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A fúria e outros contos

16,50 
Quem é esta?, pensei, e era eu. Tudo coabita no universo elegíaco de Silvina Ocampo. Vidas enredadas na ficção, traições ardentes e vinganças geladas, espelhos ou sonhos que reflectem fantasmas de carne e osso. O quotidiano mágico de bons agoiros e maus presságios ou a calma imperturbável que antecede a violência torrencial. Muita fantasia, muita crueldade. E sempre a infância, a fina fissura entre inocência e perversão.
  • AUTOR Silvina Ocampo
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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A fúria e outros contos

16,50 
Quem é esta?, pensei, e era eu. Tudo coabita no universo elegíaco de Silvina Ocampo. Vidas enredadas na ficção, traições ardentes e vinganças geladas, espelhos ou sonhos que reflectem fantasmas de carne e osso. O quotidiano mágico de bons agoiros e maus presságios ou a calma imperturbável que antecede a violência torrencial. Muita fantasia, muita crueldade. E sempre a infância, a fina fissura entre inocência e perversão.
  • AUTOR Silvina Ocampo
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Dos nossos irmãos feridos

15,00 
Argélia, 1956. Uma bomba que nunca viria a detonar é deixada numa fábrica, destinada a causar estragos e não a reclamar vidas, num acto simbólico. Um operário revolucionário e idealista, que sonha com um país livre e se opõe à violência cega, é denunciado. Detido e torturado, Fernand Iveton (1926-1957) seria o único pied-noir condenado e executado pelo Governo francês durante a Guerra da Argélia: um castigo que se pretendia exemplar e um aviso a todos os europeus que ousassem tomar o partido dos colonizados. França, onde Iveton conhecera o amor da bela Hélène, que o acompanharia até ao fim dos seus dias, silenciaria a voz do dissidente, mas nunca a esperança colectiva de uma futura nação. Dos Nossos Irmãos Feridos (2016), num estilo de tirar o fôlego, retrata os últimos dias de Fernand Iveton e relembra que por vezes é a ficção que traça os veredictos mais justos, quando a justiça dos homens se revelou indigna.
  • AUTOR Joseph Andras
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Dos nossos irmãos feridos

15,00 
Argélia, 1956. Uma bomba que nunca viria a detonar é deixada numa fábrica, destinada a causar estragos e não a reclamar vidas, num acto simbólico. Um operário revolucionário e idealista, que sonha com um país livre e se opõe à violência cega, é denunciado. Detido e torturado, Fernand Iveton (1926-1957) seria o único pied-noir condenado e executado pelo Governo francês durante a Guerra da Argélia: um castigo que se pretendia exemplar e um aviso a todos os europeus que ousassem tomar o partido dos colonizados. França, onde Iveton conhecera o amor da bela Hélène, que o acompanharia até ao fim dos seus dias, silenciaria a voz do dissidente, mas nunca a esperança colectiva de uma futura nação. Dos Nossos Irmãos Feridos (2016), num estilo de tirar o fôlego, retrata os últimos dias de Fernand Iveton e relembra que por vezes é a ficção que traça os veredictos mais justos, quando a justiça dos homens se revelou indigna.
  • AUTOR Joseph Andras
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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O vestido vermelho

16,00 
Uma criança que se queima não teme o fogo. É atraída por ele como a borboleta pela luz. Sabe que, se se aproxima, se queima novamente. No entanto, aproxima-se. Sob o signo da morte de uma mãe, Alma, a vida entre um pai, Knut, e um filho, Bengt, é perturbada para sempre, e as suas emoções à flor da pele, desconfianças e ódios irrompem abruptamente. Fluindo das ruas nevadas de Estocolmo para as águas que banham ilhas remotas da Suécia, o drama turva-se quando Gun desagua no seio da família, despertando um ciúme animal que devora a sua já frágil lucidez. Livro de revolta da juventude contra verdades herdadas e viagem pela dura passagem para a maturidade.
  • AUTOR Stig Dagerman
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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O vestido vermelho

