A máquina pára e outros contos
16,00 €
Criámos a Máquina para que cumprisse a nossa vontade, mas agora não conseguimos que tal aconteça. Ela obscureceu todas as relações humanas, paralisou os nossos corpos e as nossas vontades, e agora obriga-nos a idolatrá-la.
O que sucede se nos desviarmos do caminho árido que sempre seguimos obedientemente («O Outro Lado da Sebe»)? Ou se trocarmos a erudição dos livros pela concretização da sabedoria que eles encerram («A Diligência Celestial» e «Outro Reino»)? A par de fábulas e fantasias que bebem na mitologia clássica e no simbolismo, em cenários pitorescos como a Itália e a Grécia, destaca-se «A Máquina Pára», um visionário conto distópico, que, em 1909, soube prever a subjugação do homem à tecnologia e a degradação das relações humanas numa sociedade dominada pela máquina.
- AUTOR E. M. Forster
- ANO DE EDIÇÃO 2020
A máquina pára e outros contos
16,00 €
Criámos a Máquina para que cumprisse a nossa vontade, mas agora não conseguimos que tal aconteça. Ela obscureceu todas as relações humanas, paralisou os nossos corpos e as nossas vontades, e agora obriga-nos a idolatrá-la.
O que sucede se nos desviarmos do caminho árido que sempre seguimos obedientemente («O Outro Lado da Sebe»)? Ou se trocarmos a erudição dos livros pela concretização da sabedoria que eles encerram («A Diligência Celestial» e «Outro Reino»)? A par de fábulas e fantasias que bebem na mitologia clássica e no simbolismo, em cenários pitorescos como a Itália e a Grécia, destaca-se «A Máquina Pára», um visionário conto distópico, que, em 1909, soube prever a subjugação do homem à tecnologia e a degradação das relações humanas numa sociedade dominada pela máquina.
- AUTOR E. M. Forster
- ANO DE EDIÇÃO 2020
A liberdade é uma luta constante
16,00 €
Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante (2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana.
- AUTOR Angela Davis
- ANO DE EDIÇÃO 2020
A liberdade é uma luta constante
16,00 €
Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante (2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana.
- AUTOR Angela Davis
- ANO DE EDIÇÃO 2020
A praga escarlate
13,00 €
O mundo desabou, absoluta e irremediavelmente. Dez mil anos de cultura e civilização esvaíram-se num instante, desfizeram-se como espuma.
O grande mundo que conheci na minha infância e juventude desapareceu. Deixou de existir. Sou o último homem que estava vivo nos dias da peste e que conheceu as maravilhas daquela época longínqua. Nós, que dominámos o planeta — terra, mar e céu — e que éramos como deuses, agora vivemos na selvajaria primitiva.
- AUTOR Jack London
- ANO DE EDIÇÃO 2021
A praga escarlate
13,00 €
O mundo desabou, absoluta e irremediavelmente. Dez mil anos de cultura e civilização esvaíram-se num instante, desfizeram-se como espuma.
O grande mundo que conheci na minha infância e juventude desapareceu. Deixou de existir. Sou o último homem que estava vivo nos dias da peste e que conheceu as maravilhas daquela época longínqua. Nós, que dominámos o planeta — terra, mar e céu — e que éramos como deuses, agora vivemos na selvajaria primitiva.
- AUTOR Jack London
- ANO DE EDIÇÃO 2021
Comentários sobre a sociedade do espectáculo
13,00 €
Nunca a censura foi tão perfeita. Nunca foi permitido mentir com uma tão perfeita ausência de consequências. Pressupõe-se apenas que o espectador deve ignorar tudo, não merecer nada. Ao invés da pura mentira, a desinformação deve fatalmente conter uma certa parte de verdade, porém deliberadamente manipulada por um hábil inimigo.
- AUTOR Guy Debord
- ANO DE EDIÇÃO 2021
Comentários sobre a sociedade do espectáculo
13,00 €
Nunca a censura foi tão perfeita. Nunca foi permitido mentir com uma tão perfeita ausência de consequências. Pressupõe-se apenas que o espectador deve ignorar tudo, não merecer nada. Ao invés da pura mentira, a desinformação deve fatalmente conter uma certa parte de verdade, porém deliberadamente manipulada por um hábil inimigo.
