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A Indústria do Holocausto

16,00 
Nesta obra iconoclasta e polémica, Norman G. Finkelstein analisa a exploração da memória do holocausto nazi como arma ideológica, ao serviço de interesses políticos e económicos, pelas elites judaicas norte-americanas. A Indústria do Holocausto (2000) traça a génese de uma imunidade que exime o Estado de Israel - um trunfo estratégico dos EUA depois da Guerra dos Seis Dias - de qualquer censura e lhe permite justificar expedientes ofensivos como legítima defesa. Este ensaio essencial sobre a instrumentalização e monopolização de uma tragédia - eclipsando outras vítimas do genocídio nazi - denuncia ainda a perturbadora questão do aproveitamento das compensações financeiras devidas aos sobreviventes.
  • AUTOR Norman G. Finkelstein
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A Indústria do Holocausto

16,00 
Nesta obra iconoclasta e polémica, Norman G. Finkelstein analisa a exploração da memória do holocausto nazi como arma ideológica, ao serviço de interesses políticos e económicos, pelas elites judaicas norte-americanas. A Indústria do Holocausto (2000) traça a génese de uma imunidade que exime o Estado de Israel - um trunfo estratégico dos EUA depois da Guerra dos Seis Dias - de qualquer censura e lhe permite justificar expedientes ofensivos como legítima defesa. Este ensaio essencial sobre a instrumentalização e monopolização de uma tragédia - eclipsando outras vítimas do genocídio nazi - denuncia ainda a perturbadora questão do aproveitamento das compensações financeiras devidas aos sobreviventes.
  • AUTOR Norman G. Finkelstein
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Caminhar – Uma filosofia

18,00 
Experiência física e simultaneamente mental, para Frédéric Gros, caminhar não é um desporto, mas uma fuga, uma deriva ao acaso, um exercício espiritual. Exaltada e praticada por Thoreau, Rimbaud, Nietzsche e Gandhi, revestiu-se, desde a Antiguidade até aos dias de hoje, de muitas formas: errância melancólica ou marcha de protesto, imersão na natureza ou pura evasão. Do Tibete ao México, de Jerusalém às florestas de Walden, Caminhar (2008) inspira-nos a sair de casa e mostra como, pelo mundo inteiro, esta arte aparentemente simples de «pôr um pé à frente do outro» tem muito a oferecer e a revelar sobre o ser humano.
  • AUTOR Frédéric Gros
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Caminhar – Uma filosofia

18,00 
Experiência física e simultaneamente mental, para Frédéric Gros, caminhar não é um desporto, mas uma fuga, uma deriva ao acaso, um exercício espiritual. Exaltada e praticada por Thoreau, Rimbaud, Nietzsche e Gandhi, revestiu-se, desde a Antiguidade até aos dias de hoje, de muitas formas: errância melancólica ou marcha de protesto, imersão na natureza ou pura evasão. Do Tibete ao México, de Jerusalém às florestas de Walden, Caminhar (2008) inspira-nos a sair de casa e mostra como, pelo mundo inteiro, esta arte aparentemente simples de «pôr um pé à frente do outro» tem muito a oferecer e a revelar sobre o ser humano.
  • AUTOR Frédéric Gros
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Uma autobiografia [Angela Davis]

25,00 
Desafiada a escrever este livro aos 28 anos por Toni Morrison — que viria a editá-lo em 1974 —, Angela Davis, avessa ao individualismo do género autobiográfico, traça uma biografia política centrada na génese do seu activismo e no despertar de uma consciência social. Da infância no Alabama, onde sente os primeiros choques do racismo, à clandestinidade, em fuga da polícia, passando por Cuba, Paris e Frankfurt, assistimos a uma vida regida por convicções fortes: o poder da mobilização de massas, a força colectiva dos milhares que se opunham ao racismo e à repressão, e a certeza de que «nenhuma história se desenrola sozinha». Uma Autobiografia transporta-nos para as lutas sociais dos anos 60 e 70 nos EUA pelo olhar de uma das principais activistas do nosso tempo. Inclui um novo prefácio da autora à edição norte-americana mais recente, publicada em 2022.
  • AUTOR Angela Davis
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Uma autobiografia [Angela Davis]