16,00 
Uma criança que se queima não teme o fogo. É atraída por ele como a borboleta pela luz. Sabe que, se se aproxima, se queima novamente. No entanto, aproxima-se. Sob o signo da morte de uma mãe, Alma, a vida entre um pai, Knut, e um filho, Bengt, é perturbada para sempre, e as suas emoções à flor da pele, desconfianças e ódios irrompem abruptamente. Fluindo das ruas nevadas de Estocolmo para as águas que banham ilhas remotas da Suécia, o drama turva-se quando Gun desagua no seio da família, despertando um ciúme animal que devora a sua já frágil lucidez. Livro de revolta da juventude contra verdades herdadas e viagem pela dura passagem para a maturidade.
  • AUTOR Stig Dagerman
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Outono alemão

14,00 
Exigia-se aos que iam atravessando este outono alemão que da sua desgraça extraíssem lições. Esquecia-se assim, porém, que a fome é um muito mau pedagogo. No rescaldo da Segunda Guerra Mundial, quando a imprensa internacional retratava os escombros germânicos como um castigo merecido, Stig Dagerman derramava uma clarividente compaixão sobre os derrotados, questionando o prisma dos vencedores e o direito de humilharem um povo espezinhado.
  • AUTOR Stig Dagerman
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Outono alemão

14,00 
Exigia-se aos que iam atravessando este outono alemão que da sua desgraça extraíssem lições. Esquecia-se assim, porém, que a fome é um muito mau pedagogo. No rescaldo da Segunda Guerra Mundial, quando a imprensa internacional retratava os escombros germânicos como um castigo merecido, Stig Dagerman derramava uma clarividente compaixão sobre os derrotados, questionando o prisma dos vencedores e o direito de humilharem um povo espezinhado.
  • AUTOR Stig Dagerman
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Sobre a leitura

10,00 
A leitura é o milagre fecundo de uma comunicação no interior da solidão. Sobre a Leitura é uma salutar reflexão sobre o acto de ler, a sua natureza e o seu mistério. Evocando a infância — tema caro ao autor de Em Busca do Tempo Perdido — e recuando às saborosas páginas lidas à sombra das avelaneiras, nos longos dias de Verão, Proust confessa-se um leitor apaixonado e voraz, ao mesmo tempo que nos apresenta a leitura como o supremo acto de transformação do ser humano.
  • AUTOR Marcel Proust
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
 
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Sobre a leitura

10,00 
A leitura é o milagre fecundo de uma comunicação no interior da solidão. Sobre a Leitura é uma salutar reflexão sobre o acto de ler, a sua natureza e o seu mistério. Evocando a infância — tema caro ao autor de Em Busca do Tempo Perdido — e recuando às saborosas páginas lidas à sombra das avelaneiras, nos longos dias de Verão, Proust confessa-se um leitor apaixonado e voraz, ao mesmo tempo que nos apresenta a leitura como o supremo acto de transformação do ser humano.
  • AUTOR Marcel Proust
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
 
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Solaris

16,00 
O Homem partiu em busca de outros mundos, de outras civilizações, sem conhecer inteiramente os seus próprios recantos, os seus becos sem saída e abismos, e sem saber o que está por detrás das suas portas negras. Neste romance psicológico sobre a incomunicabilidade, a angústia face ao insondável e a incapacidade humana de lidar com o desconhecido sem causar destruição, Stanisław Lem leva-nos a um planeta distante para revelar os eternos abismos e buracos negros da alma.
  • AUTOR Stanislaw Lem
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Solaris

16,00 
O Homem partiu em busca de outros mundos, de outras civilizações, sem conhecer inteiramente os seus próprios recantos, os seus becos sem saída e abismos, e sem saber o que está por detrás das suas portas negras. Neste romance psicológico sobre a incomunicabilidade, a angústia face ao insondável e a incapacidade humana de lidar com o desconhecido sem causar destruição, Stanisław Lem leva-nos a um planeta distante para revelar os eternos abismos e buracos negros da alma.
  • AUTOR Stanislaw Lem
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Os filhos dos dias

20,00 
Em 1980, deflagrou na cidade brasileira de Sorocaba uma insólita manifestação popular. Em plena ditadura militar, uma ordem judicial tinha proibido os beijos que atentavam contra a moral pública. A cidade respondeu transformando‑se num enorme beijódromo. Nunca ninguém se beijou tanto. Os Filhos dos Dias é um calendário da história humana. Em trezentas e sessenta e seis histórias, uma para cada dia do ano, Eduardo Galeano recorda heróis esquecidos e ilustres anónimos, lendas famosas e feitos de que não reza a História, mulheres e homens de todas as épocas e dos quatro cantos do mundo, compondo o mosaico colorido da grandeza e fragilidade da vida neste planeta.
  • AUTOR Eduardo Galeano
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Os filhos dos dias

