A Nuvem
13,90 €
Certo dia, o vento desapareceu e uma nuvem instalou-se no céu, mesmo por cima de uma estrada. E assim permaneceu, estática, dias a fio. O fenómeno depressa chamou a atenção de toda a gente. Seria milagre, prenúncio de catástrofe ou somente poluição? As teorias multiplicaram-se, e a discórdia não tardou. Até que, um dia, a desconcertante ordem natural das coisas acabou por se impor…
- AUTOR Rita Canas Mendes
- ANO DE EDIÇÃO 2018
- EAN 978-989-99998-5-5
1 em stock
Certo dia, o vento desapareceu e uma nuvem instalou-se no céu, mesmo por cima de uma estrada. E assim permaneceu, estática, dias a fio. O fenómeno depressa chamou a atenção de toda a gente. Seria milagre, prenúncio de catástrofe ou somente poluição? As teorias multiplicaram-se, e a discórdia não tardou. Até que, um dia, a desconcertante ordem natural das coisas acabou por se impor…
- AUTOR Rita Canas Mendes
- ANO DE EDIÇÃO 2018
- EAN 978-989-99998-5-5
Informação adicional
| Dimensões (C x L x A) | 28 × 21 cm |
|---|
Tem de iniciar sessão para enviar uma avaliação.
Também pode gostar…
O que vem a ser isto? – A história de um objeto surpreendente
15,00 €
Já todos pegámos em livros. Mas que objetos são esses, afinal? Como se fabricam? E quem os faz? A imprensa Nacional, a mais antiga editora do país — fundada em 1768 —, vai revelar-te todos os segredos nesta obra cheia de personalidade.
- TEXTO Rita Canas Mendes
- ILUSTRAÇÃO Tiago Albuquerque e Nádia Albuquerque
- ANO DE EDIÇÃO 2021
O que vem a ser isto? – A história de um objeto surpreendente
15,00 €
Já todos pegámos em livros. Mas que objetos são esses, afinal? Como se fabricam? E quem os faz? A imprensa Nacional, a mais antiga editora do país — fundada em 1768 —, vai revelar-te todos os segredos nesta obra cheia de personalidade.
- TEXTO Rita Canas Mendes
- ILUSTRAÇÃO Tiago Albuquerque e Nádia Albuquerque
- ANO DE EDIÇÃO 2021
Rosa Ramalho – Fui eu, quem é que havia de ser?
11,00 €
«A vida e a obra de Rosa Ramalho estão envoltas em mistério logo desde o início. Por exemplo, Ramalho não era o seu verdadeiro apelido, e sim uma alcunha herdada do pai (a mãe deste costumava dizer-lhe que se sentasse à sombra dos ramalhos, uns ramos frondosos que haveria junto a casa). Amenina franzina que nasceu em Galegos de São Martinho no dia 14 de agosto de 1888 chamava-se, isso sim, Rosa Barbosa Lopes.
Conta-se que a própria só conheceu o seu nome completo aos 82 anos, quando pela primeira vez foi fazer um documento de identificação, mas entre o seu nascimento e esse instante muita coisa aconteceu. (…)
Em julho de 1956, a barrista estava na sua banca na feira de Paranhos, nos arredores do Porto, quando um jovem se aproximou e começou a admirar a mercadoria. Conta-se que ele, olhando muito para um lagarto, apontou para o dito e perguntou: «Quem fez esta peça?» ao que Rosa respondeu prontamente: «Fui eu, quem é que havia de ser?» a isto seguiu-se nova pergunta: «E como é que o fez?» Vindo logo a resposta: «Com as mãos, como é que havia de ser? (…)
Afinal, aquele não era um cliente qualquer, chamava-se António Quadros e era pintor e professor-assistente na Faculdade de Belas-Artes do Porto. Naquele dia, com aquela troca de palavras, um artista reconheceu que estava diante de outro artista.»
- TEXTO Rita Canas Mendes
- ILUSTRAÇÃO Sebastião Peixoto
- ANO DE EDIÇÃO 2022
Rosa Ramalho – Fui eu, quem é que havia de ser?
11,00 €
«A vida e a obra de Rosa Ramalho estão envoltas em mistério logo desde o início. Por exemplo, Ramalho não era o seu verdadeiro apelido, e sim uma alcunha herdada do pai (a mãe deste costumava dizer-lhe que se sentasse à sombra dos ramalhos, uns ramos frondosos que haveria junto a casa). Amenina franzina que nasceu em Galegos de São Martinho no dia 14 de agosto de 1888 chamava-se, isso sim, Rosa Barbosa Lopes.
Conta-se que a própria só conheceu o seu nome completo aos 82 anos, quando pela primeira vez foi fazer um documento de identificação, mas entre o seu nascimento e esse instante muita coisa aconteceu. (…)
Em julho de 1956, a barrista estava na sua banca na feira de Paranhos, nos arredores do Porto, quando um jovem se aproximou e começou a admirar a mercadoria. Conta-se que ele, olhando muito para um lagarto, apontou para o dito e perguntou: «Quem fez esta peça?» ao que Rosa respondeu prontamente: «Fui eu, quem é que havia de ser?» a isto seguiu-se nova pergunta: «E como é que o fez?» Vindo logo a resposta: «Com as mãos, como é que havia de ser? (…)
Afinal, aquele não era um cliente qualquer, chamava-se António Quadros e era pintor e professor-assistente na Faculdade de Belas-Artes do Porto. Naquele dia, com aquela troca de palavras, um artista reconheceu que estava diante de outro artista.»
- TEXTO Rita Canas Mendes
- ILUSTRAÇÃO Sebastião Peixoto
- ANO DE EDIÇÃO 2022

Avaliações
Ainda não existem avaliações.