25,00 
Desafiada a escrever este livro aos 28 anos por Toni Morrison — que viria a editá-lo em 1974 —, Angela Davis, avessa ao individualismo do género autobiográfico, traça uma biografia política centrada na génese do seu activismo e no despertar de uma consciência social. Da infância no Alabama, onde sente os primeiros choques do racismo, à clandestinidade, em fuga da polícia, passando por Cuba, Paris e Frankfurt, assistimos a uma vida regida por convicções fortes: o poder da mobilização de massas, a força colectiva dos milhares que se opunham ao racismo e à repressão, e a certeza de que «nenhuma história se desenrola sozinha». Uma Autobiografia transporta-nos para as lutas sociais dos anos 60 e 70 nos EUA pelo olhar de uma das principais activistas do nosso tempo. Inclui um novo prefácio da autora à edição norte-americana mais recente, publicada em 2022.
  • AUTOR Angela Davis
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Memórias encontradas numa banheira

18,00 
Ano 3149, Terra. Quando é descoberto o único documento que terá resistido à papyrólise — o cataclismo que arruinou todos os registos escritos do mundo —, resta à posteridade tirar ilações sobre os tempos que a História viria a intitular Era da Papyrocracia, dominada pelo culto do Kap-Ih-Taal. Memórias Encontradas numa Banheira (1961), uma das obras-primas de Stanislaw Lem, descreve as desventuras de um funcionário atolado numa burocracia demente, perdido no labirinto de corredores do Edifício e enredado numa missão secreta indecifrável, num país obcecado pela vigilância dos seus cidadãos. Uma sátira à máquina burocrática e à paranóia que ela engendra, ao jeito de «Kafka sob o efeito de Prozac», segundo a crítica.
  • AUTOR Stanislaw Lem
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Memórias encontradas numa banheira

18,00 
Ano 3149, Terra. Quando é descoberto o único documento que terá resistido à papyrólise — o cataclismo que arruinou todos os registos escritos do mundo —, resta à posteridade tirar ilações sobre os tempos que a História viria a intitular Era da Papyrocracia, dominada pelo culto do Kap-Ih-Taal. Memórias Encontradas numa Banheira (1961), uma das obras-primas de Stanislaw Lem, descreve as desventuras de um funcionário atolado numa burocracia demente, perdido no labirinto de corredores do Edifício e enredado numa missão secreta indecifrável, num país obcecado pela vigilância dos seus cidadãos. Uma sátira à máquina burocrática e à paranóia que ela engendra, ao jeito de «Kafka sob o efeito de Prozac», segundo a crítica.
  • AUTOR Stanislaw Lem
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Redenção

18,00 
Redenção (2014) narra o reencontro de Eldon Starlight, um homem destruído pelo álcool, e do seu jovem filho, Franklin, que ele mal conhece. A travessia das deslumbrantes florestas da Colúmbia Britânica, em busca da terra sagrada da tribo onde o pai moribundo tem por último desejo ser enterrado, revela uma relação difícil em busca de apaziguamento e redenção. Ao longo dos trilhos, ecoa a história de vida de Eldon - da sua dura infância ao combate na Guerra da Coreia e aos traumas que perduraram -, e descobre-se na natureza uma herança comum. Tido pela crítica como uma viagem iniciática numa prosa magistral e límpida, este romance ilustra a trajectória de uma geração de homens nativos das Primeiras Nações canadianas no século XX.
  • AUTOR Richard Wagamese
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Redenção

18,00 
Redenção (2014) narra o reencontro de Eldon Starlight, um homem destruído pelo álcool, e do seu jovem filho, Franklin, que ele mal conhece. A travessia das deslumbrantes florestas da Colúmbia Britânica, em busca da terra sagrada da tribo onde o pai moribundo tem por último desejo ser enterrado, revela uma relação difícil em busca de apaziguamento e redenção. Ao longo dos trilhos, ecoa a história de vida de Eldon - da sua dura infância ao combate na Guerra da Coreia e aos traumas que perduraram -, e descobre-se na natureza uma herança comum. Tido pela crítica como uma viagem iniciática numa prosa magistral e límpida, este romance ilustra a trajectória de uma geração de homens nativos das Primeiras Nações canadianas no século XX.
  • AUTOR Richard Wagamese
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Sobre a essência do dinheiro