20,00 
Em 1980, deflagrou na cidade brasileira de Sorocaba uma insólita manifestação popular. Em plena ditadura militar, uma ordem judicial tinha proibido os beijos que atentavam contra a moral pública. A cidade respondeu transformando‑se num enorme beijódromo. Nunca ninguém se beijou tanto. Os Filhos dos Dias é um calendário da história humana. Em trezentas e sessenta e seis histórias, uma para cada dia do ano, Eduardo Galeano recorda heróis esquecidos e ilustres anónimos, lendas famosas e feitos de que não reza a História, mulheres e homens de todas as épocas e dos quatro cantos do mundo, compondo o mosaico colorido da grandeza e fragilidade da vida neste planeta.
  • AUTOR Eduardo Galeano
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Sei porque canta o pássaro na gaiola

17,50 
Grandioso livro de memórias, Sei porque Canta o Pássaro na Gaiola (1969) é uma poética viagem de libertação e um glorioso bater de asas num mundo opressivo. Este relato inspirador da infância e da juventude da autora, nos anos 30 e 40, devolve-nos o olhar de uma extraordinária criança sobre a violência inexplicável do mundo dos adultos e a crueldade do racismo, na procura da dignidade em tempos adversos. Do Arkansas rural às cidades da Califórnia, Maya Angelou traça neste livro um tocante retrato da comunidade negra dos Estados Unidos, durante a segregação, e de uma consciência que, incapaz de se resignar, desperta rumo à emancipação.
  • AUTOR Maya Angelou
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Sei porque canta o pássaro na gaiola

17,50 
Grandioso livro de memórias, Sei porque Canta o Pássaro na Gaiola (1969) é uma poética viagem de libertação e um glorioso bater de asas num mundo opressivo. Este relato inspirador da infância e da juventude da autora, nos anos 30 e 40, devolve-nos o olhar de uma extraordinária criança sobre a violência inexplicável do mundo dos adultos e a crueldade do racismo, na procura da dignidade em tempos adversos. Do Arkansas rural às cidades da Califórnia, Maya Angelou traça neste livro um tocante retrato da comunidade negra dos Estados Unidos, durante a segregação, e de uma consciência que, incapaz de se resignar, desperta rumo à emancipação.
  • AUTOR Maya Angelou
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Revisitar os clássicos

18,00 
Conjunto de brevíssimos e brilhantes ensaios publicados originalmente entre 1965 e 1969 na revista literária norte-americana Saturday Review, Revisitar os Clássicos (1969) reúne sessenta obras que são, para o autor, «documentos básicos da história da imaginação». Do Oriente ao Ocidente, do berço das civilizações a tempos recentes, a singular leitura de Kenneth Rexroth tanto passa em revista a Ilíada, a Odisseia ou A Epopeia de Gilgamesh, como se debruça sobre a poesia japonesa clássica, Dom Quixote ou os ensaios de Montaigne, sem esquecer os contributos de Flaubert, Rimbaud, Twain ou Tchékhov. Numa linguagem simples e descomprometida — desvelando elos imprevistos entre Fielding e Confúcio, Tristram Shandy e o budismo, peças de Shakespeare e epopeias finlandesas —, esta visita guiada aos testemunhos escritos da «nobreza e vulgaridade do coração humano» reinventa a definição de clássico e inspira-nos a sermos melhores leitores.
  • AUTOR Kenneth Rexroth
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Revisitar os clássicos

18,00 
Conjunto de brevíssimos e brilhantes ensaios publicados originalmente entre 1965 e 1969 na revista literária norte-americana Saturday Review, Revisitar os Clássicos (1969) reúne sessenta obras que são, para o autor, «documentos básicos da história da imaginação». Do Oriente ao Ocidente, do berço das civilizações a tempos recentes, a singular leitura de Kenneth Rexroth tanto passa em revista a Ilíada, a Odisseia ou A Epopeia de Gilgamesh, como se debruça sobre a poesia japonesa clássica, Dom Quixote ou os ensaios de Montaigne, sem esquecer os contributos de Flaubert, Rimbaud, Twain ou Tchékhov. Numa linguagem simples e descomprometida — desvelando elos imprevistos entre Fielding e Confúcio, Tristram Shandy e o budismo, peças de Shakespeare e epopeias finlandesas —, esta visita guiada aos testemunhos escritos da «nobreza e vulgaridade do coração humano» reinventa a definição de clássico e inspira-nos a sermos melhores leitores.
  • AUTOR Kenneth Rexroth
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Fotocópias