- AUTOR Guy Debord
- ANO DE EDIÇÃO 2021
As Portas da Percepção
15,00 €
Numa radiosa manhã de Maio, em 1953, Aldous Huxley tomou pela primeira vez quatro décimos de grama de mescalina, dissolvidos em meio copo de água, sentou-se e aguardou os seus efeitos. Pouco depois, tudo o que o rodeava se transformou. Eis a génese de As Portas da Percepção (1954), um dos textos mais inspiradores para a contracultura americana dos anos 60. Registo minucioso de alterações sensoriais e ensaio filosófico que aborda os efeitos libertadores desta substância alucinogénica, é uma obra visionária sobre o funcionamento da mente e o desejo de transcendência do ser humano. Esta edição inclui ainda Céu e Inferno (1956), que explora a história e a índole de experiências transcendentais.
- AUTOR Aldous Huxley
- ANO DE EDIÇÃO 2013
- EAN 9789726082439
As Portas da Percepção
15,00 €
Numa radiosa manhã de Maio, em 1953, Aldous Huxley tomou pela primeira vez quatro décimos de grama de mescalina, dissolvidos em meio copo de água, sentou-se e aguardou os seus efeitos. Pouco depois, tudo o que o rodeava se transformou. Eis a génese de As Portas da Percepção (1954), um dos textos mais inspiradores para a contracultura americana dos anos 60. Registo minucioso de alterações sensoriais e ensaio filosófico que aborda os efeitos libertadores desta substância alucinogénica, é uma obra visionária sobre o funcionamento da mente e o desejo de transcendência do ser humano. Esta edição inclui ainda Céu e Inferno (1956), que explora a história e a índole de experiências transcendentais.
- AUTOR Aldous Huxley
- ANO DE EDIÇÃO 2013
- EAN 9789726082439
A Ilha
18,00 €
O derradeiro romance de Aldous Huxley, e contraponto utópico à distopia de Admirável Mundo Novo, apresenta-nos Pala, uma ilha onde uma sociedade ideal, regida por crenças assentes no budismo e no hinduísmo, floresce há cento e vinte anos, atraindo inevitavelmente a inveja do mundo circundante. Está em curso uma conspiração para invadir Pala, rica em petróleo, e os acontecimentos precipitam-se quando Will Farnaby, inicialmente um agente dos conspiradores, chega à ilha. É provavelmente o livro mais desencantado de Huxley, e inscreve-se nele a firme convicção de que, entre a ganância e a avidez dos homens, comunidades pacíficas como Pala estão condenadas. Publicada em 1962, A Ilha é um espelho que permite ao homem moderno ver tudo o que está podre na sociedade e em si próprio.
- AUTOR Aldous Huxley
- ANO DE EDIÇÃO 2014
- EAN 9789726082514
A Ilha
18,00 €
O derradeiro romance de Aldous Huxley, e contraponto utópico à distopia de Admirável Mundo Novo, apresenta-nos Pala, uma ilha onde uma sociedade ideal, regida por crenças assentes no budismo e no hinduísmo, floresce há cento e vinte anos, atraindo inevitavelmente a inveja do mundo circundante. Está em curso uma conspiração para invadir Pala, rica em petróleo, e os acontecimentos precipitam-se quando Will Farnaby, inicialmente um agente dos conspiradores, chega à ilha. É provavelmente o livro mais desencantado de Huxley, e inscreve-se nele a firme convicção de que, entre a ganância e a avidez dos homens, comunidades pacíficas como Pala estão condenadas. Publicada em 1962, A Ilha é um espelho que permite ao homem moderno ver tudo o que está podre na sociedade e em si próprio.