14,00 
No seguimento da publicação de A Essência do Cristianismo (1841), por Ludwig Feuerbach, Moses Hess escreve Sobre a Essência do Dinheiro (1845), a primeira tentativa de transposição do conceito feuerbachiano da alienação religiosa para as esferas da vida social e económica: o que Deus é no mundo das ideias, o dinheiro é no mundo real da sociedade moderna, ambos projecções dos próprios poderes e actividades sociais dos seres humanos. Com um espírito de indignação e uma linguagem tão filosófica quanto alegórica, Hess procura mostrar o dinheiro como o ponto culminante de uma longa história da alienação humana, um Além terreno, tornado substância de todas as aspirações sociais e baseado na lógica predatória da livre concorrência, no egoísmo, na propriedade privada e na venda voluntária de si mesmo. Um texto injustamente esquecido, com intuições fulgurantes que antecipam temas do que viria a ser a crítica da economia política de Karl Marx.
  • AUTOR Moses Hess
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Sobre a essência do dinheiro

14,00 
No seguimento da publicação de A Essência do Cristianismo (1841), por Ludwig Feuerbach, Moses Hess escreve Sobre a Essência do Dinheiro (1845), a primeira tentativa de transposição do conceito feuerbachiano da alienação religiosa para as esferas da vida social e económica: o que Deus é no mundo das ideias, o dinheiro é no mundo real da sociedade moderna, ambos projecções dos próprios poderes e actividades sociais dos seres humanos. Com um espírito de indignação e uma linguagem tão filosófica quanto alegórica, Hess procura mostrar o dinheiro como o ponto culminante de uma longa história da alienação humana, um Além terreno, tornado substância de todas as aspirações sociais e baseado na lógica predatória da livre concorrência, no egoísmo, na propriedade privada e na venda voluntária de si mesmo. Um texto injustamente esquecido, com intuições fulgurantes que antecipam temas do que viria a ser a crítica da economia política de Karl Marx.
  • AUTOR Moses Hess
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Acreditar nas Feras

16,00 
Acreditar nas Feras (2019) narra o encontro brutal entre uma antropóloga e um urso na Sibéria, em 2015. Ele desfigurou-a, mas poupou-lhe a vida. Ela sobreviveu para contar este esmagador recontro, esta história «de um colapso e de uma ressurreição». Carregará consigo para sempre a marca da fera, ao tornar-se, segundo os Evenos, uma miedka, uma criatura habitada pelo espírito do animal e que vive entre dois mundos cujas fronteiras se estilhaçaram. Relato construído ao ritmo das estações do ano, do qual não está ausente a dimensão política - a guerra fria entre Leste e Ocidente, travada no corpo de uma mulher, em intermináveis cirurgias e pernoitas em hospitais russos e franceses -, Acreditar nas Feras questiona uma humanidade que, no ensejo de tudo normalizar e controlar, esqueceu uma ligação ancestral e a pertença ao mundo natural.
  • AUTOR Nastassja Martin
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Acreditar nas Feras

16,00 
Acreditar nas Feras (2019) narra o encontro brutal entre uma antropóloga e um urso na Sibéria, em 2015. Ele desfigurou-a, mas poupou-lhe a vida. Ela sobreviveu para contar este esmagador recontro, esta história «de um colapso e de uma ressurreição». Carregará consigo para sempre a marca da fera, ao tornar-se, segundo os Evenos, uma miedka, uma criatura habitada pelo espírito do animal e que vive entre dois mundos cujas fronteiras se estilhaçaram. Relato construído ao ritmo das estações do ano, do qual não está ausente a dimensão política - a guerra fria entre Leste e Ocidente, travada no corpo de uma mulher, em intermináveis cirurgias e pernoitas em hospitais russos e franceses -, Acreditar nas Feras questiona uma humanidade que, no ensejo de tudo normalizar e controlar, esqueceu uma ligação ancestral e a pertença ao mundo natural.
  • AUTOR Nastassja Martin
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Carta aberta

16,50 
Carta Aberta (1967), primeiro livro de um ciclo que Goliarda Sapienza intitularia Autobiografia das Contradições, é um ajuste de contas com o mundo, pela mão de uma das escritoras italianas mais apaixonantes do século XX. Fruto de um conflito interior e da necessidade de indagar o passado — quando da boca dos adultos brotavam mais mentiras do que verdades, e os pais «combatiam o fascismo com a mesma rigidez e a mesma retórica dele» —, centra-se nos tempos de infância e juventude na luminosa Catânia, recuperando as mulheres sicilianas que moldaram a autora, as superstições inspiradas pelo Etna, a morte do pai e a loucura da mãe, traumas da guerra e da ditadura.
  • AUTOR Goliarda Sapienza
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Carta aberta

