e d’O Cavalo de Turim, de Béla Tarr. Em diálogo crítico com Bruno Latour, Isabelle Stengers e os aceleracionistas, lembram-nos de que há na realidade muitas maneiras de perder um mundo. Perante o desfalecimento do nosso, as experiências históricas daqueles que já perderam o seu — os povos indígenas — talvez tenham algo para nos ensinar e inspirar.
  • AUTORES Déborah Danowski e Eduardo Viveiros de Castro
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Há mundo por vir? – Ensaio sobre os medos e os fins

16,00 
Este ensaio a duas mãos é «um sobrevoo esquemático dos muitos imaginários do fim do mundo». Conjugando saberes da filosofia moderna europeia e pesquisas sobre a metafísica ameríndia, Há Mundo por Vir? (2014) analisa actuais imaginários apocalípticos e discursos escatológicos (no cinema, na literatura, na filosofia e na ciência), interpretando-os como expressões e sintomas, não ainda do fim irreparável e absoluto, mas do fim de um certo mundo: o dos dualismos e mitologias da modernidade capitalista ocidental, que empurra o planeta para o limiar do colapso ambiental. Orientados por coordenadas que têm tanto de metafísica como de política – um mundo sem nós, nós sem mundo, antes e depois do mundo actual –, os autores abordam as ameaças existenciais das alterações climáticas, evocando imagens de A Estrada, de Cormac McCarthy, Melancolia, de Lars von Trier, e d’O Cavalo de Turim, de Béla Tarr. Em diálogo crítico com Bruno Latour, Isabelle Stengers e os aceleracionistas, lembram-nos de que há na realidade muitas maneiras de perder um mundo. Perante o desfalecimento do nosso, as experiências históricas daqueles que já perderam o seu — os povos indígenas — talvez tenham algo para nos ensinar e inspirar.
  • AUTORES Déborah Danowski e Eduardo Viveiros de Castro
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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A voz do dono

18,00 
Quando é detectada uma mensagem vinda do espaço, uma comunidade de cientistas, reunida num projecto governamental no deserto do Nevada – Master’s Voice –, não se poupa a esforços para a decifrar. Porém, a primeira transmissão extraterrestre «era como a planta de uma catedral enviada a australopitecos ou uma biblioteca facultada aos neandertais», diz-nos Peter Hogarth, matemático envolvido na missão secreta e autor deste relato. Rapidamente, este enigmático código estelar suscita as mais diversas interpretações de físicos, biólogos, antropólogos e linguistas, apenas para revelar a dúbia relação entre governo e ciência, bem como as limitações do conhecimento em face do insondável. Agora em tradução directa do polaco, A Voz do Dono (1968), publicado em plena Guerra Fria, é um dos romances mais aclamados e densamente filosóficos de Stanisław Lem.
  • AUTOR Stanislaw Lem
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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A voz do dono

18,00 
Quando é detectada uma mensagem vinda do espaço, uma comunidade de cientistas, reunida num projecto governamental no deserto do Nevada – Master’s Voice –, não se poupa a esforços para a decifrar. Porém, a primeira transmissão extraterrestre «era como a planta de uma catedral enviada a australopitecos ou uma biblioteca facultada aos neandertais», diz-nos Peter Hogarth, matemático envolvido na missão secreta e autor deste relato. Rapidamente, este enigmático código estelar suscita as mais diversas interpretações de físicos, biólogos, antropólogos e linguistas, apenas para revelar a dúbia relação entre governo e ciência, bem como as limitações do conhecimento em face do insondável. Agora em tradução directa do polaco, A Voz do Dono (1968), publicado em plena Guerra Fria, é um dos romances mais aclamados e densamente filosóficos de Stanisław Lem.
  • AUTOR Stanislaw Lem
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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O inquilino quimérico

15,00 
Adaptado ao cinema por Roman Polanski em 1976, O Inquilino Quimérico (1964) é, além de um clássico do humor negro com recortes kafkianos, uma obra que aborda temas decerto familiares a alguns leitores: má vizinhança, insonorização deficiente, devassa da vida privada – em suma, as maravilhas da propriedade horizontal. Quando o discreto Trelkovsky, um novo inquilino num prédio parisiense, se vê subitamente alvo do ódio dos vizinhos e de uma guerra sem motivo aparente, entra numa crise – imobiliária e existencial – com um desfecho imprevisível. A paranóia cresce na medida da hostilidade ao recém-chegado, e resta um dilema: submeter-se à maioria e às suas regras ou seguir o caminho da insanidade?
  • AUTOR Roland Topor
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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O inquilino quimérico