- AUTOR Aldous Huxley
- ANO DE EDIÇÃO 2014
- EAN 9789726082514
Regresso ao Admirável Mundo Novo
15,00 €
Conjunto de ensaios sobre diversos temas abordados em Admirável Mundo Novo, a presente obra foi publicada em 1958 e na sua génese está a inquietante noção de que a sociedade ficcional descrita no livro mais famoso de Aldous Huxley se tornava a passos largos uma realidade. Comparando aspectos da vida moderna e o terrível quotidiano na era depois de Ford, o autor elabora uma reflexão profunda sobre as principais ameaças à humanidade e os limites da desumanização porque «o pesadelo da organização total emergiu do futuro remoto e está agora à nossa espera, mesmo ao virar da esquina».
- AUTOR Aldous Huxley
- ANO DE EDIÇÃO 2014
- EAN 9789726082743
Regresso ao Admirável Mundo Novo
15,00 €
Conjunto de ensaios sobre diversos temas abordados em Admirável Mundo Novo, a presente obra foi publicada em 1958 e na sua génese está a inquietante noção de que a sociedade ficcional descrita no livro mais famoso de Aldous Huxley se tornava a passos largos uma realidade. Comparando aspectos da vida moderna e o terrível quotidiano na era depois de Ford, o autor elabora uma reflexão profunda sobre as principais ameaças à humanidade e os limites da desumanização porque «o pesadelo da organização total emergiu do futuro remoto e está agora à nossa espera, mesmo ao virar da esquina».
- AUTOR Aldous Huxley
- ANO DE EDIÇÃO 2014
- EAN 9789726082743
Kallocaína
16,00 €
Obra visionária, Kallocaína (1940) é uma das grandes distopias do século XX, herdeira de Nós, de Zamiatine, e de Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, e predecessora de 1984, de George Orwell.
Num futuro desumanizado, um estado totalitário controla uma sociedade que, na ânsia da segurança prometida, se vergou à sua vontade. Em cidades subterrâneas, envolvido numa guerra permanente, o Estado Mundial erigiu a delação em acto cívico e dispõe a seu bel-prazer da vida dos seus consoldados, que, temendo denúncias e perseguições, tudo cumprem em nome do bem comum. Quando o cientista Leo Kall descobre um soro da verdade – a kallocaína –, mais eficaz do que a tortura ou a propaganda, o Estado não se coíbe de derrubar as já frágeis barreiras da individualidade e de extorquir todos os segredos e pensamentos dos seus cidadãos. Requiem pela humanidade em tempos negros, Kallocaína conserva até hoje toda a sua clarividência.
- AUTOR Karin Boye
- ANO DE EDIÇÃO 2016
- EAN 9789726082743
Kallocaína
16,00 €
Obra visionária, Kallocaína (1940) é uma das grandes distopias do século XX, herdeira de Nós, de Zamiatine, e de Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, e predecessora de 1984, de George Orwell.
Num futuro desumanizado, um estado totalitário controla uma sociedade que, na ânsia da segurança prometida, se vergou à sua vontade. Em cidades subterrâneas, envolvido numa guerra permanente, o Estado Mundial erigiu a delação em acto cívico e dispõe a seu bel-prazer da vida dos seus consoldados, que, temendo denúncias e perseguições, tudo cumprem em nome do bem comum. Quando o cientista Leo Kall descobre um soro da verdade – a kallocaína –, mais eficaz do que a tortura ou a propaganda, o Estado não se coíbe de derrubar as já frágeis barreiras da individualidade e de extorquir todos os segredos e pensamentos dos seus cidadãos. Requiem pela humanidade em tempos negros, Kallocaína conserva até hoje toda a sua clarividência.
- AUTOR Karin Boye
- ANO DE EDIÇÃO 2016
- EAN 9789726082743
Nós
16,00 €
A distopia que inspirou 1984, de George Orwell.
Neste romance, escrito em 1920, Zamiatine descreve, mais do que um mundo futuro, as relações humanas nesse mundo, que é eficazmente produtivista, limpo, desprovido de emoção. As figuras humanas visíveis são apenas as dos adultos; os velhos e as crianças não estão presentes na narrativa. Os homens e as mulheres são aparentemente iguais, a começar pelo vestuário, funcional e simples (os unifs); todos têm números, e não nomes.
