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A corneta acústica

18,00 
Quando uma nonagenária dura de ouvido recebe de presente uma corneta acústica, rapidamente se apercebe dos planos que a família lhe destina: um bilhete (só de ida) para um sinistro lar de terceira idade cristão, patrocinado por uma marca americana de cereais de pequeno-almoço. Cedo, porém, descobrirá que a sua nova residência é um lugar bem mais excitante do que tinha previsto. Povoada pelas heroínas mais idosas da história da literatura e com uma intriga que alia, previsivelmente, calistenia e desastres climáticos, anarquia e croché, A Corneta Acústico (1974), nesta edição ilustrada pelo filho da autora e prefaciada por Ali Smith, é, além de um clássico do surrealismo admirado por Luis Buñuel e Olga Tokarczuk, uma alucinante - e hilariante - viagem ao absurdo e à ternura.
  • AUTOR Leonora Carrington
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A corneta acústica

18,00 
Quando uma nonagenária dura de ouvido recebe de presente uma corneta acústica, rapidamente se apercebe dos planos que a família lhe destina: um bilhete (só de ida) para um sinistro lar de terceira idade cristão, patrocinado por uma marca americana de cereais de pequeno-almoço. Cedo, porém, descobrirá que a sua nova residência é um lugar bem mais excitante do que tinha previsto. Povoada pelas heroínas mais idosas da história da literatura e com uma intriga que alia, previsivelmente, calistenia e desastres climáticos, anarquia e croché, A Corneta Acústico (1974), nesta edição ilustrada pelo filho da autora e prefaciada por Ali Smith, é, além de um clássico do surrealismo admirado por Luis Buñuel e Olga Tokarczuk, uma alucinante - e hilariante - viagem ao absurdo e à ternura.
  • AUTOR Leonora Carrington
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Autodefesa – Uma filosofia da violência

18,00 
Será a autodefesa legítima em contextos onde imperam o racismo, o sexismo ou a homofobia? Esta é uma questão crucial quando falamos de violência política, tema central deste ensaio exaustivo e provocador. Da resistência à escravatura na colónia francesa de São Domingos à protecção armada das comunidades negra e gay nos EUA na década de 1960, passando pela prática do jiu-jitsu entre as sufragistas em Inglaterra, Autodefesa - Uma filosofia da violência (2017) traça a genealogia de grupos e movimentos políticos que recorreram a métodos violentos para se protegerem. Inspirando-se no pensamento crítico de Frantz Fanon, Judith Butler ou Michel Foucault, este livro reflecte sobre a ética do confronto em situações de opressão legitimada pela sociedade e pelo Estado. Um verdadeiro manual para «desaprender a não lutar».
  • AUTOR Elsa Dorlin
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Autodefesa – Uma filosofia da violência

18,00 
Será a autodefesa legítima em contextos onde imperam o racismo, o sexismo ou a homofobia? Esta é uma questão crucial quando falamos de violência política, tema central deste ensaio exaustivo e provocador. Da resistência à escravatura na colónia francesa de São Domingos à protecção armada das comunidades negra e gay nos EUA na década de 1960, passando pela prática do jiu-jitsu entre as sufragistas em Inglaterra, Autodefesa - Uma filosofia da violência (2017) traça a genealogia de grupos e movimentos políticos que recorreram a métodos violentos para se protegerem. Inspirando-se no pensamento crítico de Frantz Fanon, Judith Butler ou Michel Foucault, este livro reflecte sobre a ética do confronto em situações de opressão legitimada pela sociedade e pelo Estado. Um verdadeiro manual para «desaprender a não lutar».
  • AUTOR Elsa Dorlin
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Devaneios do caminhante solitário

15,00 
Derradeira obra de Jean-Jacques Rousseau, inacabada e publicada postumamente, DEVANEIOS DO CAMINHANTE SOLITÁRIO (1782) eram, segundo o autor, «um apêndice das Confissões» e encerram algumas das suas mais belas linhas. Este «registo fiel dos passeios solitários e dos devaneios que os preenchem», nas cercanias de Paris e no lago de Bienne, é, além de um duro balanço de vida, na sequência da proscrição de que Rousseau foi alvo, um eloquente conjunto de meditações que abarcam a velhice, o refrigério na natureza e a perseguição movida por uma sociedade hostil. Livro que antecipou a sensibilidade romântica, é uma reflexão maior sobre o exílio e as poderosas cadeias que sempre tolheram a liberdade individual.
  • AUTOR Jean-Jacques Rousseau
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Devaneios do caminhante solitário