15,00 
Adaptado ao cinema por Roman Polanski em 1976, O Inquilino Quimérico (1964) é, além de um clássico do humor negro com recortes kafkianos, uma obra que aborda temas decerto familiares a alguns leitores: má vizinhança, insonorização deficiente, devassa da vida privada – em suma, as maravilhas da propriedade horizontal. Quando o discreto Trelkovsky, um novo inquilino num prédio parisiense, se vê subitamente alvo do ódio dos vizinhos e de uma guerra sem motivo aparente, entra numa crise – imobiliária e existencial – com um desfecho imprevisível. A paranóia cresce na medida da hostilidade ao recém-chegado, e resta um dilema: submeter-se à maioria e às suas regras ou seguir o caminho da insanidade?
  • AUTOR Roland Topor
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Como fazer amor com um negro sem se cansar

15,00 
Montreal, um Verão escaldante nos anos 70. Dois negros sem tostão habitam um quarto exíguo: Cota - aspirante a escritor à la Bukowski e Miller, que, armado com uma Remington 22, quer mandar James Baldwin arrumar as botas - e Bouba, fanático por Coltrane, eremita que vive refastelado no divã a ler Freud e o Alcorão, e que ressona tão alto como o trompete de Miles Davis. Os dois levam uma alegre vida boémia de sexo e jazz e, em nome da desforra pela colonização, travam a luta racial na horizontal, assombrados pelo portento sexual do prédio - o Belzebu do Andar de Cima -, que ameaça desmoronar-lhes o tecto.
  • AUTOR Dany Laferrière
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Como fazer amor com um negro sem se cansar

15,00 
Montreal, um Verão escaldante nos anos 70. Dois negros sem tostão habitam um quarto exíguo: Cota - aspirante a escritor à la Bukowski e Miller, que, armado com uma Remington 22, quer mandar James Baldwin arrumar as botas - e Bouba, fanático por Coltrane, eremita que vive refastelado no divã a ler Freud e o Alcorão, e que ressona tão alto como o trompete de Miles Davis. Os dois levam uma alegre vida boémia de sexo e jazz e, em nome da desforra pela colonização, travam a luta racial na horizontal, assombrados pelo portento sexual do prédio - o Belzebu do Andar de Cima -, que ameaça desmoronar-lhes o tecto.
  • AUTOR Dany Laferrière
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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100 boas razões para me suicidar aqui e agora | 12 maneiras de escapar ao Natal

8,00 
Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
  • AUTOR Roland Topor
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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100 boas razões para me suicidar aqui e agora | 12 maneiras de escapar ao Natal

8,00 
Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
  • AUTOR Roland Topor
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Cidadã – Uma lírica americana

18,00 
Na incisiva prosa poética de Claudia Rankine, autora inédita em Portugal, Cidadã (2014) é um livro sobre actos quotidianos de racismo na sociedade norte-americana e pelo mundo, microagressões que vão erodindo o corpo e a mente. Convocando James Baldwin, e figuras como Serena Williams ou Zinedine Zidane, esta história colectiva da experiência da negritude na contemporaneidade, e reflexão sobre a paradoxal invisibilidade e hipervisibilidade do corpo negro, converte-se também numa elegia a afro-americanos assassinados ou tragicamente abandonados pelos poderes públicos, de Trayvon Martin às vítimas do furacão Katrina. Audacioso também na forma, conjugando texto e imagens – de artistas como Carrie Mae Weems, Nick Cave e Glenn Ligon, entre outros –, é um livro urgente em tempos de debate sobre raça e igualdade.
  • AUTOR Claudia Rankine
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Cidadã – Uma lírica americana

18,00 
Na incisiva prosa poética de Claudia Rankine, autora inédita em Portugal, Cidadã (2014) é um livro sobre actos quotidianos de racismo na sociedade norte-americana e pelo mundo, microagressões que vão erodindo o corpo e a mente. Convocando James Baldwin, e figuras como Serena Williams ou Zinedine Zidane, esta história colectiva da experiência da negritude na contemporaneidade, e reflexão sobre a paradoxal invisibilidade e hipervisibilidade do corpo negro, converte-se também numa elegia a afro-americanos assassinados ou tragicamente abandonados pelos poderes públicos, de Trayvon Martin às vítimas do furacão Katrina. Audacioso também na forma, conjugando texto e imagens – de artistas como Carrie Mae Weems, Nick Cave e Glenn Ligon, entre outros –, é um livro urgente em tempos de debate sobre raça e igualdade.
  • AUTOR Claudia Rankine
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Memória do fogo I – Os nascimentos

