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O avô Jacinto e os macaquinhos do sotão

14,90 

Na casa do avô escritor, as palavras ganham vida e escondem-se em todos os recantos. No sótão, há macaquinhos, e nos andares abaixo, pulgas atrás das orelhas, ratos de biblioteca, bichos-carpinteiros e outros de sete cabeças. Na casa do avô escritor, o Miguel, que achava que as palavras estavam trancadas a sete chaves, descobre que a imaginação não se contém e que basta um livro para a fazer voar até ao sótão.

Um conto encantador sobre o poder da palavra e da imaginação!

  • TEXTO Sofia Fraga
  • ILUSTRAÇÃO Sebastião Peixoto
  • ANO DE EDIÇÃO 2019

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REF: 9789898866554
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Na casa do avô escritor, as palavras ganham vida e escondem-se em todos os recantos. No sótão, há macaquinhos, e nos andares abaixo, pulgas atrás das orelhas, ratos de biblioteca, bichos-carpinteiros e outros de sete cabeças. Na casa do avô escritor, o Miguel, que achava que as palavras estavam trancadas a sete chaves, descobre que a imaginação não se contém e que basta um livro para a fazer voar até ao sótão.

Um conto encantador sobre o poder da palavra e da imaginação!

  • TEXTO Sofia Fraga
  • ILUSTRAÇÃO Sebastião Peixoto
  • ANO DE EDIÇÃO 2019

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Todos ao Palácio

14,90 
A senhora Palmira e o senhor Aurélio são pessoas muito chiques e civilizadas. Todos os domingos vão passear para um palácio muito especial da cidade do Porto. Levam sempre uma bagagem de espantar. Assim que chegam ao palácio, perdem um cão que é muito brincalhão. Onde está o cão? Conseguem encontrá-lo?
Este livro mistura ilustração e as magníficas e históricas fotografias de Aurélio da Paz dos Reis.
  • AUTORES Adélia Carvalho e David Pintor, Teresa Cortez, Sebastião Peixoto, Ana Biscaia, Marta Madureira, Cátia Vidinhas, Marta Monteiro, Alex Gozblau, Gonçalo Viana
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
  • ISBN 9789892078342
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Todos ao Palácio

14,90 
A senhora Palmira e o senhor Aurélio são pessoas muito chiques e civilizadas. Todos os domingos vão passear para um palácio muito especial da cidade do Porto. Levam sempre uma bagagem de espantar. Assim que chegam ao palácio, perdem um cão que é muito brincalhão. Onde está o cão? Conseguem encontrá-lo?
Este livro mistura ilustração e as magníficas e históricas fotografias de Aurélio da Paz dos Reis.
  • AUTORES Adélia Carvalho e David Pintor, Teresa Cortez, Sebastião Peixoto, Ana Biscaia, Marta Madureira, Cátia Vidinhas, Marta Monteiro, Alex Gozblau, Gonçalo Viana
  • ANO DE EDIÇÃO 2017
  • ISBN 9789892078342
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António Amargo – Quem?

15,00 
Num volume graficamente muito cuidado, a editora Xerefé reuniu vários textos de uma figura ilustre do jornalismo e das letras da Figueira da Foz, hoje pouco conhecida. António Amargo, pseudónimo de António Correia Pinto de Almeida, nascido em 1896 (no Rio de Janeiro), foi fundador do jornal satírico “O Palhinhas” e colaborou com diversos outros periódicos, locais e nacionais, espalhando textos que hoje se afiguram preciosos para compreendermos as primeiras décadas do século passado. Aos textos juntam-se ilustrações de André Ruivo, Marta Madureira, Rita Carvalho e Sebastião Peixoto, para além de uma apresentação de Ana Biscaia e várias informações bio-bibliográficas.
  • TEXTO António Amargo
  • ILUSTRAÇÃO André Ruivo, Marta Madureira, Rita Carvalho e Sebastião Peixoto
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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António Amargo – Quem?