16,00 
Nada se perde, tudo o que vemos permanece connosco. Imitando o fotógrafo com a sua câmara, John Berger segue, com palavras, «o impulso espontâneo de uma atenção visual perpétua, que capta o instante e a sua eternidade». Fotocópias (1996) — tiradas a algo que não nos pertence, a um original efémero ameaçado pela passagem do tempo, mas cuja imagem queremos conservar e recordar — captura com sensibilidade o que é fugaz, flashes ou revelações do trivial extraordinário, eternizando-os na página.
  • AUTOR John Berger
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Fotocópias

16,00 
Nada se perde, tudo o que vemos permanece connosco. Imitando o fotógrafo com a sua câmara, John Berger segue, com palavras, «o impulso espontâneo de uma atenção visual perpétua, que capta o instante e a sua eternidade». Fotocópias (1996) — tiradas a algo que não nos pertence, a um original efémero ameaçado pela passagem do tempo, mas cuja imagem queremos conservar e recordar — captura com sensibilidade o que é fugaz, flashes ou revelações do trivial extraordinário, eternizando-os na página.
  • AUTOR John Berger
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Contos completos – Graça Pina de Morais

17,00 
Somos como fogos-fátuos. Precisamos que alguém nos veja e nos venha depois dizer que existimos. Num universo de histórias inquietantes, como «Cristina», «O Círculo Vicioso» e «A Fé», todas as personagens são pela autora dissecadas a bisturi – os seus absurdos e alegrias, humilhações e vaidades –, sempre com um «ouvido especialmente apurado para as emoções mais sombrias ou inexplicáveis», nas palavras do prefaciador Fernando Pinto do Amaral. Relatos com gente de carne e osso, em geografias emocionais de relevo acidentado.
  • AUTOR Graça Pina de Morais
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Contos completos – Graça Pina de Morais

17,00 
Somos como fogos-fátuos. Precisamos que alguém nos veja e nos venha depois dizer que existimos. Num universo de histórias inquietantes, como «Cristina», «O Círculo Vicioso» e «A Fé», todas as personagens são pela autora dissecadas a bisturi – os seus absurdos e alegrias, humilhações e vaidades –, sempre com um «ouvido especialmente apurado para as emoções mais sombrias ou inexplicáveis», nas palavras do prefaciador Fernando Pinto do Amaral. Relatos com gente de carne e osso, em geografias emocionais de relevo acidentado.
  • AUTOR Graça Pina de Morais
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Porquê olhar os animais?

15,00 
Os animais são sempre os observados. O facto de poderem observar‑nos perdeu qualquer significado. O que deles sabemos é um indicador do nosso poder, e portanto um indicador do que deles nos separa. Esta recolha de ensaios, escritos entre 1971 e 2001, retrata a degradação da nossa relação com a natureza na era do consumismo moderno – e, em particular, a redução dos animais (outrora no centro da existência humana) à categoria de espectáculo, companhia ou produto de consumo. O ensaio que dá nome ao livro descreve o tortuoso percurso do animal: de divindade espiritual e musa inspiradora na arte primitiva a, hoje em dia, fonte de entretenimento, confinado a circos e jardins zoológicos, tornado «monumento vivo da sua própria desaparição».
  • AUTOR John Berger
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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Porquê olhar os animais?

15,00 
Os animais são sempre os observados. O facto de poderem observar‑nos perdeu qualquer significado. O que deles sabemos é um indicador do nosso poder, e portanto um indicador do que deles nos separa. Esta recolha de ensaios, escritos entre 1971 e 2001, retrata a degradação da nossa relação com a natureza na era do consumismo moderno – e, em particular, a redução dos animais (outrora no centro da existência humana) à categoria de espectáculo, companhia ou produto de consumo. O ensaio que dá nome ao livro descreve o tortuoso percurso do animal: de divindade espiritual e musa inspiradora na arte primitiva a, hoje em dia, fonte de entretenimento, confinado a circos e jardins zoológicos, tornado «monumento vivo da sua própria desaparição».
  • AUTOR John Berger
  • ANO DE EDIÇÃO 2020
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