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Subcultura: o significado do estilo

15,00 

Escrito originalmente em 1979, o livro de Dick Hebdige, Subcultura: o significado do estilo, apresenta-nos as subculturas juvenis que emergiram em Inglaterra no período pós-guerra. A formação dos estilos punk, teddy boy, mod, rocker, skinhead e rasta e as condições históricas, socioeconómicas, raciais e de classe que proporcionaram o surgimento destas subculturas são estudadas neste livro que é hoje um clássico.

  • AUTOR Dick Hebdige
  • ANO DE EDIÇÃO 2018

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REF: 9789899981478
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Escrito originalmente em 1979, o livro de Dick Hebdige, Subcultura: o significado do estilo, apresenta-nos as subculturas juvenis que emergiram em Inglaterra no período pós-guerra. A formação dos estilos punk, teddy boy, mod, rocker, skinhead e rasta e as condições históricas, socioeconómicas, raciais e de classe que proporcionaram o surgimento destas subculturas são estudadas neste livro que é hoje um clássico.

  • AUTOR Dick Hebdige
  • ANO DE EDIÇÃO 2018

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Desejo pós-capitalista

22,00 
Esta colecção de notas e transcrições académicas, com edição e introdução de Matt Colquhoun, revela o aclamado escritor e bloguista Mark Fisher no seu elemento — a sala de aula — e descreve um projecto que a morte de Fisher deixou tão agridocemente inacabado. Começando pela mais fundamental das questões — «Queremos realmente o que dizemos que queremos?» —, Fisher explora a relação entre desejo e capitalismo e interroga-se sobre as novas formas de desejo que ainda podemos extrair do passado, do presente e do futuro. Do surgimento e fracasso da contracultura nos anos 1970 ao desenvolvimento contínuo da sua linha de pensamento aceleracionista de esquerda, este volume traça um caminho, tragicamente interrompido, para pensar na criação de um novo tipo de consciência e nas implicações culturais e políticas de o fazer. Para Fisher, este processo de tomada de consciência foi sempre, fundamentalmente, psicadélico — mas não da forma que poderíamos pensar... Mark Fisher (1968–2017) foi co-fundador da Zero Books e, mais tarde, da Repeater Books. Integrou o corpo docente do Departamento de Culturas Visuais da Goldsmiths, Universidade de Londres. O seu blogue, k-punk, definiu a escrita crítica de uma geração.
  • AUTOR Mark Fisher
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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  • AUTOR Mark Fisher
  • ANO DE EDIÇÃO 2025
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Trinta anos a monte – A minha vida punk

15,00 
Ao longo do relato de uma vida frenética, Gilles Bertin (1961-2019) abre-nos uma janela para a densidade dos meios punk e para a passagem à grande criminalidade no cruzamento com as lutas independentistas bascas. Este relato de fugas entre Espanha e Portugal mostra-nos desde as dificuldades do vício da heroína à chegada da Sida. É um testemunho que nos dá a ver a aventura louca de um grupo de punks e anarquistas que protagonizaram um dos maiores roubos do século XX. Nesta autobiografia, Bertin mostra-nos o caminho que levou a que o cantor Camera Silens organizasse o roubo da Brinks de Toulouse, em 1988. E depois é a fuga, a chegada a Espanha, a troca de identidade (...), a sobrevivência, a abdicação de tudo. É na chegada a Portugal que Gilles regressa ao mundo da música, ao abrir uma loja de discos (...). Depois de alguns anos em Portugal, descobre que é seropositivo. Quando a doença piora, Gilles parte para Barcelona, e é nessa cidade que toma a decisão de se entregar à justiça francesa em 2016. Em 2018, é condenado a 5 anos de pena suspensa. 11,8 milhões de francos e 30 anos de fuga mais tarde, Gilles Bertin permanece como esteio dessa memória punk e anarca europeia que vai desaparecendo. - in A Batalha - Jornal de Expressão Anarquista
  • AUTOR Gilles Bertin
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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Trinta anos a monte – A minha vida punk

15,00 
Ao longo do relato de uma vida frenética, Gilles Bertin (1961-2019) abre-nos uma janela para a densidade dos meios punk e para a passagem à grande criminalidade no cruzamento com as lutas independentistas bascas. Este relato de fugas entre Espanha e Portugal mostra-nos desde as dificuldades do vício da heroína à chegada da Sida. É um testemunho que nos dá a ver a aventura louca de um grupo de punks e anarquistas que protagonizaram um dos maiores roubos do século XX. Nesta autobiografia, Bertin mostra-nos o caminho que levou a que o cantor Camera Silens organizasse o roubo da Brinks de Toulouse, em 1988. E depois é a fuga, a chegada a Espanha, a troca de identidade (...), a sobrevivência, a abdicação de tudo. É na chegada a Portugal que Gilles regressa ao mundo da música, ao abrir uma loja de discos (...). Depois de alguns anos em Portugal, descobre que é seropositivo. Quando a doença piora, Gilles parte para Barcelona, e é nessa cidade que toma a decisão de se entregar à justiça francesa em 2016. Em 2018, é condenado a 5 anos de pena suspensa. 11,8 milhões de francos e 30 anos de fuga mais tarde, Gilles Bertin permanece como esteio dessa memória punk e anarca europeia que vai desaparecendo. - in A Batalha - Jornal de Expressão Anarquista
  • AUTOR Gilles Bertin
  • ANO DE EDIÇÃO 2026
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