15,00 
Num volume graficamente muito cuidado, a editora Xerefé reuniu vários textos de uma figura ilustre do jornalismo e das letras da Figueira da Foz, hoje pouco conhecida. António Amargo, pseudónimo de António Correia Pinto de Almeida, nascido em 1896 (no Rio de Janeiro), foi fundador do jornal satírico “O Palhinhas” e colaborou com diversos outros periódicos, locais e nacionais, espalhando textos que hoje se afiguram preciosos para compreendermos as primeiras décadas do século passado. Aos textos juntam-se ilustrações de André Ruivo, Marta Madureira, Rita Carvalho e Sebastião Peixoto, para além de uma apresentação de Ana Biscaia e várias informações bio-bibliográficas.
  • TEXTO António Amargo
  • ILUSTRAÇÃO André Ruivo, Marta Madureira, Rita Carvalho e Sebastião Peixoto
  • ANO DE EDIÇÃO 2021
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Rosa Ramalho – Fui eu, quem é que havia de ser?

11,00 
«A vida e a obra de Rosa Ramalho estão envoltas em mistério logo desde o início. Por exemplo, Ramalho não era o seu verdadeiro apelido, e sim uma alcunha herdada do pai (a mãe deste costumava dizer-lhe que se sentasse à sombra dos ramalhos, uns ramos frondosos que haveria junto a casa). Amenina franzina que nasceu em Galegos de São Martinho no dia 14 de agosto de 1888 chamava-se, isso sim, Rosa Barbosa Lopes. Conta-se que a própria só conheceu o seu nome completo aos 82 anos, quando pela primeira vez foi fazer um documento de identificação, mas entre o seu nascimento e esse instante muita coisa aconteceu. (…) Em julho de 1956, a barrista estava na sua banca na feira de Paranhos, nos arredores do Porto, quando um jovem se aproximou e começou a admirar a mercadoria. Conta-se que ele, olhando muito para um lagarto, apontou para o dito e perguntou: «Quem fez esta peça?» ao que Rosa respondeu prontamente: «Fui eu, quem é que havia de ser?» a isto seguiu-se nova pergunta: «E como é que o fez?» Vindo logo a resposta: «Com as mãos, como é que havia de ser? (…) Afinal, aquele não era um cliente qualquer, chamava-se António Quadros e era pintor e professor-assistente na Faculdade de Belas-Artes do Porto. Naquele dia, com aquela troca de palavras, um artista reconheceu que estava diante de outro artista.»
  • TEXTO Rita Canas Mendes
  • ILUSTRAÇÃO Sebastião Peixoto
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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Rosa Ramalho – Fui eu, quem é que havia de ser?

11,00 
«A vida e a obra de Rosa Ramalho estão envoltas em mistério logo desde o início. Por exemplo, Ramalho não era o seu verdadeiro apelido, e sim uma alcunha herdada do pai (a mãe deste costumava dizer-lhe que se sentasse à sombra dos ramalhos, uns ramos frondosos que haveria junto a casa). Amenina franzina que nasceu em Galegos de São Martinho no dia 14 de agosto de 1888 chamava-se, isso sim, Rosa Barbosa Lopes. Conta-se que a própria só conheceu o seu nome completo aos 82 anos, quando pela primeira vez foi fazer um documento de identificação, mas entre o seu nascimento e esse instante muita coisa aconteceu. (…) Em julho de 1956, a barrista estava na sua banca na feira de Paranhos, nos arredores do Porto, quando um jovem se aproximou e começou a admirar a mercadoria. Conta-se que ele, olhando muito para um lagarto, apontou para o dito e perguntou: «Quem fez esta peça?» ao que Rosa respondeu prontamente: «Fui eu, quem é que havia de ser?» a isto seguiu-se nova pergunta: «E como é que o fez?» Vindo logo a resposta: «Com as mãos, como é que havia de ser? (…) Afinal, aquele não era um cliente qualquer, chamava-se António Quadros e era pintor e professor-assistente na Faculdade de Belas-Artes do Porto. Naquele dia, com aquela troca de palavras, um artista reconheceu que estava diante de outro artista.»
  • TEXTO Rita Canas Mendes
  • ILUSTRAÇÃO Sebastião Peixoto
  • ANO DE EDIÇÃO 2022
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