15,00 
Derradeira obra de Jean-Jacques Rousseau, inacabada e publicada postumamente, DEVANEIOS DO CAMINHANTE SOLITÁRIO (1782) eram, segundo o autor, «um apêndice das Confissões» e encerram algumas das suas mais belas linhas. Este «registo fiel dos passeios solitários e dos devaneios que os preenchem», nas cercanias de Paris e no lago de Bienne, é, além de um duro balanço de vida, na sequência da proscrição de que Rousseau foi alvo, um eloquente conjunto de meditações que abarcam a velhice, o refrigério na natureza e a perseguição movida por uma sociedade hostil. Livro que antecipou a sensibilidade romântica, é uma reflexão maior sobre o exílio e as poderosas cadeias que sempre tolheram a liberdade individual.
  • AUTOR Jean-Jacques Rousseau
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A parede

17,50 
De férias numa casa de campo nos Alpes austríacos, uma mulher depara com uma barreira invisível que a isola do mundo e a leva a crer que é a única sobrevivente de uma catástrofe. Tendo apenas por companhia os animais e as imponentes montanhas, e à medida que se adapta a um novo modo de vida, desenvolve uma profunda ligação com a natureza, encontrando um propósito: resistir entre a ameaça da loucura e a dureza das tarefas diárias, à mercê dos elementos, e zelar pelo que resta. A Parede (1963) foi adaptada ao cinema por Julien Pölsler em 2012.
  • AUTOR Marlen Haushofer
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A parede

17,50 
De férias numa casa de campo nos Alpes austríacos, uma mulher depara com uma barreira invisível que a isola do mundo e a leva a crer que é a única sobrevivente de uma catástrofe. Tendo apenas por companhia os animais e as imponentes montanhas, e à medida que se adapta a um novo modo de vida, desenvolve uma profunda ligação com a natureza, encontrando um propósito: resistir entre a ameaça da loucura e a dureza das tarefas diárias, à mercê dos elementos, e zelar pelo que resta. A Parede (1963) foi adaptada ao cinema por Julien Pölsler em 2012.
  • AUTOR Marlen Haushofer
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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As guerrilheiras

16,00 
Livro mais destacado de Monique Wittig e que influenciaria gerações de teorizadoras do feminismo, AS GUERRILHEIRAS (1969) é a história de uma tribo de mulheres, uma sociedade lésbica, livre e sensual, com um património de lendas, risos e canções, que, perante o cerco de um exército masculino, é forçada a travar um combate violento e cruel. Romance revolucionário em forma e conteúdo, esta declaração de guerra contra a cultura patriarcal é um dos textos feministas mais lidos no século xx.
  • AUTOR Monique Wittig
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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As guerrilheiras

16,00 
Livro mais destacado de Monique Wittig e que influenciaria gerações de teorizadoras do feminismo, AS GUERRILHEIRAS (1969) é a história de uma tribo de mulheres, uma sociedade lésbica, livre e sensual, com um património de lendas, risos e canções, que, perante o cerco de um exército masculino, é forçada a travar um combate violento e cruel. Romance revolucionário em forma e conteúdo, esta declaração de guerra contra a cultura patriarcal é um dos textos feministas mais lidos no século xx.
  • AUTOR Monique Wittig
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Niels Lyhne

17,00 
Dos primeiros alvores da juventude na Dinamarca rural à desolação existencial da maturidade em Copenhaga, Niels Lyhne (1880) é a história de um ateu e poeta desiludido com crenças e falsos consolos. A vida porá à prova os seus ideais, na relação com as mulheres, nas perdas trágicas e na voragem das expectativas sociais. Um livro de rara beleza sobre uma educação sentimental e a angústia de um inconformista, posfaciado por Claudio Magris.
  • AUTOR Jens Peter Jacobsen
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Niels Lyhne

17,00 
Dos primeiros alvores da juventude na Dinamarca rural à desolação existencial da maturidade em Copenhaga, Niels Lyhne (1880) é a história de um ateu e poeta desiludido com crenças e falsos consolos. A vida porá à prova os seus ideais, na relação com as mulheres, nas perdas trágicas e na voragem das expectativas sociais. Um livro de rara beleza sobre uma educação sentimental e a angústia de um inconformista, posfaciado por Claudio Magris.
  • AUTOR Jens Peter Jacobsen
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Artigo 353