16,50 
Carta Aberta (1967), primeiro livro de um ciclo que Goliarda Sapienza intitularia Autobiografia das Contradições, é um ajuste de contas com o mundo, pela mão de uma das escritoras italianas mais apaixonantes do século XX. Fruto de um conflito interior e da necessidade de indagar o passado — quando da boca dos adultos brotavam mais mentiras do que verdades, e os pais «combatiam o fascismo com a mesma rigidez e a mesma retórica dele» —, centra-se nos tempos de infância e juventude na luminosa Catânia, recuperando as mulheres sicilianas que moldaram a autora, as superstições inspiradas pelo Etna, a morte do pai e a loucura da mãe, traumas da guerra e da ditadura.
  • AUTOR Goliarda Sapienza
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Reúnam-se em meu nome

16,00 
Em Reúnam-se em Meu Nome (1974), Maya Angelou prossegue o ciclo autobiográfico iniciado em Sei Porque Canta o Pássaro na Gaiola. No limiar entre a adolescência e a idade adulta — atraída pelas luzes dos palcos de Chicago, pelo submundo de São Francisco, e regressando ao Arkansas da infância, entre biscates e amargos desaires —, «caminhara à beira do precipício e vira tudo». Relato de uma luta travada diariamente como mãe e mulher negra no pós-guerra, centra-se na procura de um lugar no mundo e na coragem necessária para sobreviver numa sociedade hostil.
  • AUTOR Maya Angelou
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Reúnam-se em meu nome

16,00 
Em Reúnam-se em Meu Nome (1974), Maya Angelou prossegue o ciclo autobiográfico iniciado em Sei Porque Canta o Pássaro na Gaiola. No limiar entre a adolescência e a idade adulta — atraída pelas luzes dos palcos de Chicago, pelo submundo de São Francisco, e regressando ao Arkansas da infância, entre biscates e amargos desaires —, «caminhara à beira do precipício e vira tudo». Relato de uma luta travada diariamente como mãe e mulher negra no pós-guerra, centra-se na procura de um lugar no mundo e na coragem necessária para sobreviver numa sociedade hostil.
  • AUTOR Maya Angelou
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Ned Ludd e a Rainha Mab – Destruição de máquinas, romantismo e os vários comunais de 1811-1812

13,00 
Entre 1811 e 1812, nas Ilhas Britânicas, ludditas atacavam as máquinas que os tornavam supérfluos, insurgentes irlandeses conspiravam contra o domínio colonial inglês, e trabalhadores galeses cultivavam terras comunais, enquanto no Egipto e na Indonésia estas eram usurpadas aos camponeses. Nas Américas, escravos revoltosos destruíam as ferramentas que os escravizavam, povos indígenas insurgiam-se contra os seus opressores, e revolucionários sonhavam com a independência do colonialismo europeu. E Percy Shelley escrevia A Rainha Mab. Em Ned Ludd e a Rainha Mab (2011), Peter Linebaugh entrelaça histórias de revolta e resistência contra a expropriação dos comunais e a exploração do sistema capitalista em expansão, demonstrando que estas eram lutas transversais aos povos de todo o mundo.
  • AUTOR Peter Linebaugh
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Ned Ludd e a Rainha Mab – Destruição de máquinas, romantismo e os vários comunais de 1811-1812

13,00 
Entre 1811 e 1812, nas Ilhas Britânicas, ludditas atacavam as máquinas que os tornavam supérfluos, insurgentes irlandeses conspiravam contra o domínio colonial inglês, e trabalhadores galeses cultivavam terras comunais, enquanto no Egipto e na Indonésia estas eram usurpadas aos camponeses. Nas Américas, escravos revoltosos destruíam as ferramentas que os escravizavam, povos indígenas insurgiam-se contra os seus opressores, e revolucionários sonhavam com a independência do colonialismo europeu. E Percy Shelley escrevia A Rainha Mab. Em Ned Ludd e a Rainha Mab (2011), Peter Linebaugh entrelaça histórias de revolta e resistência contra a expropriação dos comunais e a exploração do sistema capitalista em expansão, demonstrando que estas eram lutas transversais aos povos de todo o mundo.
  • AUTOR Peter Linebaugh
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Tempo de erros