25,00 
«Memória do Fogo nasceu de um poema de Konstantinos Kavafis. Ao lê-lo, senti-me desafiado: por que razão não havia de espreitar o mundo pelo buraco da fechadura? Por que razão não havia de escrever o tempo passado, contando a história maior a partir da mais pequena?» Memória do Fogo (1982-1986) é a obra de maior fôlego de Eduardo Galeano, fruto de anos de investigação e escrita. Trilogia monumental que desafia as categorias de história e ficção — incompatíveis com a necessidade de expressar a vitalidade do mundo, segundo o autor —, é «a tentativa de resgatar a história viva das Américas em todas as suas dimensões, aromas, cores e dores», traçando a vida de um continente desde os tempos pré-colombianos até aos anos 80, e formando, para muitos, o mais belo historial deste território. O primeiro volume, que se estende das mitologias indígenas sobre a formação do continente ao início do século XVIII, e no qual se sucede um caleidoscópio de conquistados e conquistadores, deuses e crenças, encerra também um enredo mais vasto: o choque violento e estrepitoso entre o Velho e o Novo Mundo.
  • AUTOR Eduardo Galeano
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Memória do fogo I – Os nascimentos

25,00 
«Memória do Fogo nasceu de um poema de Konstantinos Kavafis. Ao lê-lo, senti-me desafiado: por que razão não havia de espreitar o mundo pelo buraco da fechadura? Por que razão não havia de escrever o tempo passado, contando a história maior a partir da mais pequena?» Memória do Fogo (1982-1986) é a obra de maior fôlego de Eduardo Galeano, fruto de anos de investigação e escrita. Trilogia monumental que desafia as categorias de história e ficção — incompatíveis com a necessidade de expressar a vitalidade do mundo, segundo o autor —, é «a tentativa de resgatar a história viva das Américas em todas as suas dimensões, aromas, cores e dores», traçando a vida de um continente desde os tempos pré-colombianos até aos anos 80, e formando, para muitos, o mais belo historial deste território. O primeiro volume, que se estende das mitologias indígenas sobre a formação do continente ao início do século XVIII, e no qual se sucede um caleidoscópio de conquistados e conquistadores, deuses e crenças, encerra também um enredo mais vasto: o choque violento e estrepitoso entre o Velho e o Novo Mundo.
  • AUTOR Eduardo Galeano
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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André Breton – Entrevistas

18,00 
Em 1952, a voz de André Breton entrava ao serão nos lares franceses pelas ondas da rádio. No rescaldo do seu regresso dos EUA, onde se refugiara até 1946, durante a invasão nazi do seu país, concedia ao jornalista André Parinaud, da RTF, as dezasseis entrevistas radiofónicas aqui reunidas, a par de outras dadas à imprensa mundial entre 1941 e 1952. Nelas, um inventor fala da sua invenção – o surrealismo como uma das aventuras mais fascinantes na marcha do tempo, que influenciou a literatura, as artes e a nossa visão do mundo – reavivando-lhe a história, sopesando-lhe as muitas rupturas e aspirações, vicissitudes e figuras-chave, entre as quais Tristan Tzara, Paul Éluard e Louis Aragon. No arranque da Guerra Fria, quando a arte comprometida e as inquietações do tempo sufocavam a vida intelectual europeia e reivindicavam o monopólio da revolução social, sem deixar vir à tona formas emancipadoras de criação, André Breton defendia a actualidade, a pertinência e a vitalidade do surrealismo, contra quem ciclicamente lhe anunciava a morte e o hostilizava. Documento histórico e humano, Entrevistas encerra também a psicologia de um inconformista não isento de contradições.
  • AUTOR André Breton
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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André Breton – Entrevistas

18,00 
Em 1952, a voz de André Breton entrava ao serão nos lares franceses pelas ondas da rádio. No rescaldo do seu regresso dos EUA, onde se refugiara até 1946, durante a invasão nazi do seu país, concedia ao jornalista André Parinaud, da RTF, as dezasseis entrevistas radiofónicas aqui reunidas, a par de outras dadas à imprensa mundial entre 1941 e 1952. Nelas, um inventor fala da sua invenção – o surrealismo como uma das aventuras mais fascinantes na marcha do tempo, que influenciou a literatura, as artes e a nossa visão do mundo – reavivando-lhe a história, sopesando-lhe as muitas rupturas e aspirações, vicissitudes e figuras-chave, entre as quais Tristan Tzara, Paul Éluard e Louis Aragon. No arranque da Guerra Fria, quando a arte comprometida e as inquietações do tempo sufocavam a vida intelectual europeia e reivindicavam o monopólio da revolução social, sem deixar vir à tona formas emancipadoras de criação, André Breton defendia a actualidade, a pertinência e a vitalidade do surrealismo, contra quem ciclicamente lhe anunciava a morte e o hostilizava. Documento histórico e humano, Entrevistas encerra também a psicologia de um inconformista não isento de contradições.
  • AUTOR André Breton
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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