15,00 
Na costa da Bretanha, um homem é atirado ao mar. Martial Kermeur, ex-operário do arsenal de Brest, é preso e acusado do crime. Artigo 353 (2017) é a sua longa confissão chabroliana perante o magistrado e a explicação das circunstâncias que levam um homem pacato a fazer justiça pelas próprias mãos. Em torno de uma comunidade destruída por um promotor imobiliário e por ilusões de ascensão social, Tanguy Viel converte o leitor em juiz: num mundo dominado pela ganância e impunidade, devemos cingir-nos aos factos ou, segundo o artigo da lei francesa que dá o título a este livro, fazer o que nos dita a consciência?
  • AUTOR Tanguy Viel
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Artigo 353

15,00 
Na costa da Bretanha, um homem é atirado ao mar. Martial Kermeur, ex-operário do arsenal de Brest, é preso e acusado do crime. Artigo 353 (2017) é a sua longa confissão chabroliana perante o magistrado e a explicação das circunstâncias que levam um homem pacato a fazer justiça pelas próprias mãos. Em torno de uma comunidade destruída por um promotor imobiliário e por ilusões de ascensão social, Tanguy Viel converte o leitor em juiz: num mundo dominado pela ganância e impunidade, devemos cingir-nos aos factos ou, segundo o artigo da lei francesa que dá o título a este livro, fazer o que nos dita a consciência?
  • AUTOR Tanguy Viel
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Velhos supérfluos

16,00 
Numa sociedade em que tudo o que não é absorvido na lógica capitalista de valorização é empurrado para o estatuto de inferior e deficiente, também a velhice nunca pode ser outra coisa senão uma deficiência e algo de perturbador. Partindo da crítica do valor e da dissociação-valor de Robert Kurz e Roswitha Scholz, Andreas Urban analisa como a sociedade capitalista é estruturalmente hostil à velhice e as pessoas idosas são vistas como supérfluas por não serem produtoras de valor. Escalpelizando problemáticas como a activação dos mais velhos mediante programas e discursos de active aging e anti-aging que negam essa fase avançada da vida, ou o lar de idosos como instituição de custódia para indesejados, Velhos Supérfluos expõe o modo como o capitalismo tende a excluir todos os seres humanos que se revelarem incapazes de participar activamente na economia de mercado da sociedade do trabalho.
  • AUTOR Andreas Urban
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Velhos supérfluos

16,00 
Numa sociedade em que tudo o que não é absorvido na lógica capitalista de valorização é empurrado para o estatuto de inferior e deficiente, também a velhice nunca pode ser outra coisa senão uma deficiência e algo de perturbador. Partindo da crítica do valor e da dissociação-valor de Robert Kurz e Roswitha Scholz, Andreas Urban analisa como a sociedade capitalista é estruturalmente hostil à velhice e as pessoas idosas são vistas como supérfluas por não serem produtoras de valor. Escalpelizando problemáticas como a activação dos mais velhos mediante programas e discursos de active aging e anti-aging que negam essa fase avançada da vida, ou o lar de idosos como instituição de custódia para indesejados, Velhos Supérfluos expõe o modo como o capitalismo tende a excluir todos os seres humanos que se revelarem incapazes de participar activamente na economia de mercado da sociedade do trabalho.
  • AUTOR Andreas Urban
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Esgotado
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A escravatura dos nossos tempos

14,00 
Crítica feroz das formas de exploração que se seguiram à abolição da servidão e da escravatura, A Escravatura dos Nossos Tempos (1900) conserva toda a sua pertinência e actualidade. Lev Tolstói questiona a natureza das leis e das instituições governamentais, para afirmar que a opressão do povo assenta na violência exercida por aqueles que o governam. Fazendo uma análise das estruturas de poder que subjugam a maioria em benefício de uma minoria, o escritor russo rejeita as ideias socialistas que apelam à revolução por métodos violentos e incita à desobediência como meio de resistência à escravização moderna.
  • AUTOR Lev Tolstói
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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A escravatura dos nossos tempos

14,00 
Crítica feroz das formas de exploração que se seguiram à abolição da servidão e da escravatura, A Escravatura dos Nossos Tempos (1900) conserva toda a sua pertinência e actualidade. Lev Tolstói questiona a natureza das leis e das instituições governamentais, para afirmar que a opressão do povo assenta na violência exercida por aqueles que o governam. Fazendo uma análise das estruturas de poder que subjugam a maioria em benefício de uma minoria, o escritor russo rejeita as ideias socialistas que apelam à revolução por métodos violentos e incita à desobediência como meio de resistência à escravização moderna.
  • AUTOR Lev Tolstói
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Uma Coney Island da mente