O meio circundante corresponde necessariamente a este tipo humano: visto a individualidade não existir, os apartamentos são transparentes. Só nas relações sexuais, superiormente organizadas, obedecendo sempre a um dia e a uma hora pré-determinados, surge um vislumbre de privacidade: fecham-se as persianas do quarto. Trata-se, enfim, de uma ficção sobre o triunfo da racionalidade num sistema social em que cada pessoa se dissipa numa ideia de comunidade.
- AUTOR Evgueni Zamiatine
- ANO DE EDIÇÃO 2017
- EAN 9789726080329
Nós
16,00 €
A distopia que inspirou 1984, de George Orwell.
Neste romance, escrito em 1920, Zamiatine descreve, mais do que um mundo futuro, as relações humanas nesse mundo, que é eficazmente produtivista, limpo, desprovido de emoção. As figuras humanas visíveis são apenas as dos adultos; os velhos e as crianças não estão presentes na narrativa. Os homens e as mulheres são aparentemente iguais, a começar pelo vestuário, funcional e simples (os unifs); todos têm números, e não nomes.
O meio circundante corresponde necessariamente a este tipo humano: visto a individualidade não existir, os apartamentos são transparentes. Só nas relações sexuais, superiormente organizadas, obedecendo sempre a um dia e a uma hora pré-determinados, surge um vislumbre de privacidade: fecham-se as persianas do quarto. Trata-se, enfim, de uma ficção sobre o triunfo da racionalidade num sistema social em que cada pessoa se dissipa numa ideia de comunidade.
- AUTOR Evgueni Zamiatine
- ANO DE EDIÇÃO 2017
- EAN 9789726080329
Quinzinzinzili
15,00 €
Talvez existam algures restos de grupos humanos, como aquele de que faço parte, que se esforçam por prolongar a sua existência miserável em plena barbárie. Resta-me explicar por que ironia cósmica consegui sobreviver, sozinho na Europa, com um pequeno grupo de crianças.
Quinzinzinzili traz à memória O Deus das Moscas, obra escrita quase vinte anos depois.
Este romance de título impronunciável é uma pérola de humor, delírio e desalento. Nos conturbados anos trinta, quando as potências se precipitam para uma nova guerra, a humanidade concretiza finalmente o seu íntimo desejo de se aniquilar a si própria. Tudo o que resta dela é meia dúzia de crianças e um único adulto. O mundo pós-apocalíptico de Quinzinzinzili (escrito em 1935) é mais do que alerta ou premonição. É o embrião da distopia aos olhos de um sobrevivente prostrado e indiferente, desiludido com a natureza humana e a reinvenção da civilização.
- AUTOR Régis Massac
- ANO DE EDIÇÃO 2017
- EAN 9789726083054
Quinzinzinzili
15,00 €
Talvez existam algures restos de grupos humanos, como aquele de que faço parte, que se esforçam por prolongar a sua existência miserável em plena barbárie. Resta-me explicar por que ironia cósmica consegui sobreviver, sozinho na Europa, com um pequeno grupo de crianças.
Quinzinzinzili traz à memória O Deus das Moscas, obra escrita quase vinte anos depois.
Este romance de título impronunciável é uma pérola de humor, delírio e desalento. Nos conturbados anos trinta, quando as potências se precipitam para uma nova guerra, a humanidade concretiza finalmente o seu íntimo desejo de se aniquilar a si própria. Tudo o que resta dela é meia dúzia de crianças e um único adulto. O mundo pós-apocalíptico de Quinzinzinzili (escrito em 1935) é mais do que alerta ou premonição. É o embrião da distopia aos olhos de um sobrevivente prostrado e indiferente, desiludido com a natureza humana e a reinvenção da civilização.