15,00 
Procurei o jogo da vida e os seus símbolos, não a sua verdade: a obscuridade e o enigma em vez do claro e do simples, o desconhecido em vez do óbvio, a miragem em vez da água. Em Tempo de Erros (1992), Muhammad Chukri prossegue o duro relato autobiográfico iniciado em Pão Seco. Nesta história, assistimos aos anos de aprendizagem do autor, à sua crescente obsessão pela leitura e ao advento de um escritor. Entre a família em Tânger e a escola em Laraxe, preenchem os seus dias uma galeria de almas perdidas, amigos e amantes como a marca da loucura e, diz-nos, «bárbaros com quem vivi de noite em estreitas ruelas e tabernas duvidosas». Num país onde «os inteligentes enlouqueceram e deliram pelas ruas, e os que merecem ficar aqui emigraram», Chukri revisita a doença, a idade adulta e as amizades com os marginais estrangeiros atraídos por Tânger, reiterando a impossibilidade de aniquilar os desejos que o movem.
  • AUTOR Muhammad Chukri
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Tempo de erros

15,00 
Procurei o jogo da vida e os seus símbolos, não a sua verdade: a obscuridade e o enigma em vez do claro e do simples, o desconhecido em vez do óbvio, a miragem em vez da água. Em Tempo de Erros (1992), Muhammad Chukri prossegue o duro relato autobiográfico iniciado em Pão Seco. Nesta história, assistimos aos anos de aprendizagem do autor, à sua crescente obsessão pela leitura e ao advento de um escritor. Entre a família em Tânger e a escola em Laraxe, preenchem os seus dias uma galeria de almas perdidas, amigos e amantes como a marca da loucura e, diz-nos, «bárbaros com quem vivi de noite em estreitas ruelas e tabernas duvidosas». Num país onde «os inteligentes enlouqueceram e deliram pelas ruas, e os que merecem ficar aqui emigraram», Chukri revisita a doença, a idade adulta e as amizades com os marginais estrangeiros atraídos por Tânger, reiterando a impossibilidade de aniquilar os desejos que o movem.
  • AUTOR Muhammad Chukri
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Ensinar uma pedra a falar

16,00 
Ensinar uma Pedra a Falar (1982) reúne catorze ensaios autobiográficos que nos levam a locais remotos do planeta: rumo ao gelo do Árctico (Uma expedição ao Pólo), à vida à beira-rio nos confins da selva equatoriana, entre tartarugas e leões-marinhos nas Galápagos (Vida nas Rochas) e eclipses solares. Oscilando entre a inefável grandiosidade do intocado, a resignação pelo destino de um veado capturado (O Veado em Providencia) e o milagre da troca de olhares com uma doninha no campo (Viver como Doninhas), Annie Dillard capta habilmente momentos tão fugazes como clarividentes, revelando os em todo o seu assombro. Habitadas por Emerson, Thoreau e Dickinson, destas páginas irrompem divagações filosóficas sobre o inexorável movimento do tempo, reflexões sobre a admiração que a natureza nos inspira e que a civilização teima em apagar, formulando uma filosofia do olhar e da liberdade.
  • AUTOR Annie Dillard
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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Ensinar uma pedra a falar

16,00 
Ensinar uma Pedra a Falar (1982) reúne catorze ensaios autobiográficos que nos levam a locais remotos do planeta: rumo ao gelo do Árctico (Uma expedição ao Pólo), à vida à beira-rio nos confins da selva equatoriana, entre tartarugas e leões-marinhos nas Galápagos (Vida nas Rochas) e eclipses solares. Oscilando entre a inefável grandiosidade do intocado, a resignação pelo destino de um veado capturado (O Veado em Providencia) e o milagre da troca de olhares com uma doninha no campo (Viver como Doninhas), Annie Dillard capta habilmente momentos tão fugazes como clarividentes, revelando os em todo o seu assombro. Habitadas por Emerson, Thoreau e Dickinson, destas páginas irrompem divagações filosóficas sobre o inexorável movimento do tempo, reflexões sobre a admiração que a natureza nos inspira e que a civilização teima em apagar, formulando uma filosofia do olhar e da liberdade.
  • AUTOR Annie Dillard
  • ANO DE EDIÇÃO 2023
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