17,00 
Obra fundamental da Geração Beat e a mais célebre de Lawrence Ferlinghetti, Uma Coney Island da Mente (1958) é uma crítica sã a uma América transformada em grotesco parque de diversões, num horizonte de «pradarias sedadas, subúrbios de supermercados e catedrais protestatárias». Nos poemas que a compõem - o conjunto que dá título ao livro, retirado de um conto de Henry Miller; Mensagens Orais, para serem lidas ao som de jazz; e uma selecção de Pictures of the Gone World (1955) -, incluem-se Estou à espera, Obbligato do Sucateiro e Cão. Reflectindo sobre o ofício do poeta, acrobata sempre a arriscar o absurdo, este volume destila uma liberdade e irreverência que o convertem num clássico da poesia contemporânea.
  • AUTOR Lawrence Ferlinghetti
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Uma Coney Island da mente

17,00 
Obra fundamental da Geração Beat e a mais célebre de Lawrence Ferlinghetti, Uma Coney Island da Mente (1958) é uma crítica sã a uma América transformada em grotesco parque de diversões, num horizonte de «pradarias sedadas, subúrbios de supermercados e catedrais protestatárias». Nos poemas que a compõem - o conjunto que dá título ao livro, retirado de um conto de Henry Miller; Mensagens Orais, para serem lidas ao som de jazz; e uma selecção de Pictures of the Gone World (1955) -, incluem-se Estou à espera, Obbligato do Sucateiro e Cão. Reflectindo sobre o ofício do poeta, acrobata sempre a arriscar o absurdo, este volume destila uma liberdade e irreverência que o convertem num clássico da poesia contemporânea.
  • AUTOR Lawrence Ferlinghetti
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Caruncho

15,00 
Caruncho narra o regresso de uma neta, acusada de um crime, à casa rural da família e mergulha o leitor no coração de uma Espanha vazia, marcada por resquícios do franquismo, uma terra tão agreste e estéril como o destino a que condena as mulheres que nela vivem. Contada a duas vozes, pela jovem e pela avó, esta história de rancor e vingança é indissociável da memória do lar assombrado, de espectros que clamam justiça, entre quatro paredes sobre as quais pesam traumas herdados e décadas de violência e opressão. Um aclamado romance de estreia, com ecos de Pedro Páramo, de Juan Rulfo, e de alguns contos de Silvina Ocampo, em que se entrelaçam terror, injustiça social e uma pesada herança familiar que, como o caruncho, corrói as protagonistas.
  • AUTOR Layla Martínez
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Caruncho

15,00 
Caruncho narra o regresso de uma neta, acusada de um crime, à casa rural da família e mergulha o leitor no coração de uma Espanha vazia, marcada por resquícios do franquismo, uma terra tão agreste e estéril como o destino a que condena as mulheres que nela vivem. Contada a duas vozes, pela jovem e pela avó, esta história de rancor e vingança é indissociável da memória do lar assombrado, de espectros que clamam justiça, entre quatro paredes sobre as quais pesam traumas herdados e décadas de violência e opressão. Um aclamado romance de estreia, com ecos de Pedro Páramo, de Juan Rulfo, e de alguns contos de Silvina Ocampo, em que se entrelaçam terror, injustiça social e uma pesada herança familiar que, como o caruncho, corrói as protagonistas.
  • AUTOR Layla Martínez
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Bandidos

18,50 
Bandidos (1969) traça a conturbada história do banditismo social, vendo no advento das suas figuras lendárias uma reacção à destruição do modo de vida de comunidades rurais. Ao longo de vários séculos e percorrendo quatro continentes - de Robin dos Bosques a Pancho Villa, dos haiduques dos Balcãs aos cangaceiros brasileiros -, esta obra tornou-se uma referência e abriu caminho a estudos e pesquisas sobre um tema ignorado pela história oficial.
  • AUTOR Eric Hobsbawm
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Bandidos

18,50 
Bandidos (1969) traça a conturbada história do banditismo social, vendo no advento das suas figuras lendárias uma reacção à destruição do modo de vida de comunidades rurais. Ao longo de vários séculos e percorrendo quatro continentes - de Robin dos Bosques a Pancho Villa, dos haiduques dos Balcãs aos cangaceiros brasileiros -, esta obra tornou-se uma referência e abriu caminho a estudos e pesquisas sobre um tema ignorado pela história oficial.
  • AUTOR Eric Hobsbawm
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