- AUTOR Régis Massac
- ANO DE EDIÇÃO 2017
- EAN 9789726083054
A Guerra das Salamandras
18,00 €
A Guerra das Salamandras (1936), livro de culto, conto filosófico hilariante, distopia visionária. Esta «visão satírica de uma loucura abissal», segundo Thomas Mann, remonta ao momento em que, ao largo da ilha de Tana Masa, o capitão Van Toch descobre salamandras inteligentes, bichos afáveis e cordiais, longe de imaginar que elas mudariam o mundo. Em breve, estes «operários do mar» estão no centro de um lucrativo comércio mundial, tornam-se cobaias científicas e atracções em jardins zoológicos, vítimas de bem-intencionadas Sociedades para a Questão Salamandrina e de arautos do comunismo global, são linchados nos EUA e temas de sondagens em tablóides («As Salamandras Têm Alma?»). Toda a classe salamandrina porá então os olhos na humanidade e, seguindo o seu exemplo, reivindicará o planeta. A Guerra das Salamandras é não só a obra-prima de Karel Čapek, publicada em plena ascensão do nazismo, mas também a história de um tiro no pé desferido pela nossa própria espécie e de um desastre épico patrocinado alegremente pela ganância internacional e pela tolice humana.
- AUTOR Karel Čapek
- ANO DE EDIÇÃO 2018
- EAN 9789726083245
A Guerra das Salamandras
18,00 €
A Guerra das Salamandras (1936), livro de culto, conto filosófico hilariante, distopia visionária. Esta «visão satírica de uma loucura abissal», segundo Thomas Mann, remonta ao momento em que, ao largo da ilha de Tana Masa, o capitão Van Toch descobre salamandras inteligentes, bichos afáveis e cordiais, longe de imaginar que elas mudariam o mundo. Em breve, estes «operários do mar» estão no centro de um lucrativo comércio mundial, tornam-se cobaias científicas e atracções em jardins zoológicos, vítimas de bem-intencionadas Sociedades para a Questão Salamandrina e de arautos do comunismo global, são linchados nos EUA e temas de sondagens em tablóides («As Salamandras Têm Alma?»). Toda a classe salamandrina porá então os olhos na humanidade e, seguindo o seu exemplo, reivindicará o planeta. A Guerra das Salamandras é não só a obra-prima de Karel Čapek, publicada em plena ascensão do nazismo, mas também a história de um tiro no pé desferido pela nossa própria espécie e de um desastre épico patrocinado alegremente pela ganância internacional e pela tolice humana.
- AUTOR Karel Čapek
- ANO DE EDIÇÃO 2018
- EAN 9789726083245
Os Cantos de Maldoror / Poesias I & II
15,00 €
Uma edição completa, que inclui uma novíssima tradução de Os Cantos de Maldoror, pela mão sensível do poeta Manuel de Freitas, e também as Poesias I e II. Compreende igualmente um pertinente prefácio de Silvina Rodrigues Lopes. Terminados em 1869, Os Cantos de Maldoror, do Conde de Lautréamont, pseudónimo de Isidore Ducasse (1846-1870), não seriam colocados à disposição do público tão cedo, por receio do editor. Foram mais tarde recuperados do esquecimento pelos surrealistas; estes proporcionaram ao autor a celebridade de que hoje goza como clássico absoluto, tendo influenciado muitos dos grandes escritores da actualidade. São páginas de horror corrosivo, que agarram o leitor, não o largam até à última página, e depois perduram na memória para sempre.
- AUTOR Conde de Lautréamont (Isidore Ducasse)
- ANO DE EDIÇÃO 2009
- EAN 9789726082057
Os Cantos de Maldoror / Poesias I & II
15,00 €
Uma edição completa, que inclui uma novíssima tradução de Os Cantos de Maldoror, pela mão sensível do poeta Manuel de Freitas, e também as Poesias I e II. Compreende igualmente um pertinente prefácio de Silvina Rodrigues Lopes. Terminados em 1869, Os Cantos de Maldoror, do Conde de Lautréamont, pseudónimo de Isidore Ducasse (1846-1870), não seriam colocados à disposição do público tão cedo, por receio do editor. Foram mais tarde recuperados do esquecimento pelos surrealistas; estes proporcionaram ao autor a celebridade de que hoje goza como clássico absoluto, tendo influenciado muitos dos grandes escritores da actualidade. São páginas de horror corrosivo, que agarram o leitor, não o largam até à última página, e depois perduram na memória para sempre.
- AUTOR Conde de Lautréamont (Isidore Ducasse)
- ANO DE EDIÇÃO 2009
- EAN 9789726082057