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Sílvio, herdeiro do cravo

15,00 

Como nas histórias anteriores (Sílvio, Domador de Caracóis e Sílvio, Guardador de Ventos), o curioso menino, enche a mãe de perguntar e ternura.
Desta vez, o diálogo começa pelo facto da mãe trazer um cravo vermelho: a partir daí, o menino fica a saber como era o País da Gente Triste, quando as pessoas tinham o coração cheio de noite. E como foi possível derrubar essa noite e devolver a alegria às pessoas.
Quem ajudou a resgatar a Liberdade, esse bem raro que deve merecer a nossa atenção todos os dias? O pequeno Sílvio, deste modo, torna-se herdeiro do cravo, e promete zelar por esse legado de muitas gerações que recusaram a tirania.
Sílvio, Herdeiro do Cravo, numa linguagem poética, plena de metáforas (Mãe, metáfora é brinquedo?) é, pois, uma forma original de transmitir aos mais novos o que foi o 25 de Abril, e a importância dos seus ideais.

  • TEXTO Francisco Duarte Mangas
  • ILUSTRAÇÃO Ana Biscaia
  • ANO DE EDIÇÃO 2024

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REF: 9789899104204
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Como nas histórias anteriores (Sílvio, Domador de Caracóis e Sílvio, Guardador de Ventos), o curioso menino, enche a mãe de perguntar e ternura.
Desta vez, o diálogo começa pelo facto da mãe trazer um cravo vermelho: a partir daí, o menino fica a saber como era o País da Gente Triste, quando as pessoas tinham o coração cheio de noite. E como foi possível derrubar essa noite e devolver a alegria às pessoas.
Quem ajudou a resgatar a Liberdade, esse bem raro que deve merecer a nossa atenção todos os dias? O pequeno Sílvio, deste modo, torna-se herdeiro do cravo, e promete zelar por esse legado de muitas gerações que recusaram a tirania.
Sílvio, Herdeiro do Cravo, numa linguagem poética, plena de metáforas (Mãe, metáfora é brinquedo?) é, pois, uma forma original de transmitir aos mais novos o que foi o 25 de Abril, e a importância dos seus ideais.

  • TEXTO Francisco Duarte Mangas
  • ILUSTRAÇÃO Ana Biscaia
  • ANO DE EDIÇÃO 2024

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Clube Mediterrâneo – 12 fotogramas e uma devoração

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  • TEXTO João Pedro Mésseder
  • ILUSTRAÇÃO Ana Biscaia
  • TIPOGRAFIA E DESIGN Joana Monteiro
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
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Era uma vez o 25 de Abril

16,65 
José Fanha viveu o 25 de abril de 1974 com espanto, alegria e felicidade, como muitos outros jovens de então. Com o passar dos anos, percebeu que os jovens de hoje pouco sabem desses dias distantes. Resolveu então contar a história de como era Portugal antes da Revolução dos Cravos, como se desenrolaram os dias do 25 de abril e como surgiu o Movimento das Forças Armadas que o fez acontecer. Não quis fazer um livro de História. Quis antes falar desse período como quem conta uma história fantástica e complexa, heroica e contraditória, mas maravilhosa e verdadeira.
  • AUTOR José Fanha
  • ANO DE EDIÇÃO 2024
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Que luz estarias a ler?

9,90 
"Kalil gostava de livros. Quando lia histórias, dizia, era como se deixasse de ouvir os estrondos, os tiros, os gritos ao longe, as sirenes. Era como se uma luz se acendesse no coração do escuro."
  • TEXTO João Pedro Mésseder
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